gosh i'm REALLY regretting not having sora climb thru kairi's windo in chapter 9
seen from Netherlands
seen from China
seen from Austria
seen from Türkiye
seen from United States
seen from Türkiye
seen from Netherlands

seen from Netherlands
seen from Malaysia
seen from United States

seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Canada
seen from United States
seen from Bangladesh
seen from China
seen from Türkiye
seen from United States
gosh i'm REALLY regretting not having sora climb thru kairi's windo in chapter 9
"I want him to stop being so... I don't know..." "Butthurt?" "I wouldn't call it that."
[ read ATR ch9 ] [ ATR ch9 commentary ] [ ATR ch9 tag ]
the english language: remembering that, yes, "she had had" is gramatically correct
Sora wants to enter through Kairi's window and i just. it's more practical for you to enter through the front door. her room is on the second story. just use the front door sora
this plotline makes me irrationally frustrated every time i sit down to write it laughs weakly
namine wouldn't use a word like butthurt though
Fireworks
Antes que eu lhes descreva a maravilha que Rain, Seven e as meninas do FX Flowers transformaram aquele ambiente insípido e apático, devo ressaltar que durante todo o jantar apenas uma ligeira oscilação no comportamento de DongHae foi vista. Algo breve, mas que ultrapassou a força de mil palavras e, arrisco dizer, valeu mais do que sua pose de machão. Foi totalmente fora do script, mas nenhum de nós poderia prever nada mais encantador para EunHyuk. Sem sombra de dúvidas, foi aquela atitude de Hae, acima de todas as outras, que fez com Hyuk caísse de quatro para Hae. Literalmente – assim eu viria a saber.
A melhor parte da noite, entretanto, eu deixarei para o final. E agora, sim, vou encher vossos olhos com a perfeição de cada desprezível detalhe naquela arrumação. Eu fora há muitas festas em minha vida, sendo filho de um homem influente e poderoso como sou, festas de gente rica, milionária, que não poupa dinheiro, trabalho ou esforços para deixar sua recepção à altura de um baile de Versalhes ou merda que o valha. O que eu contemplava naquele terraço do prédio do dormitório era algo bem mais modesto, mas muito, infinitamente mais bonito que qualquer outra coisa que eu já vira.
Amber e Luna, como me foi relatado, não se incomodaram em economizar. Era óbvio. Onde nós estávamos, afinal? Nos jardins suspensos da Babilônia? Era flor a perder de vista. Minha única preocupação era: Hyuk tinha alergia a flores? Se ele tivesse, seria um desastre. Ele passaria a noite inteira espirando ou ficaria todo empolado no dia seguinte, e aposto que Hae não tivera esse insight que eu tive, ele estava nas nuvens – apesar de deixar seu embevecimento muito bem disfarçado pelo recém-adquirido estilo badass de ser.
Eu não sou nenhum expert em flores e nessas frescuras de mulherzinha, mas havia ali uma diversidade inacreditável de flores e rosas e plantas. Elas montaram duas árvores artificiais com arranjos reais. Para completar, a puseram próxima à mesa de EunHae, uma de cada lado, de modo que eles ficariam como que protegidos por aquele monte de pétala colorida e, nossa, aquilo era semelhante a um arco, uma autêntica obra de arte. Na mesa paralela a de EunHae, foram colocados um balde com gelo e algumas garrafas de vinho, de espumante e de champagne. Produto de primeira, saca? Eu ouvira de YeSung que, na cozinha, RyeoWook ainda trabalhava arduamente e agora estava preparando canapés e umas trufas artesanais com recheios diversos. Tomara que Hyuk nem Hae tivessem uma congestão em plena madrugada.
Além das flores e companhia, havia as pequenas lanternas japonesas que Seven e seus ajudantes dispuseram por todo o terraço. As lanternas eram tradicionais, vermelhas, e eu pude perceber que os kanjis nelas escritos eram sobre amor e essas melosidades. Não interessava, o importante era que os dois pombinhos se sentissem sintonizados àquela aura de paixão e romance e se beijassem, namorassem, se acasalassem e se casassem, adotassem um bebê órfão africano e, nesse processo todo, deixassem a mim e a SungMin em paz. Isso! Eu não gastaria aquela grana preta à toa: queria resultados. Imediatos.
Por detrás de um jardinzinho mal cuidado que já existia lá, Rain se posicionara com toda a sua parafernália e quando lhe chegasse o sinal de YeSung – o qual ficara responsável por determinar a hora perfeita do show acontecer –, o fogaréu no céu teria início. Até então, eu não havia me preocupado com a repercussão que aquela saraivada de fogos de artifícios teria entre os demais alunos – e entre a coordenação também. Mas se eu me meteria ou não em encrenca, eu não dava a mínima. Eu estava arriscando o meu pescoço nessa empreitada. Tinha que dar certo.
Se EunHae fosse uma companhia cujas ações estivessem em negociação em Wall Street, eu dou o meu dedo mindinho que nós teríamos um crash assim que os principais investidores do planeta se dessem conta daquele boom. Um crash no sistema, algo assim, entende? Como se o facebook tivesse tantos acessos que desse pau por uns dias. Vocês sabem que o facebook nunca dá pau. Se fosse o Orkut, seria compreensível. Mas não ofacebook.
Deu pra ter noção do que era o “EunHae”? O negócio do milênio. Investimento com retorno garantido.
E, okay, se não fosse exatamente assim, eu tinha que me consolar pensando assim. Eu não faria aquilo nem por mim mesmo. E foi aí que eu cheguei à conclusão de que Hae não me pagaria apenas se dando bem com Hyuk. Se dar bem com Hyuk era obrigação dele, com jantar ou sem jantar. Se dar bem com o Hyuk seria o grande feito da sua vida, somente isso. Hae me devia a própria alma. E, sim, eu iria cobrar cada centavo que eu havia injetado naquela palhaçada. Ah, se ia.
Porque Lee DongHae não era um RyeoWook da vida. Ele tinha infinitamente mais potencial. Eu o faria meu braço direito. Ele não deixaria de me prestar sua gratidão eterna pelo que eu lhe havia feito. Não tinha chance de ele declinar de meu convite. Vêem? Foi só alguns zeros a menos na minha mesada. O que eu estava para levar em troca? Um cara que demonstrara ter culhões para seguir meus passos. E o negócio ficava muito mais fácil se colocássemos Lee HyukJae como peça desse tabuleiro. Cá estamos nós, DongHae. Eu sou uma espécie de rainha nesse xadrez, você pode ser um bispo, mas HyukJae é um peão. Eu o arrasto para linha de frente e acabo com ele. Me obedeça.
Sendo mais claro: suje comigo e eu entrego seus podres a HyukJae. Eu sei de todos os seus podres. Você não vai querer mexer comigo, não é, Hae? Somos amigos, acima de tudo. Não se trai um amigo. Porque eu te tenho em minhas mãos.
X
Quando Hyuk subiu as escadas e chegou ao terraço, eu esperava que Hae fosse tremer os joelhos de excitação, mas o peixe se manteve duro que nem uma tábua. Inabalável. E se comportou como um gentleman. Impecável. Eu não parava de repetir pra mim mesmo que eu amava Zhou Mi e daria a ele o mundo. E, porra, a cara que Hyuk fez ao se deter no que o rodeava fora impagável. Como um caipira que aterrissa na cidade grande e fica embasbacado com as luzes e o movimento e tudo de extraordinário que há na metrópole. DongHae havia agarrado HyukJae pelas bolas tão logo nosso intrépido Monkeyfoi conduzido por nosso amado Fish até a mesa onde jantariam.
Como eu descobriria depois, esse seria o apelido que os dois usavam intimamente. Assim como era verdade – verdade indiscutível – que Zhou Mi transformara Hae naquele monstro, eu havia sido o ser ignóbil idealizador daquele casal. Extremamente irritante, diga-se de passagem. Eles transbordavam amor até a tampa. Argh, insuportável. À certa altura, aquilo iria aporrinhar até mesmo SungMin, que é um doce de pessoa e nunca se incomoda com nada nem ninguém. Eu tinha certeza que até ele se enfezaria com aquele doce todo. Nem SungMin poderia aguentar.
Todavia, não era da minha alçada suportar ou não o EunHae. Eles que se resolvessem. O que concernia a mim era somente a boa interação dos dois. E, desde o começo, eles haviam provado que não me decepcionariam. Estava tudo bem.
A noite transcorreu bem demais para ser verdade. Hae levou a conversa com maestria. Ele havia nascido para estar ali, no terraço de um dos prédios da Shinhwa High School, xavecando HyukJae, encantando-o foderosamente e bebericando coca-cola – Hyuk era incisivamente adverso a bebidas e Hae, sabiamente, resolveu acompanhá-lo no refrigerante. (Bom pra mim e pra Mimi, nós ficamos com o bordeaux só para nós).
E, enquanto corríamos para os braços da embriaguez, eu e Mi escutávamos com deleite a conversa de EunHae em meu iPhone. Estávamos escondidos atrás de um murete, perto de onde Rain também se escondera. Hae estava a par de nossa presença, mas Hyuk não. Eu tinha que abafar as risadas etílicas de Zhou Mi de cinco em cinco segundos. Ele estava se divertindo pencas ouvindo Hae dar em cima de Hyuk, que recuava mas que às vezes ia para cima também. Era o próprio rito do acasalamento, se encenássemos aquele diálogo em forma de dança.
Eu bebia o bordeaux para comemorar e mal me dava conta do quão bêbado eu estava ficando. A medida que o encontro transpunha o limite de ‘estamos apenas nos conhecendo’, eu bebia. E o sucesso da noite era diretamente proporcional à quantidade de álcool em meu sangue. Quando dei por mim, já tinha bebido cinco garrafas de bordeaux. Zhou Mi ainda estava agarrado à sua terceira e se recusava a dividi-la comigo. Não sei por que raios eu deixei que YeSung trouxesse tanto vinho. E, como diziam os romanos, a verdade reside no vinho. Não demorou e eu já estava despejando toda a merda que me vinha a cabeça. Nem dávamos mais bola a EunHae.
Eu rodei uma garrafa vazia e ela parou em Zhou Mi – como esperado. Brincávamos de verdade ou desafio, tomando cuidado para não fazer barulho demais e, a poucos metros, Hae estava prestes a dar o bote – e eu nem estava no meu juízo perfeito para testemunhar aquela cena ímpar. Era a minha vez de perguntar e eu fui com vigor:
“O que você mais gosta de fazer comigo?”, indaguei, a língua meio que enrolando na boca.
“De te chupar, é claro”, tive que correr para abafar o som da risada que já se anunciava. Zhou Mi ficou murmurando, no entanto, eu não iria correr o risco de tirar minha mão de sua cara. Ele era bem escandaloso quando bêbado.
“Meu pau tem gosto bom, então?”
“Cosssto de tutti-frrruti”, foi o que eu decifrei pelo seu balbuciar.
“Há quanto tempo você não me chupa, Zhou Mi?”
“Teisti hoshe à tardfe”, sua voz denotava a nostalgia por aquela tarde.
“Desabotoe minhas calças, baby”, eu ainda mantinha minha mão espalhada em sua cara, ainda assim, não pude sufocar sua risada safada que era o prenúncio de sua excitação. Ele abaixou os olhos e eu corri os meus diretamente para o volume em sua calça que já começava a se formar. Mais adiante, Rain conferia novamente suas bombinhas. Porra, era isso aí. Ser chupado enquanto dois idiotas viviam o episódio mais memorável de suas existenciazinhas pífias. Ser chupado por Zhou Mi enquanto EunHae sequer havia se beijado. Eu gostava daquilo, de me ver milhas à frente. A mão que estava espalhada no rosto de Mimi deslizou até sua nuca e eu o levei – sem delicadeza nenhuma – em direção ao meu pau. Num instante, ele já tinha me posto nu da cintura pra baixo e me fazia um boquete sem precedentes.
Eu aproximei meu celular do ouvido, tirando-o do viva-voz, e me deliciei com o diálogo daquele casal de newbies. Zhou Mi gemia no meu pau e eu estava ouvindo Hae comentar o quão incrível era a narrativa de EunHyuk sobre um tal cachorro chamado Choco. Eu não prestara atenção no que eles diziam anteriormente, mas Hae parecia extremamente empolgado ao falar sobre Choco. Lee DongHae vai acabar adotando legalmente esse tal de Choco. Ele vai se casar com HyukJae e eu vou ser o padrinho, e Choco será o pajem e irá carregar as alianças na cerimônia que será na Catedral de Notre Dame, eles irão se hospedas no Four Seasons George V e nada disso realmente importa, eu tenho Zhou Mi com a língua na minha glande e isso, sim, é o que vale a pena.
“Você tem que conhecer Choco! Vamos levá-lo para passear no Boramae Park...”
“E vamos levar nossas bicicletas também...”
“E vamos pedalar”
“Eu vou adorar pedalar com você!”
Zhou Mi ia com uma ferocidade que eu jamais presenciara antes. Não era mais Zhou Mi ali me chupando, era uma máquina de sucção em sua potência máxima e eu estava tendo pequenos orgasmos e meus olhos se reviravam nos orbes porque, puta que o pariu, aquele chinês era o rei da felação, acho que em outra vida ele inventara essa técnica, quando ele era um eremita na China Imperial e ninguém era capaz de fazer a conexão entre boca, língua, lábios e o órgão genital masculino. Mas, hey, é para isso que Zhou Mi existia e ele veio, clemente e bondoso, disposto a dividir com toda a humanidade aquela sua arte que se tornaria indispensável para um sexo bom.
Eu sou sortudo para caralho. Eu tinha o chupador das galáxias amarrado ao meu pau. Eu sou um filha da puta, ou o quê? Ele massageava minhas bolas, eu pairava no céu. Ele beliscava minhas coxas, eu era um deus. Ele percorria toda a extensão do meu membro, eu estava pronto para morrer – feliz e sem pendências.
“Minhas ambições na vida? Ora, que pergunta, Hyuk! Eu vou estudar Oceanografia. Já pensei em Biologia e, depois, faria pós-graduação em Biologia Marinha, mas demoraria muito tempo até eu chegar aonde eu quero. Oceanografia é bem melhor pra mim. Mas minha verdadeira ambição na vida é conseguir recursos junto ao governo sul-coreano e encabeçar um projeto para a construção do maior aquário jamais visto, aqui mesmo, em Seul. É claro que isso é um projeto de toda uma vida, mas eu não me importo. Enquanto vou trabalhando nisso, espero ter alguém... que me apóie e esteja sempre ao meu lado”
Certo, Hae, 100 pontos para a Lufa-Lufa! Porra, Zhou Mi, porra, eu vou gozar. Como é o gosto que fica na sua boca quando você recebe aquele jato e ainda resta aquele saborzinho de vinho tinto autêntico francês impregnado na sua língua? Zhou Mi tinha que me beijar.
“Isso é genial, Hae. Eu apoio totalmente sua idéia. Realmente brilhante. E quanto a pessoa que estará ao seu lado, espero que você a encontre... ou talvez, já a tenha encontrado”
HyukJae, se você fosse um apanhador, você teria acabado de agarrar o pomo de ouro. Isso se ele já não estivesse em suas mãos desde o começo da partida. Mas Zhou Mi está fazendo aquele negócio com a ponta da língua e eu estou tendo espasmos. Que pena que eu não estou em condições de prestar atenção nesse encontro épico. Fica pra próxima. Aliás, na próxima, será Lee SungMin e Lau Henry neste terraço e eu estarei de novo impulsionado meus quadris para frente e pespegando a cabeça de Zhou Mi contra o meu membro. Não soa ótimo?
Mas sempre há o risco de eu não me concentrar se há um SungMin há poucos metros de mim. SungMin, seu escroto sem compaixão! Eu queria ter você entre minhas pernas. Imagino se você chupa bem, se você é bom em empinar a bunda, se é sexy quando faz isso. Me pergunto se você já chegou a empinar a bunda para alguém. Droga, não quero pensar nisso! Se você tem que rebolar seu traseiro, que seja pra mim e só pra mim! Por Deus, aquele monumento remexendo em cima do meu pau duro. Nossas línguas entrelaçadas, minhas mãos esmiuçando cada milímetro do seu corpo que deve ser tão melífluo, tão apertado, tão... tão para mim. Você feito pra mim. Não como se nós fôssemos almas gêmeas, SungMin, eu não creio nessas bobagens. É seu corpo. Ele foi cinzelado por um grande artesão, e a sua finalidade, a finalidade dessa obra de arte que é você é única: eu. Eu sou sua finalidade. Eu fodendo você. Essa é a razão da sua existência.
Merda! Gozei. Zhou Mi engoliu quase tudo, bom garoto. O puxei antes que ele realmente engolisse tudo. E nós demos aquele beijo... aquele beijo. Ele se esfrega em mim e, nós nem esperávamos por aquilo, o ruído dos fogos de artifício estourando no céu acima de nós engolfa tudo a nossa volta. De repente, não há mais nada. É um espetáculo em homenagem a minha gozada. Não que seja preciso comemorar minha gozada – já que minha gozada não é nenhum fenômeno inesperado – eu estou gozando sempre que tenho a oportunidade, não é nada fora do comum, se é que me entendem. Mas, sim, vamos gozar a vida!
Dei uma checada no meu iPhone e o relógio na tela marcava as oito e meia. Como havia combinado com Rain, aquela era aproximadamente a hora em que ele deveria iniciar a queima de fogos, se YeYe não lhe desse o sinal. Onde diabos havia se metido YeSung?
Aí tivemos o único furo no meu plano: eu me esquecera de avisar a Hae sobre aquele show à parte. E também tivemos a única gafe da noite: DongHae não sabia o que dizer. Não sabia o que fazer ou como justificar aquilo a HyukJae. HyukJae, por sua vez, estava tal qual pinto em bosta. Ele sorria feito um retardado. Não havia explicações que Hae pudesse dar, ele só tinha que sorrir como HyukJae e aproveitar o momento.
Foi o que ele fez? Não! Ele se levantou de supetão e, eu não tenho idéia do que ele fez com aqueles braços, aquelas mãos de trasgo, ele quebrou o vaso de flores com minha escuta! Quebrou! Ogro! Mais tarde, haveria outra coisa quebrada, e seria as fuças de DongHae. Juro. O que me surpreendeu foi HyukJae segurar na mão de Hae e carregar aquele ser abobalhado até a sacada do prédio. A expressão embevecida de Hyuk, aquele gesto tão singelo e a reação de Hae ao ter a mão de seu amado envolta na sua compuseram o ponto alto daquele encontro. O pseudo-incidente fora do script. Eles ficaram lá, observando idiotamente a queima de fogos, e eu via a boca deles se mexendo suavemente, alguns comentários ocasionais, talvez, MAS EU NÃO PODIA OUVIR O QUE ELES FALAVAM EXATAMENTE! Demônios!!! Eu fiquei possesso.
Dei um gole grandioso no meu bordeaux e abotoei minhas calças. Zhou Mi se pôs de pé, se apoiando em meus ombros, mordendo o lóbulo da minha orelha. Eu limpei minha boca que derramava o líquido escarlate com as costas da mão, furioso, morrendo de curiosidade! O que diabos eles estavam falando?! Foram uns cinco minutos de pipocado no céu. HyukJae deu alguns passos e a proximidade entre ele e seu peixe fedorento ficou ainda mais estreita. Ele deve ter achado que tinha cessado. Que nada. Eu sou uma cara que está sempre surpreendendo. Ele não viu aquilo chegando, mas estava lá: EUNHAE, escrito em pequenos pontinhos coloridos, figurando entre as estrelas daquela noite de Seul.
Não havia outra coisa a fazer: Lee HyukJae tascou um beijão em Hae.
X
Ao término da queima de fogos, eu, Zhou Mi e Rain saímos de fininho. YeSung tinha finalmente aparecido e ficara lá para servir a sobremesa. Graças aos santos, Rain não notara o que eu e Mimi havíamos feito detrás da mureta. Ele era bem lento e pouco sagaz, e eu só tinha a agradecer por isso. Quando a YeSung, eu estava pagando bem a ele – aquele viveiro pra tartaruga dele me custara uma pequena fortuna. Ele tinha sorte por eu ser tão generoso. E, sendo tão bem pago, YeSung não estava no direito de reclamar porque ficaria lá sem hora pra sair. Dane-se YeSung.
Rain saiu pela tangente e KiBum foi com ele. KiBum tivera sucesso em despachar Amber, Luna, Seven e seus ajudantes e ninguém o tinha interpelado. KiBum era um ninja. Rain estava em boas mãos. Eu arrastei mais três garrafas de bordeaux comigo – não sei porque fui tão exagerado no vinho, não servira para o intento em nada. Eu estava satisfeito, todavia. Estava bêbado como um gambá e me sentia contente por isso.
Andando rumo ao dormitório, eu era a muleta de Zhou Mi e Zhou Mi era a minha muleta. Nós nos equilibrávamos em nossas pernas, trôpegos e embriagados e idiotas. Estava tranqüilo e alegre demais, era natural que algum inconveniente viesse nos encher a paçoca. Lei de Murphy, crianças. Se algo tiver que dar errado, dará. E Park JungSu, vulgo LeeTeuk, estava a postos para me provar que sim, tudo estava a um centímetro de dar errado. E daria, se ele não estivesse lidando com Cho KyuHyun, o bêbado mais espirituoso do globo terrestre. Vocês sabem do que eu estou falando. Eu já estou exausto de repetir o quão foda eu sou. LeeTeuk era só mais um caxias frustrado por não ter sexo o suficiente em sua vidinha medíocre. Eu tinha o êxito em mim, você acham mesmo que eu me abalaria por pouca merda?
O fato de LeeTeuk, o supervisor geral, o líder do Terceiro Ano, um dos terceiranista mais respeitados da Shinhwa High School, o filho do diretor-geral, o fato de aquele caga-mole estar ali não me assustava. Eu tinha bebido um mar de álcool (não tanto – só um pouco mais e chegaríamos a essa quantidade), eu estava com minha habilidade vocabular e racional limitadas e, ainda assim, eu daria um chega para lá em TeukTeuk e ele iria parar de me torrar.
Eu o encarei. Ele não hesitou. Zhou Mi estava boquiaberto às minhas costas – não porque ele estivesse surpreso, ele só estava meio lesado por causa do excesso de vinho. Okay, TeukTeuk, se é olho de thundera que você quer, vamos ver quem vacila primeiro. Foi o duelo dos séculos. Uns bons vinte minutos – talvez menos, estava muito alto para recordar ao certo – e LeeTeuk desistiu.
“FUUUUCK YEAH!”, berrei, assim que Teuk amarelou. “I’M THE MASTERMINDISH!”
Comemorei, fazendo a dancinha do I Feel Good; Zhou Mi fazia sua própria versão da dança do robô. Depois, nós fazíamos a dança do elevador duplo. LeeTeuk teve que aguentar nossa demonstração de superioridade por mais outros longos minutos.
“Bitch said what? You though you could win me, but you couldn’t! I’m such a badass! I PWN EVERY FUCKING ONE!”
“Hell, yes!”, Zhou Mi complementava. “Eat dust, dumbass!”
“Quem é o bonzão agora, LeeTeuk?”
Eu não quero reconhecer, mas eu estava fazendo algo semelhante a dança do creu. Algo semelhante...
“Você é tão infantil, Cho KyuHyun. E você também, Zhou Mi! E não interessa se você me venceu no olho de thundera, eu nem pretendia brincar de olho de thundera com você! EU NUNCA MAIS BRINCO COM VOCÊ, CHO KYUHYUN!”
Então eu imitava um bebê chorando. Pelo amor de Deus, eu realmente estava bêbado.
“Ele não quer mais brincar comigo, Mimi! Buaaaaaaaaa!”
“Sh, sh, shhhhhh! CALADOS!”, ele bradou e nós prontamente ficamos quietos. Ele era meio perigoso, ano passado ele tinha arrastado um terceiranista pelo dedão do pé porque o garoto estava fumando na escadaria principal. Eu não estava a fim de ter LeeTeuk me castigando or whatever. Mesmo bêbado, eu mantinha meu bom senso.
“O que vocês estão fazendo fora do dormitório?”
“Nós não estamos fora do dormitório, nós estamos exatamente no prédio do dormitório”, interveio Zhou Mi, como se aquilo fosse uma suposição óbvia – e era.
“Que seja! O que vocês estão fazendo fora de suas camas?”
“Andando?”
“Não banque o engraçadinho, Cho Kyuhyun! Vocês estão fedendo a vinho!”
“Isso é porque nós...”, Zhou Mi fez um passo que eu pensei ser impossível para alguém tão embriagado, aquele passinho do Michael Jackson no ponto alto da coreografia de Who’s Bad? “BEBEMOS VINHO!”
“Eu vou levá-los ao diretor...”, ele pronunciou com deleite aquelas palavras, embora estivesse cheio de fúria, se cuspindo pelos cantos da boca. “E vocês serão suspensos!”
“MAS O KUI KUI LHE VENCEU NO OLHO DE THUNDERA!”
LeeTeuk bateu as mãozinhas como se fosse uma foca agoniada.
“E daí que ele me venceu no olho de thundera? Vai ter revanche!”
“Vai ter revanche...”, eu o remedei, vozinha afetada e tudo. “Cho KyuHyun, você é um baderneiro, Zhou Mi, você não deveria andar com essas más companhias. Cho KyuHyun, eu vou pedir ao meu papai e ele vai lhe suspender por um mês porque eu não gosto de você”
De novo as mãozinhas batendo e ele se cuspindo todo.
“PARA COM ISSO, OK? EU LEVO ESSA ESCOLA MUITO A SÉRIO!”
“Eu levo essa escola muito a sério, Cho KyuHyun”
“PAAAAAAARA!”
“Cho KyuHyun, para com isso, eu vou ter um ataque histérico e chamar papai se você não parar!”
Não que fosse seu pai, o diretor da Shinhwa High School, que estivesse no corredor. Era bem pior. Era KangIn e SungMin. HAHAHA, Sungmin, meu bom e velho Sungmin! Sai correndo para abraçá-lo e eu por pouco não o derrubei no chão. Eu não o abraçado. Não foi bem um ‘abraço’; eu tinha montado nele. Pernas enlaçadas ao redor de cintura e braços circundando seu pescoço. Eu estava naquela pose tão típica de um... passivo. Culpa do álcool.
“Minnie-ah~!”, plantei um beijo estalado em sua testa e, ao me desentrelaçar dele, perdi o equilíbrio e fui direto ao chão. Mimi veio me acudir e nós rolamos pelo assoalho como dois porcos chafurdando no chiqueiro. Ríamos e bolávamos pelo corredor atapetado, uma coisa linda de se ver. KangIn, LeeTeuk e SungMin provavelmente estavam passados conosco, e se você acha que eu dou um peido por isso, dê um peido você.
Quando eu não esperava, SungMin veio em meu socorro e me reergueu, e reergueu Zhou Mi também. KangIn e LeeTeuk se quedaram, dois postes no meio do corredor, braços jogados ao lado do corpo e aquelas sobrancelhas levantadas usual de quem não compreende bulhufas.
“É melhor levarmos KyuHyun e Zhou Mi para seus quartos, Teuk”, pronunciou-se SungMin, numa inconcebível demonstração de inteligência, digo inconcebível pois KangIn e LeeTeuk nem em uma centena de milênios teria idéia equiparável. JungSu meneou a cabeça, concordando e, possivelmente por me odiar, ele escolheu levar Zhou Mi, que não se opôs. KangIn o seguiu, porque (só podia ser isso) ele queria se certificar de que meu Gentleman Mimi não se aproveitaria de seu anjinho azul chamando TeukTeuk. Os três sumiram pela galeria escura rapidamente.
Para o meu pavor, para o meu prazer, estávamos só eu e Lee SungMin. Não havia hora mais apropriada pra eu bancar o bêbado genioso. Chegara a minha vez. Eu trouxe o meu êxtase à tona e sai correndo rumo ao terraço. SungMin, lógico, foi atrás de mim. Eu corria e corria e não havia nada ao meu redor. Abri os braços e pude sentir a brisa acariciar meus fios, e eu me senti num doce verão italiano, pedalando uma bicicleta azul com cestinha artesanal, roupa leve e cabelos ao vento. Tudo isso porque eu tinha a sensação de que estava muito perto de encoxar SungMin.
Quando subi ao terraço, não topei com mais ninguém – EunHae e, consequentemente, YeSung já haviam ido embora. Melhor. Sai em disparada até o balde debordeaux que havia sido largado lá. Abri uma garrafa e nem me preocupei em acertar minha boca, sai derramando tudo em cima de mim. Fiquei encharcado de vinho. Não existia SungMin em meu campo de visão – eu sabia que ele viria a mim em breve. Ele viria. Andei aos tropeços até o murro do terraço. Fechei os olhos e saboreei o vento que não era só parte de minha imaginação: era o vento real, o rumor sul-coreano que me passava a segurança de que eu necessitava.
Quando dei por mim, SungMin tinha sua mão posta por cima da minha. Eu suspirei e a segurei aquela mãozinha trêmula e macia entre as minhas. Eu estava de porre, caramba, e com SungMin tão perto de mim. Eu não me lembro de muita coisa, as sutilezas me escapam. Eu não estava são o suficiente para que atinasse em reter tudo em minha memória. Eu não me culpo, sabe, qualquer um ficaria fora de sintonia em meu lugar. Era SungMin, porra! Lee SungMin.
E, após algumas palavras sem valor, ele me perguntava quem era o filho da puta por quem Lau Henry estava apaixonado. Caralho, SungMin! Talvez haja outra pessoa apaixonada, verdadeiramente apaixonada, desesperadamente apaixonado, irreparavelmente apaixonada. Essa pessoa não é Lau Henry. Quem é essa pessoa, SungMin, me diga: quem ela é? Sou eu?
Rolei os olhos e deixei que um murmúrio cansado caísse de meus lábios enregelados pelo frio da noite. Não queria fazer nenhum tipo de joguinho, decidi dar-lhe o que ele pedia.
“É por você, SungMin. É você por Lau Henry está apaixonado e eu sei disso porque ele e Mimi são muito amigos, e eu e Mimi somos muitos amigos, você entende como não conseguimos esconder segredos de nossos amigos... Eu, aliás, só estou lhe contando isso porque somos amigos”
Balela. Tomei uma golada de vinho e ele ficou me encarando como se eu lhe tivesse anunciado o armagedom iminente.
“O que foi?”
“Eu nem imaginava...”
Outro grande gole e o ignoro.
“Que pena”
Ele deu um meio sorriso como que se desculpando, lamentando por algo que eu nem tinha a percepção exigida para decifrar o que era. Um segredo íntimo de SungMin. Eu o odiava tanto por ele ser mais inteligente e perspicaz que eu, ele tinha a inteligência que abrange todas as áreas. Eu era um nada se comparado a ele. Ele era lindo e perfeito e eu o detestava por ele me torturar dessa forma, e por me fazer olhá-lo como a criatura mais incrível que jamais fora criada, mas eu não podia evitar. Ele tampouco podia evitar. Era inevitável que eu tencionasse beijar, amar, dominar e possuir Lee SungMin. Nada podia ser feito em relação ao meu desejo por ele. Era fato.
Ia muito além do meu entendimento, e eu repudiava isso, eu não... Eu não. Cerrei as pálpebras com força, virando o rosto; mordi o lábio inferior cheio de fúria. Aquilo estava fora do meu controle. Eu surtava se havia algo fora do meu controle.
“Henry é um garoto legal... Mas ele sentir isso por mim é...”, um risinho sem graça e aquele ódio crepitando em meu peito. SungMin não deveria ver Henry daquela maneira! Não deveria! “Estranho”
Ou deveria?
“Não sei como retribuir. Não sei se é certo retribuir”
Okay, SungMin havia currado minha bebedeira com aquele desabafo patético sobre Lau Henry. Ele tinha me sacudido com aquelas palavras. Por que raios seria Lau Henry? Lau Henry é um idiota. Que se exploda Lau Henry.
“Eu nem saberia retribuir...”
“Você não precisa retribuir!”, mais idiota que Henry, só eu. À propósito, porque eu falara com tanta exasperação? “Você não precisa retribuir a Henry se não quiser, certo? Você não precisa fingir algo que não sente ou ser condescendente a ele, você não precisa. Apenas... fique na sua, SungMin”
Outro meio-sorriso constrangido e ele abaixou a cabeça, chutou uma pedrinha aleatória que havia no chão e pôs as mãos nos bolsos. Ele era tão adoravelmente ingênuo e pueril.
“Eu não... Eu só não...”, ele se agachou de supetão, escondendo a cabeça entre os braços que a circundaram como se ele fosse uma ostra, que diabo de metáfora eu poderia usar para aquela reação tão bela e tão... wow, SungMin.
Não há nada que posse te descrever às vezes. Eu me nivelei a ele e, mesmo profundamente desgostoso daquele assunto, acariciei uma mecha de cabelo jogada sobre sua testa; minha mão deslizou até seu queixo e eu fiz com que ele me fitasse. Ele riu de novo, sem graça. “Eu não poderia retribuir. Eu sou um nerd sem experiência, eu não sei de nada. Eu nunca... Eu nunca beijei ninguém, Kyu”
Eu mal disfarcei minha estupefação. Que SungMin era um virgem puro e castro, disso eu não tinha dúvidas. Mas nunca ter beijado ninguém, já era além de qualquer expectativa. Foi verdadeiramente mindfucked.
Graças que a minha cara de paspalho não o deteve. Tudo o que eu fiz foi lhe entregar minha garrafa de bordeaux, a qual ele bebeu generosos goles. Após alguns minutos, ele prosseguiu:
“Eu sei o que você está pensando. O que esse garoto fez esse tempo todo? Eu estudei, basicamente. E me esforcei para orgulhar meus pais. Foi tudo. Umas garotas em meu vilarejo demonstraram algum interesse por mim no começo da adolescência, mas, pffff... era eu quem deveria tomar o primeiro passo, para começo de história. Como eu faria isso? Eu sempre fui um covarde. E garotas... nossa, garotas! Elas sempre me assustaram. Elas são imponentes e sempre tão bonitas e elas andam por aí como se soubessem de algo que nós homens nem imaginamos que exista...”
Ele tomou o bordeaux pelo gargalo e liquidou com metade do conteúdo em um átimo.
“Garotas são assustadoras”
“São umas megeras, em sua maioria”, conclui.
“Talvez. Mas e daí? São elas quem mais nos servem. Não a nós, quero dizer, não sei de você, mas elas jamais serviram a mim nesse sentido. Falo de homens normais, não desse pateta que sou”
Eu diria ‘vá com calma, SungMin’, mas eu estava adorando seu arroubo de sinceridade causado pelo vinho. Não o iria deter se ele quisesse engolir um tonel de vinho de uma vez só. E, sim, era outro gole estupendo que ele dava.
“Não se mortifique tanto assim”
“Isso é tudo bobagem, não é? Garotas... Eu ficaria bem com outro cara, você não acha?”, Deus meu, ele já estava de pileque. ‘Eu ficaria bem com outro cara’. Você está me tirando, SungMin. Nós seriamos incríveis juntos. “Eu não me importo. Henry é um garoto legal, simpático. Eu ficaria com ele e...”
“Pelo amor de Deus, SungMin!”
Eu tive que interromper. Sério, eu tive.
“O que foi?”
“Péssimas imagens mentais!”
“Ah, desculpe”
“Erm, tudo bem. Continue, você precisa botar isso pra fora”, dei um tapinha em suas costas e ele tomou fôlego para continuar.
“Henry é... ele é bem bonito. Mas não há chance. Eu jamais...”
Bêbado demais. Havia passado do ponto. Droga! Ele estava cochilando em meu ombro e eu morrendo de vontade de arrancar mais verdades dele. O sacudi pelo antebraço e ele acordou, e parecia até que ele dormira por umas boas horas de tão sonolento que ele ‘despertara’.
“Você jamais o quê, Min?”, interpelei, e foda-se se eu tinha que esconder minha curiosidade. Foda-se mesmo.
“Eu jamais o beijaria”
“Porque não?”
Ele riu; a resposta era uma só e, de tão presumível, era ridícula.
“Eu não sei beijar”
“Você aprende...”
SungMin me lançou um olhar e, puta que pariu, ele estava trêbado, mas aquelas íris castanhas e seu poder insuportável atravessou minha alma e perscrutou minha essência, tudo o que eu era e viria a ser, minha vida, meu destino, talvez não fora nada disso, era só delírio de um escroto que estava irremediavelmente encantando. Puta que o pariu mil vezes, SungMin! Você não pode me fazer pensar que está me dando esse tipo de olhar quando só o que há é sua embriaguez, o elixir da verdade e, que merda, eu era mesmo um miserável.
“Aprendo”.
MERDA.
O QUE VOCÊ FEZ, LEE SUNGMIN?
vocêacaboudemedar
UM
C E L I N H O. ;;
X
Não foi minha intenção. Por mais que eu desejasse Lee SungMin, o fato de que eu não me contentei com aquele pudico enconstar de lábios foi totalmente fora do previsto. Eu estava bêbado, mas não vou usar isso como justificativa. Quando eu puxei SungMin para mim e fiz com que nossos lábios se aproximassem e se encontrassem e se conhecessem mais intimamente, e nossas línguas se explorassem, se chocassem de um modo tão belo, eu não raciocinei que eu estava me enredando numa floresta de pedra, um labirinto sem fim.
Eu transpus todos os limites. Eu tolamente mandei meu medo às favas.
Com os diabos, eu o beijei. Meus lábios nos seus, SungMin. Nossas línguas. Você segurou em minhas mãos, e era como se perguntasse: Está tudo bem? Eu posso mesmo confiar em você?
E eu te digo, eu não sei se você pode confiar em mim. Já eu... eu não posso confiar em mim mesmo.