What have I done

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What have I done
Are you ok? | @Bliff
Clifford pegou vários picolés e um sorvete de massa para deixar no freezer. Esperava não precisar, mas era sempre bom ter sorvete em casa em épocas de crises no casamento. Afinal, sempre se precisa de alguma coisa para comer enquanto assiste Um amor para recordar, Titanic e Diário de uma paixão.
Depois de habilmente se desviar de toda e qualquer tentativa da moça do caixa de lhe passar seu telefone, ele correu até a esquina e entrou no elevador ofegante. Antes, achara que era só impressão sua e que Ben estava bem. Mas se Andy estava tão preocupada quando ele, alguma coisa devia estar acontecendo. Normalmente ele era o pai neurótico.
Abriu a porta do elevador e peleou com as chaves até conseguir abrir a porta do apartamento, deixando as compras sobre a mesa.
-Amor? Maddie? Ben?
Last Hope | @Bliff
Buck tinha acabado de acordar de um pequena soneca de 30 minutos quando teve vontade de ver a sua pequena. Olhou para o relógio. Era o meio da tarde. Ele mandou uma mensagem para ela perguntando se tinha algum problema se ele aparecesse por lá. Não esperou pela resposta para levantar, tomar um banho e se vestir.
Ele secou os cabelos apenas balançando os dedos por eles e correu para a cozinha onde fez um carinho na Nespressie que permanecia intocada. Tomou um copo de água, deu uma cheirada em um cheetos de aparência suspeita e então enfiou-o na boca, julgando-o seguro.
Desceu as escadas escorregando pelo corrimão e batendo em todas as portas pelo caminho, não para chamar as pessoas, mas para aquietar as mãos malucas.
Quando ele estava descendo as escadas do metrô, ele sentiu o mundo desacelerar e girar ao seu redor como se dançasse. Segurou no corrimão e lentamente sentou no chão, respirando fundo. Era como se não conseguisse. Ah, merda. Não de novo. Não podia ir, não agora que Maddie estava tão perto. Andy ia precisar dele. Ele não podia partir agora que tinha tanto à perder...
Alcançou o celular para ligar para a ambulância. Não sabia se conseguiria pegar sozinho o trem até o hospital mais próximo. Nem conseguia pensar onde este era. Mas deteu-se antes do primeiro 1 de 911. Da última vez não tivera chance de nada. Dessa vez sim.
O número que discou em seguida caiu na caixa postal.
-Ei Andy. Eu... Eu não estou muito legal. Estou no metrô agora, mas... Eu vou... Ugh... Vou chamar uma ambulância. Vai dar tudo certo tá? Não se preocupe. Só... Eu só liguei para dizer que eu te amo, tá? Você e a Maddie, não se esqueça. Hum... É o Cliff, aliás. Tchau.
You're My Everything | @Bliff
Buck sentia como se o seu estômago fosse trocar de lugar com o seu pulmão. E isso era uma sensação horrível. Imaginou que devia ter sido assim que Bandyt devia ter se sentido pouco tempo atrás, quando era ele em uma daqueles catres duros e frios e não ela. Tudo o que ele queria era que ela estivesse bem.
Precisava que ela estivesse bem.
Como ela só podia receber uma pessoa por vez, Ethan tinha ficado lá embaixo. Clifford lhe dissera que fosse embora, e que ele passaria a noite com ela e ligaria caso alguma coisa desse errado.
Finalmente, chegou ao número do quarto e espiou pela porta.
-Eei. Adivinha quem chegou para cantar Soft Kitty?
BLIFF - CRACK ON https://twitter.com/Djryanblyth http://www.facebook.com/?ref=logo#!/dawnchorusmusic http://www.facebook.com/?ref=logo#!/ryanblythmusic http://www.facebook.com/?ref=logo#!/pages/North-Sea-Sound-System-Amsterdam-Weekender/304773939635876