É uma honra lecionar em Hexwood e 𝐕𝐎𝐋𝐊𝐀𝐍 𝐙𝐄𝐘𝐁𝐄𝐊 𝐆𝐔̈𝐋𝐋𝐄𝐑 sabe bem disso! Aos 35 ANOS, é PROFESSOR DE PRESSÁGIOS & PROFECIAS e hospedeiro de LETO, a deusa romana de personificação da morte. Falam pelos corredores que ele é COMPASSIVO, mas também IMPULSIVO.
﹙ 𝐏𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐄𝐒𝐓 ﹚ ✶🔮✶ ﹙ 𝐏𝐋𝐀𝐘𝐋𝐈𝐒𝐓 ﹚
، ≀ ⠀╱⠀ BIOGRAFIA:
— Tal qual a força de seu nome carregaria, fora regrado em seus primórdios de idade para: obedecer, agir, fidelizar-se aos princípios de sua base e liderar a família. Seria loucura dizer que um menino tão jovem devesse aprender esses pilares logo cedo, do contrário não se tornaria um bom herdeiro? Pois, sim. O patriarca dos Güller não duvidava da capacidade do filho, talvez por isso o ensinava diretamente e apropriadamente para ser um homem cujas prioridades não poderiam passar das que a tradição mandava.
— As coisas só começaram a mudar quando aquela regração desenfreada teve sua pausa ao nascer da segunda filha. Ele nunca sonhou em tornar-se irmão de alguém para dividir um fardo, mas para entender como o amor funcionava e porque existia. Até então, sua vida fora recheada de lições e aprendizados políticos, nada tão humanizado, mas também nada simplório, somente com a chegada da caçula que as coisas passaram a mudar. Ainda era muito novo para entender como era dividir atenção entre os pais e depois que a irmã passou a ter uma noção mais explorada de vida que ele também teve, quis tentar compartilhar algo com a mesma. Volkan nunca teve tempo para brincar com amigos de infância, tampouco aproveitou sua adolescência exceto pelas margens de soltura que a própria mãe beneficiava o primogênito, mas óbvio que nada disso foi aproveitado, uma vez que os ideais de sua irmã se tornaram diferentes dos seus, automaticamente levando-o a seguir por um outro rumo: o qual seu pai pretendia para si. Então sua vida passou a mudar e nem um pouco para melhor.
— Foi um estudante aplicado das artes mágicas, especialmente em cronomancia, mas tudo era sempre muito nublado em sua mente com relação à magia da adivinhação. Tinha repreendas constantemente por parte do pai, com quem escolhia passar majoritariamente do tempo junto, ao mesmo tempo que sua mãe aliviava sua tensão ao orientá-lo conforme suas decisões eram tomadas. Ela nunca influenciou ele de outra forma, muito embora nem mesmo Volkan soubesse seu alinhamento com relação à regra do patriarca, e nunca perguntou também, mas engolia toda pressão que sentia sob seus ombros para que pudesse fazer o que achava que era certo — seguindo os ideais de seu pai, é claro.
— Em meio a tudo, ainda por cima, Volkan possuía uma conexão até que problemática com seu deus, Leto, e frequentemente era arrastado contra sua vontade para casa de conhecidos a fim de fazer um ritual de passagem da boa morte para os que estavam de partida, mas a energia que absorvia o destruía enquanto alimentava muito bem seu deus. Durante seus últimos anos em Hexwood como aluno, rebelou-se ao negar os primeiros pedidos de rituais até que, enfim, se formou e seguiu caminho como professor de Profecia e Presságios. Agora, distante dessa rotina, sente Leto inquieto e irritado, sem saber se quer ou não voltar às práticas antigas, mas atormentando-o como um espírito obsessor.
— O patriarca Güller decidiu por cima das próprias conclusões do herdeiro que ele deveria, então, casar para dar continuidade a família, e poucos meses depois de iniciar a profissão, fora informado de seu noivado com uma mulher que mal havia visto na vida. A esposa de Volkan era nada mais do que uma conhecida de sua temporada acadêmica e estaria mentindo se dissesse que não sabia dos planos do pai de juntá-los. Era pauta frequente na mesa o destino do primeiro filho, especialmente sendo o casamento uma união sagrada na cultura de todos, mas ele sequer ligava para isso em sua vida, o que o frustrava ainda mais de pensar que deveria seguir as regras de seu pai simplesmente por não ser independente. Então, o evento aconteceu e eles se uniram contra sua vontade, é claro, mas simpatizaram nas primeiras semanas do casamento antes de começar a virar um verdadeiro tédio.
— Não era possível nem dizer que sequer tentaram fazer o casamento dar certo, pois nem a gravidez, um anos depois, uniu as duas almas. Não era por amor; não desenvolveram um mínimo carinho e tudo entre eles mais se baseava no carnal do que no emocional, o que, até certo ponto, acabou sendo também inútil, principalmente quando Volkan descobriu prazer em um outro corpo, pela primeira vez, que não era o de sua esposa. E com isso passaram anos até sentarem e conversarem sobre a situação, apenas para o Güller descobrir que também estava sendo traído. Como chifre trocado não dói, o ponto final do casamento veio sem qualquer justificativa aos de fora, quebrando um paradigma muito forte dentro da sociedade e, especialmente, nas famílias de cada um.
— Foi criada uma inconformidade dentro do círculo de ambos, até por não saberem do que se tratava a separação, que afetou muito a reputação dos Güller ao ponto de que Volkan já não era mais um partido interessante às demais jovens solteiras. Nem mesmo a riqueza da família valia de algo, pois a mínima possibilidade de quebrar novamente um contrato não era excluída do papel quando ponderavam. Não que para o homem fosse algo ruim, afinal, era como se estivesse declarando sua alforria com a própria atitude, e a forma como lidou com tudo aquilo foi o que mais irritou seu pai. A relação extraconjugal também teve seu fim pouco depois da situação estourar, já que o patriarca tratou desse assunto, afastando-os, bem como suas responsabilidades o impediam de ser presente na vida de outra pessoa que não fosse a filha, que passou a morar com seus avós paternos na capital, tornando Volkan o detentor da guarda desta. Além disso, sua profissão também exigia uma entrega que, à medida que o tempo passava, nada ficava mais seguro e ele precisava exercer sua função com mais compromisso, pois ainda tinha muita dúvida do por quê suas habilidades e magia estavam instáveis.
، ≀ ⠀╱⠀ SEON:
A circunferência mágica ligada à Volkan, de alcunha Syndra, é tão temperamental quanto si mesmo. Tem consigo uma vasta demanda de reclamações que fica escutando mentalmente, sendo frequentemente visto estalando a língua no céu da boca devido a irritação de seu seon. São estáveis, mas, devido aos pensamentos conflitantes que assombram a cabeça de Volkan, Syndra fica extremamente irritada também por ele não seguir seus próprios ideais.























