Preencha o juramento antes de continuar: em nome da Excalibur, [DUNYARZAD MALYEEK] em seus [VINTE] anos, jura seguir o legado de [ALADDIN E JASMINE] durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o [MÓDULO I.II]. Com a bondade tocada em seu coração, recebe [ASTÚCIA E DETERMINAÇÃO] e não se permite ser corrompida por [DESORGANIZAÇÃO E DESATENÇÃO]. Por último, é deixado um corte na mão de [IMAN VELLANI] como prova de seu comprometimento com a luz.
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Ocupação: Assistente de mecânico nas corridas de carro ilegais do Castigo
Aniversário: 30 de novembro
Signo: Sagitário
MBTI: ISTJ
Sexualidade: Lésbica
HABILIDADE
Aptidão com mecanismos - por aproximadamente uma semana, Dunny acreditou que não havia recebido habilidade alguma. Nada havia mudado em sua vida ou na forma como via as coisas. Porém, percebeu que havia algo diferente quando sua irmã a pediu ajuda com um pequeno problema em seu carro e, apenas tocando nele a menina imediatamente entendeu o que precisava ser arrumado e foi capaz de arrumar de maneira muito mais rápida que antes. Foram precisos mais alguns testes, porém logo entendeu que ela tinha uma compreensão imediata de qualquer mecanismo que tocasse e era capaz de consertá-los de forma igualmente fácil, com apenas um toque. Porém, há limitações. Ela apenas pode compreender e consertar aqueles objetos em que tocar e que funcionem pelo menos parcialmente sem ajuda de magia. Não é capaz de compreender ou manipular a tecnologia da MagiTech, visto que as propriedades mágicas estão fora de sua compreensão e não são alcançadas pelos seus poderes, por isso se o erro estiver na parte mágica ela não vai ser capaz de entendê-lo. Porém, pode compreender e alterar (até mesmo fazer o oposto de consertar) todos os outros aspectos do funcionamento dos objetos. Também não é capaz de compreender nada que esteja vivo como pessoas, animais e plantas, apenas objetos. E é necessário que haja o toque, mesmo que apenas por um milésimo de segundo.
BIOGRAFIA
A sede por adrenalina do pai nunca foi algo que realmente contagiava a Malyeek mais nova. Veja bem, Dunyarzad entendia porque o pai gostava de tudo aquilo, mas era muito mais fã de ficar paradinha com seus pés no chão observando as outras pessoas correrem. Porém, ela queria ser como ele e sua irmã, então quando passou a ter idade suficiente para acompanhá-los no Castigo, ela foi sem hesitar. Jasmine não gostava tanto da ideia, ver sua bebezinha metida com essas coisas lhe causava um grande desconforto, mas também não se opôs. Apenas pediu que ela tomasse cuidado e lhe deu um beijo na testa de despedida.
Não pode se dizer que foi uma boa primeira experiência. Dunny se assustava com o som dos motores sendo acelerados, se encolhia quando algum carro passava correndo perto de si e olhava com seus olhões arregalados para as pessoas do Castigo, claramente se lembrando das coisas que ouvia as pessoas de Arthurian falando sobre eles. “Você se acostuma, Dun.” foram as palavras de Aladdin, e ele não estava de todo errado. Conforme o tempo foi passando, ela de fato foi se acostumando. Aprendendo a gostar do som dos motores, fazer amizade com as pessoas do Castigo e até mesmo apreciar o lugar, mesmo que sempre desse graças a Merlin quando retornava para sua casinha confortável e segura. Porém, havia mais um obstáculo que ela não parecia ser capaz de superar: aprender a dirigir.
Ela gostava muito de mexer com carros, de ajudar a consertar e sabia até que o suficiente para ajudar nisso, mas dirigir... Era uma dificuldade real. Aladdin tentou, sua irmã tentou, e até mesmo Jasmine se ofereceu para tentar algumas vezes em suas poucas horas livres, mas Dunny era incapaz de fazer o carro andar direito sem alguém lhe ajudando. A primeira vez em que bateu um carro foi em Arthurian, entrou no muro da casa de alguém e chorou pedindo desculpas por uma semana enquanto seus pais precisavam pagar a reforma para algum herói menor muito furioso. Depois disso, decidiram que ela era uma ameaça grande demais para as ruas requintadas do lugar, levando-a para aprender a dirigir no Castigo. Também surtiu pouco efeito, fazendo com que ela batesse o carro mais uma vez, dessa vez derrubando um poste e precisando levar pontos na cabeça por tê-la batido contra o volante. Na terceira vez, foi uma árvore. E depois disso, foi terminante proibida de dirigir. Teve seu carro recém ganhado (que já havia sido consertado vezes demais) retirado de si e vendido.
Continuou a frequentar o Castigo como observadora das corridas de sábado e até ajudava na parte mecânica, mas o desânimo em não poder participar a deixava desmotivada. Por isso, acabou desenvolvendo o hábito de frequentar o local mais vezes por semana, onde acabou conhecendo alguém que a ensinou coisas que ela jamais se imaginou fazendo. Uma delas era roubar carros. Bom, não exatamente roubar, pois ela sempre os devolvia no lugar depois (às vezes amassados e batidos, porém devolvia), mas sim pegar emprestado para continuar tentando dirigir. Atualmente acredita fielmente que está melhorando nisso... Mas ninguém saberia dizer se é realmente verdade.
Este novo hábito, somado ao poder recém recebido da Excalibur que facilitava seu trabalho de várias formas, foi o que a fez finalmente desenvolver aquela sede por adrenalina que achava não ter. Aos sábados, trabalha como mecânica ajudando especialmente o pai e a irmã nas corridas ilegais, mas nos outros dias ela continua tentando ser uma pessoa tão talentosa quanto eles.
Dunny encarou profundamente a estátua de uma mulher mal vestida e extremamente magra, uma expressão quase maníaca de alegria nos olhos. Ao invés de se assustar, ela apenas ficou ainda mais intrigada. “Essa aqui parece você quando come doce.” zoou com Howl, que estava a apenas alguns metros observando outra estátua. “Os monstros devem ser muito bons com esculturas, não é? Porque essas são bem realistas. Será que eles têm alguma escola de artes ou algo assim? Porque esse seria um lugar muito interessante de se conhecer, não acha?” questionou, voltando para o lado do amigo.
– Nova York? Sério?! Ninguém se assusta com nada nesse lugar! – Ben exclamou, olhando ao redor para onde a porta o tinha transportado. Tinha assistido televisão non-maj o suficiente para saber do fato. E, para começar, ele já não era a pessoa mais assustadora do mundo. Como é que ia assustar alguém?! Na noite de Halloween, quando todos esperavam ser assustados?! – Eu vou ter que morar aqui para sempre…
A porta, que tinha sumido atrás dele, reapareceu e fez um som de aviso. Ben pulou para o lado quando a porta cuspiu Muse diretamente onde ele tinha estado parado um segundo atrás, antes de desaparecer novamente. – Ok, não entre em pânico… Mas temos que assustar um non-maj em Nova York. Ou, na verdade, dois non-maj… Agora que somos dois.
Aquela era uma péssima ideia. Uma ideia horrível mesmo. Dunyarzad era a pessoa menos assustadora do mundo, podia até mesmo se dizer altamente patética, e agora precisava dar um susto em alguém? Era ridículo. Mas... Ela não tinha escolha. Amava festas de Halloween, mas começava a se arrepender profundamente de ter comparecido àquela. Porém, era tarde demais, então ela entrou por aquela porta maldita, esperando por seu destino e soltando um sonoro palavrão quando reconheceu a fedida cidade de Nova York. “Ah que merda. Justo nesse lugar feio? Se fosse pra eu ficar presa pra sempre em algum lugar, que fosse, sei lá, na Coreia do Sul pra eu conhecer alguma idol bonitona e viver uma história de amor.” reclamou, só então notando que tinha mais alguém ali. “Ih, você também levou esse azar? Bom, acho que duas cabeças pensam melhor que uma, ou algo assim. Qual é o plano?” perguntou, já se escorando na possibilidade de o outro ter uma ideia para tirá-los dali.
orianthi sabia que o castelo do drácula estava cheio de surpresas misteriosas, afinal, foi aquilo que a levou a passear pelos corredores em uma pequena exploração. muse, que a encontrou naquele último corredor estava ao seu lado, talvez igualmente curioso para saber o que iriam encontrar do outro lado daquela porta. rory franziu a testa assim que a abriu, encontrando um gazebo pitoresco em uma pracinha escura, não devia estar surpresa com aquilo já que os ricos tinham lá suas excentricidades. gostos peculiares, ela não entenderia. o ambiente à sua frente era um pouco assustador, a escuridão densa, era como se alguém tivesse pintado o cenário inteiro de preto e branco. uma lufada de ar frio veio em sua direção, fazendo um arrepio percorrer a sua espinha e ela viu um vulto, arregalando os olhos. de repente, uma figura surgiu em meio a escuridão: um lobisomem preso em sua forma de lobo, murmurando frases quase inaudíveis: me dê farinha de mandioca, me dê farinha na cambuca. ela fez uma careta de confusão, o que diabos era farinha de mandioca? a falta de respostas por parte de orianthi e muse levou o lobo a repetir me dê insistentemente, deixando rory irritada. “sai pra lá, pidão!” disse antes de puxar muse para fora e fechar a porta atrás dela, ainda estranhando o que havia acabado de acontecer. “por merlin! você viu aquilo? por que o drácula tem isso aqui? será que é algum tipo punição e ele precisava de farinha pra quebrar a maldição?”
Explorar o castelo do Drácula estava com certeza na lista de prioridades de Dunny assim que tivesse oportunidade. Por isso, enquanto caminhava pelos infinitos corredores, não podia deixar de se maravilhar com a atmosfera obscura do lugar. Podia até estar acostumada com certo luxo, mas aquilo ali era muito diferente das coisas com as quais ela havia crescido. Cada metro daquele castelo parecia ter saído direto de um filme de terror e isso a maravilhava intensamente. Quando esbarrou com a Soul tendo a mesma ideia que ela, decidiu que uma parceira de exploração não seria uma má ideia. Afinal, vai saber o que poderiam encontrar por lá? Mas é claro que nem seus pensamentos mais esquisitos poderiam tê-la preparado pela cena bizarra do lobisomem pidão com o qual elas esbarraram. Estava pronta para sair correndo e gritando por ajuda quando a outra agiu mais rápido e a puxou para longe dali, o que a deixou aliviada. “Wow, isso foi... Bizarro? Você viu a cara dele? Parecia que ele achava que a gente era a farofa ou o que quer que seja isso. Tenho certeza que se tivéssemos ficado ele ia nos devorar ali mesmo.” deu uma estremecida com o pensamento. “Maldição realmente parece uma opção plausível, ele tinha cara de quem estava amaldiçoado. Ou sobre efeito de drogas. Ou os dois!”
Precisou tomar um gole longo de sua água gelada pra ver se a dor que sentia melhorava um pouco. Não sabia se devia beber, estava receosa de acabar enjoando ou algo do tipo. Mas precisava se distrair, precisava de alguma coisa para ocupar a cabeça e não pensar nas dores que tomavam seu corpo. Era Halloween!! Ela precisava aproveitar. Ajeitou a coroa de sua fantasia e puxou um pouquinho o vestido cor de rosa de cetim sujo de sangue, cobrindo um pouco mais de seu corpo. Precisava se animar!! Vamos, precisava fazer alguma coisa, se mexer. Olhou ao redor; ela acabou pousando o olhar sobre muse. Acabou encarando-x por mais tempo do que devia, mas decidiu agir.Tomando uma cara de pau coragem que ela não estava acostumada, segurou no braço da pessoa ao seu lado, os olhos brilhando de animação. “Ok, vamos lá. O que você quer fazer? Agora? Pensa na primeira coisa que vier na sua mente. Eu vou topar” talvez acabasse se arrependendo, claro, mas queria tirar a mente da dor. Ela amava o halloween! Precisava aproveitar, ainda que tudo ali fosse assustador.
Dunny olhava ao redor, procurando por algum de seus amigos que mais uma vez haviam desaparecido naquela multidão de gente fantasiada. E é claro, havia o fator das fantasias em si, que tornava todo mundo muito difícil de ser reconhecido. Acabou suspirando e desistindo de encontrar qualquer um, conformando-se que estava sozinha. Colocou o volante de sua fantasia embaixo do braço e tratou de pegar um copo contendo um líquido de cor quase fluorescente, dando um longo gole de sabe-se lá o quê. Fez uma careta para o conteúdo de seu copo quando sentiu o sabor amargo em sua língua. “Que merda é essa...?” mas então decidiu que estava melhor sem saber, apenas deixando o copo de lado. Só então percebeu que estava sendo encarada. Instantaneamente corou com o olhar da menina, procurando ao redor para ter certeza de que era realmente para si que ela olhava. Percebeu que sim quando esta lhe dirigiu a palavra. Levou alguns segundos para entender a pergunta, franzindo o cenho antes de responder: “Eu sinceramente só queria comer nesse momento. ‘Tava indo agora procurar a mesa de comida pra humanos. Mas também topo qualquer coisa, o que você quer fazer?”
“Ah, merda.” foram as primeiras palavras que a Malyeek proferiu ao levantar a cabeça do volante e observar a bagunça que tinha feito. O muro de alguma casa do Castigo estava completamente destruído, assim como toda a frente do carro roubado que ela agora se sentava. “Merda, merda, merda.” repetiu consigo mesma, repentinamente se lembrando de que não estava sozinha. “Bells, você tá bem, machucou alguma coisa?” questionou sua amiga e parceira de crime. “Acho que é melhor a gente correr antes que alguém nos ache e estejamos ainda mais ferradas.” então olhou de novo o estrago. “Caramba esse foi um dos piores até agora, mais da metade do muro caiu.”
Não é preciso pensar muito para perceber que a mais jovem das Malyeek colocou um esforço mínimo em sua fantasia. Em uma piadinha boba em referência à ocupação semanal “secreta” de sua família, ela decidiu que se vestiria de um icônico corredor de corridas ilegais fictício do mundo non-maj. A calça jeans, a regata preta e o coturno já faziam parte de seu guarda-roupas, a única parte que ela precisou comprar foi o colar de cruz. A barba rala falsa foi feita usando algumas maquiagens que ela emprestou (sem pedir) de sua irmã, Malika, e o volante solto que ela ficou carregando por aí... Bem, este ela não respondeu. Qualquer um que a pergunte ela apenas lhe dará uma piscadinha. Boatos que qualquer um que passar por ela durante a festa terá que ouvi-la gritar FAMÍLIA ou imitar um carro com o volante.