★ ★ Era Uma Vez… Uma pessoa comum, de um lugar sem graça nenhuma! HÁ, sim, estou falando de você VALENTINA SANTIAGO. Você veio de DALLAS, EUA e costumava ser PILOTA por lá antes de ser enviada para o Mundo das Histórias. Se eu fosse você, teria vergonha de contar isso por aí, porque enquanto você estava LUTANDO MUAY THAI, tem gente aqui que estava salvando princesas das garras malignas de uma bruxa má! Tem gente aqui que estava montando em dragões. Tá vendo só? Você pode até ser RESPONSÁVEL, mas você não deixa de ser uma baita de uma ATREVIDA… Se, infelizmente, você tiver que ficar por aqui para estragar tudo, e acabar assumindo mesmo o papel de PRINCESA REJEITADA na história SNOW WHITE… Bom, eu desejo boa sorte. Porque você VAI precisar!
★ HEADCANONS ★
★ Valentina é uma mulher de personalidade forte, afinal precisou de uma certa ousadia durante a vida, sendo imigrante, mulher e de classe média baixa, só poderia contar com sua própria determinação para alcançar seus objetivos.
★ Santiago precisou ser responsável enquanto crescia no Texas, lugar que sua mãe a levou quando saíram do México. Com a partida da mãe, ajudou na criação da irmã e percorreu seu caminho profissional de forma árdua, trabalhando em dois empregos até se tornar o que sempre sonhou, pilota.
★ Ela gosta de praticar muay thai quando se sente ansiosa, e nunca se arrependeu de ter começado o esporte, principalmente depois daquela vez que socou um sujeito que importunou sua irmã mais nova na porta de um bar.
★ Esta que inclusive sempre teve uma relação deveras conturbada com Valentina. Vale não tinha em si um instinto maternal, nunca teve, mas foi obrigada a tentar manter a irmã na linha depois que a mãe das duas se foi. Tarefa nada fácil, diga-se de passagem, a combinação entre estudo, trabalho, muito cansaço, contas e obrigações familiares não era nada fácil de lidar.
★ Ela nunca culpou a irmã pelo seu gênio, mas também não tolerava a indisciplina da irmã, sempre discutindo sobre como esperava mais dela, mais compreensão e responsabilidade.
★ Valentina trabalhou bastante até ter o poder da escolha quanto ao próprio itinerário. Entendia que quanto mais sua irmã crescia, mais tempo deveriam passar juntas.
★ Aquele final de semana era uma tentativa de reconciliação depois da última discussão, inclusive, jurou ter sido presente da irmã, o tal livro estranho que recebera pelo correio. Não demorou muito para entender que não era um presente fraternal. Acabaram por discutir novamente antes de Valentina perceber que não havia nada que pudesse fazer além de adiantar sua próxima viagem.
★ E foi sim, durante mais um costumeiro voo de Dallas para Nova York que aquele livro esquisito que insistiu em levar para a cabine começou a brilhar e a puxou para dentro dele.
★ Vale não é muito fã de filmes da Disney, tampouco de animações ou fantasia, embora tenha uma princesa favorita, Jasmine.
♡⸝⸝ A loira ouvia com atenção o que a outra dizia, ignorando completamente todo o barulho e conversas paralelas que parecia encher o The Mist naquela noite em questão. " Uma tradição diferente? Isso parece muito interessante, se importaria de compartilhar comigo? Quer dizer, caso não seja algo muito pessoal. Eu adoro saber sobre o seu mundo. " a ênfase na palavra aconteceu sem que Cinderela percebesse, corando levemente em seguida, não era segredo para as pessoas que a princesa simpatizava com Valentina, mas havia algo mais, que ela não sabia como explicar exatamente, apenas gostava de conversar com ela e queria saber mais, queria saber tudo, a achava fascinante. " Decorações também são a minha parte favorita, no natal, faço questão de ajudar na arrumação do castelo, tomar conta dos pequenos detalhes. " compartilhou aquele pequeno pedaço de si com a outra, e se deixou pensar como seria o seu natal naquele ano, tão longe de seu castelo e de seu povo, um suspiro deixou seus lábios, mas ela logou tratou de sorrir novamente, não era uma noite para lamentos. " e quais foram as suas favoritas, das fantasias que ela escolhia? " perguntou ainda genuinamente interessada. A proposta seguinte dela, só aumentou o sorriso de Cinderela, ela vinha querendo visitar o túnel desde o começo, pensava em faze-lo com Kit, mas não haveria mal ir com uma amiga primeiro, a experiência com certeza seria diferente. " essa me parece uma excelente ideia, eu adoraria. Para o túnel então? " disse se levantando e estendendo sua mão para a outra.
“Não me importo em te contar, mas como pode acabar sendo uma longa história, posso te contar a versão resumida, ou a mais completa. Você escolhe se quiser saber mais, eu te conto sem problemas.” Começou animada, não era todo dia que alguém, ou mesmo algum habitante daquele mundo decidia saber mais sobre sua cultura. “Então, o dia dos mortos é uma data comemorativa, que celebramos no México no dia 2 de novembro, no meu caso, celebrava, porque me mudei.” Parecia que precisava se lembrar constantemente do que tinha dito sobre resumir, porque aquilo estava indo para longe de um resumo. “Temos o costume de ir aos cemitérios visitar os túmulos dos entes queridos e também preparar altares com alimentos, velas, flores, e outras coisas. Temos decoração também, e doces como as caveiras de açúcar. Tem os esqueletos com as roupas dos nossos entes queridos. A Catrina, que é minha fantasia hoje, também é um símbolo.” Contar mais sobre ela a fazia se sentir bem, e era algo que não tinha dividido com ninguém ainda. “Eu gostaria muito de saber como seria ver isso.” Infelizmente nunca tinha visto um filme da cinderela e não achava que tinham feito especiais de Halloween para ela ter uma ideia, além disso, já sabia que ela não tinha muito a ver com a ficção de seu mundo. Tudo que podia fazer era usar sua própria imaginação. “Ela já se fantasiou de abacaxi, de máquina de salgadinhos, de bob esponja e a pior foi a que ela me obrigou a combinar com ela. Não sei se sabe o que é Rocky and Bullwinkle, mas são um esquilo e um alce.” Tentou evitar mas acabou rolando os olhos de tédio ao lembrar o quanto odiou a fantasia. “Ah, ótimo, então vamos.” Baixou o olhar para a mão dela, e antes que a deixasse esperando demais, segurou firme. A contragosto procurou a saída entre as pessoas, procurando desviar ao máximo, sendo uma tarefa quase impossível sair de lá sem que esbarrassem nelas. “O que um open bar não faz, não é? Parece que estão todos aqui, será que trouxeram mais gente?” Estava seriamente desconfiada, já tinha acontecido uma vez, e nunca tinha visto tanta gente.
apanhar pode ser legal as vezes pra algumas pessoas , @princesarejeitada .
estar no castelo bem assombrado era por pura necessidade - ou quase isso - bunnymund queria experimentar experiências novas e participar de algo comum no mundo dos perdidos parecia uma boa mesmo que envolvesse fugir de assassinos - talvez só estivesse com muita confiança de suas habilidades em combate - mas não estaria só também . ❛ pronta ? ❜ declarou com certa animação - mais do que devia para as circunstâncias - enquanto encarava valentina e bom tudo parecia perfeito até acabar recebendo o golpe que deveria ter sido no seja lá quem dos filmes de terror - tinham subestimado a ameaça e não considerado que o castelo iria ser um inimigo para lidarem também . ❛ você socou a minha cara ! a minha ! não a dele ! ❜ apesar do tom alto não era um resmungo , declarando que a perdida tinha errado o golpe - mas quem poderia culpada quando as luzes desligaram do nada ? - a verdade é que bunnymund estava rindo se divertindo com a situação . ❛ acho que você quebrou meus dentes . . . ❜ ao menos era a única explicação plausível para estar doendo tanto - e aparentemente era um a conquista .
O comprometimento dos organizadores daquele evento estavam começando a tirar a paciência de Vale. Escape rooms não costumavam ser tão realistas, caso contrário não sobrariam sobreviventes para contar como a experiência era. Soube que seria uma péssima ideia quando o castelo já parecia assustador o suficiente por fora, já o interior do local a fez ter vagas lembranças daquela festa específica de despedida, e que ela odiou. Mal tinha entrado no lugar quando um cenobita brotou do que parecia uma parede falsa. Valentina não pensou muito antes de tentar acertar o monstro, mas não contava com o apagão ocasional, e em como Bunnymund acabou recebendo o golpe. “Droga, desculpa!” Se aproximou, hesitando em tocar seu rosto já que da última vez não foi bem recebido, embora na vez em questão era apenas um coelhinho e Vale secretamente quis amassar suas bochechas. “Não esperava que apagassem o resto da pouca iluminação que tem aqui. Como vamos enxergar se isso ficar acontecendo?” Apesar de parecer que estava mais preocupada com a saída, e em como poderiam ver o caminho pela forma que conferia ao redor por qualquer sinal de algum monstro, parte dela se perguntou se ele demoraria a se recuperar daquilo. Da última vez que se lembrava de ter visto Bunny sofrer algum dano físico foi no torneio, de qualquer forma tudo parecia bem antes do soco. “Jura? Está falando sério? Deixa eu ver.”
♡⸝⸝ Manter uma atitude positiva perante a vida e as situações que ocorriam era uma de suas principais características, era quase natural, e ela tentava estender isso aos outros, sabia como as coisas estavam difíceis para todos, especialmente os perdidos que passavam cada vez mais tempo longe de suas casas, das pessoas que amavam, Cinderela não conseguia imaginar como seria se fosse ela nessa situação. A loira se virou para Valentina, mantendo um sorriso doce nos lábios. " Bem, por tudo o que ouvi, vocês também tem uma versão do Halloween em seu mundo, você gostava? Qual era sua parte favorita? "perguntou genuinamente interessada, além de querer saber mais sobre o outro mundo, Cinderela se interessava genuinamente em saber mais sobre a morena ao seu lado. " Temos muitas atividades, e por mais que eu admita que estou um pouco cansada de tomar susto, me coloco a disposição para acompanha-la, no que quiser, basta me dizer. "
Tinha que confessar, não estava em seu melhor humor para festas, ainda mais depois de arruinar suas botas naquele lamaçal fedorento que precisou passar para chegar no The Mist. Mas, de alguma forma, a simpatia da princesa a seu lado deixava Vale bem menos rabugenta. “Sim, temos sim. Minha família tinha uma tradição diferente, mas quando me mudei para o lugar que minha irmã nasceu, adotamos a data comemorativa deles. Eu gostava de decorar a casa.” Precisou pausar, suas memórias poderiam ter ficado confusas, mas focar nelas as traziam de volta com um toque de nostalgia reconfortante. “Não tínhamos muitos enfeites mas o que importava era ver minha irmã animada. Eu gostava de acompanhar ela na busca pelos doces na casa dos vizinhos. Ela sempre escolheu fantasias excêntricas, todo ano era uma surpresa diferente.” Esboçou um sorriso, imaginando que ela estaria se divertindo. “Bom, considerando que você está cansada, e nem eu estou afim de me assustar, talvez...” Se sentindo um pouco nervosa, desviou o olhar para algumas pessoas ao redor delas em busca de encorajamento, queria fazer aquela sugestão sem se sentir como uma adolescente envergonhada. “Eu não duvido que haja algum truque naquele túnel, mas se não tiver, é um bom lugar para descansar, não acha?”
NAVIO FANTASMA com @investigctor + ‘I told you this was a bad idea.’
“Bela observação Ataman, não faz muita diferença agora, sabe?” A última coisa que precisava naquele momento era alguém lhe dizendo indiretamente que tinha avisado ela antes. Quisera Valentina ter cogitado beber menos ou apostar coisas menos perigosas com aqueles fantasmas, infelizmente tinha perdido porque eles não eram tão honestos em seus joguinhos. “E se você fizer outra aposta com eles? Eu não preciso andar por essa prancha e eles me deixam em paz.” Parecia uma ótima ideia, a única coisa em questão era trapacear mais do que os fantasmas. “Aposto que você ganha se sugerir um jogo em que você seja boa e conheça as regras.”
OPEN BAR DE HALLOWEEN com @elaetaoboazinha + "It might be terrific. You might have a really good time."
A figura positiva de Cindy deixava Valentina um tanto disposta a concordar, mesmo que por diversos fatores, considerasse difícil o que ela dizia se tornar verdade. Halloween sempre foi uma data interessante para Vale, em sua cultura, costumava comemorar o dia dos mortos que seria dali a dois dias. Entretanto, quando se mudou para Dallas, o dia das bruxas acabou sendo um escape para ela e sua irmã. Mas o que quer que tenham vivido antes, nada se parecia com o que seus olhos testemunhavam no Reino dos Perdidos. “Talvez você tenha razão. Mas eu não sei exatamente como posso fazer a segunda opção se tornar real.” Vale até tinha uma ideia, que consistia basicamente em encher a cara enquanto não se arrependiam de ter disponibilizado um open bar no The Mist. Mas não quis mencionar logo porque apesar dos sustos que já tinha tomado, a dádiva da sobriedade era estar atenta a todos os detalhes de ter Cinderela como companhia naquele momento. “Se você tiver alguma sugestão, eu estou ouvindo.”
( ★ 👻 𝐬𝐭𝐚𝐫𝐭𝐞𝐫𝐜𝐚𝐥𝐥: ) : ── comente com uma sentença daqui, daqui ou daqui (seu personagem diz, se preferir que a minha diga, especifique) + um lugar no festival de halloween + seu personagem para ganhar um starter ! 🎃★
escolha se quer o starter com:
v — valentina (princesa rejeitada de snow white)
n — nala (rei leão)
ou
m — meena (escudeira de wonderland)
Finalmente algo que se parece com o meu mundo, Vicky pensou quando conseguiu encontrar algum lugar entre as pessoas apinhadas no bar. Na companhia de Valentina, quase conseguia se sentir como estivesse em algum pub de Londres em uma noite de Halloween, feliz pelo lugar funcionar como uma âncora para a sua memória que cada dia parecia mais falha. Se não fosse por lobisomens e vampiros de verdade, poderia ficar mais feliz. Poderia beber de graça, aproveitar a companhia de uma boa amiga e esquecer dos últimos dias mal humorados. Percebia que o humor afetava os poderes descontrolados, então queria apenas se entregar a bebida e ao entusiasmo de uma festa, ainda que Halloween não fosse seu feriado favorito. "O que você já fez até agora, Vale?" Perguntou, pedindo por qualquer bebida ao funcionário mais próximo. Queria apenas molhar a boca e com tudo gratuito, as opções pareciam se esgotar facilmente. "Ouvi dizer sobre um lugar onde ilusões e fantasmas aparecem rápido e podem enganar. E também que é possível ir para o submundo!" Arregalou os olhos ao contar, medo e ceticismo dividindo espaço. "Imagina se encontro meu pai lá! Ou meu ex marido. Aposto que estão no mesmo lugar." Não sabia como funcionava o submundo daquele lugar, também não tinha certeza se estava disposta a conhecer.
Não fosse algumas fantasias com um excesso de realismo notável, Valentina estaria se sentindo mais do que aliviada por encontrar um lugar familiar. A companhia de Vicky, no entanto, era mais do que suficiente para distraí-la de tudo ao seu redor. “Hm, eu?” Buscou uma confirmação para ganhar tempo, era uma pergunta simples, não havia motivo para mentir para a amiga, ainda assim limpou a garganta, sentindo falta do drink que tinha pedido. Esperou que a amiga não perguntasse os detalhes sobre como ela tinha parado naquela barraca no final das contas. “Hm, alguém me arrastou para uma tal de barraca dos restos mortais.” Respondeu fingindo casualidade, aliviada por sua bebida ter chegado, tomou um longo gole antes de se levantar de seu muito disputado banquinho por um momento. “Quero que conheça alguém.” Afastando seu vestido do caminho, apontou para a criatura a seu lado. Antes quieto como se estivesse em stand-by, deveria se parecer com um homem, mas ela não tinha muita habilidade para costurar as coisas em seus lugares perfeitamente. Era bom saber que nasceu para ser piloto e não cirurgiã. “Este é Jubileu. Cumprimente a Vicky, Jubileu, ela é uma grande amiga minha.” Ordenou ao monstro, observando ele erguer o braço e depois de um aceno, sua mão cair no balcão. Entediada, Vale apenas pegou a mão e empurrou de volta no lugar, sorrindo sem graça para Vicky. “Desculpe por isso, não sei como resolver. Não sou especialista em monstros.” Deu de ombros voltando ao seu lugar antes que alguém lhe roubasse o assento como já quase aconteceu antes. “Submundo? Como será que funciona isso?” Estava curiosa como esteve desde que a névoa se dissipou. “Não parece um lugar que eu gostaria de ir.” Confessou sem pensar muito. Apesar de sua cultura acreditar que os mortos visitavam seus parentes no dia dos mortos, Vale ainda não se sentia preparada para ver sua mãe, ou seu pai. “Quer dizer, não quero ver nenhum parente meu. Mas se você quiser dar uma olhada nisso, eu posso te acompanhar. Ainda estou curiosa.”
Naquele ponto, Jane já havia ido algumas vezes para sua preparação como guarda. Era um pouco estranho estar no meio de tanta gente extremamente experiente com batalhas, enquanto ela conhecia tão pouco sobre. Ficava tão assustada quanto na primeira vez que foi levada pelos ares por Tarzan. No entanto, ela estava se esforçando para tentar melhorar ao ponto de ter pego um dos seus poucos momentos livres para fazer aulas com Valentina na Academia Raiders. "Então, sobre minhas experiências anteriores!" Começou a explicar, enquanto ajeitava o cabelo para ficar bem preso. "Eu até que tenho um bom preparo físico, sabe? Desde a abertura do Reino dos Perdidos não tanto, mas quando estava na floresta, acabava usando muito meu corpo. Árvores para subir, trilhas para fazer, cipós para pegar, precisava ir atrás de comida... Não tem como andar de outro jeito por lá. No começo foi bem difícil, mas Tarzan me ensinou e eu peguei o jeito. Se lutar para defesa for alguma coisa parecido com uma dessas coisas, tenho certeza que não vou te dar muito trabalho."
Teria que confessar, estava ansiosa para as aulas com Jane. Tomou notas sobre as experiências prévias dela, organizando como seria o treino dela com notas mentais. “Hm, não sei exatamente como funciona a defesa, mas se precisarem ir para a floresta você vai ser muito útil, de fato!” Deixou um risinho entretido escapar por um momento, não se aprofundando para que Jane não achasse que ela estava debochando dela. Vale realmente não sabia como aquilo funcionava, mas estava comprometida em ensinar o que sabia para a mulher, se dependesse dela, Jane sairia de suas aulas sabendo pelo menos alguns socos e chutes bem certeiros. “Certo, a sua experiência em se perdurar vai ser útil, quer dizer que tem força nos braços, usamos isso no Muay Thai. As pernas também, porque podemos chutar o oponente. Não se preocupe, vou te ajudar e você vai saber fazer isso. Vai sair aprendendo mais do que eu, confia.” Considerando que Jane já tinha um condicionamento prévio, Valentina esperava não ter tanto trabalho, e mesmo que tivesse, adorava um desafio. “Que tal começar pela força do seu jab?” Pegou as luvas e entregou para Jane. “Digo, seu soco, vamos, pode bater aqui.” Indicou para os protetores de socos e chutes em suas mãos, os erguendo na altura do rosto.
♡⸝⸝ O fato de que simplesmente não conseguia deixar de sorrir estava começando a fazer com que Cinderela se sentisse nervosa, o que ficava aparente em suas bochechas que tomaram um tom avermelhado e fez com que ela baixasse os olhos para as próprias mãos por um momento. "um apelido? hmmm." a loira se colocou a pensar em variações do nome da outra, mordendo o canto da boca enquanto o fazia, sem sequer perceber. "bem, temos Val, Vale, Valen ou Tina... não, Tina não, você não tem nem um pouco cara de Tina." disse balançando a cabeça negativamente rindo logo em seguida. "tem algum que você prefere mais?" estava um tanto mais animada com a ideia, de alguma maneira, era como se sentisse mais próxima da outra, e isso a deixava feliz. "sério? eu agradeço muito, de verdade. e claro, eu posso pagar pelas suas aulas, não sei se tenho algo pra ensinar em troca, mas faço questão de pagar." assentiu firmemente, como quem já deixava claro que não aceitaria não como resposta, de alguma maneira iria retribuir a ajuda da outra, fosse como fosse. "Inspiração? Isso eu não sei dizer, mas tento fazer o melhor que passo para ser ao menos um bom exemplo, ainda estou aprendendo toda essa coisa de ser da realeza." riu um tanto sem graça, apesar do tempo, Cinderela ainda não tinha se acostumado com toda ideia de ser uma rainha. "Agora? Claro, seria ótimo, se não tiver problema pra você... só acho que preciso encontrar roupas um pouco mais apropriadas."
Sendo minimamente observadora, Valentina sentiu uma onda inesperada reverberar dentro de si, uma sensação desconcertante que não conseguiu ignorar, mas sabia que era algo bom, porque quis apertar as bochechas coradas de Cinderela. Torceu a boca com a menção de seu apelido menos favorito, e ainda que soasse bem melhor na voz dela, agradeceu por ela ter mais senso que Cassie pelo menos. “Ufa, ainda bem que você concorda comigo.” Deu uma risada breve soprada, levando a mão ao queixo para fingir estar pensando. “Acho que Vale é o mais comum, os outros poucas pessoas tentaram usar.” Afirmou sentindo que seu objetivo estava no caminho de ser atingido, já que ela parecia mais à vontade. Vale sabia que precisava, mas não tinha a intenção de receber pagamento por aquelas aulas, especificamente. “Vamos conversando sobre isso.” Concordou em parte, não querendo discutir com ela, aceitaria por enquanto e depois poderiam negociar melhor aquilo. “Aposto que sim. Parece natural para você ser uma princesa. Acho até que foi uma boa coisa não ter visto o seu filme antes, porque agora eu estaria comparando a realidade com a ficção. De qualquer forma eu prefiro você, digo, essa sua versão que estou vendo agora.” Não importa a atriz que tenha interpretado ela antes, a versão em real live action era uma graça. “Imagina, não tem problema nenhum! Hm, nada que a magia de vocês não resolva né? Onde quer fazer isso? Na academia, outro lugar que tenha preferência?” Pelo menos em seu mundo tinha conhecidos que não tinham tanta tranquilidade em fazer exercícios cercados de pessoas.
🔮ㅤatravés de um desejo, @princesarejeitada escolheu:ㅤi'm afraid it's about to get much worse.
ㅤO sorriso malicioso surgiu nos lábios da bruxa, que não conteve uma risada estrondosa. Certamente, Valentina era seu mais novo "projeto" de estudo. Sua história a cativava, e ainda que na superfície não pudesse agir conforme seus reais costumes, Úrsula encontraria uma maneira de interceder pelos outros. Se não fosse diretamente, ela observaria o caos se instaurar e, à distância, aplaudiria. Um pouco de diversão não faria mal, certo? Se ninguém soubesse de seus planos, escaparia ilesa, sem maiores complicações. Com delicadeza, ela acariciou a bochecha da perdida, deixando sua mão repousar no rosto da jovem. ⸻ Não tema, criança. — Seus olhos fixaram-se nos dela. Precisava demonstrar confiança, inundar Valentina de otimismo e afastar qualquer temor que a assombrava. Seus planos não poderiam ser arruinados tão facilmente. ⸻ Está fazendo o que pedi? Meditando, tomando aquele chá e, o mais importante, usando a pedra que te dei? — O primeiro exercício? Apenas uma distração. O chá? Um placebo. A pedra? O elemento crucial para mantê-la sob seu controle. Quando tais pensamentos lhe ocorriam durante noites esparsas, Úrsula se dedicava a torná-los um hábito recorrente. Princesas eram, para ela, uma via de mão dupla: facilitavam seus negócios, ao mesmo tempo que exigiam sua maior atenção. Se não podia atormentar suas pequenas 'peixinhas', que as outras servissem de intermediárias. ⸻ É essencial que use a pedra até mesmo ao dormir. Você sabe o quanto me preocupo com o seu bem-estar. — Ela considerou abraçá-la para reforçar suas palavras e, por fim, passou um braço pelas costas da jovem, puxando-a para um desajeitado abraço lateral. ⸻ Precisa se livrar dessas preocupações, minha querida. Sabe o quanto afligem o meu coração.
Chame como quiser, mas Úrsula foi uma pessoa, ou o que quer que ela fosse, que conseguiu acalmar Valentina em meio a sua crise interna. Tecnicamente, o coelho deveria ajudá-la, mas ele não era tão bom com as palavras, com a gentileza nada velada ou com os gestos quanto ela. Se sentia seduzida como os marinheiros no mar eram pelas sereias, a diferença é que ela sabia disso e desejava continuar. Estava ciente de maldições mas não acreditava nelas, tinha aprendido sobre os vilões e mesmo assim decidiu dar o benefício da dúvida, mesmo quando ela dava aquelas gargalhadas de arrepiar os pelos de sua nuca. Pelo menos ela sabia disfarçar, diferente da Rainha Má. Sentiu a garganta ficar seca com o toque em sua bochecha, incapaz de desviar o olhar, sentiu que devia acreditar nela. “Sim, estou fazendo tudo direito, como me disse. Mas percebo que tenho mais daqueles, não sei explicar, sonhos realistas? No outro dia eu fui atrás da madrasta da garota. Preciso de mais autocontrole urgente. Ou isso vai ficar bem pior.” Confessou relembrando a péssima escolha. Temia fazer algo e acabar presa, quem cuidaria de Cassie? Não podia deixar que aquilo acontecesse, então aceitaria qualquer ajuda possível, até mesmo de alguém que chamavam de bruxa. “Eu sei, e eu sou grata, pela preocupação e por tentar me ajudar.” E de alguma forma realmente estava grata pela preocupação. Já fazia um bom tempo que uma figura feminina não tinha demonstrado consideração por ela. Apesar de Úrsula não aparentar ser mais velha do que ela, talvez o fator que a fazia baixar a guarda era a semelhança de suas atitudes com sua falecida mãe. Era no que ela escolhia acreditar. “Eu só estou um pouco cansada. Não tenho a mínima intenção de envenenar aquela mulher. Ou de aceitar que passei a vida sendo uma princesa que foi rejeitada. É um destino péssimo, por que raios eu não fui escolhida para ser uma tartaruga? Seria menos pior.”
A preocupação alheia fazia com que se sentisse um pouco humilhado, parecia tão frágil assim? Talvez devesse considerar uma rotina mais rigorosa de treinos… “Ah! Estou! Estou! Você sabe, uma queda dessas não é suficiente pra me levar. Ha ha.” Ou talvez fosse, se considerasse o efeito da vergonha que havia acabado de passar. Tentou brincar para que desviassem de quão embaraçoso aquilo havia sido, evitando olhar diretamente para Valentina como se ela fosse capaz de ler pensamentos. Ao menos ela estava sendo gentil sobre sua falta de jeito… mas gentil demais! Quando ela fez como se fosse realmente sair, ele se atropelou nas palavras para impedir. “O que? Não, não vai atrapalhar! Hm, pode ficar. Porque, é um lugar público! Quer dizer, não exatamente, mas, hum, você sabe. Eu não sou ninguém pra dizer que você não pode ficar aqui, então não se preocupe!” Tentou, imaginando que isso não ajudaria muito sua imagem de desastre que provavelmente ficaria gravada na visão de Valentina. Quase se esclareceu, eu geralmente não sou tão desajeitado desse jeito, ok, decidindo contra porque isso seria mais vergonhoso ainda. A menção do torneio como motivação dela o surpreendeu, já que ela não havia se candidatado quando ele ocorreu. “Oh? É mesmo? Pretende se candidatar, caso eles abram vagas de novo?” Era admirável, honestamente, considerando tanto a capacidade física necessária… e o fato de estarem dispostos a servir às pessoas daqui daquela maneira. Quem sabe Allison tivesse que repensar seu egoísmo. “Mesmo que não, acho que é bom estar preparado… nunca se sabe o que pode acabar acontecendo por aqui. Por isso, ha, que eu estou aqui agora.”
“Claro! Só quis garantir que estivesse bem de qualquer forma.” Se justificou tentando não deixar as coisas piores para ele, ou ela que infelizmente ainda tinha a cena muito fresca na memória para não ter vontade de rir. “Hm entendi, então vou ficar, já que insiste.” Dessa vez deixando um sorriso mínimo à vista enquanto dava alguns passos na direção das lanças. Geralmente começava com algo mais leve e depois treinava com os pesados. Até pensou em dar aquela dica para Allison, mas lembrou que isso traria à tona algo que ele provavelmente queria que ela esquecesse. “Não sei, talvez? Acho que eu estaria preparada fisicamente, mas pelo que vimos dessa vez, eles não estão buscando alguém apto nesse sentido.” Além disso a questão de ser digno ou não martelava na cabeça de Valentina, cada vez mais seduzida pelos sentimentos ruins em relação à Snow. Poderia não ser considerada uma boa pessoa. “E você? Acha que temos chance de nos defendermos caso algo aconteça?” Ela tinha sua própria opinião sobre aquilo, mas queria saber o que ele tinha a dizer.
"Somos. Ou não somos. Eu não sei, está tudo tão confuso aqui dentro." Colocou as mãos na cabeça, respirando fundo em uma tentativa de se acalmar. "Tem dias em que acordo e tenho certeza de que sou Victória de Leon, mas quando me torno em chamas... eu não sei. Eu esqueço. Tudo fica nublado, confuso." Lamentou-se, sentindo mais algumas lágrimas banharem o rosto. Se sentia patética, mas ao mesmo tempo ridícula. A maquiagem estava devastada, assim como seu ânimo. "Sim, nós... nós podemos fazer isso." Encontraria algo bom? Acreditava que não. Não estava nada otimista. Vicky limpou o rosto com as costas da mão, respirando fundo. "No que pretende trabalhar?" As palavras da outra provocaram uma suave onda de risadas em Vitória, que olhou para as mãos de Valentina. "Não adianta ter patinhas fofas, porque aquele Coelho não é fofo!" Na verdade, ainda achava assustador se consultar com um animal falante. Os olhos dele eram esquisitos e as vezes protagonizavam os pesadelos de Victória. "Não tenho muito mais sobre o que surtar. Geralmente faço sozinha no meu quarto, na calada da noite. Eu precisava tomar remédio e dormir por pelo menos quinze horas seguida, mas acho que não tem por aqui, então terei que fazer como uma camponesa medieval e procurar por chás." Suspirou, porque se sentia cansada. As olheiras denunciavam. "Talvez a Rainha Branca tenha algum para me recomendar, não é?"
“Acredito que por enquanto somos sim.” Na verdade queria dizer que não se sentia ela mesma, não durante o tempo inteiro, e definitivamente não quando tinha aqueles pensamentos e memórias que não lhe pertenciam. “Queria poder te ajudar, sei que esse tipo de coisa está acontecendo com um monte de gente aqui, mas não é como se eu me importasse com todos eles. Me importo com você, que saco, não queria te ver assim.” Reclamou apertando as têmporas, praguejando o responsável por aquilo tudo, seja ele quem for. De longe, o sentimento de impotência era o que mais irritava Valentina. “Claro que podemos. Vou fazer o possível para dar aulas de Muay Thai, é o que eu sei fazer já que eles não tem e nem precisam de aviões por aqui.” Deu de ombros aceitando que não poderia fazer o que gostava, apenas o necessário para sustentar ela e a irmã. “Ah eu olhei para as patas dele. E quis pegar. Deus sabe o quanto me segurei para não encostar nele. Não queria ser denunciada, sei lá, por amassar o psicólogo com abraços e afagos. Sei que ele não é um gato.” Admitiu de uma vez, precisando inspirar fundo para recuperar o fôlego. Poucas pessoas sabiam ou tinham presenciado o lado obcecada por animais de Vale. “Entendo, mas Vicky, quando se sentir assim pode vir me encontrar, me manda uma carta instantânea no scroll, sei lá, não fica sozinha viu? Você não está sozinha aqui. E sim, acho que a Rainha Branca tem uma infinidade de chás, pelo que a Cassie me disse. Se quiser podemos tomar chá quando quiser.”
os olhos até então estreitos na direção da perdida , quase como se a fuzila-se , relaxaram quando estava declarou rendição . ❛ tudo bem . ❜ na mesma medida que podia se estressar podia se acalmar também , havia um parâmetro intenso de 8 ou 80 , e talvez parte disso fosse por se tratar de valentina - gostava dela . ❛ não , só me assustou . . . traumas , sabe ? as crianças podem ser assustadoras com bichos fofinhos . ❜ valentina não era uma criança claro e não era que tivesse aversão a toques , era mais como algo complicado para bunny quando vinham de surpresa , exatamente por se lembrar de ser feito de gato e sapato por crianças sempre que elas o achava enquanto escondia os ovos de páscoa . ❛ é . . . aproveitando que você tá aqui . . . acha pode me ajudar . . . a chegar até a torre dos guardiões . . . e levando isso ? ❜ indicou o kimono , sabia que ficava absurdamente adorável com aquela aparência então iria usar daquilo pra conseguir o que queria sem muito esforço - esperava que tivesse efeito mesmo depois de seu pequeno surto .
Bem, era compreensível o trauma dele, sabia bem que crianças podiam ser demônios quando queriam. Ela mesma teve um gato que sofreu até Cassie entender que ele não era um bichinho de pelúcia. “Entendi, concordo contigo. Você é bem fofinho mesmo. Mas eu não sou uma criança sabe, não vou te apertar assim.” Tentou mesmo assim se defender, e quem sabe ganhar uma permissão para poder alisar as orelhas dele de novo. Era uma sensação muito boa, quase como um algodão misturado com cetim. Só quando ele mostrou o kimono, notou que ele provavelmente tinha se transformado no meio da rua e não conseguiu evitar rir de toda a situação, se recompondo tão rápido quanto se deixou cair na risada. Não queria ser demitida. “Claro chefe, vamos lá.” Se abaixou novamente para pegá-lo, dessa vez com mais cuidado, e em seguida agarrou o kimono com a outra mão. “Fica naquela direção né, ah dá pra ver o topo, não está tão longe.” Para quem tinha pernas longas, de fato, o que não era o caso do coelhinho naquele momento. “Então, o que você acha das representações de coelhos na mídia?” Puxou um assunto aleatório para preencher o vazio até a torre. “Meu coelho favorito depois de você era o Pernalonga, ele moldou minha personalidade.”
♡⸝⸝ Ao ser parada para a outra, Cinderela sentiu um pequeno arrepio, o que a assustou a princípio, afinal, não deveria se sentir daquela maneira, mas logo tratou de colocar um sorriso doce nos lábios e tentou manter o olhar fixo no rosto da outra, mesmo que acabasse piscando várias vezes, com certo nervosismo. " Como eu quero? Ah, não sei, pode ser Cinderela ou Cindy, acho que ninguém mais considera que meu nome mesmo é Ella, e tudo bem também. " disse dando uma risada tranquilizadora ao final da frase, muitas vezes, nem ela mesma se lembrava, afinal fora o 'apelido' que a tornara famosa e rendera sua história, e sinceramente, ela sequer se importava mais com isso, havia se tornado um mero detalhe. " Mesmo? nossa, eu agradeço muito. " disse realmente muito empolgada com a ideia. " Sabe, como é, do jeito que as coisas estão é importante para uma garota saber como se defender sozinha, nem sempre podemos ficar a mercê príncipes encantados. "
“Cindy é legal, e diferente, Cinderela parece formal, tipo quando me chamam de Valentina. Que tal você escolher um apelido para mim também? Assim ficamos quites, o que acha?” Tentou deixar a situação mais leve e confortável, notando a tensão de Cindy. Visto que ela parecia precisar das aulas, se comprometeu naquele momento a ajudá-la da forma que ela precisasse. “Claro, eu ficaria feliz em ajudar, com certeza.” Garantiu, sentindo que a mulher estava lhe arrancando um sorriso largo sem ela nem perceber. Que fofa. “Ah com certeza, você tem toda razão. É ótimo saber que existem princesas com essa mentalidade, deve ser uma inspiração lá no seu reino.” Fez uma pausa, ainda sorrindo, inclinou a cabeça ligeiramente, demonstrando interesse genuíno. “Então, quando você gostaria de começar? Podemos começar agora mesmo, se preferir.”
Valentina Santiago tem 33 anos e deve se tornar a princesa rejeitada no conto $now ₩hite. Até lá, dá aulas de muay thai na Academia Raiders.
☆ PERDIDOS E CANONS
— alunos de muay thai x3: janepcrter não sabe se defender e precisa das aulas por para sua função como guarda, vale não julga, apenas ajuda pela notória necessidade de que ela parece mesmo precisar.
— friends (de rolê, por interessem comum, confidentes) x3 : valentina não é a pessoa mais social que existe, mas ela se importa com as pessoas. então desde a chegada dela nesse reino, fez amizades pelo caminho, e allburnin acabou se tornando importante para ela. eles podem fofocar juntos pelos corredores do c.c.c. ou durante as aulas, ou explorar as infinitas salas do castelo ou então os estabelecimentos pela cidade.
– chaotic friends x3 : sereiaadella e hiloren a desafiam, a incentivam colocar em prática seus pensamentos intrusivos, ser menos responsável como por exemplo quando decidem entrar disfarçados num estabelecimento de algum vilão, ou roubar o tapete do Aladdin para dar uma volta.
— frenemies : muse d que não foi muito com a cara dela, por sua personalidade arisca, por interagir com ela num dia ruim, ou ela que não gostou da pessoa também e desde então trocam farpas e rezam para não precisarem estar no mesmo lugar.
— irmãos de mães diferentes : apesar de valentina ter uma meia-irmã de sangue no reino, ela e 100porcentotargaryen se consideram irmãos de mães diferentes por saberem tudo um sobre o outro e acham que amizade é pouco para descrever o que têm. eles podem não se falar todos os dias, mas a relação que têm é tão próxima que, quando se falam, é como se tivessem se visto no dia anterior.
— classmates : Valentina não está tão comprometida com os estudos quanto antes, mas tenta dar a atenção necessária aos professores e para muse f, com quem já conversou várias vezes mas nunca estabeleceu uma amizade além das aulas.
— ex-enemies to friends : muse g e ela não iam um com a cara do outro, mas depois que se conheceram viram que aquilo era uma bobagem e hoje dão boas risadas disso.
— amigos incomuns : captainfcnix e valentina são pessoas tão diferentes que ninguém pensou que eles pudessem se dar bem - o que surpreendentemente acontece quando eylul cozinha as comidas preferidas de valentina no c.c.c.
— amizade por interesse : valentina tem algo que muse i almeja (alguma coisa específica ou só se divertir com a cara dela mesmo) e, assim, decidiu se aproximar dela para usar a amizade para conseguir o que quer.
— one night stand : muse j e vale estiveram junto uma noite e hoje em dia são apenas conhecidos, mas acabam ficando naquela situação esquisita de que não possuem intimidade um com o outro mas já se viram sem roupa.
— amigos coloridos : vale e muse k têm a famosa amizade colorida. um dia, eles beberam demais na taverna do gaston e acabaram ficando e, com medo de estragarem a amizade, prometeram um para o outro que jamais fariam aquilo novamente. entretanto, acabaram ficando novamente algumas semanas depois e atualmente mantêm a amizade colorida.
— amigos que gostam um do outro, mas não admitem : sabe aquela relação em que todo mundo sabe que um gosta do outro, menos eles próprios? tanto muse l quanto valentina costumam sentir ciúmes demais para que seja somente amizade, mas nenhum deles se dá conta.
— encontro às cegas : por pressão de amigos ou até mesmo vontade própria, ela e muse m combinaram de se encontrar para jantar no restaurante do linguini. ou seja, estão tentando fazer o tinder acontecer. podem ou não já se conhecer, mas existem várias possíveis formas de se desenrolar.
— famosos crush : muse n tem um crush (não) correspondido em valentina. ela pode desconfiar, saber ou, também, não ter a menor ideia. e/ou valentina é quem tem uma queda em muse o, que pode ser correspondido ou não. mesmo que tente disfarçar, é inevitável que, quando estão no mesmo ambiente, haja alguns olhares com duplo significado.
— friendzone : a relação é meio autoexplicativa. muse p é apaixonado por vale, que não sabe dos sentimentos do/a amigo/a e, mesmo que soubesse, não os corresponderia.
obs.: acredito que todos possam ser convertidos para perdidos ou habitantes clássicos, e podem ser qualquer gênero também, só chegar mais.