Lady Guinevere sketch by PinkParasol
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@redetherealbeanshee
Lady Guinevere sketch by PinkParasol
deathxadow :
Talvez esta criatura esteja confusa, tanto quanto ele ficou nesse momento, ou as palavras possuíam um significado diferente do que pensava inicialmente. Bem, ele tinha todo tempo do mundo nas mãos, poderia gastar explicando o que lhe for questionado, na medida do possível.
Negou com a cabeça levemente, mas ainda continuou sua fala.“Poderia lhe explicar, caso queira.” Uma parte dele queria saber o motivo para ter sido chamado de Fada, demoraria um longo tempo para superar tal nome.
Querer era algo muito além das ambições que a Beanshee simplesmente não tinha. Uma massa etérea sem matéria similar a um fantasma vermelho não possui necessidade alguma de “querer”, não possui sequer “necessidade”, porém era uma cortesia aos seres falantes deixar que eles falassem e sua resposta foi um lento abaixar e erguer de sua cabeça como um sinal de aceitação sobre explicações. Que poderia ser? Talvez um criador, um semi-deus que pode intervir no rumo das coisas... Mas, não era uma fada? Talvez outro tipo de sidhe. Mas por que tantas ondas de ofensa? O entendimento não estava ali para ser claro. “Boas e Más.” Apareceu escrito no ar logo abaixo do rosto ossudo e pálido da dama vermelha, feito daquele mesmo elemento fantasmagórico que se via presente em todo seu ser. Ao lado das letras, desenhou-se uma pessoa, ou ao menos a ideia de uma, com diversos pequenos pontos ao seu redor que logo deram a forma estereotipada de uma fada com asas bonitinhas. Se Titania ou Bruja pudessem ver isto, certamente enterrariam suas testas em suas mãos, mas isto não faz diferença para quem só “está ali de aviso”.
<< @deathxadow
Nada foi dito. Sensações, intenções foram sentidas, mas não ditas. No momento o ar era de indagação, dúvida e leve incredulidade com inocência, ainda que o arauto da morte fosse uma criatura incapaz de possuir tais ondas por si só. Cópias para facilitar a comunicação. Talvez aquele ser vibrasse em sua onda, talvez até pudesse ouvir ou pensar que assim pudesse, um “não?” baixo e fluído feito água mucosa. Apesar de tudo, não fazia diferença se o outro tinha “ouvido” ou se gostaria de explicar sua existência. “Curiosidade” não era um dos rastros presentes naquela criatura vermelha feita unicamente de quintessência.
Until Dawn
Starter Call!
Muse as old as time
"I'm far too old for these games."
"What's it like to be immortal?"
"How old ARE you?"
"I'm afraid I don't understand the current slang."
"Do you know how to use a smart phone?"
"I am waaaaay older than you."
"Being this old has pros and cons."
"Do you have any idea what Netflix even is?"
"Did you meet Shakespeare?"
"I was alive when the pyramids of Egypt were built."
"Are you an angel or demon?"
"Humanity has jumped chasms in just the past thirty years. It took at least two hundred years to upgrade from wood to an iron plow."
"I'd rather ride a horse."
"You can't be THAT old!"
"That's simply impossible."
"I remember when stars filled the night sky and cities were practically nonexistent."
"Magic is real."
"Your problems are inconsequential."
"The universe spins, the earth moves and time passes ever on."
"What's it like, being as old as you are?"
"I'm just glad corsets have finally gone out of fashion."
"You can be upset about security measures all you want. I'm happy it doesn't take a month to travel across the Atlantic."
"Are you REALLY immortal?"
"I have seen all of time and space. You know what? It's the little stuff that counts."
"It's the here and now that's important to me."
"Doesn't it ever get boring?"
"I have loved many people over the many years. Each one is special to me."
"Every day brings new things."
"Do you ever want to end it?"
"I couldn't ask for anything more."
"Sometimes I just don't get mortals."
❝ eu ficaria grato se você me colocasse no chão, sabe.
disse isso como quem comenta sobre o tempo, tão displicentemente quanto alguém apavorado pode ser capaz de fazer; ah, se ele ao menos não precisasse lidar com essa coisa de toque, sua vida seria sem duvidas mais fácil! mas a verdade era que precisava, sempre precisaria, o que não significava que todo mundo tinha que saber que isso meio que… o incomodava. então, só por garantia, ele complementou:
❝ só comentando.
@redetherealbeanshee
Era uma vez um demônio de puro fogo e um espírito semi onipresente. Um espírito frio, feito unicamente de quintessência, um fluído rubro formando uma criatura humanoide. E no momento em que aquele espírito teve o pequenino demônio em mãos materializadas em éter gélido teve de deixá-lo novamente no chão. Não podia dizer que sentira falta do mesmo, já que sentimentos não são a realidade da Sidhe, mas era claro em seu semblante menos entristecido que uma boa sensação passara por seu ser quando o tocara de fato. Lembrava-se muito bem que tentara tocá-lo no passado e seus dedos se desfizeram em fumaça diante daquele calor que provinha do mesmo.
Poderia gastar um pouco de seu tempo ao lado de uma criaturinha tão gentil para um demônio comum? Poderia sim. Toques ou palavras não deveriam ser necessárias, mas suas famosas letras vermelhas vindas de seu próprio corpo formaram a perfeita frase: “Perdão, fogo. Estava frio.” Sentidos de frieza ou meras meia-verdades não eram sua realidade, no entanto, como um ser diferente poderia entender sem colocar uma explicação como esta?
@flxmmis
“Trazer ela de volta?” A sobrancelha se ergueu, e um sorriso amargurado se abriu nos lábios do Espectro. Ponderava sobre aquilo como alguém que deveria escolher entre dois de seus maiores e piores medos. Queria mesmo vê-la? A figura triste e magricela de sua mãe, com cabelos bagunçados e tingidos de um vermelho que começava a sair. “Não sei se ela gostaria de me ver assim. Também não sei se quero ver ela outra vez.” Respondeu finalmente, curioso sobre a repentina bondade dela para com ele. Desde quando aquilo estava acontecendo? “Tenho medo de deixar a pobre coitada ainda mais perturbada do que ela era. Ao menos assim, quem sabe, ela não esteja vivendo em paz.”
— Não disse de trazê-la de volta, isso é impossível. — Cortou-o. Poderia ser um fardo sem muitas dificuldades de ser carregado, aquele homem, mas os humanos... Ah, os humanos são criaturas emocionais. Emocionais até demais para a dama vermelha, mas aí estava a graça de sua existência, vê-los fazer o que ela não fazia. Aquele sorriso ela interpretou como alegria, pois costumava ver sorrisos quando os humanos estavam felizes. — Sua mãe se lembrará de você se estiver em um lugar ao alcance da morte fora do domínio dos vivos. Entretanto, a morte cura as feridas, diminui o sofrimento. Talvez ela não sofra por vê-lo no que se tornou, mas por vê-lo morto e obrigado à vagar sem seu merecido descanso. — Palavras amenizadoras eram aquelas, pois as possibilidades daquela que falavam ter se esquecido de sua vida eram grandes e inúmeras. — Mas, compreendo sua decisão. Talvez esteja se tornando um filho da Morte agora, o que deve ser uma honra para você. — E o soltou. Não era de um gesto confortável que ele precisava, nem mesmo das palavras duras da Sidhe. Na verdade, a Sidhe não sabia do que ele precisava. — Cante. — Disse do nada. — Cante. Já que será como um irmão meu por um tempo, cante.
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É a Senhora Vermelha, não é ? Aquela que vem avisar antes de …
Damien engoliu a seco.Já tinha ouvido falar da aparição, pois outros dos seus amigos já a tinham visto, e o que acontecera depois nunca fora muito agradável, senão mortal. Mas assim como tratara as outras criaturas com respeito, iria tratá-la assim também, embora estivesse muito receoso.
Ora, o sangue mais gélido do que o normal para um ser humano agora pulsava-lhe nas veias do pescoço,e o homem tentou se livrar do nó no pescoço, passando a mão por ali, sem sucesso.
Antes da morte ou como um arauto do perigo iminente? Ah, sim. Sua resposta foi muda, com um aceno vagaroso com a cabeça cheia de seus cabelos agitados feito labaredas de puro vapor carmesim. Há muito tempo não via um ser vivente tão assustado com sua presença, mas isto não a impressionou.
Fez um gesto com as mãos, primeiro as erguendo na altura da própria cintura e logo em seguida as abaixando com leveza, indicando que o outro deveria se acalmar. Ela não tinha negócios com ele, mas se o mesmo continuasse tão nervoso, a Sidhe ganharia um serviço indesejado. Esse era o mal dos que a viam antes da hora e não eram fortes o bastante para suportá-la. Ah, Ariane, que saudade daquela bruxinha. Que saudade da menina que vivia enfrentando-a. Tão diferente daquele homem tão medroso.
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Um frio na espinha que não tinha nada a ver com o ar condicionado da loja percorreu-lhe a pele. Não se lembrava de ter sentido uma aflição tão grande que lhe fora capaz de derrubar a xícara de chá das mãos, fazendo um barulho de porcelana estridente.
Talvez estivesse cansado demais por causa da claridade do dia para notar de onde a mulher havia aparecido, mas conseguiu somente dizer uma palavra antes de piscar os olhos azuis bastante vezes, com aquela aparição.
Senhora !
Diversas vezes por semana, dia ou hora, a Sidhe se espalhava. Muitos de seus corpos simplesmente se formavam para os que estavam para morrer pudessem vê-la. Um de seus corpos apareceu em um canto qualquer do mundo, como quase sempre, este sem razão. Achou que sua mente principal poderia repousar ali, junto de seu corpo flutuante.
Enganara-se. Enganara-se redondamente. Ouviu sons e já sabia do que se tratava. Alguém a vira. Um ser humanoide, como a maioria, mas este não era humano. A cadavérica Beanshee sabia, porém não fazia questão de se lembrar naquele momento. Naquele momento em que ela só o olhou pelo canto dos olhos ela não pretendia perder seu tempo com palavras. Pensando bem, ele merecia ao menos que ela virasse seu rosto para encará-lo, pois a chamara de forma respeitosa, coisa que nunca acontecia.
nakazaniye <<
— Não sei que tipo de emoção tentou descrever. — A Sidhe disse naquele seu tom de voz sem emoção, sem ritmo, sem nada além do som baixo e homogêneo. — Mas, parece triste. De qualquer forma o passado não pode ser mudado. — Suas palavras poderiam ser duras e consciente disto pousou sua mão esquelética e quase tão leve quanto a brisa sobre o ombro direito do rapaz. — Gostaria de vê-la? Não posso prometer que irá vê-la, mas posso tentar achá-la para você. — Não entendia o fato de ter começado à ser gentil com aquele homem. Talvez fosse a pena. Sim, pena. Mas o que era pena? A Sidhe não sabia ou entendia.
“Jamais pensei que mortos fossem carentes.”
“É… acho que está bem para mim.” Ele respondeu, rindo baixo, sentindo as mãos etéreas tocarem sua pele pálida e fria com o toque quente da mão de uma pessoa. Qualquer que fosse a situação agora, ah, ele começava a sentir-se tão patético. O sempre forte e sarcástico Fyodor de Mandrágora dera lugar par ao pobre condenado Aleksandr, morto por culpa de sua própria crueldade e quem, vejam só, desejava um chance de consertar as coisas!
Não pensava, de forma alguma, nas pessoas que tinha matado. Inocentes aqui e ali, sim, mas a maioria espiões ou pessoas que de alguma forma prejudicariam o governo do Imperador de seu país. O pai que ele nunca soubera que era dele. Será que iria descobrir isso, caso voltasse…? Que ao invés de um pé rapado que vivera com as mãos cobertas de sangue, ele era na verdade o filho bastardo do Imperador da Rússia, um tsarevich que podia ter vivido em glórias, jóias e boa comida.
Mas e quanto a Dimitri? E quanto àquele que era, desde criança, a única parte boa dentro de si? Ah, é verdade, não poderiam se ver outra vez caso ele se assumisse nobre. De fato, jamais teriam se conhecido e aquilo apertava seu coração. Precisava dele. Sentia o peito doer sempre que pensava naqueles cabelos ouros e olhos azuis, o sorriso que sempre o apoiava e sempre o amava. Sabia o que Sasha fazia para viver e, mesmo entre brigas e separações, ele sempre esteve ali. O amando, o ajudando, brigando quando se fazia necessário. Num mundo onde a relação entre os dois jovens era passível de uma morte tal qual as que Aleksandr infligia em suas vítimas, ter a companhia do outro era a única coisa que estabilizava suas emoções. Dimitri era sua vida e morrera por causa dele.
Aquele era, talvez, o único motivo pelo qual odiava ter voltado a vida. A dor jamais passaria e, por toda a eternidade, seria lembrado da figura dele e de como os dois poderiam ter vivido bem e felizes caso ele fizesse as coisas diferente. Por isso desejava tanto voltar, mas ela estava certa. O passado não pode ser mudado, e a raiva somada com a amargura daquele pensamento o deixavam completamente louco. Heh. Parece que aqueles toques suaves e quentes da Banshee não apenas o aqueciam, mas faziam Sasha sentir ódio de si mesmo. Ele era, afinal, muito mais humano do que desejava ser.
“Acho que agora, isto é só o que me resta de qualquer forma.” Por fim respondeu, rindo baixo quando olhou para ela. Ousou tocá-la novamente, sentindo como se uma brisa leve massageasse seus dedos. “É o mínimo que eu posso fazer depois de tudo o que causei. Afinal, talvez esta seja a minha punição. Devo, então, tirar o melhor proveito dela se for mesmo para viver sendo torturado por memórias e sentimentos por toda a eternidade. Acha que vai aguentar, me ver por aí perturbando você?” perguntou, rindo baixo e olhando para ela.
Novamente aquele atrevimento. Ah, os humanos... Parecem realmente gostar de coisas assim, a menos que estejam mortos de medo para tocar em uma criatura como aquela Sidhe em especial. Desta vez não reagiu nem positivamente ou negativamente diante daquilo tudo, pois assim era ela: indiferente. — É uma benção. Babau só queria comer criancinhas e quando tentou desfiar a alma de uma delas teve a existência apagada. — Disse quando suas vestes etéreas deixaram de envolvê-lo e voltaram à se comportar como trapos. — Não fique pensando na vida que teve, pois ela já acabou. Tudo aquilo, fosse bom ou fosse ruim, já passou e não vai se repetir com o jovem Aleksandr. — Não disse “contigo” por motivos que, caso um dia ele renascesse e quisesse seguir os mesmos passos que fez como Aleksandr, suas palavras não seriam válidas. Um sorriso tão curto apareceu no rosto cadavérico de lábios sempre rubros que mal daria para ser notado se visto há uma distância maior do que aquela que estavam. Era um sorriso fraco com o intuito único de fazê-lo acreditar que a Sidhe não estava mentindo diante de qualquer palavra que diria. Ao menos sorrir enquanto se diz algo era uma porta para a confiança segundo com o que ela sempre via com os mortais. — Eu aguento à mim mesma e aos vivos que podem me ver e ainda me ofender. É claro, sua existência me incomodará por muito tempo até que eu me acostume com ela. Talvez eu o odeie ou chegue perto disto por me dar este trabalho extra. — Deixou que parte de seu corpo assumisse uma forma completamente material, substituindo a sensação de uma brisa sobre a carne pela a de um cadáver fresco. Fez porque quis, sem motivos especiais. — Mas, acredite, jamais o odiarei mais do que aquele que tentar aprisionar sua alma em um lugar que ela não pertence ainda mais depois de agora, Meu Protegido.
— Antes que pergunte, há possibilidades que eu apenas suporte bem sua presença como também há possibilidades que eu acabe gostando de tê-la. — E a Beanshee se distanciou mais uma vez. Não para fugir de toques ou flutuar, pois ela teimou em manter seus pés naturalmente cobertos de machucados no chão. Fez isto com o único propósito de não ficar mantendo-o empacado. Ficar parado não é uma coisa muito saudável para aqueles que vagam. — Venha comigo e talvez eu te chame de “filho da morte”. — Queria ensiná-lo algumas coisas ou apenas mostrá-las. Mostrá-las do ponto de vista de um morto. O faria ver as coisas como ela, acreditando que assim o mesmo não seria obrigado à passar eternamente preso. — Estou razoavelmente o que os mortais chamam de “feliz” por poder me comunicar como se falasse diretamente com Oriana ou Titânia e até Bruja. — Comentou sem mais encará-lo, sem mais tocá-lo. — É mais rápido e prático que usar intenções. Intenções são duras para os mortais, mesmo depois de mortos. E a maioria não as entende.
Send me ❥ + two names and my muse will say which one they'd rather date.