E | Thorn.whip | 3.6k Words | Semi-Public Blowjobs
Summary: Pac woke up for three things: Find Fit, Threaten Sausage for even coming close, and getting laid. And if an arranged marriage that unites the warring factions bringing absolute peace to the Realm happens along the way, then that’d be nice too.
Whiskey reblogged that one Fit hugging post from December and Augh. Collapsing on the ground that looked like SUCH a good hug dude. Genuinely have always admired the way you do poses and the way like, feeling/emotion carries through the things you make. Hope you have a spectacular day <3
felp.ac sex i wrote like 2 months ago cause i want to post somewhere but i know i can't post and im going insane because of this
also it's in portuguese, 2.5k words.
ninguém vai ler isso provavelmente mas... se tiver alguém ai... espero que goste......!
Pac estava, mais uma vez, de coração partido. E Felps se oferecera, mais uma vez, para ser seu ombro amigo.
— Você sabe que o problema aqui é ele. — Felps falou sério, a xícara de café ainda morna em suas mãos.
— Eu sei disso, Felps, mas você entende que na minha cabeça não funciona assim? Eu sei que ele foi babaca, eu sei que a culpa não é minha por nada disso, mas.... — Pac se jogou no sofá, frustrado.
Felps balançou a cabeça, nem concordando, nem discordando. A casa estava relativamente fria, mas era suportável. O som da televisão já parecia amortecido, nenhum dos garotos estava prestando atenção no filme que passava na tela.
— Você respondeu ele? — Felps indagou.— Não, e nem vou.
— Por que não bloqueia ele de uma vez?
Pac não respondeu. Felps suspirou e descansou sua xícara na mesinha de centro, se ajeitando no sofá para que ficasse de frente com Pac, que estava a dois assentos de distância.
— Pac, você ainda gosta daquele maluco?
— Não! — Pac quase gritou. — Pelo amor de Deus. Não.
Felps riu fraco com o desespero do amigo, que sorriu também.
— É que... Sei lá, eu continuei com ele por tanto tempo mesmo não sentindo mais nada... — Pac respirou fundo, não conseguia nem ao menos fazer contato visual. — Ele foi mais escroto que eu, mas eu também fiz ele de trouxa.
— Eu não gosto quando você se culpa assim.
— Mas você sabe que é verdade.
Felps apenas balançou a cabeça de forma neutra novamente.
O ambiente vazio e quase escuro com apenas a luz da televisão banhando a sala de estar criava uma atmosfera familiar e íntima. Felps não estava tão próximo quanto das outras vezes em que decidiu consolar Pac e ouvir suas preocupações no meio da madrugada. Dessa vez, preferiu manter uma distância segura. O sofá era grande, com quatro assentos, e os garotos sentavam nas duas extremidades.
Pac estava inquieto, com as pernas encolhidas enquanto mexia em seu cabelo. Sua xícara de café já havia acabado, e agora roía as unhas enquanto culpava a cafeína. Seu olhar era um tanto perdido. Estava tentando recuperar a atenção em seja lá o que estivesse passando na televisão.
Já não era a primeira vez que aquele cenário se repetia. Na verdade, era a terceira. As únicas coisas diferentes seriam os lugares, e que Felps realmente tentou ficar longe. Da primeira vez, estavam no quarto de Pac, abraçados em sua cama, Felps o consolando como podia. Da segunda, na mesa de jantar, com as cadeiras coladas uma a outra enquanto esperavam o entregador chegar com a pizza.
Desta vez, estavam na casa de Felps, na sala de estar, tomando café numa madrugada de quinta para sexta porque Pac disse que precisava desabafar.
E depois de ouvir tanto sobre mais uma decepção, Felps estava levemente surpreso que Pac ainda não estava em seu colo. Não pretendia iniciar nada, mas olhando para aqueles olhos cansados, as pernas agitadas e o cabelo completamente desarrumado, Felps pensou que deveria animá-lo um pouco. Não gostava de ver o garoto daquele jeito.
Apenas mais uma vez não faria mal algum.
— Vem cá. — Pontuou com uma voz baixa e aveludada.
Pac se levantou quase no mesmo instante e se sentou tão próximo de Felps quanto poderia, de frente com o amigo e as pernas dobradas em cima do sofá.
— Oi.
— Oi. — Felps segurou a cintura de Pac com leveza, subindo devagar, passando a mão pela pele morna debaixo da roupa como se fosse porcelana. — Você é muito mimado.
— E a culpa é sua.
— Eu sei.
Pac sentiu um arrepio eletrizante percorrer sua espinha, e se inclinou devagar até encaixar seus lábios nos de Felps. Um selinho rápido, que originou outro, e outro, até se transformarem em beijos de verdade. Lentos e preguiçosos, mas carregados de desejo.
A mão que antes subia pelas costas de Pac agora desciam até sua bunda, onde Felps não deixou de dar um apertão. Pac decidiu agir também, indo direto ao ponto e segurando o pênis do garoto por cima da calça.
— Você não perde tempo, né? — Felps riu soprado.
— Só queria te sentir. — Sorriu.
— Senta aqui. — Felps deu dois tapinhas em sua própria coxa e se ajeitou novamente, dessa vez sentado de frente com os pés no chão e as pernas mais abertas.
Pac apenas se arrastou nas almofadas e jogou a perna por cima do garoto, deixando seu peso cair sobre seu colo. Por mais que quisesse conversar um pouco mais, Pac não conseguia ficar apenas parado ali; precisava falar enquanto se esfregava contrs pênis semi-ereto que sentia embaixo de si.
— Pensei que não fosse querer.
— Você tava triste. — Felps respondeu. — E eu sei como te deixar melhor.
— Isso significa que você quer mesmo, ou que tá fazendo isso só pra me agradar?
Pac, eu sempre quero você.
— Um pouco dos dois. — Pontuou.
Pac deu uma risada anasalada antes de beijar Felps novamente, enquanto o mesmo segurava sua cintura e acompanhava os movimentos de seu quadril. O vai e vem incessante em cima de seu pau fez com que ficasse duro mais rápido do que o esperado, e Pac estava totalmente satisfeito com seu trabalho.
Felps parou o beijo para que pudesse ajudar Pac a tirar seu short e sua boxer apertadinha que fazia sua bunda parecer tão gostosa quanto nua, e às vezes até mais. Ver o corpo de Pac já não era novidade para Felps, e ainda assim ele se sentia em êxtase toda vez.
Pac rapidamente voltou para o colo de Felps, sorrindo com a reação dele, que não parava de voltar o olhar para sua vagina em completa admiração. Sem muita dificuldade, desceu a calça e cueca de Felps na altura perfeita para que seu pênis saltasse por inteiro para fora.
Felps continuou olhando para as intimidades expostas, Pac sentado com as pernas bem abertas a centímetros de seu membro enquanto o segurava com ternura. O garoto começou a massagear a glande, com movimentos curtos e circulares, e, caralho, isso é tão bom.
Com excitação, Felps agarrou a parte interna da coxa de Pac para acariciar seu clitóris suavemente com o dedão. Para ter mais facilidade, desceu até a vagina e sentiu a lubrificação natural o devorar.
Felps sempre acabava ainda mais excitado ao sentir o quão molhado Pac ficava por ele. Quando o garoto arqueou a pelvis, Felps colocou o dedo o mais fundo que conseguia dentro de Pac, o dedando por longos segundos sem desviar o olhar, até subir para o grelo novamente.
— Felps... — Pac estava começando a ficar manhoso, e Felps adorava vê-lo naquele estado.
— Você é tão lindo. — Pontuou, hipnotizado.
— Para. — Pac riu divertido, e soltou um gemido fraco logo em seguida. — Você também é.
Pac começou a masturbar o membro de Felps com mais agilidade, apenas da metade do falo até a glande, olhando em seus olhos com um semblante de puro prazer. Felps finalmente parou de toca-lo quando apertou sua cintura com as duas mãos e o puxou para perto, o beijando mais uma vez.
Pac se moveu um pouco, só o suficiente para que sua vagina se posicionasse em cima da extensão do pênis ereto, e assim continuou roçando como estava antes, mas dessa vez sem tecidos no caminho para atrapalhar. A sensação era incrível, sentir Felps pulsando de tesão enquanto beijava seus lábios e sentia sua língua contra a dele, a respiração ofegante e os grunhidos abafados pela sua boca... Era quase divino.
Pac gemeu alto, e fez com que Felps se afastasse.
— P-Pac... Se você continuar assim... — A voz era rouca e baixa, sua boca estava vermelha, os olhos embaralhados e o rosto quente, e suas as mãos o apertava cada vez mais.
— Espera. — Pac deu um beijo no canto de sua boca e parou de se esfregar. Felps sentiu seus batimentos cardíacos desacelerarem, nem ao menos percebera que estavam acelerados antes. — É demais se eu pedir pra você–
— Dentro? — Felps completou. — Você sempre pede isso. — A risada do amigo deixava Pac aliviado.
— É que... — Pac ergueu um pouco o corpo, quase ficando de joelhos no sofá, e voltou a masturbar o pênis de Felps lentamente enquanto descia o quadril até sentir a glande tocando sua entrada. — É tão bom.
O olhar de Felps não mentia, estava quase derretendo de tanto desejo.
— Puta merda. — Felps sentiu sua glande sendo engolida por Pac, que tirava e colocava apenas a cabeça repetidamente com o único objetivo de transformar o cérebro de Felps em purê de batata.
E estava funcionando. Felps gemeu baixinho, apertando a bunda de Pac com força. Pac começou a descer mais, até a metade do pau e voltando, sentando devagar, sentindo o membro pulsando dentro de si.
Puta merda. Puta merda. Puta merda.
Pac finalmente engoliu o falo por completo, e ficou naquela mesma posição por alguns segundos enquanto puxava Felps para um beijo longo, explorando sua boca enquanto suas línguas se tocavam.
Quando Pac finalmente começou a sentar, seus gemidos se misturaram com o barulho molhado da vagina e o estalo dos beijos. E sentir Felps apertando sua bunda com certeza só aumentava sua excitação.
Pac então parou de sentar, com metade do pênis ainda dentro de si, e ficou parado para que Felps medisse o quão fundo e rápido queria continuar. A velocidade com que Felps metia era muito maior do que a de Pac, o que fazia seu corpo estremecer e suas pernas bambearem. Pac quebrou o beijo e começou e gemer alto. Felps adorava isso.
— Pac... — Felps choramingou. — N-Não para.
E Pac obedeceu. Afundou o rosto no ombro de Felps com uma feição agoniada, e voltou a sentar com mais força, tentando manter o mesmo ritmo de Felps, que continuava gemendo baixo e tímido.
Pac sentia o pênis começando a preenchê-lo, provavelmente com pré-gozo. Aquele sentimento agonizante era cada vez maior, as sentadas cada vez mais fortes e o choro seco de frustração era glorioso.
— Felps, e-eu... Ah...
Pac gemeu alto ao sentir seu grelo se contraindo inúmeras vezes com um orgasmo gostoso e merecido, que o fazia quebrar o ritmo das sentadas e desregular sua respiração.
Felps instintivamente voltou a meter com força na vagina que se contraía em volta de si. Era tão delicioso sentir Pac gozando em seu pênis, saber que foi o responsável pelos gemidos, por fazê-lo tão manhoso e sedento.
Pac mantinha uma feição chorosa de prazer que deixava Felps maravilhado; seu cabelo agora mais bagunçado voando no ar enquanto quicava, o olhar de desejo, alívio e frustração misturados, os espasmos involuntários do orgasmo... Pac poderia pedi-lo qualquer coisa, tudo o que desejasse. Felps nunca poderia dizer não.
O beijou como se precisasse de sua boca para continuar vivo, grunhindo contra seus lábios quentes e introduzindo o dedo indicador em seu ânus.
— Pac... — Felps gemeu.
Dessa vez, Pac não esperou que Felps parasse de se mover para que voltasse a quicar; os dois continuaram juntos. Pac sentava um pouco mais devagar, enquanto Felps metia mais rápido, estimulando ainda mais suas intimidades.
— E-Eu vou...
— Por favor. — Pac cochichou com uma voz quase dolorida.
Puta merda.
Felps elevou o quadril e Pac diminuiu a velocidade quando sentiu o gozo quente fluindo dentro de si, sentindo jorrar bem fundo enquanto descia até a base do pênis e voltava, com seu clitóris mais excitado do que nunca.
— Felps– — Pac gemeu ao atingir o orgasmo novamente, desencadeado pela sensação delirante de ter seu interior preenchido com esperma.
A vagina se contraía no pênis novamente, por menos tempo do que a primeira vez, e Felps conseguia sentir o ânus do garoto apertando seu dedo, também. Pac sentiu suas pernas fraquejarem e finalmente soltou o peso de seu corpo contra Felps, que ainda sentia algumas contrações em volta de seu pau.
— Pac… — Felps beijou o pescoço do amigo. — Sério que você gozou duas vezes?
O tom era risonho e orgulhoso, como se fosse uma conquista pessoal importante.
— Talvez…? — Pac sorriu.
O garoto elevou o quadril o suficiente para que retirasse o pênis de dentro de si com cuidado, ainda com a respiração pesada e o corpo mole.
— Você tá fervendo. — Felps continuou acariciando o corpo do garoto por debaixo da camiseta, dando beijos em sua bochecha vermelha e o apertando contra si.
Felps sentiu seu próprio sêmen escorrer pela circunferência de seu pênis; sabia que sujaria sua calça, mas não se importava muito. Não queria ter que deixar Pac tão cedo. Ele estava cansado, vulnerável, e com certeza queria um afago.
Pac segurou o rosto de Felps com as mãos enquanto admirava seus olhos. O garoto sorriu com o toque, e não pode deixar de notar como Pac continuava se esfregando bem lentamente em seu membro, espalhando ainda mais o esperma entre suas intimidades.
— Confortável? — Perguntou.
— É bom. — Pac encostou a testa na dele. — Ainda posso te beijar?
— Não, beijo é só depois do casamento.
— 'Cê é bobo demais.
Suas mãos puxaram o rosto de Felps para si, lhe entregando um último beijo curto antes de deitar a cabeça em seu ombro e se aninhar num abraço aconchegante, parando de se mover aos poucos.
O som da televisão voltou a fazer sentido em seus ouvidos quando lembraram do mundo exterior, e o céu lá fora já não estava tão escuro quanto antes. Estava começando a amanhecer.
A casa ainda estava fria, mas o sofá era quente como fogo. Felps sentia o coração de Pac e a respiração quente sobre seu ombro. Seu café já estava frio na mesinha de centro, provavelmente.
Pac estava totalmente relaxado. A cautela com que Felps o segurava e mexia em seu cabelo, o jeito como as pontas de seus dedos tocavam a pele quente… Pac se sentia acolhido. Seguro. Desejado.
E Felps nunca poderia negar: Pac era irresistível.
Mas sentir seu perfume suave e beijar seus lábios não eram o suficiente. Tocar seu corpo nú de forma tão íntima e vulnerável… Nada era o suficiente. O sentimento melancólico de mantê-lo tão perto, e ainda tão longe, o deixava ansioso. Queria mais. Muito mais.
Felps queria que Pac o beijasse com amor, e não apenas desejo. Que o mostrasse afeto todos os dias, e não quando estivesse triste por outros caras. Mas a culpa não era dele. Felps nunca deveria ter dado essa abertura, por mais que quisesse tê-lo em suas mãos.
Pac havia caído no sono; o relógio marcava cinco e meia da manhã. Felps já sabia que, mais uma vez, quando o acordasse, Pac pediria para que tomassem banho juntos, e que o abraçaria na cama quando fossem dormir. E mais uma vez, acordariam no começo da tarde e almoçariam em algum fast food, fazendo piadas sobre o filme que nem assistiram e tentando não surtar com o seminário que apresentariam na faculdade mais tarde.
E aquela noite se repetiria em sua mente, de novo e de novo, sabendo que para Pac não tinha a mesma importância. Nunca teria.