rainha das ondas, sereia do mar
Somos navegantes em um mar imprevisível Que as vezes é calmaria E as vezes redemoinho Por mais revoltas que as águas estejam Aprendi a andar com o rosto erguido Pois sei que enfrentar meus medos fará com que eu cresça No mar da vida, sei que sou protegida por ela Que guia a embarcação que sou E nem o mar mais revolto me desespera! À mamãe iemanjá eu agradeço Por sempre de mim cuidar E me acolher nos momentos em que não tenho sossego Pois na imensidão do teu mar Eu me reconheço de verdade Aprendo a amar. Odoyá, Iemanjá!













