ESTER EXPÓSITO as Lilí Gomez BANDIDOS (2024—)

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@somaisumsilvi
ESTER EXPÓSITO as Lilí Gomez BANDIDOS (2024—)
ᘛ featuring : @gasparversion ᘛ scenary : jardins
o banco de cimento em que silvija escolhe sentar é um ponto estratégico —— distante o bastante da estufa em que klaus descansa para dar-lhe alguma sensação de privacidade, mas ainda perto suficiente para que possa agir se necessário. os arbustos ao redor também estendem essa privacidade à ela própria, quase ocultando a azul das vistas alheias. é um raro momento de paz, e ela o aproveita para observar. já tem treatan quase inteiramente mapeado em mente —— de suas passagens e saídas aos pontos de suas câmeras, os horários das equipes a seus trajetos. são detalhes que sempre se mantém atenta, contudo, daquela vez, se permite apenas focar a paisagem: o jardim bem mais vívido que qualquer cenário de durmoren, as fioraptas que vooam em conjunto ao redor de um canteiro de rosas. silvija chega até a cogitar rascunhar aquela cena em seu tablet, mas os pensamentos são afastados por uma corrente de latidos.
o som é próximo o suficiente para fazê-la virar o rosto, a tempo de ver um cintilóps surgir entre as folhagens e parar quase que em sua frente. os orbes negros —— os mesmos que praticamente a seguiram pelo dia anterior, até conseguir migalhas de seu sanduíche, ela percebe —— se fixam aos seus por um instante antes de se voltarem para trás, quase como se avaliando o caminho mais seguro. basta mais um latido para que o roedor corra em sua direção em desespero, saltando sobre seu sapato e escalando-a num zigue-zaque veloz, como se ela fosse uma árvore, até encolher-se, arrepiado, em seu ombro. silvi sente as unhas afiadas fincando o tecido do blazer, mas não reclama, nem mesmo tenta afungentá-lo.
o cachorro que o persegue surge também entre os arbustos e, para sua surpresa, vem acompanhado de um dos príncipes. ❛ alteza. ❜ a durmoreana saúda gaspar, seu tom modulando o respeito que o título pede. suas íris fazem um rápido estudo da situação enquanto desliza o polegar não metálico sobre o pelo macio do cintilóps. ❛ devo supor que esse não seja um de seus amigos? ❜ acrescenta, dessa vez numa leveza quase espirituosa. afinal, os boatos dizem que o homem passava mais tempo em assembleias com os animais da ilha do que procurando, de fato, uma esposa.
ㅤ˛ ⋆ ✶ 𝓒𝐋𝐎𝐒𝐄𝐃 𝐒𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑 ꗃ 𝗳𝗲𝗮𝘁𝘂𝗿𝗶𝗻𝗴 ⸻ @somaisumsilvia .
silvija entrou no quarto sem bater, como costumava fazer. desde crianças, a convivência entre os dois era quase doméstica, íntima de um jeito que ultrapassava o vínculo profissional. o quarto estava abafado, com uma luz morna atravessando as cortinas parcialmente fechadas. ele sempre as deixava assim. ela trazia uma prancheta de anotações e aquele tom de voz que ele já associava a obrigações. antes mesmo que ela pudesse terminar de falar, ele já havia se erguido do sofá e a puxado pelo braço, a envolvendo num abraço firme e deliberado. ele não era de toques, mas com silvi sempre foi diferente. talvez porque ela o conhecesse o bastante para não esperar nada além de estranheza dele. ele encostou o queixo no topo da cabeça dela e murmurou, num tom de súplica arrastada. ‘ silvi, eu não quero ir. ’ a voz saiu quase rouca, e ele sabia que estava sendo manipulador, mas não se importou. fez sua melhor expressão de coitado, num jogo de resistência que ele raramente ganhava, mas insistia em jogar. o abraço dele apertou um pouco mais, como se aquilo fosse suficiente para fazê-la desistir. ‘ será que não podemos mandar adrian no meu lugar? ele sabe se virar. e, além disso, não deve ser nada importante. ’ ele não fazia ideia do que era a reunião, e não se importava o suficiente para descobrir. reuniões, para ele, eram sempre iguais — homens engravatados dizendo as mesmas frases em tons diferentes. se afastou um pouco, mas sem romper o contato completamente, soltando um suspiro profundo. apoiou o braço no encosto do sofá e fez um gesto preguiçoso em direção ao quarto. ‘ enquanto isso, nós podemos ficar aqui. eu posso pedir serviço de quarto! o que você quer comer? ’ não sabia se ali funcionava como hotel no qual você podia pedir serviço de quarto. era silvi quem cuidava dessas coisas para ele, também.
as cortinas são abertas com um puxão, sem pedir permissão, deixando que a luz do sol pudesse tomar conta do quarto. as reclamações e resmungos de klaus não a comovem, a loura apenas as ignora como barulho de fundo conforme se move pelo cômodo, enunciando seus compromissos e buscando os objetos que precisaria para o dia. quando ele a intercepta em um abraço, não é de toda uma surpresa; e embora nenhum deles seja exatamente do tipo carinhoso, isso não costuma se importar quando é klaus —— e esse fato não mudou nem mesmo após o incidente. ❛ eu não percebi que ser o seu urso de pelúcia de apoio emocional estava entre minhas funções. ❜ ela provoca, o tom suavizando sutilmente, daquele jeito que só permite com o meio irmão. por mais que pudesse se afastar com facilidade, ela se deixa ser engolida pelos braços dele sem resistencia. o pedido manhoso também não é surpresa, e silvija não pode segurar o riso; não importa que ele já tenha quase trinta anos e já esteja maior do que ela, a momentos em que pode somente enxergar o garotinho mirrado que tentava segui-la pelos cantos. ❛ você é o primeiro na linha de sucessão, nik. aguentar essas reuniões faz parte. ❜ é claro que sabe que ele detesta esse tipo de coisa, e se ela pudesse, seria a primeira a deixá-lo escapar disto, mas não pode —— não sem lidar com as consequências de ir contra milan. não precisa vocalizar isso, se evidencia na sombra que alcança seus olhos.
a menção de adrian agita algo em dentro dela, no entanto, não deixa transparecer. ❛ e você confia nele? ❜ apenas questiona, utilizando a mesma neutralidade na voz que costuma aplicar para tudo. as tranças douradas caem pelos ombros quando silvi tomba a cabeça para trás, em busca das íris dele. não é nada novo tê-la questionando sobre os nobres ao redor dele —— qualquer um, na realidade. ❛ como seu conselheiro, é esperado que ele se junte. mas tem que lembrar que quanto mais espaço você der à dragomir, mais poder ele consegue. e isso não é algo que você consiga retirar facilmente depois, caso se torne um problema. ❜ e adrian poderia ser. por mais que vremex não queira considerar o que isso significaria, sua racionalidade a obriga aceitar que é uma possibilidade real. e talvez o motivo pelo qual aceita a saída que niklaus oferece sem perceber. ❛ não é exatamente assim que funciona aqui. ❜ ela aponta, com um novo riso brincando no canto dos lábios. seus dedos se entrelaçam aos dele conforme se acomoda no sofá, puxando um dos joelhos junto ao peito. ❛ posso dar um jeito de adiar a reunião para mais tarde, talvez até amanhã, mas não tem como evitar, nik. ainda mais agora que todos estão agitados com essas conversas que chegam do oriente. por mais que nada seja confirmado, não duvido que alguns aqui tentariam nos passar a perna se verem uma oportunidade. ❜ mais uma vez, ela inclina o rosto, a expressão pensativa ao que encontra a dele. ❛ acha que tem alguma verdade nisso? ❜ normalmente, é silvi quem tem essas respostas —— e não tê-las a incomoda mais do que gostaria de admitir.
ᘛ featuring : @voce ᘛ scenary : vila cerulean
procurar um presente de solinatus, para silvija, soa como a coisa mais imbecil a se fazer em meio a todo barulhos que chegam do outro lado do mundo, mas o magisterium parece empenhado em abafar a situação. e ainda que isso seja apenas a deixe mais incomodada, por ora, não há nada que possa fazer de verdade, então resolve aproveitar a noite tranquila em althara para resolver logo o que comprar para o tal santo secreto que foi obrigada a participar. é assim que termina em cerulean, deslizando o olhar pelas quinquilharias expostas em vitrines e mostruários da feira local, com uma expressão tediosamente neutra. ❛ para ser sincera, eu não conheço ele o bastante para saber o que dar de presente. ❜ a anil comenta com muse / o vendedor que tenta lhe ajudar, quase distraída com as opções oferecidas. não deseja colocar muita energia naquilo, mas tampouco quer gastar mais do que o necessário. ❛ com o pouco que vi de mathias, acredito que qualquer coisa entre um par de meias novos e uma mordaça seja uma opção válida. ❜ acrescenta, com um dar de ombros sutil, e seu aquele blasé tão natural que não deixa claro se está brincando ou falando mesmo sério.
“You think I don’t see through you? I know exactly what game you’re playing.” + silvi
Era por causa de momentos como aquele com Silvi, que Adrian evitava se relacionar amorosamente com outra pessoa. Não era por ser frio, ou distante, como os rumores faziam parecer. Não era por ele não ser afetuoso, ou não se importar com quem estava ao seu lado. Ele se importava muito mais do que fazia parecer, às vezes, até mais do que deveria e no final, acabava do mesmo jeito. Aquela conversa já se arrastava por horas e mais horas, muito mais do que Adrian planejava desprender com a loira. Chegava a ser irônico ouvi-la dizer que conseguia ver através dele. Onde esteve essa capacidade quando Adrian vagava pelos corredores do palácio com o coração completamente despedaçado depois do termino? Ou quando ele deixou um bilhete na sua porta, esperando que ela fosse ao seu encontro uma última vez, para que resolvessem tudo? Uma última vez que se repetiu por um mês inteiro. Um mês de Adrian no ponto de encontro, no lugar deles, o único que os pertencia dentro daquele reino. Mas que agora não passava de uma lembrança vazia, como as palavras de Silvi agora. Levou um tempo até que aceitasse, até que a colocasse para fora do seu sistema com todas as bocas e corpos que conseguiu encontrar pelo caminho, deixando-se algemar na cama de estranhos, apenas para esquecer a sensação de ter sua alma acorrentada à dela. Ir para althara com Niklaus foi como matar dois coelhos numa cajadada só: trabalhar na seu projeto de destruir o império e ficar o mais longe possível de Silvi, pelo menos até que ela também fosse incluída no pacote de viagem.
Agora, lá estavam eles, depois de todas as tentativas de Adrian de demonstrar naturalidade em sua presença, de fingir que sempre foram bons aliados e nada além. Ambos estavam próximos do príncipe, ambos queriam o melhor para o reino, pelo menos na luz do dia, Adrian sempre dizia que queria o melhor para Durmoren. Era perfeitamente capaz de jogar e manipular qualquer um ao seu redor, exceto aqueles que tiveram o privilégio de conhecer o mais profundo de seu ser, como ela. ━━ Ah, sim?! E qual é exatamente o jogo que estou jogando? ━━ a indagação era juvenil, tão imatura que fazia algo dentro do Casimir se contorcer por não corresponder à maturidade que costumava estampar com tanto orgulho. ━━ Penso que é melhor para todos se tivermos uma convivência tranquila e saudável. Não concorda? Durmoren não precisa ficar visada por conta de complicações internas como nossas… aventuras. E nosso príncipe se beneficiará muito mais se formos uma frente unida, Srtª Silvija. ━━ o tom impessoal não lhe era estranho, de fato, o usava de forma tão corriqueira, que parte dele até se assustou com o quão natural parece ao dirigir-se à ela.
não há rumores no que diz respeito a personalidade de silvija, ela própria será a primeira a reconhecer que é sim uma mulher fria e pragmática. e eficiente; está acostumada a identificar e resolver qualquer problema em uma questão de segundos. mas, por alguma razão, agora se encontra presa em uma conversa que somente caminha em voltas infinitas, e sequer pode se surpreender propriamente quando é adrian quem está do outro lado. ele é uma das poucas pessoas que consegue se infiltrar entre as barreiras glaciais que cria ao seu redor, atingindo-a mais fundo do que deveria, um efeito silencioso que a loira é cuidadosa em mascarar por trás da expressão vazia habitual. esta, pareada ao braços cruzados e o revirar de olhos que beira ao tédio. ❛ faça um favor a nós dois, vossa graça, e não me subestime. ❜ vremic rebate sem pressa, e o canto dos lábios carrega aquele fio de navalha que costuma ser aviso e ameaça. naquele instante, contudo, é também algo mais —— algo que pode somente torcer para que ele não perceba: uma armadura. mesmo após todos aqueles anos separados, estar sozinha com o conselheiro é mais difícil do que deveria ser. dizer que é como uma tortura soa, objetivamente, exagerado para alguém que cresceu sob o controle do rei milan, mas silvi sabe bem que algumas das piores dores não deixam cicatrizes visíveis. ❛ não há nada de complicado em nossas aventuras. tivemos alguns bons momentos e depois não deu certo. dificilmente algo digno de se causar algum tumulto sobre. ❜ dá de ombros, resumindo a história deles com a mesma indiferença com a qual se compartilha algo banal. as íris azuis não desviam das de dragomir, mesmo sabendo que seria uma guerra sem vitória: se a mentira o atingisse ou não, não importa, a machucaria de todo jeito.
talvez, no inicio, tivesse sido assim, mas adrian havia se tornado algo além. ele fora um sonho —— uma fantasia bonita demais que surgiu em sua vida, oferecendo o tipo de coisa que alguém como a loira jamais deveria ter: expectativa, esperança… tão envolvente que por um momento até se esqueceu que, no fim, todo sonho acaba. mesmo quando tudo o que se quer é permanecer nele para sempre. ❛ o que me preocupa é o que veio antes disso. ❜ ela aponta, fazendo menção ao que os aproximou em primeiro lugar: a vontade de fazer a diferença em durmoren, de livrá-la da da sombra do próprio rei —— outro desejo que havia sido cega o suficiente para acreditar ser possível. e por fim, ela se levanta. não há mais ninguém no cômodo com eles, ninguém que pudesse vê-los ou ouvi-los, humano ou câmeras, e isso lhe dá a liberdade de se aproximar de adrian, sustentando ainda a máscara de serenidade afiada enquanto apoia suas costas na mesa, perto demais. a ponta dos dedos desliza pelo dorso das mãos largas dele, num gesto leve, aparentemente distraído, que a permite despertar pequenas faíscas elétricas sob a pele, estimulando nervos que ela conhece bem. ❛ deixe-me ser clara, meu lorde: eu não me importo com seus planos ou motivações. queime durmoren inteira, se isso o satisfizer. não será problema meu. ❜ seu tom aveludado o convida a se aproximar mais apesar das próprias palavras. o fatoo de seus olhos escorregarem pelos lábios dele é um pequeno deslize, e ainda que seja real demais para poder justificar a si mesma como mera provocação, silvi não se deixa preocupar muito. até porque, ao fim da frase, a corrente aumenta, e o que antes era um formigar prazeroso se transforma em algo mais incômodo, que frise a mensagem. seu sorriso, porém, permanece intacto. ❛ mas nada disso deverá respingar em niklaus. entendido? ❜ e por mais que possa ser difícil separar o príncipe do que ocorre em seu reino, não interessa. intenções à parte, sua função —— aquilo que realmente importa para silvija —— não é durmoren. apenas klaus.
🔒 ]ㅤ.ㅤwhat is a secret they’ve sworn never to tell ? / [ ☂️ ]ㅤ.ㅤdo they crave touch or fear it ?
qual segredos eles juraram jamais revelar?
por causa de sua tecnopatia, silvija conseguiu desenvolver um modo de gravar parte da própria consciência e memórias —— em uma fonte externa. ela precisou fazer isso ao perceber que seus superiores estavam mexendo com sua cabeça e, desde então, já usou isso duas vezes. o problema é que entre mexerem com sua cabeça e utilizar esse poder, um traço de sua humanidade parece se perder, dando lugar a uma apatia fria, quase mecânica, características das máquinas que comanda.
deseja ser tocado ou tem medo?
é um meio termo desconfortável. ela, afinal, não é nada mais do que uma órfã sem nome e nem título, destinada a ser uma arma de durmoren, e isso se espelhava na forma em como foi criada. toques costumavam ser atrelados a punições/ ensinamentos ou torturas disfarçadas de provações da fé. não é completamente aversa, até porque isso também é uma ferramenta ou meio de escape. mas é sempre de modo controlado, nunca se permitindo estar indefesa. no fundo, contudo, não pode deixar de se questionar se há mais disso —— de fantasiar.
[ 📲 sms: ] thinking a lot of things about you i can’t say … but i could text. + @yvesnotsaintlaurent
o número desconhecido vibra na tela, repentino, mas ela não deixa a surpresa se insinue por suas feições. não precisa de poderes para descobrir seu autor —— pelo tom e atrevimento já lhe dão uma boa ideia de quem seja. o olhar felino que pousa sobre ela, vindo do outro lado do salão, junto a comitiva velrana, é confirmação suficiente. silvija não duvida que a intensidade descarada que encontra nas íris do príncipe poderia desarmar qualquer um, só que ela está longe de ser qualquer um. havia enfrentado muito pior do que um homenzinho cheio de si, e por isso mesmo que as sustenta com serenidade, o sorriso que surge pelo canto de seus lábios é mera insinuação. uma resposta bem mais contida que as de yves, mas, vindo de vremić, é tão significativo quanto qualquer outro, basta que ele saiba como interpretá-lo.
( 📲 sms ) se logo você acredita que não pode dizê-las, alteza, talvez deva tomar como um sinal.
( 📲 sms ) até porque, eu nunca disse que podia me enviar mensagens.
✪ (@yvesnotsaintlaurent)
𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐬 𝐜𝐡𝐚𝐧𝐜𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐜𝐡𝐚𝐫 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐫... ( 1x ✦ : bem improvavel | 5x ✦ : morreria por uma chance )
✦✦✦✧✧ dançar com o seu char. ✦✧✧✧✧ cantar para o seu char. ✦✦✦✧✧ convidar o seu char para um encontro. ✦✦✦✧✧ tomar banho com o seu char. ✦✦✧✧✧ abraçar o seu char apertado. ✦✦✧✧✧ apoiar-se no seu char. ✦✦✦✧✧ beijar o seu char. ✦✦✦✦✧ dormir com o seu char. ✦✧✧✧✧ casar com o seu char. ✦✧✧✧✧ observar o seu char dormir. ✦✦✧✧✧ aconchegar-se no seu char. ✦✦✦✧✧ ir a uma festa com o seu char. ✦✧✧✧✧ ver um filme com o seu char. ✦✦✧✧✧ jogar videogame com o seu char. ✦✧✧✧✧ roubar cavalos com o seu char. ✦✦✧✧✧ cozinhar junto do seu char. ✦✦✦✧✧ apoiar os hobbies do seu char. ✦✦✦✦✧ ficar bêbada com o seu char. ✦✦✧✧✧ ver o seu char chorar. ✦✦✦✧✧ mandar o seu char embora. ✦✧✧✧✧ derrubar o seu char cair. ✦✦✦✧✧ ignorar a existencia do seu char. ✦✦✧✧✧ bater no seu char. ✦✧✧✧✧ esmagar os sonhos do seu char. ✦✦✦✧✧ incendiar a casa do seu char. ✦✦✦✧✧ matar o seu char.