🧵 "Gata de mierda...!" exhiben en otro video a Ximena Pichel, #LadyRacista. Exigen sanciones. ¿Qué harán las autoridades? @INAMI_mx @SSC_CDMX @FiscaliaCDMX #ViolenciaLaboral #Cdmx #PeriodismoParaTi #SociedadNoticias https://wp.me/pcScKT-Iou

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Tradução dessa postagem, de teaboot.
Embora esteja feliz que a palavra "gaslighting" seja mais conhecida do que costumava ser, e que as pessoas estejam aprendendo a reconhecer o que é, precisamos ter cuidado para não transformá-la em algo utilizado casualmente.
Ser vítima de gaslighting é ser vítima de um abuso psicológico que nos prejudica de forma muito lenta, em um ritmo tão gradual que nós geralmente não percebemos que está acontecendo até que já tenha remodelado nosso cérebro; é ser persuadide de que não podemos confiar em nossas percepções da realidade. Ele se define como uma manipulação desestabilizadora que nos deixa constantemente ansioses, confuses, dependentes e desequilibrades dis outris – sendo feito por meio de mentiras sobre eventos que aconteceram ou sobre coisas que estão acontecendo.
Invalidar nossas observações e nossos sentimentos, e desviar a atenção de fatos concretos fazem parte do seu modus operandi. E, como alguém que sofreu gaslighting, estes são alguns pensamentos que tive quando não sabia que algo estava errado:
"Acho que não estava pensando no que estava fazendo."
"Ah, devo ter me esquecido do que aconteceu, de fato."
"Eu devo ter me enganado."
"Eu simplesmente não estou vendo as coisas da perspectiva dili."
"Todo mundo tem altos e baixos. Isso é normal."
Isso é o que me lembro de constatar quando comecei a perceber que algo estava estranho:
"Por que, toda vez que estou convencide de que ili teve uma atitude errada, ili conversa comigo por alguns minutos e eu peço desculpas? O que me deixou tão convencide de que estava certe em um primeiro momento?"
"Eu deveria começar a anotar quando as situações ocorrem para que possa verificar mais tarde caso esteja confuse."
"Se todos os relacionamentos (familiar, platônico, romântico) funcionam dessa forma, como eu nunca leio, ouço ou vejo isso em nenhum outro lugar?"
Nesse sentido, sair e se adaptar ao mundo real é difícil; e experimentar rápidas oscilações de ansiedade, autodepreciação, culpa infundada, medo e vergonha é comum porque fomos condicionades a acreditar que somos incapazes de pensar por nos mesmes e que somos indefeses (possivelmente até mesmo danificades ou louques). Porque sentimos que nossa fonte singular de orientação, a qual sabe exatamente o que é certo, desapareceu de repente.
O "após" imediato dessa conjuntura é parecido com:
Incerteza constante. Como ninguém está ali para nos dizer o que é real e o que não é, abordamos cada situação pensando em todos os ângulos. Cada pergunta tem cinquenta respostas possíveis e a maioria delas está errada – e nós não sabemos quais. Há a sensação de que, se escolhermos a errada, o mundo acabará.
Sensação de impotência. Sentimos que nada do que fazemos é correto, de forma que é mais fácil não fazer nenhuma escolha ou fazer escolhas impulsivas e imprudentes, porque pensamos que não temos nada a perder.
Perda de memória. Pessoalmente, não compreendo essa, mas não é como se as nossas lembranças fossem apagadas, e sim como se estivéssemos tão acostumades a tratar nossas lembranças como imaginações ou sonhos que descartamos por reflexo qualquer coisa da qual nos lembramos, classificando-a como falsa. Assim, não conseguimos acreditar em nada de que nos lembramos, porque não achamos que isso foi real. A voz di nossi abusadori está na nossa cabeça, constantemente apagando as ocorrências e dizendo que fizemos tudo errado, de modo que acreditamos por termos aprendido que ela é a única constante em que podemos confiar.
Sentir falta di abusadori ou da dinâmica abusiva. Agora sabemos que o que tínhamos não era saudável, mas pelo menos, antes, sabíamos qual era a nossa posição. Desde que agíssemos da maneira requerida e disséssemos as coisas certas, obedecendo o que era esperado, sentíamos que o mundo fazia sentido. Agora temos que descobrir quais partes de nós estão quebradas e quais partes estão funcionando bem, mas de uma forma estranha; é como afinar um piano quando nunca tocamos um no passado.
O "depois" de longo prazo se parece com:
Ter de verificar duas vezes ou três vezes, e continuar procurando por evidências concretas de um evento, antes de reagir ativamente.
Consultar amiguis de confiança para verificar se nossas observações são legítimas e se nossas percepções são válidas.
Acompanhar as pessoas para ver se alguma delas está com raiva de nós – ou se apenas estamos projetando nossa raiva nelas, algo que faz sentido para o nosso antigo padrão.
Coletar "evidências" de forma obsessiva (escrever diários detalhados, fazer gravações e vídeos, nunca excluir e-mails ou textos antigos, salvar fotos) porque ainda não confiamos em nós mesmes e temos medo de que alguém faça com que duvidemos de nós mesmes novamente.
Duvidar contínua e ser "ingênue": Já experimentei pessoas me xingando na frente de testemunhas e depois me dizendo "Não, eu só estava acenando", e meu primeiro instinto foi acreditar nelas. Nosso cérebro está tão treinado para se apegar ao que is outris nos dizem para acreditar que se apegar às informações que já temos se torna dificílimo.
Aprender a assumir a responsabilidade por nossas ações. (Não fizemos besteira porque somos "louques"; fizemos besteira porque somos humanes e humanes fazem isso).
Buscar instintivamente a aprovação. (É preciso muito trabalho para nos lembrarmos de que não precisamos fazer as pessoas felizes e de que podemos mandar algumas delas embora da nossa vida, caso sejam péssimas).
Adendo:
Não pretendo invalidar ninguém que esteja lutando para reconhecer isso no momento (Se você sente que algo está errado, provavelmente está. Esse é o pensamento que me fez sair de uma conjuntura abusiva. Confie nele!).
Eu só quero que as pessoas que não conhecem como o gaslighting parece e se sente não revirem os olhos, pensando: "Ah, o termo não se aplica a mim. Eu não sou um floco de neve".
Handbook: Gaslighting nas relações
Confira este site, que recompila as principais informações sobre gaslighting. E aproveite para ler o livro em que foi baseado porque muitos tópicos importantes, como gaslighters em cultos, em grupos extremistas e na política, não foram resumidos (aviso: apresenta muito comentários ignorantes sobre líderes da esquerda, como da China e do norte da Coréia)!
Algumas diferenças entre comunicação saudável e gaslighting
Tradução dessa postagem, de family-trauma.
COMENTÁRIOS OFENSIVOS Temos recebido com assombrosa frequência comentários ofensivos e alguns de baixo calão. O que faz com que alguém se dê ao trabalho de acessar nossa página só para postar algo assim? O que motiva essas pessoas? Qual é nossa resposta?
Quisiera que mis padres entendieran que las palabras dañan, dejan cicatrices para toda la vida y que duelen más cuando son ellos quienes las dicen.
9:42 PM - 10 de diciembre
Como ser mi novio:
1.- Ser capaz de resolver los puzzles de cualquier sala de Portal 1 o 2 a cualquier hora del día o la noche por teléfono.
2.- Jugar cualquier Cooperativo conmigo y no asustarse por mis gritos o abusos verbales que tal vez sufra.
3.- .... Emm, eso es todo.
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