Carrego sozinha um grande peso nas costas
Nem sempre suporto, então caio
porém não descanso.
Ouço as batidas do meu coração
acelerado e descompassado
Mas se observo com cuidado crio um ritmo bonito apesar de cansado e desesperado
maldita mania que carrego de adornar a dor para que pareça bonita, menos dolorosa
Na tentativa de esconder que talvez eu já não tenha mais forças para levantar
mas não quero continuar aqui.















