Arlindo Cruz's portrait for the collective @alfabetodosamba invited by art director @redsonsilva gratidão! click by my friend @caco_bressane 🙌🏾 #art #brazil #samba #arlindocruz #xango #singer #sambalegends #alfabetodosamba #andrehoraarte #portrait

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"Não adianta cobrança sem voto de confiança." Fundo de Quintal (Acyr Marques / Arlindo Cruz / Franco) #votodeconfiança #confiança #equipe #samba #poesia #acyrmarques #arlindocruz #franco #fundodequintal #trabalho #planejamentoemexecução #trabalhoduro #trabalhoemequipe #job #myjob #company #bored #bestjob #famíliaTAL #sambaderaiz #verso #verdade #gratidão #goodvibes
Arlindo Cruz, Rio de janeiro 2025
tenho medo de acordar
e me ver em alto mar
sem poder voltar para os seus braços
meu amor
Sambistas e agremiações cariocas lamentam morte de Arlindo Cruz
Zeca Pagodinho e Cacique de Ramos publicam homenagens ao músico Rafael Cardoso - Repórter da Agência Brasil Publicado em 08/08/2025 - 17:47 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Silvio Tanaka/Wikimedia Commons O mundo do samba chora nesta sexta-feira (8) a morte do músico Arlindo Cruz, que estava com a saúde debilitada desde 2017, quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). Ele estava com 66 anos e deixou um legado de mais de 700 músicas.
Uma parte importante da história de Arlindo passa pelo tradicional bloco carnavalesco Cacique de Ramos, onde frequentou rodas de samba e tocou ao lado de outro grandes nomes do gênero. Nas redes sociais, o Cacique de Ramos emitiu uma nota em que diz ter registrado, “com profundo respeito”, a partida de Arlindo Cruz: “Sua trajetória permanece inscrita na história do samba e na memória da nossa instituição, como autor e intérprete que, com talento singular, integrou capítulos essenciais da nossa caminhada.” Entre os companheiros de longa data estão Zeca Pagodinho, que também se manifestou nas redes sociais. “Morre hoje o meu compadre, meu parceiro e meu amigo Arlindo Cruz! Que Deus te receba de braços abertos! Sofreu muito e agora merece descansar um pouco! Vá com Deus, meu compadre!”, disse Zeca Pagodinho. Parceiros desde o grupo Fundo de Quintal, Sombrinha e Arlindo gravaram álbuns e várias composições juntos. Sombrinha disse ter sido um privilégio a história que construiu com o amigo. “Hoje… o samba entardeceu triste. Perdi meu compadre. Meu parceiro. Meu irmão de tantas histórias, uma amizade de longa data. Foi-se um dos maiores poetas do samba. Um gênio da música brasileira. Um instrumentista único, que transformava notas em emoção. O seu legado é imenso… e eterno. Que Deus conforte os familiares, os amigos, e todos que tiveram o privilégio de conviver com você. Nós vamos seguir… cantando seus sambas… Eternamente, Arlindão. O nosso caso é exceção, é sim!”, disse Sombrinha. O perfil da sambista Beth Carvalho nas redes sociais também publicou uma homenagem a Arlindo Cruz. “Parte hoje a mão que deu forma ao coração do Brasil. Fica para nós a missão de fazer com que fique bom outra vez o nosso cantar. Mas hoje não. Hoje silêncio, o sambista perfeito está dormindo”, diz a postagem, que foi publicada também no perfil de Luana Carvalho, filha de Beth. Sambista de uma geração mais recente, Mumuzinho lamentou a perda de quem considerava como um “pai na música”. “Hoje o samba chora, e meu coração chora junto. É difícil encontrar palavras para descrever a dor de perder um mestre, um amigo, um pai na música e na vida como o Arlindo Cruz. Ele não foi só um artista gigante, ele foi uma entidade, um cara que quebrou barreiras e me ensinou a cantar tudo o que eu gosto, sem medo de experimentar”, disse. >> Siga o perfil da Agência Brasil no Instagram A escola de samba carioca Império Serrano também teve papel de destaque na carreira de Arlindo. Ele compôs 12 sambas-enredo para os desfiles na avenida. E foi homenageado pela agremiação com um enredo em 2023. “O Império Serrano lamenta, com imenso pesar e profunda dor, o falecimento de Arlindo Cruz, aos 66 anos, um dos maiores nomes da história do samba e filho ilustre da nossa coroa imperial”, diz a nota da escola. “Arlindo Cruz é parte da alma do Império Serrano. Compositor genial, cantor de voz marcante e sambista de coração inteiro, ele escreveu páginas inesquecíveis da nossa história. Ao lado de grandes parceiros, Arlindo assinou obras-primas que ecoam nos corações imperianos até hoje, como o inesquecível “O Império do Divino”, de 2006. Ao todo, foram 12 sambas vitoriosos, com inúmeros prêmios”, complementa a escola de samba. O Clube de Regatas do Flamengo, time de coração de Arlindo Cruz, também publicou nota em homenagem ao sambista. “Ícone do samba, multi-instrumentista, compositor genial e voz marcante da cultura brasileira, Arlindo sempre levou o nome do Flamengo com orgulho, embalando gerações com seu talento e sua paixão pelo Mais Querido. Nossos sentimentos aos familiares, amigos, fãs e a toda a nação do samba. Seu legado permanecerá vivo nas arquibancadas, nas rodas de samba e no coração da Nação Rubro-Negra”, diz a nota. * Matéria alterada às 18h30 para complementação de informações. Edição: Juliana Andrade
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Prefeitura do Rio decreta luto de 3 dias pela morte de Arlindo Cruz
Velório será na quadra da Império Serrano neste sábado (9) Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 08/08/2025 - 21:27 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © arlindocruzobem/Instagram A prefeitura do Rio de Janeiro decretou luto oficial de três dias pela morte do cantor e compositor Arlindo Cruz, 66 anos. O sambista morreu nesta sexta-feira (8), no Hospital Barra d’Or, na Barra da Tijuca, onde estava internado desde maio por complicações de uma pneumonia.
A família confirmou que o velório do corpo Arlindo Cruz será realizado na quadra da escola de samba Império Serrano, em Madureira, sua escola de coração, neste sábado (9), em horário a ser confirmado.
Parque
O futuro Parque Piedade, que fica no bairro de mesmo nome, na zona norte da cidade, irá receber o nome do artista, segundo a prefeitura. Batizar o Parque Piedade com o nome de Arlindo Cruz teve por motivação a sua profunda identificação com o subúrbio carioca. A previsão é a de que o novo espaço público seja inaugurado até o fim deste ano. O Parque Piedade Arlindo Cruz será erguido em uma área de aproximadamente 18 mil metros quadrados, onde funcionava a antiga Universidade Gama Filho, com áreas de lazer e centros cultural, esportivo e educacional. Estão previstos ainda um parque, academia e campo de futebol. Além disso, os frequentadores poderão contar com parque infantil e uma área com aparelhos de ginástica. Edição: Carolina Pimentel
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Aos 66 anos, morre ícone do samba Arlindo Cruz
Sambista estava com a saúde frágil desde 2017, quando sofreu um AVC Agência Brasil* Publicado em 08/08/2025 - 15:31 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © arlindocruzobem/Instagram Nesta sexta-feira (8), o Brasil se despede de um de seus maiores talentos musicais - o multi-instrumentista, compositor e ícone do samba, Arlindo Cruz. Com a saúde debilitada desde 2017, quando sofreu um grave Acidente Vascular Cerebral (AVC), Arlindo Cruz morreu aos 66 anos. Em comunicado publicado nas redes sociais, a família informou a morte e agradeceu as mensagens de amor, apoio e carinho que receberam nos últimos anos, e em especial agora na hora da partida. "Arlindo parte deixando um legado imenso para a cultura brasileira e um exemplo de força, humildade e paixão pela arte. Que sua música continue ecoando e inspirando as próximas gerações, como sempre foi seu desejo", diz a nota. Arlindo deixa a esposa, Bárbara, e os filhos Arlindinho e Flora. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arlindo Cruz (@arlindocruzobem) Nesta sexta-feira, o Sem Censura exibe uma homenagem a Arlindo Cruz, que já estava gravada e programada para a data. Assista ao vivo:
Trajetória
Nascido em 14 de setembro de 1958, em Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Arlindo Domingos da Cruz Filho cresceu embalado pelo batuque das rodas de samba. Aos 7 anos de idade, ganhou seu primeiro cavaquinho. Ainda muito jovem, começou a trabalhar como músico, ao lado de grandes artistas, como Candeia. Mais tarde foi para a Escola Preparatória de Cadetes do Ar, mas sem jamais abandonar a música. Em participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, ele contou da herança musical que recebeu dentro de casa, por influência do seu pai Arlindão Cruz, que tocava cavaquinho, e a mãe Aracy, que tocava bateria e cantava. Quando deixou a Aeronáutica, Arlindo Cruz passou a frequentar as rodas de samba do Cacique de Ramos, ao lado de Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto, Zeca Pagodinho e Sombrinha, que viria a ser seu grande parceiro. Ali, recebeu o convite para participar do grupo Fundo de Quintal. Foi nesse tempo que o samba ganhou nova forma, com uma sonoridade moderna, mas sem perder a essência dos quintais e terreiros. Suas composições logo passaram a figurar nas vozes de Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Alcione e tantos outros. Foram, então, 12 anos de trabalho, deixando o grupo em 1993, para se lançar em carreira solo. Assista ao programa Samba na Gamboa, da TV Brasil, com Arlindinho Cruz, que homenageou o pai. O episódio será reprisado neste sábado (9), às 12h. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Autor de mais de 700 músicas, Arlindo Cruz escrevia com o coração e a alma. Suas letras entoavam o amor, a fé e a luta, traduzindo o cotidiano de milhares de brasileiros. Entre os maiores sucessos estão O Show Tem que Continuar, Meu Lugar e Bagaço de Laranja. Arlindo também era uma voz marcante no carnaval do Rio de Janeiro e figura querida nas quadras de escolas de samba, como o Império Serrano. Em 2023, a escola homenageou Arlindo, que participou do desfile em um carro alegórico. Parceiro de Arlindo, o compositor Sombrinha contou em entrevista ao Armazém Cultural, programa da Rádio MEC, sobre o samba-enredo que escreveu em homenagem ao amigo. Defensor fervoroso da cultura popular, foi torcedor apaixonado do Flamengo. Fiel à sua religião, o candomblé, e aos Orixás, lutava contra a intolerância. Em nota, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte do artista. “Arlindo foi um dos compositores e artistas mais talentosos e respeitados do Brasil. Em essência, o Sambista Perfeito. Arlindo nos deixa um legado de talento, poesia e generosidade, que ficará para sempre na nossa memória. Minha solidariedade à família, aos amigos e a todos que foram tocados por sua arte”, disse o presidente. *com informações de Solimar Luz e Bárbara Pereira Edição: Amanda Cieglinski
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Aos 66 anos, morre ícone do samba Arlindo Cruz
Sambista estava com a saúde frágil desde 2017, quando sofreu um AVC Agência Brasil* Publicado em 08/08/2025 - 15:31 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © arlindocruzobem/Instagram Nesta sexta-feira (8), o Brasil se despede de um de seus maiores talentos musicais - o multi-instrumentista, compositor e ícone do samba, Arlindo Cruz. Com a saúde debilitada desde 2017, quando sofreu um grave Acidente Vascular Cerebral (AVC), Arlindo Cruz morreu aos 66 anos.
Em comunicado publicado nas redes sociais, a família informou a morte e agradeceu as mensagens de amor, apoio e carinho que receberam nos últimos anos, e em especial agora na hora da partida. "Arlindo parte deixando um legado imenso para a cultura brasileira e um exemplo de força, humildade e paixão pela arte. Que sua música continue ecoando e inspirando as próximas gerações, como sempre foi seu desejo", diz a nota. Arlindo deixa a esposa, Bárbara, e os filhos Arlindinho e Flora. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arlindo Cruz (@arlindocruzobem) Nesta sexta-feira, o Sem Censura exibe uma homenagem a Arlindo Cruz, que já estava gravada e programada para a data. Assista ao vivo:
Trajetória
Nascido em 14 de setembro de 1958, em Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Arlindo Domingos da Cruz Filho cresceu embalado pelo batuque das rodas de samba. Aos 7 anos de idade, ganhou seu primeiro cavaquinho. Ainda muito jovem, começou a trabalhar como músico, ao lado de grandes artistas, como Candeia. Mais tarde foi para a Escola Preparatória de Cadetes do Ar, mas sem jamais abandonar a música. Em participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, ele contou da herança musical que recebeu dentro de casa, por influência do seu pai Arlindão Cruz, que tocava cavaquinho, e a mãe Aracy, que tocava bateria e cantava. Quando deixou a Aeronáutica, Arlindo Cruz passou a frequentar as rodas de samba do Cacique de Ramos, ao lado de Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto, Zeca Pagodinho e Sombrinha, que viria a ser seu grande parceiro. Ali, recebeu o convite para participar do grupo Fundo de Quintal. Foi nesse tempo que o samba ganhou nova forma, com uma sonoridade moderna, mas sem perder a essência dos quintais e terreiros. Suas composições logo passaram a figurar nas vozes de Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Alcione e tantos outros. Foram, então, 12 anos de trabalho, deixando o grupo em 1993, para se lançar em carreira solo. Assista ao programa Samba na Gamboa, da TV Brasil, com Arlindinho Cruz, que homenageou o pai. O episódio será reprisado neste sábado (9), às 12h. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Autor de mais de 700 músicas, Arlindo Cruz escrevia com o coração e a alma. Suas letras entoavam o amor, a fé e a luta, traduzindo o cotidiano de milhares de brasileiros. Entre os maiores sucessos estão O Show Tem que Continuar, Meu Lugar e Bagaço de Laranja. Arlindo também era uma voz marcante no carnaval do Rio de Janeiro e figura querida nas quadras de escolas de samba, como o Império Serrano. Em 2023, a escola homenageou Arlindo, que participou do desfile em um carro alegórico. Parceiro de Arlindo, o compositor Sombrinha contou em entrevista ao Armazém Cultural, programa da Rádio MEC, sobre o samba-enredo que escreveu em homenagem ao amigo. Defensor fervoroso da cultura popular, foi torcedor apaixonado do Flamengo. Fiel à sua religião, o candomblé, e aos Orixás, lutava contra a intolerância. Em nota, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte do artista. “Arlindo foi um dos compositores e artistas mais talentosos e respeitados do Brasil. Em essência, o Sambista Perfeito. Arlindo nos deixa um legado de talento, poesia e generosidade, que ficará para sempre na nossa memória. Minha solidariedade à família, aos amigos e a todos que foram tocados por sua arte”, disse o presidente. *com informações de Solimar Luz e Bárbara Pereira Edição: Amanda Cieglinski
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