Desde a sua criação, os Jogos Olímpicos assumiram um papel importante no país em que ocorre. Para se ter uma ideia, há mais de 2.700 a.c os jogos eram capazes de interromper as guerras entre as cidades gregas, em um ritual que ficou conhecido como "trégua sagrada". Posteriormente, graças a um francês chamado Barão de Coubertin o evento se tornou globalizado, o que fica claro em sua bandeira que consta a união dos cinco continentes. Nos primeiros Jogos Olímpicos o que se esperava do evento era nada mais que algumas centenas de pessoas que tinham em comum a prática de alguma modalidade reunidas, ninguém imaginava que se tornaria um dos principais eventos culturais do planeta. Uma outra característica dos Jogos Olímpicos é sua proporcionalidade de avanço significativo na economia para a cidade e o país-sede, apesar de que se candidatar ao megaevento acarrete uma série de responsabilidades (como melhoras na infraestrutura, segurança etc) o retorno econômico é maior até que o próprio investimento que deve ser feito pelo governo. As mudanças nas cidades são tamanha que promove mudanças socioeconômicas positivas e permanentes em um país e em seu povo. Mesmo sendo alvo de críticas, os jogos tendem a beneficiar o país, já que a atração dos turistas de diversas partes do mundo "força" o governo a fazer melhorias que já deveriam ser feitas, sem contar que todo o projeto envolve a geração direta ou indiretamente de inúmeros postos de trabalho, já que um evento deste porte mexe com todas as áreas, desde o turismo à construção civil. Uma estimativa feita ainda em 2009 era que circula-se cerca de 51 bilhões em recursos e geração de aproximadamente 120 mil empregos. Dentre os diversos discursos, prós e contras, uma coisa é fato: Os Jogos Olímpicos proporcionará uma mudança notória no país, e esta é a oportunidade de mostrar que somos mais que corrupção e desorganização como somos vistos pelo mundo. Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, em uma audiência definiu bem o evento: "(A Olimpíada) é uma oportunidade de mostrar um Brasil diferente do país que atrasa licitações e superfatura preços. (...) É uma enorme oportunidade de transformação".
Enviado por: Crissia Cruz, 3º A vespertino.








