Para mim, duas coisas são fundamentais: olhares e voz. Tem coisa mais linda que um olhar? Sinceros, tímidos, reveladores, provocantes, que suplicam, agradecem, sorriem. E voz? Ela acalma e diz quem a pessoa é.
Clarisa Corrêa. (via 10reais)
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Para mim, duas coisas são fundamentais: olhares e voz. Tem coisa mais linda que um olhar? Sinceros, tímidos, reveladores, provocantes, que suplicam, agradecem, sorriem. E voz? Ela acalma e diz quem a pessoa é.
Clarisa Corrêa. (via 10reais)
Se as pessoas pensassem um pouco mais na morte, não deixariam jamais de dar o telefonema que está faltando. E seriam um pouco mais loucas.
Paulo Coelho. (via 10reais)
Se as nuvens estão bloqueando o sol, sempre tento ver aquela luz por trás delas, o lado bom das coisas, e me lembro de continuar tentando, porque eu sei que, dói olhar para as nuvens, mas também ajuda, como a maioria das coisas que causam dor.
O lado bom da vida.
Mesmo assim, minha autoestima oscilou, sou daqueles que, se você não fizer 36 polichinelos na minha frente, com uma placa “eu gosto de você” pendurada balançando no pescoço, jamais terei certeza. Já me enganei tantas vezes.
Gabito Nunes.
farther-feelings:
vintage & nature
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Que nem todo mundo é perfeito a gente sabe, que quando a gente entrega o nosso coração pro outro o risco de se magoar é grande, também, que nem todo relacionamento está destinado à eternidade, idem, mas chega um momento que a gente percebe que a vida sorriu pra gente, e foi exatamente assim, eu descobri que ganhei uma parte de mim quando te conheci. Se houve medo? Muito. E a insegurança? Maior ainda. Mas aí você me ensinou que quando é amor a gente sente, e por isso carrego comigo a certeza de que somos eternos, de que somos pra sempre.
Ogrodoce.
Perder um amigo é algo parecido com perder um órgão vital. Algo que você precisa para sobreviver. Mesmo que seja preciso, ver alguém que sabe tanto de você, te entendeu e ajudou por tanto tempo indo embora, dói. Mas o orgulho te prende ali, naquele lugar, como se uma corrente saísse do chão e não te deixasse fazer nada, enquanto a pessoa fica cada vez mais longe, e tudo que você pode fazer é sussurrar baixinho: fica.
A culpa é mesmo das estrelas?
"Você salva o mundo salvando uma pessoa de cada vez, todo o resto é um monte de romantismo exagerado e política."
Charles Bukowski.
Tem dias que eu acordo pensando em você , em fração de segundos vejo o mundo desabar e ai que cai a ficha que eu não vou te ver. Será que esse vazio um dia vai me abandonar? Tem gente que tem cheiro de rosa, de avelã, tem o perfume doce de toda manhã. Você tem tudo. Você tem muito. Muito mais que um dia eu sonhei pra mim, tem a pureza de um anjo querubim. Eu trocaria tudo, pra te ter aqui… Eu troco minha paz por um beijo seu eu, eu troco meu destino pra viver o seu, eu troco minha cama pra dormir na sua eu troco mil estrelas pra te dar a lua e tudo que você quiser. E se você quiser te dou meu sobrenome.
Luan Santana
Para dor de barriga, erva-doce. Para dor de câncer, morfina. Para dor da culpa, Sigmund Freud. Para dor de choque elétrico, precaução. Para dor de dente, dentista. Para dor da solidão, bossa nova. Para dor nas costas, quiropraxia. Para dor de cotovelo, amor de sogra. Para dor de cabeça, mulher bonita. Para dor na consciência, perdão. E a melhor fórmula para dor de amor? Aceitar de uma vez só que não tem fórmula, injeção, chá, antídoto, xarope, receita de vó, comprimido, remédio ou solução.
Gabito Nunes.
às vezes sou amargo mas no geral o sabor tem sido doce. é apenas que tenho medo de dizê-lo. é como quando sua mulher diz, “fala que me ama”, e você não consegue.
bukowski, o amor é um cão dos diabos.
o soco da solidão o gosto pardo da jabuticaba madura as gaivotas na praça da estação a torre da igreja temerária e confusa a espada fincada no chão sistema nervoso central de anomalias a fúria emerge e salta pelos olhos reação tardia querendo voltar tão intrínseco e particular a chegada no condomínio pacifico os dentes das capivaras o fuzil disparado pelos olhos o discurso maculado do porteiro triste ao ver os punks e seus cabelos coloridos coreografia de paralíticos ensandecidos a língua nervosa e psicoanalítica do vizinho João versão intransponível de fatos corriqueiros sermos a folha que voa e se mistura a terra roxa dos pastos o escarlate andrômeda do abismo de maria a sabedoria planificada dos alcorões da alma o acordeão de sentimentos inóculos sem visão a janela dos edifícios e seus suicídios tantos andares de ilusão e fúria na jogatina diária das universidades que estampa o conhecimento vago do cruxifixo na capa do livro a máscara tenebrosa do monitor nerd assexuado o olho do meu coração que não quer ver e que despenca e emudece o mar dependura os traços envergados da alma que grita querendo ser pássaro querendo ser livre querendo ser sem você querendo ser apenas um vivo e emortecido sob a ilusão multicolorida dos astros do universo sobre a utopia do coração afogado que pega folego e respira estou cá, viva mais uma vez.
Elisa Bartlett em “Ensaio lisérgico de um afogamento impune.”