😈Corninho fica doido 😈
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@princesaecorninho
😈Corninho fica doido 😈
Brasiiillllll😍
Print do casal Ale e seu corno, experimentando pela primeira vez uma aventura liberal!
🙈🤫😻👏🏼
Que delícia @amandinhacht , me deixou de pau duro…
Que tesaooo!
Primeira vez 👏🏼😈
Primeira vez 👏🏼😈
BUCETA NÃO, hoje só tem o CUZINHO, pq o outro já encheu a buceta de LEITINHO GOSTOSO
Eu amo essa safada
Uma bela conversa entre a esposinha e o corno manso.
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Como convencer a mulher a o fazer de corno manso?
Vários homens têm me perguntado sobre como convencer a mulher a o fazer de corno manso.
Não estou aqui para criar uma regra. As mulheres talvez sejam os seres mais complexos do universo; não dá para inventar uma fórmula exata que te garanta seus tão desejados chifres.
Segundo o dicionário, convencer é persuadir alguém a aceitar uma ideia ou admitir um fato, por meio de razões ou argumentos bem fundados.
Mais para frente veremos que, no caso das mulheres, trata-se de uma persuasão do seu lado emocional.
Primeiramente, sua mulher tem que gostar de sexo.
Como persuadir sua mulher a ter relacionamentos sexuais com outros homens se ela nem gosta de sexo?
Se ela não gosta, sua leitura pode parar aqui.
Eu não gosto de jiló e não existe possibilidade alguma de alguém me persuadir a gostar rsrs.
A quantidade de relacionamentos sexuais dela antes da relação entre vocês dois é um fator a ser considerado.
Um exemplo prático: pergunte a quem em toda sua vida só comeu arroz, feijão e carne se ela prefere isso ou uma lasanha com muito queijo.
Se sua mulher só teve relacionamentos sexuais com você, ou teve poucas relações sexuais durante a vida antes de você, será mais difícil ela desejar algo que ela ainda não conheceu (ela não sabe o gosto da lasanha).
Nesse caso, será preciso despertar a curiosidade dela. De repente mostrar vídeos pornôs de homens com muita pegada, que demonstram uma virilidade que ela nunca experimentou, com paus de respeito e que a mulher do filme expresse realmente que está experimentando algo de outro mundo com aquele homem.
Se estiverem vendo junto ao vídeo, creio que vale soltar comentários como “nossa, esse cara está acabando com ela… já pensou se esse cara te pega, hein amor… eu nunca conseguiria fazer isso que ele está fazendo com ela… o cara é bom mesmo”.
Uma pergunta que poderá fazer depois a ela seria: “alguém já a pegou assim alguma vez?”
Se a resposta for sim, pode emendar com outra pergunta: “não sente vontade de sentir isso de novo?”
Se a resposta for não, pergunte: “te deu vontade de sentir isso?”
Reforço aqui, que só estou dando sugestões. Cabe a você ter a percepção correta dos fatos, saber o momento de tocar no assunto. E tudo que for dito aqui tem que ser aos poucos. Vale o velho ditado: a pressa é inimiga da perfeição.
Pessoas odeiam sentir que estão sendo persuadidas. Por isso, não demonstre interesse no seu alvo.
Mostrar, ou enviar a ela relatos eróticos com leves teores de chifres serão um bom segundo passo. Aos poucos vai mostrando, ou enviando relatos com teores mais elevados de chifres.
A ideia é que você comece pequeno, conquiste pequenos avanços e vai aumentando aos poucos as doses de propagandas a favor do chifre até que ela sinta esse desejo ou que pelo menos desperte maior curiosidade.
Com a cabeça dela já acostumada com essa realidade, com ela sabendo existem casais que praticam isso naturalmente como estilo de vida, entendo esse já ser o momento do convencimento.
O fato de você já estar na loja significa que você tem certa disposição em comprar algo. Um bom vendedor tem essa percepção e quer te vender um produto. Supondo que a parte financeira não fosse um problema, o que te faria comprar o produto: uma explicação técnica do produto, ou uma listagem dos benefícios emocionais, dos benefícios para seu ego, com um apelo para sua vaidade?
Se você que é homem tomaria decisões de acordo com a listagem acima (e creio que a maioria de nós somos assim), imagine uma mulher que, quase em sua unanimidade, tomam decisões emocionais.
Certamente você ouvira diversas objeções a esse novo estilo de vida por parte de sua mulher ao partir para o convencimento:
· Ela pode achar que você quer dormir com outras mulheres.
· Ela não entende porque você tem essa fantasia.
· Ela acha que a ideia é estranha.
· Ela está desconfortável com a ideia em geral.
· Ela não entende como ou por que você gostaria de compartilhá-la.
· Ela não acha que você realmente a ama, por você querer compartilhá-la.
· Ela disse que é divertido pensar, mas ela nunca faria isso na realidade.
· Ela tem medo de que outras pessoas descubram.
· Ela disse que seus filhos eram um obstáculo por algum motivo.
· Ela não se sente bem o suficiente sobre si mesma fisicamente ou mentalmente para querer fazê-lo.
· Ela se opõe a motivos religiosos.
· Ela acha que está traindo.
· Ela está preocupada com você não gostar mais dela se ela fez isso.
· Ela está preocupada em gostar muito disso.
· Ela está preocupada em não gostar nada disso.
· Ela está preocupada que um ou ambos se arrependam.
· Ela não acha que é possível por razões logísticas (quando isso aconteceria, como, onde, etc)
· Ela disse que precisa de uma conexão emocional com as pessoas antes de fazer sexo com elas.
· Ela disse que não seria saudável para o relacionamento.
· Ela está preocupada que algo dê errado (ou seja, se ela se apaixona pelo outro cara).
Estes poderiam ser alguns defeitos que ela apontaria para o produto que você está vendendo.
Sua esposa, que foi educada e condicionada socialmente por toda a sua vida a acreditar na ideia de monogamia, e aderir a princípios como fidelidade ao parceiro, e todas as outras ideias afins e relacionadas, é naturalmente obrigada a reagir emocionalmente com algum tipo de resistência à ideia de dormir com alguém além de você. Em outras palavras, o pensamento emocional vai ser algo como: “Não, eu nunca poderia fazer algo assim. Vai contra o que eu fui criada para acreditar!
Nessa hora lembre-se: ela é mulher e tende a tomar decisões com a emoção.
Não adianta correr atrás de teorias, de artigos, etc, e passar essa teoria para ela, dar explicações lógicas. Faça isso e ela fincará mais ainda as raízes nessas objeções.
Trabalhe a parte emocional da mente de sua mulher.
Ela quer benefícios emocionais, sem perder os que ela já tem.
Ela, principalmente, não quer perder o relacionamento que tem com você.
Quem mais conhece o lado emocional de sua mulher não sou eu e não cabe a mim propor soluções para essas questões emocionais.
Talvez seja um processo lento, talvez não.
Cada caso é um caso.
Eu não sou nenhum especialista em ciências humanas. Muito pelo contrário: sou da área de exatas.
Não tenho bases científicas para essa minha análise e não sei se é um bom caminho a ser trilhado para você conseguir sua meta.
São apenas opiniões minhas que fui costurando aos poucos para poder responder a alguns pedidos que são me enviados.
Espero que dê certo para você e que você se torne um corno manso muito feliz.
"Ser corno" é a prática sexual preferida dos brasileiros, diz colunista
Fazer sexo em locais públicos; uso de roupas e uniformes sensuais; menage feminino: esses são alguns fetiches que as pessoas consideram, normalmente, como mais comuns e populares entre os brasileiros. Mas, segundo a colunista do UOL Mayumi Sato, o fetiche mais popular entre os homens do Brasil - e um dos mais estigmatizados - chama-se cuckold, ou a “prática sexual de ser corno”.
De acordo com Mayumi, o cuckold é uma variação do menage masculino, na qual uma mulher e dois homens dividem a mesma cama, com pitadas de submissão e humilhação (sempre consensuais). A colunista afirma que a prática “é o que mais atrai pessoas e, principalmente, casais abertos a novas experiências sexuais”.
No cuckold, um casal procura um homem que terá relações sexuais com a mulher enquanto o companheiro assiste. E, dentro da prática, existem diversas variações possíveis: casais que curtem o fetiche com outros casais (e não com um solteiro); aqueles onde os homens não têm o menor contato físico; e casos onde esse contato está liberado ou é até desejado.
Muitos casais desejam, ainda, a inclusão de elementos de submissão e humilhação (predominantemente verbais), embora isso não é uma regra fixa.
Segundo a colunista, o que mais atrai na prática do do cuckold é a “dinâmica da traição”: ainda que consensual, o interesse do marido é o de ver a sua esposa satisfazendo os seus desejos com outro homem.
Do ponto de vista feminino,existe satisfação em compartilhar (visualmente ou contando a ele) a respeito do ato.
Para fazer a afirmação sobre a “preferência nacional”, Mayumi usou como base de dados os clientes do Sexlog (rede social de swing da qual a colunista é diretora de marketing) e fez uma análise sobre os termos que levam, todos os dias, pessoas novas ao site (e que portanto já se interessavam pelo assunto antes de conhecer a rede, segundo ela).
A colunista afirma ainda que a maior parte dos usuários é heterossexual, cisgênero e com idades a partir de a partir de 30 anos.
olha ai mansinho heeheheheheh
Quando as conversas deixam ela louca ela corre pro Pau Amigo dela!