Eu nunca fui boa nisso, sabe? Nunca fui boa em fazer as pessoas ficarem.
Larice B. (via novembru)
Mas, enfim, existem coisas que somente o coração é capaz de explicar…
:/
(via paulinhasweets)

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Eu nunca fui boa nisso, sabe? Nunca fui boa em fazer as pessoas ficarem.
Larice B. (via novembru)
Mas, enfim, existem coisas que somente o coração é capaz de explicar…
:/
(via paulinhasweets)
Lucas Lucco - Saudade Idiota (Musica Nova 2014)
Pois é Se o tempo que cura ele tá demorando saudade idiota só vai aumentando Deus me ajuda que eu tô pirando Eu tô pirando
Eu nunca fui boa nisso, sabe? Nunca fui boa em fazer as pessoas ficarem.
Larice B. (via novembru)
Mas, enfim, existem coiss que somente o coração é capaz de explicar...
:/
Meu violão e nosso cachorro.. simoneesimariaoficial
Apaixonada por essa musica.. <3
RECIPROCIDADE Por que será que você insiste tanto em se interessar por pessoas que estão em momentos da vida diferentes do seu? Deixa eu te contar uma coisa: aquele cara que você conheceu na festa, que chegou em oito mulheres antes de vir falar com você, que te beijou e no segundo seguinte já estava tentando te passar a mão, perguntando se você mora sozinha ou se tinha ido até lá de carro e tudo mais. Sabe aquele cara? Aquele que você corre um sério risco de ficar odiando por muito tempo. Pois então, ele não é um idiota. Não por isso. Ele deixou muito claro que só queria passar uma noite divertida com você e não ter que telefonar ou dar satisfações no dia seguinte. Todo o resto é decisão sua. É isso mesmo que você também quer? Uma noite casual vai te satisfazer? Se a resposta for sim, então, pode mandar ver. Agora, o que não dá é para você ir idealizando um cara desses esperando que ele te acorde com o café da manhã na cama, servindo torradas com Nutella e suco de pêssego no dia seguinte. E que, dêem um passeio no parque da cidade até chegar a hora de almoçarem no seu restaurante favorito. Oooiii?! Aonde você vai fera? Desce daí senão o tombo vai ser feio. Entenda de uma vez: não é errado desejar tudo isso. Óbvio que não! Isso até que é bem bacana. O grande erro está em esperar algo de quem não tem pra dar. Veja bem. Todo mundo, sendo homem ou mulher, tem total direito de escolher como quer levar a vida. Todo mundo pode e deve experimentar várias fases. Uma fase galinha, uma fase rebelde, uma fase careta, uma fase romântica ou qualquer outra. As pessoas têm o direito de escolher o caminho que querem seguir. Não espere que um surfista passe o domingo de sol fazendo compras com você no supermercado. Não espere que um vegetariano te leve a uma churrascaria rodízio. Não queira que um cantor de rock te ensine a dançar arrocha. Olha, eu posso te garantir que existem milhares de pessoas morrendo de vontade de conhecer alguém bacana assim como você. Claro que existem. Agora só falta você parar com essa mania de só querer tomar sol quando o dia amanhece chovendo. 😝
Aos psicoticos de plantão...😎
Se amanhã agente se acertar tudo bem....mais dessa casa eu so vou levar meu violao e o nosso cachorro 🎵🎸🐕
Amadurecer é: descer do salto se necessario!
Dia desses, olhando fotos antigas e a minha velha pasta de músicas de cinco anos atrás, percebi o quanto eu cresci – é que o amadurecimento tem dessas, é mensurável pelas coisas mais simples. Reparei no meu cabelo escovado no porta-retratos. No salto alto e na cara de sofrimento, provavelmente pelas dezenas de calos nos meus pobres pezinhos. Ou pela pose que tinha de ser mantida, por tudo o que me impedia de me exceder na bebida (ou, aliás, de me exceder em qualquer coisa que fosse). Talvez pelo cara bonito com quem eu não poderia puxar assunto, pois, eu precisava esperar ele vir me convidar pra dançar. Quais eram, afinal, essas grades invisíveis que me aprisionavam? Que força horrenda mantinha meus pés dolorosamente equilibrados naqueles saltos 15? Pra quem eu precisava provar que eu era esguia, comportada e tinha absoluto autocontrole? Na verdade, eu não pensava sobre isso na época – e, mesmo se pensasse, provavelmente eu não encontraria essas respostas. Mas, depois de muitos calos, eu as encontrei: É que chegamos a uma fase da vida em que não precisamos provar nada pra ninguém. É quando a gente escolhe, constantemente, as sapatilhas. É quando a gente se joga de cabeça sem medo de sair descabelada. É quando a gente não tem medo de perder, por que a gente entende que não há o que ser perdido. Não há nada em jogo além da felicidade. E como ser feliz quando não se é livre? É claro que o salto alto é bem-vindo, porque, convenhamos, nos deixa absolutamente sexys como num passe de mágica. Mas, entre estar confortável e impressionar alguém, a gente não pode mais titubear na resposta. É preciso optar por si mesmo. A gente olha pros lados e não procura um olhar de desejo ou de despeito – a gente procura um novo drink, um novo amigo, um novo livro, um novo lugar, uma nova música… A gente entende que o que os outros pensam ao nosso respeito não nos diz respeito. E a gente entende, sobretudo, quanta beleza há em estar confortável. Na cara lavada, nos pés no chão, nas roupas menos justas (e não menos sexys), no corpo de quem se cuida sem esquecer – nem por um segundo – de ser feliz. E que o que importa nessa vida é cuidar da gente e de quem cuida da gente. Que dá pra sair sem protetor solar de vez em quando. Dá pra assumir o cabelo natural. Dá pra usar chinelo de dedo. Dá pra viver, reviver, começar tudo de novo. Dá pra amar, dá pra sonhar. Dá pra ser feliz.
Ainda existe ir embora. Mas da onde? Eu sempre querendo ir embora. Mas pra onde? Quero um colo e um quente e um ombro que nunca conheci. Não é de homem, de amor, de força. O que é isso? Um enjoado que não faz passar mal. Um frio que não precisa de agasalho. Uma necessidade absurda de ir para um lugar que eu nem imagino qual seja. Uma saudade de vida inteira como se eu já tivesse vivido. Uma coisa enorme e ao mesmo tempo concentrada naquela picadinha de inseto atrás do meu joelho que incha e incomoda do tamanho do mundo. Uma angústia que estremece até aqueles cantos da gente que a gente passa batido. Uma coisa de cantos e não de peitos. Mas que acaba com o oxigênio.
Tati Bernardi. (via deprimentes)
😮
Amadurecer é: descer do salto quando necessario! 😜
Dia desses, olhando fotos antigas e a minha velha pasta de músicas de cinco anos atrás, percebi o quanto eu cresci – é que o amadurecimento tem dessas, é mensurável pelas coisas mais simples. Reparei no meu cabelo escovado no porta-retratos. No salto alto e na cara de sofrimento, provavelmente pelas dezenas de calos nos meus pobres pezinhos. Ou pela pose que tinha de ser mantida, por tudo o que me impedia de me exceder na bebida (ou, aliás, de me exceder em qualquer coisa que fosse). Talvez pelo cara bonito com quem eu não poderia puxar assunto, pois, eu precisava esperar ele vir me convidar pra dançar. Quais eram, afinal, essas grades invisíveis que me aprisionavam? Que força horrenda mantinha meus pés dolorosamente equilibrados naqueles saltos 15? Pra quem eu precisava provar que eu era esguia, comportada e tinha absoluto autocontrole? Na verdade, eu não pensava sobre isso na época – e, mesmo se pensasse, provavelmente eu não encontraria essas respostas. Mas, depois de muitos calos, eu as encontrei: É que chegamos a uma fase da vida em que não precisamos provar nada pra ninguém. É quando a gente escolhe, constantemente, as sapatilhas. É quando a gente se joga de cabeça sem medo de sair descabelada. É quando a gente não tem medo de perder, por que a gente entende que não há o que ser perdido. Não há nada em jogo além da felicidade. E como ser feliz quando não se é livre? É claro que o salto alto é bem-vindo, porque, convenhamos, nos deixa absolutamente sexys como num passe de mágica. Mas, entre estar confortável e impressionar alguém, a gente não pode mais titubear na resposta. É preciso optar por si mesmo. A gente olha pros lados e não procura um olhar de desejo ou de despeito – a gente procura um novo drink, um novo amigo, um novo livro, um novo lugar, uma nova música… A gente entende que o que os outros pensam ao nosso respeito não nos diz respeito. E a gente entende, sobretudo, quanta beleza há em estar confortável. Na cara lavada, nos pés no chão, nas roupas menos justas (e não menos sexys), no corpo de quem se cuida sem esquecer – nem por um segundo – de ser feliz. E que o que importa nessa vida é cuidar da gente e de quem cuida da gente. Que dá pra sair sem protetor solar de vez em quando. Dá pra assumir o cabelo natural. Dá pra usar chinelo de dedo. Dá. Dá pra viver, reviver, começar tudo de novo. Dá pra amar, dá pra sonhar. Dá pra ser feliz.
Uma coisa é certa: ficar sentado se sentindo infeliz não vai mudar nada.
O Menino do Pijama Listrado. (via romanteios)
#fica?! :/
Amor de fast-food 😢
A fome é tanta, a pressa, a ânsia pela saciedade consome os apressados. O mundo anda mesmo tão corrido… As vontades e quereres, sempre tão urgentes, precisam ser prontamente atendidos porque ninguém aguenta esperar que chova na sua horta. Dizem os mais inquietos que esperar é para os acomodados, que devemos correr atrás dos sonhos, abrir os caminhos do nosso destino, botar a mão na massa e fazer acontecer. Concordo. Só que existe um porém; corre-se demais sem saber realmente o que buscar, e no desespero de conseguir o que quer — ou a ilusão do que se almeja — os apressados se perdem, se enveredam em toda e qualquer saída. A fim de alcançar o maior número de conquistas (que neste caso não são vitórias), deixa-se de dar importância às consequências que cada uma delas traz ao coração. Preciso confessar que eu faço parte do time dos maratonistas da vida. Sim. Quero tudo pra ontem, não me acomodo nas comodidades que meus dias me regalam. Me apavoro só de pensar numa vida sem mudanças, na rotina perfeitamente traçada sem direito a desvios. Não me bastam as certezas do meu universo, nem a quietude de uma espera consentida no portão. Eu quero mais é vendaval, tormentas abruptas que levam embora o que não é firme o bastante para permanecer. Só dessa forma eu consigo admirar a calmaria da manhã seguinte e valorar o que ficou de profundo e enraizado. O problema de ser assim, apreciadora da velocidade por viver, é que quando os ventos não andam soprando lá com tanta veemência, a falta de emoção — mais conhecida como mesmice — cresce vertiginosamente aqui dentro. Impaciência, inquietude, incredulidade, inconformismo. Tudo junto. Mas enquanto o estilo apressado de ser e querer e sentir não chega ao coração, tudo bem. Porque o coração não pode, nem deve ser manejado com afobamento, ou sob qualquer outro tipo de pressão. O amor é único em sua amplitude absolutamente sucinta. Lê-se: Único. Amor não é sexo, não é afinidade, não é amizade, necessidade, nem paixão ou compaixão, desejo, ensejo. Nada disso. Amor é amor. Assim, simplesmente e lindamente. Acontece que, muitas vezes, o desespero por viver o amor é tão imenso, praticamente incontrolável, que a cegueira acomete os olhos do apurado por amar. De certo que o amor é cego, mas o anseio por ele obstrui a visão e todos os outros sentidos. A pessoa quer porque quer ter alguém para chamar de seu. E diante da pressão de encontrá-lo despeja-se sobre qualquer alma as suas vontades e planos, sem respeitar a si próprio, sem considerar o outro. Perde-se o critério de avaliação de sentimentos, de compatibilidade, as sensações se confundem e se misturam umas às outras. Dessa forma, é dada a largada aos amores de fast-food. Esfomeados em busca de uma embalagem bonita, alguém que lhes salte os olhos e sacie a fome de amar e ser amado naquele instante. Tem que ser agora, deve ser pra já. A sede matada na saliva, e o coração que morra afogado nas lágrimas do dia seguinte. Sim, porque depois de tantas trocas, tornam-se mais estranhos do que antes de terem sido apresentados. Corações deveriam ser alvos de amor pra se lançar sonhos a dois, cumplicidade, tantas coisas boas, e não um pano de chão para que qualquer um limpe os pés na entrada e pise na saída. Na pressa por viver um amor e em busca de ser feliz junto a alguém, as pessoas se atropelam em euforias, bocas e corpos. Não estou dizendo que se deva ser um monge e viver recluso às possibilidades amorosas. Não é isso. Aliás, eu, como parte do time dos corredores pela vida, penso que estamos aqui para viver de forma ampla, trocar experiências, ser feliz e fazer feliz. Mas acredito, sinceramente, que o coração não é um brinquedo, nem objeto de tortura, muito menos algo perecível com prazo de validade para se usar e descartar. Aliás, nas questões do amor, deve-se ter cautela para que ninguém saia, pelo menos, tão ferido. Está praticamente imposto que trouxa é aquele que preserva o seu coração, que se ama e se respeita acima de tudo. Porque legal mesmo é sair traçando tudo o que se vê pela frente, deixando fluídos por aqui e acolá, espalhando sementes em terras úmidas sem a menor precaução e preocupação com o terreno alheio. Não se engane. A fome desvairada por provar todos os quitutes da festa passa, e o vazio que fica é um buraco tão fundo e tão escuro que vai desencadear meses de insônia e muito, mas muito arrependimento por ter sido tão permissivo. Portanto, antes que nos deixemos tomar pela ansiedade de degustar os amores de fast-food, por que não nos alimentamos, antes de tudo, de amor próprio, de confiança, de respeito? Que nos amemos primeiro e nos provemos primeiro antes de oferecer um bocado à qualquer morto de fome. Se o amor não tem limite, que a caridade amorosa tenha.
Eu quiz tanto wue voce mim amassse 😍
A gente sempre idealiza. Não tem jeito. Eu sei que não devia. Sei que idealizar é o caminho mais rápido para a frustração, mas mesmo assim, quando esqueço de me policiar por 2 segundos já me perco nas minhas próprias fantasias. E então eu sonho o sonho mais bonito. Um sonho que não tem a menor chance de algum dia se concretizar, porque sejamos sinceros, estamos falando da minha vida, e você sabe que as chances nunca estão a meu favor. E eu idealizei você. Inteirinho. De cabo à rabo. Imaginava as suas falas, as suas ações, os seus desejos, os seus quereres. Me jogava na cama e fantasiava cenas inteiras entre nós que nunca nem chegaram perto de acontecer. Gargalhava alto com alguma piada sua que eu mesma havia inventado. Ou chorava com grosserias que você nunca havia cometido. Você era o personagem mais importante de uma história de amor que na vida só ameaçou, mas na minha fantasia, aconteceu. Na minha imaginação, o nosso romance foi lindo. Foi forte. Foi verdadeiro. Na vida, você desistiu antes mesmo de tentar. Você quis e não quis mais rápido do que eu poderia prever. Mais rápido do que eu poderia consertar. Eu tentei transformar em realidade o sonho mais bonito de todos. Um sonho que deveria ser nosso. Um sonho que me queimava por inteiro, enquanto você era à prova de fogo. E eu seguia todos os conselhos dos amigos, todas as dicas das revistas, tudo o que a televisão chamava de infalível, tudo o que era comprovado cientificamente pelos livros. E nada, absolutamente nada, te amolecia, te provava, te convencia à ficar. Nada mudava o enorme “não” que gritava de você sem que você precisasse abrir a boca. Nada mudava a rejeição que eu sentia cada vez que você me olhava. E então todos os meus esforços não valiam mais nada. Eu quis tanto que você me amasse e tentei, de todas as formas, te mostrar que eu era boa pra você. Por mais que eu soubesse, que os seus amigos soubessem, que os seus pais soubessem, que o seu vizinho que espiava pela janela, soubesse, você nunca soube. Eu preparava os melhores beijos, as melhores palavras, os melhores abraços, as melhores caras. Eu preparava o melhor de mim pra você, e era sempre pouco, quase nada. Você nunca sorriu quando me viu. Você nunca tremeu quando eu te beijei. Você nunca se emocionou com nada que levava o meu nome. E eu me culpei e ainda me culpo por não ter sido o suficiente. Por não ter sido o seu tipo. Ou por ter sido e errado, de alguma maneira tão grande e irremediável que o fez se desligar completamente de mim, sem chances de perdão, reconciliação, volta, beijo, declaração e nunca-mais-me-abandona-meu-amor. O nosso fim chegou antes de um começo. E você me pergunta o que eu queria exatamente de você. E eu não sei te responder com a exatidão matemática que você espera. Eu queria tudo. Eu não queria nada. Eu queria um começo. Qualquer começo teria sido bom para quem nunca teve nenhum.
A gente sempre idealiza. Não tem jeito. Eu sei que não devia. Sei que idealizar é o caminho mais rápido para a frustração, mas mesmo assim, quando esqueço de me policiar por 2 segundos já me perco nas minhas próprias fantasias. E então eu sonho o sonho mais bonito. Um sonho que não tem a menor chance de algum dia se concretizar, porque sejamos sinceros, estamos falando da minha vida, e você sabe que as chances nunca estão a meu favor. E eu idealizei você. Inteirinho. De cabo à rabo. Imaginava as suas falas, as suas ações, os seus desejos, os seus quereres. Me jogava na cama e fantasiava cenas inteiras entre nós que nunca nem chegaram perto de acontecer. Gargalhava alto com alguma piada sua que eu mesma havia inventado. Ou chorava com grosserias que você nunca havia cometido. Você era o personagem mais importante de uma história de amor que na vida só ameaçou, mas na minha fantasia, aconteceu. Na minha imaginação, o nosso romance foi lindo. Foi forte. Foi verdadeiro. Na vida, você desistiu antes mesmo de tentar. Você quis e não quis mais rápido do que eu poderia prever. Mais rápido do que eu poderia consertar. Eu tentei transformar em realidade o sonho mais bonito de todos. Um sonho que deveria ser nosso. Um sonho que me queimava por inteiro, enquanto você era à prova de fogo. E eu seguia todos os conselhos dos amigos, todas as dicas das revistas, tudo o que a televisão chamava de infalível, tudo o que era comprovado cientificamente pelos livros. E nada, absolutamente nada, te amolecia, te provava, te convencia à ficar. Nada mudava o enorme “não” que gritava de você sem que você precisasse abrir a boca. Nada mudava a rejeição que eu sentia cada vez que você me olhava. E então todos os meus esforços não valiam mais nada. Eu quis tanto que você me amasse e tentei, de todas as formas, te mostrar que eu era boa pra você. Por mais que eu soubesse, que os seus amigos soubessem, que os seus pais soubessem, que o seu vizinho que espiava pela janela, soubesse, você nunca soube. Eu preparava os melhores beijos, as melhores palavras, os melhores abraços, as melhores caras. Eu preparava o melhor de mim pra você, e era sempre pouco, quase nada. Você nunca sorriu quando me viu. Você nunca tremeu quando eu te beijei. Você nunca se emocionou com nada que levava o meu nome. E eu me culpei e ainda me culpo por não ter sido o suficiente. Por não ter sido o seu tipo. Ou por ter sido e errado, de alguma maneira tão grande e irremediável que o fez se desligar completamente de mim, sem chances de perdão, reconciliação, volta, beijo, declaração e nunca-mais-me-abandona-meu-amor. O nosso fim chegou antes de um começo. E você me pergunta o que eu queria exatamente de você. E eu não sei te responder com a exatidão matemática que você espera. Eu queria tudo. Eu não queria nada. Eu queria um começo. Qualquer começo teria sido bom para quem nunca teve nenhum.
Uma psicóloga falando sobre gerenciamento do estresse em uma palestra levantou um copo d’água. Todos pensaram que ela perguntaria “Meio cheio ou meio vazio?”. Mas com um sorriso no rosto ela perguntou “Quanto pesa este copo de água?” As respostas variaram entre 100 e 350g. Ela respondeu “O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar por um minuto, não tem problema. Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava”. Ela continuou: “O estresse e as preocupações da vida são como aquele copo d’água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa”. É importante lembrar de deixar seu estresse de lado. No começo da noite você pode largar todos os seus fardos. Não os carregue durante toda noite até ir para a cama. Lembre-se de largar o copo! 😟