But I know I talk about these guys a lot so here's my main 8.
Atanas (Inquisitor and Maroon), Ateras (Warrior and Dark Grey), Atapt (Hunter and Blue), Atelic (Agent and Green), Athen (Consular and Red), Atriar (Knight amd Dark Brown), Atheit (Trooper and Orange), and Atrich (Smuggler and Purple). Their last name is Ralyle. They're octuplets and my babies. XD
No verão de 2010, como sempre costumo fazer, eu estava indo mergulhar nos corais da Ponta de Campina, Paraíba, Brasil. A diferença foi que nesse dia estava mergulhando numa piscina mais profunda, que me cobria inteiro e “por acaso” tive um estalo: como pode existir uma coisa tão incrível como passar os dias nadando nesta água cristalina, fugindo dos predadores por entre as fendas, tendo simplesmente uma esfera de 50 000 Km de circunferência inteira para explorar? Como é possível?
A partir disso lembrei-me do quão improvável deve ser existir outro planeta como o nosso. Pequeno, quente, com recifes de corais, florestas tropicais magníficas, lindos ursos polares, hayabusas descendo a 300 quilômetros por hora num voo de ataque a uma presa. É certo que não existiria tudo isso se não houvesse água, entretanto, não é só de água que vive o planeta terra.
Nosso gigante vizinho Júpiter tem uma composição caótica e quimicamente semelhante à do Sol. Possivelmente ele é uma estrela que falhou em sua missão de brilhar, entretanto se por ventura ele tivesse sido submetido a um caos um pouco mais extremo e em alguma parte a primeira fusão nuclear de hidrogênio ocorresse, nosso sistema solar teria dois sóis e a vida na terra encantadoramente talvez não existisse.
E eu penso: diante disso tudo será possível que tantos fatores possam se repetir, e combinados, possam gerar outros corpos celestes tão incrivelmente maravilhosos quanto o chão que pisamos? Seria racional acreditar que somos por puro e indigesto acaso, há milhões de anos, frutos viventes de uma joia em órbita? Poderia o acaso acontecer justamente num planeta pequeno, circundando um sol pequeno, num ponto periférico de uma galáxia?
Ao contrário dos filmes de ficção, meteoritos que caem na terra não trazem sinais de vida, mas são a prova maior de que o universo exterior é formado pelos mesmos elementos químicos encontrados nas palmas das nossas mãos. A sonda espacial Phoenix que pousou em marte provou que lá existem os mesmo minerais que encontramos na Lua. O Universo é fractal, o todo está em cada um de seus pedacinhos e a química da vida está aqui como em qualquer parte.
Entretanto o jeito como a Natureza criou as primeiras moléculas de DNA aqui não deve ser encarado como o único. “A Vida encontra um caminho”. Já conhecemos bactérias que incorporam fósforo em seu DNA e a natureza poderia usar como solvente não a água, mas a amônia, que tem características semelhantes. Em nossa Via Láctea que é formada por mais de 200 bilhões de estrelas, e cada uma destas pode ter bem mais de nove planetas em órbita, não é absurdo especular que um destes distantes planetas poderia ter, escondida por trás de sua gigante silhueta, uma pequena lua envolta de gás, onde seus habitantes hoje irracionais, daqui a milhões de anos também irão duvidar que tenham sido fruto de um incômodo acaso.
“You can safely assume that you’ve created God in your own image when it turns out that God hates all the same people you do.” (from Traveling Mercies by Anne Lamott; on page 22 of Bird by Bird she attributes this quote to “my priest friend Tom”)