My new Character, Amanda the White Wolf.
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My new Character, Amanda the White Wolf.
Assistir Pharrel ser convidado para o baile pela garota aguada da Hackley só me fez sentir náuseas. Claro, sempre havia a opção de que eu mesma poderia convidar Williams para o baile, mas estava contando que ele me chamasse para acompanhá-lo. Afinal ele era o formando, ele estava em seu último baile de inverno, ele que estava indo embora para não ter mais nenhuma daquelas chances na vida. Mantive a expectativa que meu melhor amigo e único garoto com quem eu me sentia okay por perto iria ter a decência de comprar uma flor de pulso para mim e me levar para jantar em um McDonalds antes de bebermos discretamente no baile. Nada disso aconteceu e ainda fui afrontada por Karen Cooper, me fazendo ranger os dentes e sair dali apressadamente, não querendo saber de nada daquela porcaria de festa. Outro dia trabalharia na campanha de Lydia, mas naquele dia, era impossível.
Com a expressão de quem não se importava, passei o resto do dia fingindo que não estava afetada pelas explosões de convites para todos os lados, passando de aula em aula rolando os olhos para aquilo. Porém fui surpreendida na saída da aula de Biologia, por um garoto de olhos muito azuis e com cara de inocente. Dei um passo atrás instintivo para a sua presença; não era por mal, mas os eventos passados ainda me deixavam sempre em alerta para aproximações não esperadas. O que me fazia me esforçar ao máximo na terapia já que saindo daquela escola iria me lançar de vez a vida de bailarina. O discurso dele era bonitinho, até, me fazendo rir comigo mesma quando ele mencionou os perdedores afinal se fosse eu saberia exatamente quem era ele porque eu vivia para julgá-los. Ele não tinha a cara do rei do colégio como Gabriel tinha, nem o de que estava hackeando a vida para vencê-la como Williams, o que significava que eu poderia acreditar em suas palavras de boas intenções. Prendi os lábios, o observando com atenção e os soltei aos poucos, enquanto pegava a rosa com cuidado e esboçava um sorriso.
— Olá, Mark Destiny que odeia a mãe. Prazer em conhecê-lo. — Respondi com educação, meneando a cabeça. — Ao contrário do que você disse, eu acho que já o vi sim em algumas aulas. O garoto quieto no canto, com cara de solitário. Me perguntava o motivo, mas agora parece que eu já sei o porquê. — Acabei sendo extremamente sincera e rude como costumava ser, então balancei a cabeça, me corrigindo. Não era dia, nem momento, e o coitado não tinha culpa alguma. — Eu... Eu tenho um problema com garotos. Não me sinto confortável perto deles nos últimos anos, a não ser que esteja muito preparada para isso. Então, apesar de ser realmente boa dançarina, talvez acabe te deixando na mão quanto a dançar no baile. A não ser que seja uma música agitada. Meu problema é o toque. — Confessei, dando um sorriso um tanto conformado em sua direção. Era bom que ele soubesse que não era com ele o problema e sim comigo. Era sempre comigo, na verdade. Coloquei uma mecha de cabelo para trás da orelha e pensei que poderia ser divertido, apesar dos pesares. E mesmo que não estivesse com o garoto que queria, poderíamos entrar em uma competição de reclamar de mães, ou mãe e avô, e sobre como minaram nossas vidas. — A resposta é sim. — Me inclinei em sua direção e lhe dei um beijo no rosto, talvez porque estava testando meus próprios limites, talvez porque esperava que a notícia do ato chegasse aos ouvidos de certo formando, ficava ali o mistério. — Meu pai é tranquilo, mas vai fingir que não é. E eu tenho horário para voltar para casa ainda. Mas podemos beber e fingir que ninguém viu nada a noite toda. Deus perdoa. — Após isso, girei em meus tênis e segui meu caminho para mais uma aula, pensando em contar para Lydia sobre o convite inesperado e sobre o quanto seria ou não pecado querer causar ciúmes nos outros enquanto andava com novos garotos. Não que eu fosse realmente uma pecadora, Deus estava vendo meus esforços para ser gentil e boa.
Do you wanna go to the prom with me?
W/ @hhcorporation
Então tinha chegado o tal baile de inverno e com a junção da Trinity com a galera rica da Hackley. Não apenas as meninas, mas os meninos também estavam empenhados e alvoroçados para convidar seus respectivos pares e tenho certeza que os corredores da Hackley também pareciam a própria corrida maluca ou o elenco de algum espetáculo correndo de um lado para o outro em algum backstage da Broadway. A loucura que Harmony vivia dizendo que sentia falta. Eu poderia ficar em casa e trancado no meu quarto, mas eu sabia que isso daria oportunidade para que a minha odiosa mãe me colocasse para praticar o canto e me daria alguma coreografia também porque minha vida nunca foi fácil. Eu não entendia aquela mulher. Se existiu, algum dia, a chance de eu gostar das artes, Harmony matou tudo isso ao me forçar a viver seu sonho frustrado. Mas enfim, esse não é o ponto. Para não cair nas garras de uma diva frustrada, o baile seria uma boa oportunidade, mas quem convidar? Muitas garotas já tinham seus devidos pares e apesar de conhecer e falar com todo mundo, eu não era exatamente o perfil do popular. Fiz então todo um estudo de quem na Trinity poderia ser um bom par para que eu tivesse uma noite como um adolescente normal. Até que eu bati o olho nela. Amanda. Não exatamente o tipo de garota que me observaria como um igual, visto que ela era popular e pertencia ao grupo de cheerleaders, mas parecia ser uma boa pessoa e era apenas um ano mais velha do que eu. Rumores diziam que ela era uma das maiores najas da Trinity apesar da pose de garota cristã, mas na nossa geração, quem não era assim? Apesar de Harmony querer julgar todos pela aparência, eu tentava ir no caminho contrário só para provocar minha mãe. Aguardei então até o fim das aulas do dia e me dirigi até o armário de Amanda com uma rosa em mãos. - Amanda! - Saudei a garota sem querer soar muito agitado para que ela não pensasse que eu era algum esquisitão. E eu de fato estava calmo, porém depende. Aquilo não deveria ser fácil para ninguém. Era uma das experiências adolescentes mais constrangedoras. - Eu sou Mark Destiny. Ninguém especial. Um garoto que de vez em quando atua em algumas peças escolares só para que a minha mãe não torre a minha paciência, mas é importante saber que eu também não sou o típico loser que têm a cabeça enfiada na privada dia sim e outro também. - Pontuei o que era algo bem importante ao me aproximar de um popular. Alguns deles até conversavam comigo na boa. - O meu ponto aqui é o seguinte, eu preciso de um par para o baile de inverno e sei que uma garota tão bonita e respeitosa como você, não iria ao baile com qualquer um. Eu prometo te tratar com respeito e conversar sobre o que quiser. - Continuei com cautela, sem nem mesmo me apoiar no armário e fazer pose de macho escroto e convencido. - Queria ter a oportunidade de te proporcionar uma noite incrível, elogiar seu vestido, te chamar para dançar e mostrar que você é uma garota incrível. Não tenho aqui expectativas de nada além de dois colegas se divertindo e eu realmente te acho uma garota muito bonita. Então você me daria a honra de ser o seu par? - Perguntei ao oferecer a Rosa para a garota.
OHS seniors receive $19K in MLK scholarships
OHS seniors receive $19K in MLK scholarships
At an event on May 18 at home of local attorney Janet Bledsoe Lacy and her husband Stephen, several Oceanside High seniors were awarded scholarship money at the 27th Annual Dr. Martin Luther King, Jr. Garden Reception.
One of the recipients, Elizabeth Brownehas been awarded an $8,000 MLK top scholarship. Browne been a sterling student and community leader while in high school. Lola Sherman in her…
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