“— Idiota. — Marrentinha. — Retardado. — Gostosa. — Se fode. — Te fodo. — Opa, agora ficou interessante. — Espera deixa eu por minha cueca. — Vem sem cueca mesmo… — Posso ir nu? — Ainda pergunta? Se apressa lerdo. Tesão tá aumentando. — Assim que eu gosto. — Vem logo porra! Vou socar tua cara, não me provoca. — Mais do que vou provocar na cama? Impossível. — Porra, que clichê barato. Agora vai me dizer que quer trepar á luz de velas e aroma de pêssego pelo quarto? Ainda se diz hétero. — Qual é a tua Fernanda? Tu quer sexo ou não? Que se foda aonde vai ser… pode até ser na porra da sacada. Portanto que você esteja de quatro tá ótimo. — Então escolhe Júnior, escolhe essa porra já to perdendo a paciência. Tu só tem 15 minutos pra chegar aqui. — Ok. — Você é o cara mais escroto que eu conheço. — Sim, e o mais gostoso também. — Convencido. — Não começa, meu pau já tá duro só de pensar no teu corpo escultural. — Tu é mais safado que eu. — Ué, tu que começou. — Comecei seu cu. — Não interessa quem começou. Mas a gente termina no sofá. — Só no sofá? — No sofá, na cama, no tapete, na cozinha, no balcão, no banheiro, na área de serviço, no quarto de hóspedes. A gente resolve isso até no chão. Agora vem logo que to morrendo de tesão.”
Juer.








