Maçãs mordiam-nos pela manhã, Anunciando logo as mortes das meretrizes terçãs, Escárnios pelas escadas que escamam as lãs, As fãs? Ah se rendem, se reinventam tão quanto às rãs, as minhas, as tuas as nossas irmãs... As mães se renovam em todas as manhãs, e trazem enquanto refazem aconchegos como as raízes da família tupã. As prosas das rosas envaidecem, os campos litúrgicos de camponeses alegres, assim sem tristeza ninguém se falece.











