IC:
Nome terreno: Anastasia Petrova
Nome mitológico: Achilla
Faceclaim: Anita (@anittaame)
Nascimento: 27/10/1996
Naturalidade: Moscow, Rússia
Ser: Filha de Afrodite.
Tempo de treino: 6 – 10 anos .
Nível: 03.
Twitter: @olp_achilla
Fraternidade: N/A
Ocupação: Funcionária + Auxiliar de combate
Qualidades: Extrovertida, convincente, leal.
Defeitos: Egocêntrica, manipuladora, desconfiada.
Plots de interesse: Todos, menos romance e/ou smut.
Biografia:
Tinha apenas dezenove anos quando cruzou o portal para Olympus pela primeira vez, retirada daquele banho de sangue que ela mesma havia ocasionado por professores do instituto, que interviam a pedido de Afrodite antes que fosse tarde demais. E desde então, quase dez anos depois, poucas foram as vezes que a semideusa abandonou os limites do instituto.
Nascida numa família armênia que havia migrado pra Rússia a algumas gerações, quando seu pai surgiu com ela e lhe nomeou Anastasia Petrova, a familia entrou em festa por alguns dias. Pelas suspeitas da família sobre a sexualidade de seu pai, jamais haviam imaginado que ele seria o tipo que apareceria em casa com uma filha, mas ele o fez. E criou Ana tão bem quanto pôde, até ter sua vida precocemente interrompida por um crime de ódio.
Anastasia precisou se virar sozinha com míseros 17 anos. Com quase nenhum contato com sua família paterna, sem nunca ter conhecido a mãe, a vida levou a garota por caminhos obscuros. Maneiras fáceis e sujas de ganhar dinheiro, até acabar como bibelô de um homem rico em Paris. Então se revoltar com aquela realidade e tentar escapar dela, porque enfim havia conhecido o amor.
Mas o amor não lhe era permitido.
O homem que amava, assassinado. E o homem que havia lhe sustentado nos últimos meses em troca de carícias noturnas, morto por si mesma. Era assim que a semideusa descobria seus poderes, que já eram usados a anos sem que ela percebesse, e sua origem. E nada poderia ser mais frustrante. Afinal, como uma filha da deusa do amor podia perder as pessoas que amava tão facilmente?
Nos anos seguintes, contudo, esse sentimento crescia no peito da ruiva. A cada possível parceiro romântico que chegava em sua vida, então partia. A cada vez que a beleza herdada da mãe parecia uma maldição. Cada vez mais se assemelhando à Afrodite cultuada em tempos antigos, Areia, uma deusa da guerreira. Estudava e se formava em ciências bélicas, se mantendo no instituto como auxiliar no campo de batalha. Talvez no fim, o amor não fosse pra si. A guerra era realmente mais fácil, afinal; e dependia apenas do seu esforço. Renegava a mãe enquanto envelhecia, ignorava a voz na sua cabeça, ignorava as tentativas da deusa em amansa-la e feria o ego de Afrodite, a responsável pelo seu próprio temperamento orgulhoso. Um erro que, eventualmente, pagaria por.
Era quando o coração voltava a bater depressa que o desespero fazia com que Anastasia buscasse pela mãe, implorando. Não por sua benção; mas para que a deusa apenas não interviesse, e não o tirasse de si. E assim a deusa do amor concordou, mas não sem antes castigar a filha, como se desejasse ensinar a ela uma lição.
"Não achava que era fácil manter o amor na vida das pessoas? Então agora… Você trabalha pra mim."
Habilidades:
1. – A beleza dos filhos de Afrodite é, como se espera, elevada. Talvez por isso seja tão difícil resistir aos pedidos mirabolantes dessa prole, que tende a ser no mínimo mimada e temperamental. O que humanos chamariam de lábia, os semideuses de Afrodite sabem que é herança materna. Ainda assim, é quase impossível convencer de suas vontades semideuses mais fortes, ou que tenham resistência mental elevada.
2. – Se tem alguém capaz de brincar de cupido, esses são a prole de Afrodite. Não apenas sabem vender muito bem o próprio peixe, ou de terceiros; são capazes de induzir paixonites temporárias, inofensivas, mas extremamente eficazes na hora de confundir a mente do seu alvo. Afinal, quem pode garantir se foi mesmo manipulação, ou um delírio temporário? Seus feitos, contudo, não duram mais do que um ou dois dias, a depender se os alvos nutrem sentimentos prévios ou não.
3. – Assim como a deusa que nasceu das espumas do mar, sua prole tem facilidade em nado, além de aguentar ficar longos períodos submersos, apesar de não se igualarem a semideuses de Poseidon nem serem capazes de fazer esforço quando submersos, por exemplo. Além disso, tendo nascido à imagem da Afrodite Areia, amante de Ares e deusa da guerra, Ana tem um condicionamento físico e força acima da média. Ainda assim, suas capacidades dependem de treino constante.
4. – Cisnes são considerados belos, e comumente ligados a deusa do amor e beleza. Assim, Anastasia é capaz de materializar asas grandes de cisnes, capazes de lhe fazer voar por até 2 horas, não sendo capaz de sustentar muito peso além do próprio.
5. – Flores, principalmente as rosas, tem uma forte ligação com Afrodite. Assim, sua prole é capaz de causar uma chuva de pétalas vermelhas, as quais vão entorpecer e confundir os sentimentos daqueles alcançados pelo seu poder, fazendo-os se sentir apaixonados pela primeira coisa ou pessoa que verem. A chuva de pétalas tem um raio de 1,5km de alcance, e dura até meia hora. Semideuses mais fortes ou que tenham resistência mental elevada não são afetados, ou sentem isso efeitos de maneira mais sutil.
6. – Animais selvagens como ursos, leões e panteras são comumente retratados tendo ligação à face pouco domesticada de Afrodite. Assim, sua prole toma posse de tal associação, criando uma facilidade em de metamorfosear parcialmente em uma dessas feras; no caso de Anastasia, uma pantera. Sua flexibilidade e agilidade são aprimoradas, assim como sua audição e visão. Suas unhas se tornam garras pontiagudas que lhe ajudam em combates corpo a corpo. Apesar disso, não é capaz de sustentar tal forma por mais de 15 minutos, e é facilmente interrompida por lesões profundas.
7. – Agora, a prole de Afrodite usa da sua capacidade metamórfica ao seu bel prazer, podendo mudar desde pequenos traços da sua aparência, até ela completa, ao duplicar alguém que habita sua memória, mesmo que esse segundo não por mais do que quinze minutos. Além disso, sua manipulação se aprimora, sendo capaz de induzir seu alvo a quase todas as suas vontades, tendo por exceção induzir à atos contra a própria vida. Semideuses mais fortes que si e semideuses mais fracos que tenham resistência mental são apenas parcialmente afetados, o que pode lhes causar confusão mental.
8. – O controle da paixão se torna algo natural, e a semideusa é capaz de instigar tal sentimento por tempo indefinido, como um cupido, desde que em alvos mais fracos que si. Além disso, pode usar tal poder de maneira nociva por até 15 minutos, instigando paixões violentas e obsessivas em seus alvos quando necessite de uma distração.
9. – Sua capacidade de se manter debaixo d'água se aprimora, e a semideusa pode nadar por até 40 minutos sem voltar a superfície. Esse número diminui pela metade, caso precise lutar debaixo d'água. Suas capacidades físicas também se aprimoram, como sua força, e o manejo de armas brancas se torna intuitivo, ainda não se igualando a proles genuinamente da guerra, como de Ares ou Atena.
10. – As penas de suas asas se tornam um escudo poderoso, capaz de proteger a semideusa de ataques diretos. Além disso, é capaz de carregar um adulto consigo, ainda que não por mais do que duas horas. Em caso de algum ataque alcançar Anastasia, lhe infligindo dano, suas asas desaparecem.
11. – A chuva de pétalas pode se estender por até 3km, mas é incapaz de durar mais foi que quarenta minutos. Além disso, é capaz de causar uma tempestade de pequenos espinhos, que apesar de não doerem fisicamente, são capazes de infligir tormento mental aos atingidos, além de torná-los violentos e obsessivos, seja por um alvo específico de escolha de Ana, ou aleatoriamente. Essa tempestade não dura mais do que 15 minutos.
12. – Sua capacidade metamórfica se intensifica, lhe presenteando com presas pontiagudas e garras fortes o suficiente para perfurar madeira maciça. Além disso, é capaz de sustentar sua metamorfose por até 40 minutos, e precisa ser nocauteada ou gravemente ferida pra que a forma bestial seja interrompida.