Olá pessoal, como vocês estão?
O tempo passou, a inspiração foi embora por um tempo, mas nem tudo dura para sempre e agora estou renovada de novo para escrever mais cartas de amor.
Depois de receber um feedback maravilhoso de uma escritória de São Paulo, o que me motivou muito, pois eu havia me perdido por algum tempo em meus pensamentos sombrios.
Logo depois de ter lido esse e-mail percebi que nem tudo estava perdido. Que sempre terá alguém no mundo esperando que nós escrevamos. Sempre terá alguém desejando que narrem sua história e foi isso que me fez voltar.
Iniciei meu trabalho no Instagram. Estou usando meu perfil pessoal, só alterei meu nome para meu pseudônimo, pois quero mostrar até aos meus colegas mais próximos quem eu verdadeiramente sou: Liana Lewyn.
Eu tenho algo para você que tem um desejo enorme de ser lido pelo mundo: Não desista! As vezes bate um desânimo mesmo, as vezes a gente se enfurece com as palavras e com a falta delas também, mas acredite em si mesmo. Acredite que você vai escrever grandes ideias e que vai inspirar mais pessoas também.
Para finalizar mais esse episódio aqui, deixo um textinho bem amorzinho para quem sente saudades desse Amor Escarlate:
Parei de nos observar. a vida precisa ser menos minuciosa. os detalhes mais surpresos e toda essa companhia sua deve nos envolver. Parei de estar esgotada... a gente sofre sempre demais por pequenas figuras e a grande verdade é que eu amo você.
[Amo cada sorriso de lado que você joga em minha direção e eu fingo que não reparei. Amo cada olhar malicioso e ao mesmo tempo sem maldade que você me lança sem a minima ideia que eu sempre estou a observar: mesmo querendo fazer o contrário. Eu noto. Eu registro. Eu me jogo nesse jogo de pós e contras que você costuma fazer sempre que toco no assunto: Eu amo você.
Amo sua língua presa dizendo, repetindo, encarando a minha no céu mais lindo de nossas bocas. Amo suas idas e voltas no meu espaço, no meu casaco, no meu perfeito estado de conservação. Amo a perfeita folia que seus braços trazem aos meus, como se a gente pulasse carnaval há anos.
Amo você. Amo tanto que temo em dizer muitas coisas ou quando digo, ou grito, sempre estou fora de mim, mas eu amo você. Como se a gente estivesse em um liquidificador de almas e a cada pequeno segundo se contrai ainda mais, se entrelaça, se permiti e se mistura em máquinas feitas a mão de Deus.