Ok, Peter Pan. Você tem uma fadinha? Nossa, como eu sou sem graça.
“Não. Quer ser ela? Você já é até pequenininho.”
Xuebing Du
Not today Justin
Game of Thrones Daily
Jules of Nature

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Ok, Peter Pan. Você tem uma fadinha? Nossa, como eu sou sem graça.
“Não. Quer ser ela? Você já é até pequenininho.”
Tá, agora me ajude a inventar um apelido legal pra você.
“Gosto de Peter... Pan.”
Se eu não tenho graça, por que ainda tá falando comigo?
“De boca para fora. De boca para fora.”
is it free
every student ever when offered something (via timeturner)
s k y f u l l o f s t a r s; Gongjin x Yul
gongbling:
– Nem bem, nem mal. Não é bom ou ruim. Só me faz ficar um pouco mais… Conformado. O que é ótimo, porque eu nunca aprendi a lidar com perdas mesmo. – Encolheu os ombros, acompanhando a movimentação de Peter com o canto dos olhos. Em seguida, fechou-os e colocou-se apoiado em seus cotovelos, virando a cabeça em direção ao mais novo, depois de suspirar. – Mas não vamos mais falar disso. Eu sou a pessoa mais good vibes que você poderia conhecer, então não queira me ver para baixo. – Riu nasalmente. – Vai ficar sentado aí igual a uma estátua indiana? Vamos comprar nossa pizza.
“Conformado com o quê?” Há sim confusão em seu tom e olhar. Aquilo é assustador, no mínimo. Ser observado e alvo de risadas de quem morreu? Francamente, não conseguiria dormir tão bem. “Oh. Ye, ye. Miane.” Ele se adianta. Não quer mesmo, já lhe causa certo arrepio na nuca. Peter rir mudo, sozinho - e espera que tenha passado despercebido ou que o outro finja não ter visto. Além disso, é, não quer o ver ‘down’. “Só espero que não seja louco também.” Brinca, sorrindo e voltando a olhar o outro. “Porque espero que eu não esteja comprando pizza com um doido.” Fala quando se levantando, considerando que aquilo é o seu modo de dizer: demorou!. As palmas batem a calça e então balançam o casaco. Ele volta a pôr o capuz e sobe na calçada. “Qual a melhor pizza de HongDae? Me leva para ela, exate-exatamente para ela.”
lovelimx:
Sem te “conhecer” fica difícil fazer um apelido… Dá pra te chamar de sem-nome, desconhecido...
“Você tá tirando toda a graça, Noh-ssi. Você não tem graça.”
Hm… Verdade. Mas se você for para a capital, aposto que vai achar muitos restaurantes que servem algo parecido com a comida da sua casa, porque né, comida de restaurante nunca é a mesma coisa. Mas, olha… Se você quiser e tiver alguma receita, a gente pode tentar fazer alguma coisa em casa… Sei lá.
Aliás, você passou algum tempo em Seoul ou veio direto pra cá?
Eu poderia dizer que “tudo bem, logo você faz amigos”, mas eu mesma não tenho amigos, então… Bleh.
“É só que é caro mesmo... Jinjja? We ca- A gente pode fazer isso. Hm... Vou procurar alguma coisa. Mas.. com a gente, diz você, né?”
“Direto.. No way. You have me! Mas mesmo assim: what? Como que não tem amigos? Você é legal para caramba.”
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Yah.. Como assim “engraçada-bonitinha”? Isso existe?
“Claro! Você acabou de fazer! É porque foi engraçada e fofinha. Mas não gosto de falar ‘fofinha’ porque soa estranho, eu falando.”
s k y f u l l o f s t a r s; Gongjin x Yul
gongbling:
– Meus palavrões são mais como advérbios de intensidade mesmo. A maioria escapa na hora da raiva, só. Os outros que são mais automáticos, são só hábito. E são bastante repetitivos… – Observou, crispando os lábios. – Bom, eu acho que terei de fazer um curso de inglês para me fazer entender. Estamos tendo problemas de comunicação; não estou conseguindo transmitir minhas ideias à você. – Desta vez arqueou as duas sobrancelhas ao olhá-lo de novo. – Quis dizer que as pessoas que morreram e foram importantes para mim, soam como se nunca tivessem morrido. Não acredito que elas tenham se tornado estrelas e tudo o mais… Só que é como se elas continuassem andando por aí, rindo alto por aí, vivendo por aí, mesmo depois que os corações delas pararam de bater. Como se elas estivessem em suas respectivas casas, respirando normalmente, assim como as estrelas continuam brilhando mesmo depois de mortas também.
“Não muito diferente que outras pessoas.” Diz certo, firmando também com um assentir de cabeça - ainda que mão feito, porque deitada no chão, quase não mexe. Peter aperta os lábios para segurar a risada. “Ouh! Mas eu estou melhorando bastante! Eu vim para aprender coreano, eu que me vire.” A língua umedece os lábios e, devagar, ao longo das palavras que o mais velho retoma, a expressão do garoto mostra clareza. No final, entretanto, se encontra abismado. “Huh?” Murmura. “Isso é sinistro. Sérios problemas.” Perturba, e rir para deixar claro. “Acho que você é.. hum, como chama aquele que sente perseguido?” Está aí algo que não ensinam em canto nenhum para quem aprende uma nova língua. Peter puxa os joelhos até o peito e então chuta o ar para ter o impulso que o faz sentar-se no momento seguinte. Ele se arrasta até que senta, como indiano, ao lado da cabeça de Gong. “Mas... isso é bom ou ruim? Isso te faz bem ou... sei lá.”
Don’t do this. Eu gosto de cantar, menino-amnésia.
“Inventa outro apelido! Esse é muito comprido. Ah, e eu percebi que gosta. Você é bom, canta bem. Legal de ouvir.”
Nunapi kamkamhaetji eojjina himdeunji… Yokdo manhi haetji sokdo da beoryeotji… Ijen da kkeutnasseo nan neo hanareul irko… Deo keun huimangeul eodeun geoya… Jeongmal jeongmal jaldoen iriya jeongmal jaldoen iriya…
“Se empolgou!”
s k y f u l l o f s t a r s; Gongjin x Yul
– Yeah, trouble. I am, since I was born, a troublemaker. – Riu mantendo o humor. Apesar daquela ser uma afirmativa dolorosa, externamente, Gongjin estava tentando soar o mais positivo possível. Moveu os braços de maneira que pudesse apoiar a cabeça nas palmas das mãos, uma vez que seus dedos estavam entrelaçados atrás dela. Voltou a encarar o céu e prestar atenção redobrada nas palavras de Peter. Teria de se virar nos trinta para não se confundir com o coreano e então, de repente, o inglês. – Você falando palavrão? Soa tão infame. Eu ainda não estou acostumado nem com meus amigos mais novos falando esse tipo de coisa, mas tudo bem. Não é como se eu não falasse também. – Comentou. – E, bom, quando eu me referi às estrelas… Eu sabia do lado científico disso. Elas explodem e tudo o mais, etc… Mas era uma metáfora. Meio negativista, mas tudo bem. Eu só… Estava pensando em amigos meus que já morreram e, mesmo assim, parecem ainda estar lá, porque as memórias continuam brilhando e… É. Esse lance espiritual ao qual você não é obrigado a ser submetido às… – Só para dar veemência às suas palavras, buscou o celular no bolso outra vez e checou as horas. – Onze e cinquenta da noite.
A troublemaker. Isso é o quê não falta em Londres. Não só esses, mas os fucked up’s e os metidos a cool’s. Todos problemáticos ou só otários mesmo. Todos, de um jeito ou de outro, sendo a massa adolescente. Peter se considera bastante normal perto deles. “Eu falo muito palavrão, se quer saber.” Rir. “Tem fucking em boa parte das frases. É perfeito, encaixa com tudo. Em coreano não ter isso, né?” Pigarreia. “Fucking tired, fucking perfect. Fucking hungry... Fucking fucked. Ou só... fucking, if you now what I mean.” E para. Já chega. Ainda tem um sorriso maroto quando tenta processar e entender o quê o loiro fala. Algumas palavras passam, mas o contexto o faz imaginar o quê significa. “Ok. Isso foi meio complicado de entender... Mas. Acho que entendi.” Na verdade, perdeu o humor das horas. “Então, resumindo, acredita que cada estrela é alguém que morreu? Eu lembro de um livro que fala disso. Livro para criança. É gostoso pensar assim... Eu gosto de pensar assim. Ao mesmo tempo que também gosto de pensar que viramos fantasmas.”
Noraega neureosseo neowa heeojigo naseo… Eumage michyeo saratdeoni modeun norae gasaga… Nae yaegi gatasseo jukdorok bulleosseo… Jogeumssik jogeumssik chacha nunmuri mallagasseo…
“Continua.”
s k y f u l l o f s t a r s; Gongjin x Yul
gongbling:
Diferentemente do que estava acostumado, Gongjin precisou pensar. Seu vocabulário não era amplo, apesar dos seus conhecimentos serem. Isso não interferia diretamente em suas músicas, felizmente, mas seria ótimo se tivesse mais sinônimos para “legal” e “majestoso”, por exemplo. Demorou um pouco para pensar em alguma palavra em inglês que pudesse servir como substituição para perrengue. E só conseguiu pensar em: – “Perrengue” é tipo… Trap, difficulty, hardship, hitch, intricacy. Understand? – Só agora voltou o olhar para Peter. Seu inglês era bom por viver com 2PAC no reprodutor de áudio do celular. Era bem americanizado, diferente do novato na cidade, mas imaginava que ele entenderia numa boa. – Mas não, aqui não tem. Eu acampava muito em Seul e há uns quatro meses atrás, comecei a voltar para Suwon, para acampar. Meus amigos e eu… We usually take a carpool to travel to camping.
“Yeah, yeah. Like trouble?” Ele assente, mostrando que agora entendia. Como um daqueles turistas bem típicos, que balançam a cabela para tudo. “Terei que ir para Seul, então, experimentar.” E Peter se pega surpreso - e um tanto abobalhado - com o loiro falando em inglês. Sorrir. É sempre engraçado e bom quando pessoas de outro país, de língua diferente, fala e sabe a sua. “This is cool. Lá, hum, com dezesseis já podemos ter carro e dirigir, you know? Então íamos com o meu ou do Eric. O nome de um deles, yep.” Ele engole um pouco de saliva. “Na primeira vez, a gente se perdeu. The son of a bitch... Disse que sabia o caminho. Típico.”
Era Singing Got Better da Ailee, você conhece?
“Aniyo... Canta de novo.”
“Ok. Salvo... Eu mando mensagem mais tarde. Aliás, que música era aquela que você cantou?”