secretxmedave:
"Amor, não tem nada melhor que nossas alianças. Mas sim, também estava pensando em algo na coxa, um pouco antes da barra do boxer. Imagina que legal seria, eu baixando sua cueca e ver lá meu nome…” Sussurrou, mordendo o lábio inferior com o pensamento. Sabia que não deveria provocar o marido com aquele tipo de coisas em público, mas ficava impossível não pensar sobre como seria ver o próprio nome tatuado no corpo alheio. “Claro! Se me divorciar espero até ter dinheiro meu mesmo.” Apontou assentindo antes de rir com a brincadeira, sabia que todas estas brincadeiras serviam apenas para mostrar o quanto eles não queriam realmente o divorcio. “Sim, até quando reclamo dos seus gazes, que vamos a admitir, são demasiado maus.” Deu de ombros rindo, imitando depois o biquinho que aparecia em seus lábios e que davam a David vontade de os morder. Ouviu o que o mais velho disse e olhou para ele com uma expressão confusa. “Você está me zoando não está? Uma vagina não tem nada a ver com a sua boca!” Disse fazendo uma careta, o que provavelmente era o que mais velho queria. “Desculpa amor, fiquei curioso, queria saber o que iria usar. As contas? Sim, por favor, isso é bom demais!” Assentiu obviamente entusiasmado com o pensamento do marido lhe dando toda aquela atenção no quarto, como tanto gostava. “Acha lindo mas no dia seguinte fica sempre reclamando comigo né? E eu uso roupas demais porque se não está muito frio. Sério que lhe peço para tea dar quando estou bebedo? Mas que vergonha minha nossa.” Murmurou passando a mão pelo rosto antes de abanar negativamente. Olhou para ele e riu, antes de pegar a taça do vinho e dar um gole comprido. “Criaturas feias? Como se atreve dizer isso? Tem algum melhor que ficas? Não! E ainda bem que me ouve, sabe que odeio quando eu dá-lo e você não responde! Claro que tem todo o poder sobre minha bunda, tudo o que ela faz e não sei mais. Ciúme? Amor, também todo o mundo olha para você quando saímos!”
Mesmo que tivesse um certo controle sobre si, era difícil para Cassidy esconder a vontade de ao menos beijar o marido. Desde o início do casamento, salvo a lua de mel, ambos sempre foram tão cuidadosos e meticulosos com o tipo de coisa que conversavam em público que agora, só com o rapaz mais jovem mencionando algo simples que em casa apenas teria-lhe feito sorrir e retrucar com um comentário atrevido, o docente teve que colocar logo uma colher na boca para impedir-se de suspirar ou pedir a conta. Mas o olhar que dava-lhe deixava claro que além de imaginar aquilo sua mente tinha ido um pouco mais longe até com os lábios carnudos do marido beijando o local da tatuagem. Precisou se esforçar para se concentrar na brincadeira pois essa sim era uma parte segura para os dois ali. “Dinheiro que eu iria tirar cada centavo e depois doar para a caridade, com certeza.” debochou também, mas o sorriso lascivo em seus lábios permanecendo. “Eu vou te chutar se você continuar a reclamar de mim e não vai ter contas, massagem ou qualquer coisa. Quem iria receber atenção seria eu, não você.” resmungou, remexendo-se na cadeira mas não afastando o pé alheio, apenas escolhendo bebericar o vinho. E os protestos do rapaz só lhe deixava era mesmo com uma aura mais divertida mesclando-se à travessa que parecia não querer lhe deixar. “Por mais que por uma parte tenha razão e sua boca seja melhor que uma também, eu tenho que dizer que sua opinião sobre isso não conta muito.” zombou dele, não segurando a risadinha baixa. “E eu tenho que reclamar, bebê. Não tem necessidade beber tanto, além de que eu nunca sei o que você fica fazendo e meu ciúme resolve sempre atacar.” explicou, revirando os olhos. “Eu estou sempre bem ocupado dando olhares feios para as pessoas que encaram você para notar algo diferente disso. Aliás, prefiro não discutir os assuntos dessas focas, amor. Você é sempre protetor demais com elas e eu não quero dormir no sofá ou ficar sem beijos.”















