Beer #6: Carolina Caldeira (amigos no Facebook desde Abril 2017, 30 amigos em comum)
Fodasse, que boost de energia. E isto foi graças à Carolina. A Carolina é tão orgânica quanto a Praça de São Paulo, e a nossa conversa foi assim. Não no Arco da Velha, não no Castro Beer como combinado, mas ali bem onde Lisboa sabe ser ela própria, à espera que o Jorge viesse trazer uma bóia vinda do Milhões de Festa. O Jorge não apareceu e nós perdemos conta às imperiais e ao tempo, que para aqui não foi importante, acreditem.
Conheci a Carolina na minha última semana na Wunderman, mas temo-nos cruzado por aí nuns posts de Facebook e nuns plays de Youtube que vou dando aos YBB, a antiga banda da Carolina, que não é difícil gostar.
A Carolina começou a trabalhar em comunicação num Hostel (embora não soubesse bem o que estava a fazer, começou por conjugar todas as ideias que tinha com a função de governanta). E embora tenha chegado à publicidade há pouco tempo, eu não consegui deixar de ouvir com atenção os planos que ela tinha ali bem à mão na mochila. A mochila já pronta, para em Dezembro ir rumo a Amesterdão, porque a vida lhe tem dado sinais para isso. A Carolina não é vidente, embora lhe tenham lido as cartas no Being Gathering, e posto isto, facilmente conseguiu ver também o número infindável de pistas que o universo me anda a dar, possivelmente para trocar Lisboa por um par de meses. Não sei se assim será. Talvez. Mas este post é sobre a Carolina. Adiante.
A Carolina não é só a vontade de fazer algo, mas também a força de concretizar aquilo que sonha. E são poucas as pessoas que conheci até hoje que o têm feito. O Bathstage nasceu assim: parido com um orgulho imenso e com tantos planos na cabeça da Carolina que eu não tenho dedos para os contar. Claro que cada projecto tem as suas vulnerabilidades, mas é certo que a Carolina ainda não desistiu disto. O que interessa é que Setembro está bem perto e que, se uma das coisas que nos liga para além das imperiais é a vontade de fazer coisas, eu estarei aqui para a ajudar.
Este post poderia ter bem as fotografias da Carolina numa viajem feita pelo Norte de Espanha com início num swipe de Tinder (e agora imaginem a boa loucura da Carolina) ou um conjunto de músicas que ela já cantou com o Salvador Sobral. Sou sincero, numa percebi bem o que Palma de Mallorca tinha de tão bom, mas a Carolina viveu lá e disse que sim, por isso eu acredito. E acredito ainda que esta foi a primeira imperial com a Carolina, porque tal como ela abordou o Bernardo dizendo que precisa dele na sua vida, eu preciso da boa energia que a Carolina me injectou.
Carolina, vai. Amesterdão ou outra parte do mundo. Eu trouxe um bocado da força de mudança que tinhas na tua mochila. E eu sei que não te importas.
Ambos bebemos Sagres, ali bem na Praça de São Paulo.
Obrigado, vou ficar a ouvir isto enquanto não o trazes novamente para a rua.














