Atenção, atenção, quem vem lá? Ah, é SOPHIE HATTER, da história HOWL'S MOVING CASTLE! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a ESTUDAR MAIS SOBRE FEITIÇARIA… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja GENTIL, você é IMPULSIVA, e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: CUIDANDO DA LOJA DE CHAPÉUS DO PAI.
Ela é dona da Spellbound Hats, uma chapelaria que herdou do pai após o mesmo morrer. A Spellbound Hats é uma loja pequena, mas encantadora. A fachada é acolhedora, com paredes de pedra desgastadas pelo tempo e janelas arqueadas que exibem elegantemente chapéus de todas as formas e tamanhos. Uma placa de madeira entalhada pendura-se sobre a porta, com letras douradas que brilham suavemente, soletrando “Spellbound Hats”. Ao cruzar a porta, você pode sentir um suave arrepio de familiaridade. O ar é carregado de um aroma amadeirado e de um quê de feitiçaria. As prateleiras de madeira escura, repletas de chapéus vibrantes e misteriosos, parecem sussurrar segredos. Alguns cintilavam como estrelas, outros são capazes de mudar de cor como camaleões. Sophie passou tanto tempo de sua vida conversando com cada chapéu criado que, é como se cada um deles tenha uma alma própria!
HCS:
Sophie não se importou muito quando os perdidos começaram a chegar, para ela seria magnífico ter mais pessoas para conhecer! Porém, não pode negar que tudo sempre deu um pouco de medinho. De qualquer forma, isso não é culpa dos pobres coitados que vieram parar aqui.
Tem uma coleção secreta de chapéus que nunca conseguiu vender. Cada um deles tem um nome e personalidade, e ela os organiza por “humor”.
Ama festas, nada a deixa mais contente que grandes eventos. Mesmo que nem sempre acabem bem... aí disso ela tem medo.
Mesmo após a maldição ter sido quebrada, Sophie ainda tem o hábito de esquecer onde coloca as coisas – resultado dos anos vividos como uma senhora idosa. (e suas costas vivem doendo, não é fácil ser velha!)
Desenvolveu sua própria versão de feitiços de limpeza para tornar o castelo habitável. Infelizmente, às vezes esses feitiços têm vontade própria e limpam coisas que não deveriam.
Certa vez, acidentalmente encantou um travesseiro que agora se recusa a deixá-la dormir até que ela ouça suas histórias tediosas envolvendo ovelhas.
Apesar de ter se descoberto uma feiticeira na sua própria história, seu tipo de magia é a básica!
Seu cabelo muda de cor sozinho! Ela ainda não sabe bem como isso funciona.
ultimamente, as pessoas falavam muito sobre o grandioso cinema mágico; havia se tornado um grande bafafá. sophie sabia o que era um cinema, mas nunca havia de fato pisado em um. o que lhe chamou a atenção não foram nem exatamente os filmes, mas sim o delicioso cheiro de caramelo derretido do local. escolheu um filme aleatoriamente, "o iluminado" parecia ter um título interessante, então por que não? ao entrar, ela se acomodou na poltrona macia e ficou fascinada pela tela gigante e pelo som que parecia vir de todos os lados. tudo parecia tranquilo… até que não estava mais. conforme o filme avançava, sophie começou a perceber que algo estava errado. não era bem o tipo de coisa-iluminada que ela conhecia. as coisas começaram a ficar assustadoras, e antes que percebesse, já estava com os olhos arregalados, segurando o balde de pipoca como se fosse um escudo. e então veio a cena do corredor, com aquele homem estranho e o machado. sophie ainda estava descobrindo como suas habilidades mágicas funcionavam, o que muitas vezes a fazia usá-las involuntariamente. e foi assim que, desejando tanto que o homem na tela fosse embora, acabou jogando-o direto para a sala ao lado. desesperada, correu atrás, empurrando a porta da sessão vizinha, onde MUSE estava assistindo "sociedade dos poetas mortos" tranquilamente, até um machado voador aparecer de repente. "eu juro que não era pra isso acontecer!" sophie arfou. "eu só tentei… sabe, proteger as pessoas do filme? é que… bem, nunca tinha visto nada assim antes. você viu onde aquele cara foi parar? não acho que seria legal se ele do nada aparecesse em branca de neve..." falou tudo rapidamente, olhando ao redor, claramente arrependida. o cinema sempre era assim? ou ela tinha um talento especial para o caos?