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Controle era uma coisa que muito atraía Kartal, especialmente considerando que a raíz de todos os seus problemas foram situações que lhe fugiram completamente daquele conceito. Coisas que ele não pudera escolher, ações que ele não pudera tomar. A ideia de deixar o destino ou qualquer outra bobagem controlar o que acontecia consigo era o que pautava todo o caminho de Kartal em busca da vingança, e o que se tornava a base de cada passo dado no meio do processo. Mas não era somente ali que ele gostava de exercer tal poder decisório, não. Tinha outro lugar. E oh, que maravilha descobrir o quão aberta às suas preferências estava sua maravilhosa esposa. O corpo do pirata estava coberto por uma fina camada de suor, e o peitoral subia e descia pela respiração acelerada devido à recente descarga de adrenalina. Tinha a destra ainda em torno do pescoço feminino, mas já não mais colocava qualquer pressão naquele toque. Kartal beijou a lateral de seu rosto, mais perto da têmpora que da bochecha em si, e então distribuiu beijos pela extensão do corpo escultural, aproveitando a pele macia e quente desde o pescoço, os ombros, as costas, as nádegas, as pernas... Ajoelhado no colchão, soltou as amarras dos tornozelos da mulher, bem como as do punho que estavam um sobre o outro na base de suas costas, na altura da lombar. O corpo feminino também estava suado, até porque fazia um bom tempo que estavam se divertindo e aquela sequer havia sido a primeira posição da noite (ou a segunda, ou a quarta). Observou conforme Dakota movia o corpo para trazer os braços para frente, em busca de um pouco mais de conforto, e os olhos passearam pelas curvas da mais jovem, analisando como a pele exageradamente alva agora estava repleta de marcas vermelhas e algumas arroxeadas. Com o próprio corpo apoiado lateralmente no colchão, Gancho passou a mão esquerda por todo o corpo feminino em uma lenta carícia, observando os pelos da mulher arrepiarem diante de seu feito. Então, apoiou a palma em seu ombro, aplicando alguma pressão ali para relaxá-la, o toque descendo devagar ao passo em que ele pressionava várias partes de seu corpo com aquele intuito. Enquanto a mão acariciava e massageava os glúteos nos quais outrora o toque havia sido grosseiro, ele afastou com a prótese os fios de cabelo emaranhados e suados, deixando livre a nuca feminina para dar mais alguns beijos ali. “Você é tão linda.” Murmurou, fechando os olhos por um instante, mas alguns minutos depois, virou a moça com as costas apoiadas no colchão. As massagens continuavam, agora em seus braços, coxas... até se aproximarem da virilha, lentamente, aproximando-se demais do local mais sensível. Os beijos também prosseguiam, agora em sua bochecha, seus ombros, na ponta do nariz, no queixo, nos lábios. E foi contra eles que sussurrou: “Vou te relaxar bem, agora.” Afirmou, e o toque logo acima do joelho feminino subiu devagar, pressionando o músculo da coxa. A ponta de seus dedos esbarraram provocantemente na intimidade alheia, que provavelmente já deveria estar menos sensível após aquele pequeno descanso, prontos para massageá-la de outra maneira. Posicionou o dedo médio, então, em seu clitóris, fazendo movimentos em círculo e sem muita pressa, atento às reações da mulher e se deliciando com a visão de seu rosto contorcendo em expressões de prazer. Causados por ele, e apenas ele.