Definitivamente, comecei a escrever. Tu tens tanta doçura, que eu queria muito estar muito plena para começar esta carta.
Hoje já é 11 de Junho, é 1h11 e estou pensando em você. Amo rever tuas fotos e nossas fotos. Hoje consigo conter mais minhas lágrimas e minhas emoções, pois bem, já fazem dias de nosso fim. Fim de uma história que mal começou. Mas o texto não necessariamente precisa ser longo para ser um texto. Um livro n precisa ter infinitos capítulos para ser um livro. Nossa história existiu e existe ainda em mim. Tu tás em quase tudo. Na florzinha que roubei do buquê de Julianna. Nas flores de primavera que encontro, tás na parada em que eu descia a KMs de tua casa. Estás nos aromas, no meu corpo, na minha mente, em quase tudo. E quando tu n estás por aqui, tu imediatamente trata de lembrar de mim e enviar alguma mensagem, ou mencionar em algum vídeo ou foto fofo de bichinhos.
Acredito que não irei te encontrar ao acaso, estamos em sintonias distintas. E eu não queria te ver mais. Mas queria te ver sempre. É um conflitos interno e duvidoso. O que te fez tomar essa decisão? Eu estava certa que um tempo não ajuda? Você também não queria um tempo. Você só não quis por um ponto final.
Estava tudo tão diferente. E ao mesmo tempo igual, eu não quero acreditar que só eu era quem dava valor e se importava com nós. Mas naquele dia, você não se impõe contra minha alternativa. Você não se justificou. E isso me perturba!
O que diabos estávamos fazendo? Eu estava cega? Por que você? Por que fomos adiante? Por que você era tão atencioso e carinhoso quando estávamos frente a frente?
É incrível como você está em tudo. Todas as músicas tem um pouco de nós.
Péssimo, saber/lembrar de que o que um dia possuí, agora não tenho mais.
Não queria muito (ou talvez isso seja muito), deitar em teu cheiro, em teu peito seria suficiente para me conformar. Queria permanecer em teu peito para todo o sempre.