Bridget estava investida naquela busca. Um tesouro? Do Jafar? Isso iria virar relíquia da sua família futura completamente imaginária. Ela tinha que achar esse tesouro. Então, sim, estava completamente concentrada na busca. Procurando mapa, decifrando enigmas usando o seu scroll para tomar anotações. Então quase pulou quando alguém falou com ela. E o pulo quase foi um salto (como se ela pudesse fazer algo assim) quando reconheceu a voz. Virou-se de uma vez para dar todos os motivos pelos quais aquele seria o marco na história da vida de alguém, e então o viu e congelou. Merda, merda, merda, merda, merda. Seu cérebro fritou, e depois começou a considerar se aquilo tudo não passava de uma fanfic que ela estava escrevendo enquanto em coma por, sei lá, um carro poderia acertá-la na entrada do seu apartamento, não? Não, aquilo tinha que ser uma fanfic, porque como é que ele estava ali, na frente dela, falando com ela. Até pouco tempo atrás, ele não passava de uma imagem curtida e admirada no instagram, um sonho impossível, e não para aparecer com roupa de realeza de contos de fadas na frente dela — James Darling?! — saiu muito mais alto do que ela tinha intenção, e forçado também, quase rasgando a garganta. — V-Você n-n-não quer ser o-o diamante bruto? Seria legal, não? Ter, sabe, um tesouro que veio do Jafar, dentre todas as... sabe, acho que que a gente deveria falar pessoas já que eles são reais agora, bem, parece que sempre foram, a gente que achava que eles eram histórias, ou... será que tem a vez com teoria das cordas? E-Eu... eu tô falando demais, não é?