PRINCESA LĂDIA â a princesa que dançou com cinderela na noite do baile tĂȘm vinte e sete anos e Ă© lĂder de uma resistĂȘncia secreta somente para mulheres. quando foi anunciado que kit procurava uma esposa, lĂdia deveria ser a prĂłxima a dar um baile atrĂĄs de um noivo (justo para ela, a nossa princesa sapatona), portanto, estava em seus planos fugir para longe da floresta encantada... mas as coisas naquela noite tomaram outro rumo. desde pequena, Ă© boa com espadas e lutas corporais. em tĂŁo tĂŁo distante, encontra-se agora apoiando e liderando a resistĂȘncia, lĂdia tambĂ©m Ă© dona de uma galeria de arte, onde pensa-se que ela passa a maior parte do seu tempo.
(+) corajosa, determinada, independente e astuta.
(-) orgulhosa, irritĂĄvel, debochada e impassĂvel.
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FC: Natasha Liu Bordizzo.
Desde pequena, LĂdia se mostrou um espĂrito livre. Para ela, era perfeitamente normal ser uma princesa que empunhava espadas e passava horas brincando de lutinha com o irmĂŁo na lama; e enquanto o Rei nĂŁo demonstrava incĂŽmodo quanto ao comportamento da caçula, o resto do reino nĂŁo tinha porquĂȘ contestar embora muitos na corte torcessem o nariz para as atitudes da princesa (sim, estamos falando daquela professora de etiqueta em Cinderela 2, como adivinhou?!). Assim, ela tinha a sua liberdade. Podia sair do castelo quantas vezes quisesse, desbravar os arredores da Floresta Encantada e viver a sua vida de segunda filha sem muitas responsabilidades. Com o foco todo em Kit, era quase como se LĂdia fosse invisĂvel para o resto do reino⊠e ela amava isso.
Em um de seus muitos passeios pela Floresta Encantada, usando o habitual capuz azul porque, apesar dos holofotes em Kit, ela ainda tinha o rosto estampado como a princesa, LĂdia encontrou um grupo diferente de todos que ela havia conhecido atĂ© entĂŁo. As filhas da Fada MĂŁe, como se intitulavam, era uma resistĂȘncia secreta para mulheres que precisavam de algo; fosse um lar, uma rede de apoio e proteção, ou simplesmente ajuda para encontrarem as suas prĂłprias vozes e fugirem da tirania de Rumpelstiltskin sobre os seus reinos. As Filhas estĂŁo espalhadas por todos os lugares, porĂ©m, o seu esconderijo se situa em uma travessa de TĂŁo TĂŁo Distante que apenas elas conhecem a localização: a Casa MĂŁe. O local secreto e com raĂzes mĂĄgicas, que propiciam o seu disfarce e provĂ©m um pouco de tudo para as resgatadas â sua fundadora era, de fato, uma fada â abriga as mulheres atĂ© que estejam prontas para irem embora e seguirem com as sua vidas longe do que antes as aprisionava (casamentos arranjados, maldiçÔes, um homem tendo que vir resgatĂĄ-las em uma torre... jĂĄ perceberam que tudo de ruim sempre acontece com as mulheres nessas histĂłrias?! Sem mencionar naquele rei maldito!).
LĂdia nĂŁo tardou em se tornar parte das Dianas, financiando melhorias para a resistĂȘncia, e, eventualmente, assumiu um posto de liderança entre elas. Quando o baile para encontrar uma noiva para Kit se desenrolou, ela estava pronta para fugir com as Fadas para outro lugar e nunca mais retornar para TĂŁo TĂŁo Distante ou atĂ© mesmo o seu reino. O motivo? Depois do irmĂŁo, seria ela que teria que encontrar um noivo. Ela nĂŁo queria um noivo! No mĂnimo, queria uma noiva, e ainda assim, nĂŁo queria ter que se casar com alguĂ©m sem ter o poder de escolha. Mas o pai, que nĂŁo mais exercia poder sobre o prĂłprio reino e se fazia apenas mais um pupilo de Rumpelstiltskin, insistia que deveria ser assim e ponto final. E foi o encontro com Cinderela que fez LĂdia pensar duas vezes quanto a sua fuga.
Ă dona da galeria de arte "Bibbidi Bobbidi and Art", nome dado em homenagem Ă Fada Madrinha, que doou a maior parte das esculturas para LĂdia. A galeria tambĂ©m possui uma parceria com o Instituto das Maravilhas, expondo os seus projetos de artes nela.