Peço desculpas pela intensidade. Tudo pra mim é multiplicado por cem, das dores aos amores.
Felipe Bueno. (via florejaste)
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Peço desculpas pela intensidade. Tudo pra mim é multiplicado por cem, das dores aos amores.
Felipe Bueno. (via florejaste)
Somos lo que hacemos con lo que hicieron de nosotros.
— Jean Paul Sartre (via belle-indifference)
por fim, entendo Sartre
o que sobrou da relação abusiva
A maior merda de uma relação abusiva é a ferida. E ferida não é cicatriz. Ferida, se cutuca, dói, cicatriz não. Ferida te faz pensar o que está errado em você que essa merda não cura. Você começa a desconfiar da capacidade de amar de todos, inclusive da sua. Falando em capacidade, a de se entregar chega a zero e pra sair de lá é difícil.
Você até tem vontade de se apaixonar de novo, mas não sabe se vale a pena. Ou não sabe se vai acabar fazendo o papel de trouxa de novo. Se vai sarar a ferida ou abrir outra. E abrir outra é o atestado de burrice, principalmente se te falta carinho e segurança.
Segurança é outra coisa que custa recuperar. E digo, não aquela segurança de que você pode fazer qualquer coisa, conhecer novas pessoas, ter casos e sair, beijar, transar. Segurança de ser peito aberto, de olhar com paixão, de demonstrar amor e preocupação.
Você sai por aí, fazendo com as outras pessoas os joguinhos que odeia, só por conta desse falta de segurança que deve ter um nome diferentão nos catálogos de tipos de insegurança do seu psicologo. Você deixa de demonstrar por medo de não ser recíproco. E quando se da conta que é recíproco, você tem medo de ser abusado de novo.
Porque ninguém está falando aqui que o abusador não ama. O abusador as vezes está tão apaixonado quanto, mas ele caga na forma de atuar. Ele acha que o jeito certo é ter na palma da mão e ele sofre pra manter isso, e não se preocupa nenhum pouco com a saúde da coisa toda. A manipulação é a arma do abusador que provavelmente deve ter um tipo de insegurança catalogado nos livros de psicologia também.
Traumas a parte eu só posso dizer uma versão, só vivi um lado da moeda. O outro eu só conheço por experiência de observador.
O trauma é o lixo. O negócio que fica lá dentro te puxando o freio de mão: não manda a mensagem, não fala o que tá sentindo, não seja um otário! Não seja otário de novo.
Minha psicóloga sempre me dizia que eu me culpo demais e talvez sigo assim. Deu merda com um amigo?
- Eu tenho culpa, acho que errei
- Não, espera! Estou fazendo de novo, deixando alguém manipular a situação.
No fim uma cerveja e umas risadas resolvem tudo, diferente do relacionamento abusivo. Mas esse embaraço é que fode. Seu cérebro pifou nessa parte e vai demorar para assimilar as coisas como antes.
Vamos lá. Procure se entender mais, não desiste tão fácil. Mas e aí? Será que alguém vai me cagar de novo?
Sobre dentes
Mas ela ri tão bonito que não tem como não olhar e se prender entre os dentes dela por alguns segundos...
#storm
Minha ex? Nós não somos amigos, nem somos inimigos. Somos apenas estranhos com algumas memórias.
Autor Desconhecido. (via delator)
#truestory
Party girls don't get hurt, can't feel anything
overdose de atitude - aqui tem
Tem dias que você acorda não querendo estar onde está. Nada te pertence, nada te anima e nada te faz ficar sem ar. Não sei bem se é uma defeito, mas não sei lidar com a vida sem borboletas no meu estômago. Acho raso, sem sal. Eu gosto da montanha-russa sim! Eu gosto do looping, da queda, da subida... E já teve gente que tentou me convencer que isso não era bom. Eu não quis convencer ninguém do contrario, até porque nem tenho certeza se é bom ou ruim. Mas eu sou assim! E fim! Deixar alguém decidir o que é bom e o que é ruim em você, na sua personalidade, nunca vai fazer você mudar alguma coisa dentro de si. Na maioria das vezes, acontece um "enterro" daquela parte, mas depois volta. É a sua essência, se for mal, você vai ter que aprender a conviver e controlar, mas ninguém vai conseguir fazer isso por você. Em mim tem uma explosão de atitude que transborda e soa desnecessário, as vezes. Como excessos de pontos de exclamação nos textos. Eu fico tentando dar um jeito. Mas eu sei que eu sou assim e pra falar bem verdade, tirando as vezes que eu acordo pessoas de madrugada para contar uma super ideia ou uma super frustração - ou outras coisas do tipo, eu me orgulho de ser assim. Porque o arrepio me faz sentir vida, o medo é como a maré contrária que te puxa, te faz nadar, sair do lugar, ficar mais forte. Esse monte de atitude que as vezes explode em mim, me faz ser alguém com coragem, apesar de tudo. Pelo menos eu não me escondo atrás de um monte de desculpas, para fingir que está tudo bem quando não está, pelo menos eu me pronuncio, pelo menos eu não perco tantas oportunidades, pelo menos eu aprendo.
Mulher e dinheiro, dinheiro e mulher, quanto mais você tem muito mais você quer
Eu gosto da montanha-russa, sim! Eu gosto do looping, da queda, da subida...
Se Cazuza quer a sorte de um amor tranquilo eu quero ser azarado, quero emoção, adrenalina, alguém como ela proporcionará as melhores histórias que podem ser escritas, provavelmente envolverá álcool, unhas e dentes. Por ser difícil dela ficar mais do que uma noite, estar com ela é um desafio, e eu sempre gostei de desafios, não é por nada, mas monotonia me cansa, sempre fui o tipo de pessoa que deixava para tirar aquele 9,5 em matemática na última prova do ano, gosto da emoção e emoção é seu apelido. Ela é o caos e como eu amo isso.
Bruno Amador
Você sabe de onde eu vim Você sabe que horas são Você não sabe de nada não Aprendi a recompor A me desatar o nó Hoje estou bem Hoje estou bem melhor Você sabe onde eu nasci Você sabe onde eu me perco Você não sabe da missa o terço Consegui não me afogar Enganei até a morte Hoje estou bem Hoje estou bem mais forte Divido em vida o meu tesouro Ainda acho pouco Seja o que deus quiser E calejado eu viro o jogo E ponho a mão no fogo Se o amor vier
Fagner
@feiraincomum about us