sessão 01 | ComuCine | bairro novo, serra grande, uruçuca, bahia | março, 2024
Realização da ASMOBAN - Associação de Moradores e Moradoras do Bairro Novo em parceria com o coletivo cultural Guilda Anansi e a produtora Abre Caminhos.
Not today Justin
I'd rather be in outer space 🛸

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he wasn't even looking at me and he found me
sheepfilms

pixel skylines
Cosimo Galluzzi
will byers stan first human second

if i look back, i am lost
styofa doing anything

#extradirty
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

Love Begins
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Keni
AnasAbdin
Peter Solarz

★
occasionally subtle
🪼

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@prismadereflexao
sessão 01 | ComuCine | bairro novo, serra grande, uruçuca, bahia | março, 2024
Realização da ASMOBAN - Associação de Moradores e Moradoras do Bairro Novo em parceria com o coletivo cultural Guilda Anansi e a produtora Abre Caminhos.
Uma fotografia pode ser espelho da história. Uma ideia pode moldar a imagem desse espelho.
Uma fotografia pode ser espelho da história. Um pensamento pode transformar como contamos essa história.
Mergulhei em alto mar com Ela no olhar.
Mergulhei pra ofertar a vida que toda memória é capaz de plantar. Afinal, o espelho da câmera pode ser espelho da história.
Assim, olho o mundo para aprender a escrever.
Nesse dia que diz muito sobre o nosso caminho.
[Experimentando a sobreposição de riscos com as fotografias nascidas da expedição com a Guilda Anansi no 02 de Fevereiro, Itacaré, Bahia, 2025]
Dia de viver a Rainha do Mar
02.02.2025. Dia de viver a Rainha do Mar. Itacaré, Bahia. Escrito de reminiscências por Amanda Maia. Registros fotográficos de Izabella Valverde. Curadoria de imagens para essa publicação por Hellen Karoline
Mestra Lainha, representante territorial de Cultura, inspirando com seus saberes populares o mover artístico de quem está aprendendo o riscado, nos incitou certa vez, trazendo à tona uma imagem que jamais saiu da memória.
A Efervescência Cultural do Sul da Bahia.
Essa imagem-semente que emerge de quem é e faz cultura, que borbulha dos atos de quem torna viva a pulsão de um tempo-lugar que vai marcar Tempo, que resiste, persiste, rasga violências cotidianas, abre fendas pra mantém forte, intensa e viva a resistência e o encantamento de cosmogonias afrodiaspóricas imantadas nas águas dessa terra, é algo para o que empenhamos nosso olhar desde então, pra treinar, pra apurar leitura de mundo.
Foi assim que esse ano, encontramos a Mãe das Mães no mar de gentes na rua ouvindo tambores brilharem ao entardecer com cheiro de rio chegando no Sal, em uma cidade-destino que adoramos visitar.
Voltamos borbulhando depois do mergulho pra dentro e pra fora, vibrando no suor e na esperança vestida de azul, branco, rosa, amarelo, leite de pérolas, cantos perfumados, pele solar, espelhos enfeitiçados, vontade de entregar coração. Somos peixes, crias, devoção.
É tanto.
Agradecer. Pulsar. Apurar.
Querida, mexa-se!
___
depois de uma longa viagem que sempre é pra chegar até aqui, um dia prometido de calmaria tornando-se um ‘fuguetão de causos’ de família, finalmente me sento, sem cobranças, somente querendo me concentrar em onde estou agora. 05 linhas depois, essa visita inesperada chega e minhas palavras escritas seguintes são essas aqui. [fui fisgada pela minha própria língua e de pronto comecei a escrever com imagem.]
Fui dormir e acordei em outro mundo.
| registros do caminho | serra grande - salvador | jan 2025
FACA, PENA OU MEL?
- depende da Lua. para as perguntas, existem infinitas formas de respondê-las. mas não fazê-las, é onde o infinito termina. é preciso dar mais um passo, tentar de novo.
'que Madalena é essa?'.
23.07.2024 | lua cheia em aquário, fixo do ar | primeiro dia do sol em leão, fixo do fogo | serra grande, bahia dos mistérios
o que mais eu poderia trazer? era a primeira vez depois de quase dez anos sem pisar naquele chão. a casa de meus avós é nesse agora, reflexo da falta de lucidez que gera cuidado e da verdade que gera transformação. não há diferença para o que se faz com essa Terra, da cidade às florestas. qual bem-feito já não fora cooptado pelo sistema vigente? talvez só não as mentes acordadas. acredito agora que o caminho de lembrar faz nascer novas realidades, cada uma no seu tempo. já o caminho do não lembrar, faz perpetuar as memórias seletivas, vividas e revividas, geração após geração, cada uma da sua forma. mas todas moldadas pela mesma narrativa capaz de adormecer nossa existência, até a alma da mais insana revolucionária, massificando as realidades e dando uma só cor ao direito de viver. "esquecer é uma violência" ouvi isso essa semana da boca da Mariposa, mas nesse dia (28.12.2023)quando fui à Pedrão, vi isso com meus próprios olhos. pude registrar a casa-espelho da violência silenciada há séculos, caída no esquecimento, o mesmo gerado pela certeza da impunidade da branquitude. um conformismo incapaz de olhar sem romantizar o passado que nos faz uma família racista até hoje. me recuso a seguir sem abrir a boca. trarei de lá as verdades que eu encontrar, pois o contrário disso é aceitar ser parte da estrutura que sustenta o que nos destrói todos os dias. meu compromisso é com a saúde das que ficam, com a liberdade que sai da mente para ser voz. o que mais eu poderia trazer, se não o amor transformador que encontrei após a morte? 11.07.2024 | lua em virgem | serra grande, uruçuca, bahia
ações que nascem da necessidade de se enxergar para ler o mundo.
| foto de Mariane Lobo no momento da desmontagem de "13 espelhado: tem que morrer para acender" no Sarau Boca Acesa.14 (18 de março de 2023) |
cada partícula do meu corpo responde no acreditar, de dentro pra fora, em algo que me tira da roda do politicamente correto, moralmente aceito e da galera 'good vibes'. o babado é se colocar na roda que gira entre pessoas que querem construir, em coletividade, ações que respeitem a natureza de cada existência, que se veem como unidade não fragmentada de todo ato enquanto corpo político, e desejam a sustentabilidade enquanto se caminha. ao invés de viver por conquistas carregadas pela valorização do capital, da ilusão, desse veneno que assola tudo por já não caber mais. não tem resposta certa sem sujar as mão.
I Encontro de Fortalecimento Comunitário | Serra Grande | Uruçuca | Bahia | 2023 1. Cacique Ramon Tupinambá, Liderança Indígena de Olivença/BA
2. Joselita Machado, Dona jô, Ativista da Justiça Social e Líder Comunitária de Serra Grande/BA
3. Nádia Akawã, Liderança Indígena de Olivença/BA