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O peito que bate com o sino da igreja, Descansa na tempestade que ele mesmo criou, Ele ri com o êxtase, Tão longe de si, que nem sabe que está ali Talvez nem seje mais quem ele era, Ou seja só a poeira nos olhos de quem chora Pela tristeza de ver alguém indo embora.
Momento Surreal
Olhava de longe aquela menina linda que encontrava quase toda vez que saia de casa. Reparava os jestos contidos, as roupas com um certo gosto por conforto, sempre calças jeans e um moleton por cima da camiseta. Seu cabelo castanho, comprido e liso chamava muito sua atenção. E por mais que esses instantes fossem sempre curtos, momentâneos e inesperados, ele os guardava com detalhes. O olhar dela trazia uma certa inossência no brilho contido algo que ele não queria estragar. Sempre pensava consigo, "não da certo! Eu sou todo errado. Ela parece ser tão na dela e eu no meio de todo mundo. Ela deve odiar cigarro e bebidas, e eu não os dispenso mais. Ela pacata vivendo a vida com calma, e eu sempre agitando pra não lembrar do caos da minha vida." Se aproximar e estragar a sutileza dela, ser rejeitado talvez, ou ficar na dele e esquecer, talvez não esquecer nunca e mesmo assim a deixar passar por ele como sempre. "O que eu faço?" Pensava ele de longe.
-Jet' (o que fazer? A pergunta é real rs)