Já leu mangá alguma vez na vida? Não curte? Passa na banca e pega isso aqui... depois a gente conversa sobre! #lobosolitario #panini #planetmangá

titsay
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Claire Keane
DEAR READER
KIROKAZE

❣ Chile in a Photography ❣
almost home
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Not today Justin
Misplaced Lens Cap
Keni
$LAYYYTER
One Nice Bug Per Day
Cosimo Galluzzi
I'd rather be in outer space 🛸

No title available
will byers stan first human second
dirt enthusiast

@theartofmadeline

Love Begins

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@saad11
Já leu mangá alguma vez na vida? Não curte? Passa na banca e pega isso aqui... depois a gente conversa sobre! #lobosolitario #panini #planetmangá
Opala 76 - Eduardo Ferigato Excelente HQ lançada pelo selo QUAD Comics. Conta a história de Dario, um leão de chácara / matador de aluguel contratado pelo magnata da cidade que após seu último trabalho resolve se aposentar, e após muitos anos tem que acertar suas contas com seu passado obscuro. Na obra percebemos uma excelente linha narrativa, mostrando a atenção do autor no desenvolvimento dos personagens principais e também dos acontecimentos da história, além de nos dar uma ambientação bastante abrasileirada na qual acontece a trama, uma coisa que não é muito comum de ser vista por aqui, já que a maioria das nossas influências culturais, pelo menos nos quadrinhos, vem do exterior. A arte também está ótima, tem tudo a ver com o tema, um thriller dinâmico com bastante ação e plot twists que prendem nossa atenção na leitura. O autor também insere algumas pitadas de temas polêmicos na história como política, relações familiares, coronelismo como também a paixão que os brasileiros têm por seus carros de estimação (o personagem principal e sua relação com o Opala herdado do seu pai). Uma excelente e grata supresa do selo QUAD que já está virando referência nos quadrinhos nacionais. @eduardoferigato @quadcomics #opala76 #reviewHQ
Black Silence - Mary Cagnin Pra quem não conhece, o Catarse é uma plataforma de financiamento coletivo de projetos diversos, mais pra frente falarei com mais detalhe sobre ele, mas enfim, sempre entro para dar uma olhadas nos projetos de quadrinhos publicados e Black Silence foi um dos que mais me chamou a atenção num primeiro momento por dois motivos principais: a arte dos esboços iniciais mostrados pela autora e também pela temática, uma ficção científica relacionada a viagem espacial, um tema que sempre me chama a atenção qualquer que seja a mídia. Isso me fez participar e ajudar no financiamento coletivo da HQ, acho esse tipo de iniciativa sensacional já que ambos os lados, tanto financiadores quanto financiados, ganham com isso. Retirei meu exemplar diretamente com a autora na CCXP, que fez uma dedicatória muito legal! Sobre a HQ: a arte realmente está linda, eu gostei muito do traço, principalmente dos personagens, com expressões nítidas e detalhes de aparência bem evidentes, além dos cenários que estão fantásticos! Já o roteiro me deixou um pouco confuso: a história traça a viagem de um grupo de exploradores através do espaço para um planeta aparentemente desconhecido, em busca de um lugar seguro para uma possível migração e colonização de seres humanos. Porém as coisas não saem como esperado e a viagem fica comprometida. A autora deixa alguns pontos em aberto na história que acabaram por me confundir diante do desfecho meio abrupto do quadrinho, acabei não compreedendo totalmente os motivos que levaram aos fatos apresentados, talvez numa outra leitura eu consiga entender melhor. Destaque especial para o acabamento: lombada quadrada, orelhas na capa e contra-capa, papel de gramatura alta, muito bom! Parabéns! @marycagnin #blacksilence #catarse #reviewHQ
Ruínas - Peter Kuper Como começar a falar de Ruínas? Pela arte? Roteiro? É difícil. Uma obra complexa que aborda uma diversidade de temas e possui tantas camadas que somente numa leitura fica difícil absorver toda a sua essência. A história trata de uma viagem de um casal que sai dos EUA em um ano sabático rumo a uma cidade do México chamada Oaxaca, que meses depois seria palco de uma sangrenta greve de professores públicos. Em paralelo, também conta a peregrinação de uma borboleta monarca desde o Canadá até o mesmo México, para sua reprodução. Cada vez mais me torno fã desse tipo de HQ que trata de temas cotidianos da vida, sem uma temática muito escapista, mostrando as dificuldades e os problemas de se viver em sociedade. Peter Kuper nos mostra a rotina de vida do casal, seus problemas entre si e com o resto do mundo, seus pensamentos, desejos e anseios e como isso se reflete na convivência diária, além de intercalar a vida da borboleta que a princípio parece tão diferente da nossa mas que na verdade passa pelos mesmos problemas. Esse paralelo de jornadas foi perfeitamente retratado na história, realmente uma sacada genial. Além disso também usa um pouco das referências dos antepassados e lendas Incas durante a narrativa, dando um tom também histórico a trama. A arte então é simplesmente linda! Quadrinho altamente recomendado e precisa ser lido algumas vezes para pegar todas as suas mensagens. #reviewHQ #Ruinas @kuperart @marsupialeditora
Uma parte das muitas coisas boas do cenário independente de HQs brasileiras! Ansioso pra resenhar tudo! Tem @camilo.solano @marycagnin @marciorgotland @samrahart @esquadraoamazonia #rochedopress e mais! (em CCXP - Comic Con Experience)
Gerardo Zafino monstro!!! #punisher #gerardozafino #ccxp2016 (em CCXP - Comic Con Experience)
E aí já preparou sua lista pros autógrafos da #ccxp2016 ? A minha está aí! #vaiserepico (em CCXP - Comic Con Experience)
Histórias sobre a Segunda Guerra, principalmente nas HQs, costumam muitas vezes cair na mesmice, com temas batidos e repetitivos. Não é o caso de A Propriedade da autora Rutu Modan. Baseada na história pessoal da autora, a trama se desenrola durante uma viagem de uma moça acompanhada de sua avó de Israel para Varsóvia atrás de uma suposta propriedade deixada de herança pela sua família, que precisou fugir devido à perseguição aos judeus no período da Segunda Guerra, porém ao longo da HQ percebemos que a viagem tem outros propósitos bem interessantes. Achei a arte bem diferente, com um estilo meio parecido com o Tintim de Hergé, traços finos e simplificados porém com ótimo detalhamento de expressão dos personagens e cenários (muitas cenas acontecem em lugares históricos da cidade). A história prende a atenção do leitor, com momentos de clímax acontecendo ao longo de toda a história, porém com um desfecho meio óbvio demais, o que pra mim foi um pouco decepcionante, esperava algo um pouco diferente. Destaque para a cena do cemitério, com uma narrativa gráfica que chama muito a atenção. #reviewHQ #apropriedade #rutumodan #wmfmartinsfontes
Will Eisner é um dos maiores nomes dos quadrinhos e nada melhor do que estar sempre lendo e relendo seus álbuns para aprender um pouco com os ensinamentos que esse mestre deixou nas suas obras. Essa em especial eu nunca tinha lido, uma Graphic Novel simples com poucas páginas, porém com uma mensagem bastante impactante. A história fala sobre uma familia de 5 irmãos na qual o patriarca que está com a saúde bem debilitada, está prestes a completar 90 anos e uma das filhas resolve fazer uma “festa” de aniversário para ele, chamando toda a família para uma reunião. A partir daí a trama se desenrola trazendo a tona a interrelação entre os membros da família. O desenvolvimento do personagem de cada irmão e sua respectiva personalidade é executado com maestria pelo autor, realmente a facilidade com que Eisner tem para contar uma história é impressionante e o melhor de tudo é que ele não precisa de milhares de páginas para isso. A arte não foge do traço habitual, sempre bastante limpo e com detalhes claros de como se realizar uma narrativa gráfica da mais alta qualidade. Mais uma obra inesquecível desse autor brilhante. #willeisner #assuntodefamilia @devirbrasil
Imagine uma obra que junta duas grandes paixões da sua vida: Rock An Roll é Ficção Científica. Pois é, foi isso que Mike Allred conseguiu fazer com esse quadrinho. Viajando através de Chuck Berry, Elvis, Beatles, Stones, Bowie, Kiss, Nirvana e etc, o autor conta a saga de 7 clones vindos do espaço que tentam se adaptar a vida humana, coisa bem difícil nesses tempos que vivemos. O roteiro é bem amarrado apesar de no começo eu ter ficado meio perdido com a história no começo. A arte pra mim é o ponto alto, retratando os artistas de maneira bem fiel tanto na fisionomia quanto nos trejeitos, apresentando inclusive painéis de página dupla com diversos artistas, lindos demais. Talvez a única critica seja não ter incluído outros artistas como Queen e Black Sabbath que, na minha opinião, foram cruciais para a história do Rock.
Vamos ver se consigo manter isso constante, mas a ideia é comentar sobre as HQs que vou lendo e que me despertam algo de diferente. Estreando com esse volume inusitado da Image Comics (Ainda não tem edição brasileira, mas peguei na Amazon Br numa promoção), escrito pelo aclamado roteirista Brian K Vaughan (Y - Último Homem) e desenhado por Cliff Chiang (Mulher Maravilha Novos 52). A trama conta a história de um grupo de 4 garotas vivendo num subúrbio dos Estados Unidos no final dos anos 80, no qual coisas estranhas começam a acontecer... (te lembra alguma série da Netflix?). Pois é, a trama se baseia na mesma premissa das saudosas histórias de aventura dos anos 80 como ET e Gonnies porém aqui com mais liberdade criativa e também de enredo, até por ser uma HQ voltada para o público adulto tem toques interessantes de violência e conflitos sociais diversos como a questão da homossexualidade e do ambiente familiar desgastado. Mas o que mais me chamou atenção foi a arte: que trabalho primoroso de Chiang principalmente na escolha da paleta de cores, ficou tudo fantástico, mostrando uma ambientação totalmente imersiva, além do seu traço característico que combinou muito bem com a trama. Acho que não é atoa que o álbum foi bastante elogiado e premiado lá fora. Uma ótima recomendação pra quem quer sair do mainstream Marvel e DC.