Conheça a mais nova cidadã de Baltimore: @BM00AM. Nascida em 22 de agosto de 2000, nativa de Londres, na Inglaterra, Alicia Moon é uma junior e é uma parte fundamental do clã Astrum. Se não estiver no salão de seu clã, ela pode ser facilmente encontrada no clube de Astronomia ou praticando Arco e Flecha. Não deixe de conhecê-la melhor, seguindo-a em seu twitter e tumblr.
// PERSONALIDADE:
· Perfeccionista — Alicia possui uma série de transtornos obsessivos compulsivos relativos a organização. Não se julga uma paranoica, mas sente severamente incomodada quando suas coisas estão fora do lugar, quando os eventos não são bem planejados ou não acontece como esperava. Tem tendência a fazer listas infinitas, costuma se preparar para tudo em sua vida com bastante antecedência, planeja muito bem antes de realizar algo e se precisar, calcula nos mínimos detalhes antes de agir. Por mais que seja impulsiva e extremamente sensível, não deixa transparecer e pensa muito antes de dizer ou dar um passo importante (ou nem tanto assim). · Introspectiva — Possui uma grande dificuldade de se relacionar com pessoas novas e com comunicar-se a um público maior; algumas vezes, até os próprios amigos tem dificuldade para lidar com Alicia, que prefere guardar todos os seus sentimentos em um pote de vidro e deixá-los lá para ninguém abrir. O que é bem contraditório se levar em conta o quão boa oradora é, a nitidez de suas expressões e o modo com que consegue ajudar os colegas que tem dificuldade em algum determinado assunto que domine. Apenas os mais próximos conseguem dominar seu gênio complicado, mas que no fundo é gentil e amável. · Dedicada — Quando tem algo em mente deseja muito alguma coisa, Moon vai até o final sem desistir. Hesitar é normal, mas a partir do momento em que firma os dois pés em seu caminho, seu sangue, suor e lágrimas se direcionam suas metas. O mesmo é valido para os estudos, Alicia passa horas enfiada em livros e anotações, sempre insatisfeita com seu nível de conhecimento, buscando um maior aprofundamento. Doa-se de corpo e alma quando seus amigos precisam de si (e quando não precisam também, afinal, ela sempre estará lá) e se faz de olhos e ouvidos para acalanto, unhas e dentes para proteção. · Impulsiva — É de fácil percepção o quanto o emocional da garota é sensível. Assim como se magoa com facilidade, também explode como uma bomba em questão de segundos. Quando extremamente irritada, chega a estremecer o ambiente em cólera. É muitas vezes chamada de “pavio-curto” ou “bomba-relógio” pelos primos, pelas milhões de vezes em que estourou sem motivo racional. Seu psicológico é realmente uma caixa de Pandora, mas os anos de frieza ensinaram a Alicia como não demonstrar tanto assim. · Empática — Mesmo sem ser próxima a pessoa, Alicia tende a preocupar-se e querer ajudar qualquer um que esteja desamparado ou sofrendo. É capaz de reconhecer fisicamente sentimentos ruins em formato de aura, o que faz com que tente se aproximar e ao menos acalentar um pouco. Não deseja que ninguém passe por tudo o que passou, e por isso tenta ser gentil com todos a sua volta, para que se não estiverem em um bom momento, ao menos um pequeno ato possa melhorar o seu dia.
// BIOGRAFIA:
Alicia fora concebida ao final do ano de 1999, fruto de um relacionamento mágico e cheio de estrelas brilhantes, sob a luz do luar. Seus pais, um casal de feiticeiros muito jovens, fugiam da desaprovação dos pais em relação àquele namoro. Viviam as escondidas, atrás de árvores, fugindo pelas portas dos fundos. Viam tudo de modo divertido e levavam como um desafio, mas bem, não era tudo tão simples assim. Os avós paternos eram deveras radicais, fariam qualquer coisa para separá-los. Qualquer coisa mesmo. Na noite em que Byulyi decidiu contar ao parceiro que estava esperando um bebê, algo trágico aconteceu: seu amado havia sido cruelmente assassinado juntamente aos pais, por um grupo de perseguidores locais. A residência dos mesmos estava coberta de sangue e restos mortais, seu pequeno corpo frágil estremeceu e fugiu dali aterrorizada, em prantos. Mantivera a criança mesmo quando não havia mais o desejo de ser mãe, e nesse mesmo clima mórbido que a pequena Alicia veio ao mundo. Por assim se dizer, cresceu como uma criança solitária e independente. Sua mãe fazia pouco caso, não incentivava e tampouco aprovava as descobertas da filha. Era julgada como fraca e incompetente. Para uma criança, ouvir aquele tipo de coisa era muito mais do que doloroso. Mas assim como qualquer tipo de dor, as pessoas se tornam capazes de suportar, por mais que machuque. Desde então, a garota se tornou completamente autodidata em tudo relacionado a própria magia. Nunca tivera alguém que pudesse lhe ensinar, ajudar, conduzir. Sua mãe estava tão ocupada trancada em seu próprio mundo dentro do laboratório particular, que sequer tinha tempo para lembrar que tinha alguém de quem era responsável e que precisava dar uma luz. Então, passou a frequentar velhas livrarias cheias de informação arquivada em palavras, enciclopédias para alquimistas, pedrarias e muitos livros enormes sobre como desenvolver suas próprias habilidades especiais. Sua vida não era tão interessante e nem tinha amigos naquela cidade cinzenta, então preferia muito mais a companhia do papel envelhecido de séculos do que de seres humanos. Assim passou grande parte da sua infância. Próximo de completar 11 anos da morte de seu falecido amado, a progenitora Moon enlouqueceu ao criar uma certa fixação em revivê-lo, trazê-lo do mundo dos mortos de volta aos seus braços. Entretanto, isso nunca foi possível. E nunca seria. Durante um experimento, Byulyi rompeu as barreiras de tempo e espaço e fora arrastada a um mar imaginário, onde seu corpo simplesmente desapareceu antes da fenda se fechar. Alicia nunca fora capaz de compreender o que se passava na cabeça da mãe, muito menos encontrava um sentido para estar viva. Entretanto, sua visão sobre o universo e as pessoas alterou completamente ao mudar-se para o país natal de sua mãe. Por ser ainda muito pequena, sua guarda deveria ficar com alguém da família até ser maior de idade, para não ir parar em um orfanato. A única pessoa encontrada fora Fei, sua tia mais velha, que tinha um filho de sangue e um adotivo. Sempre muito acuada, Alicia demorou algum tempo para se habituar com o que as pessoas normais chamavam de “família”, coisa que ela desconhecia até então. A pequena era muito reservada e muito quieta, então os primos tinham certa dificuldade para lidar com ela. Precisou de muita insistência dos familiares para que revelasse o botão de flor que havia dentro de seu coração e ainda não florescera, fazendo com que aos poucos se mostrasse uma menina amável e dedicada. Era mais inteligente do que sua tia poderia imaginar. A pequena Moon era capaz de criar poções poderosas apenas aprendendo as receitas uma única vez – ou até mesmo as criando – e também podia invocar animais mágicos com seu próprio poder mágico, ainda desenvolvia joias e artefatos manuais sozinha. Ao completar treze anos, Fei decidiu que Alicia tinha idade o suficiente para ser matriculada em seu antigo colégio, Old Mother Jung. Seu primo e irmão de criação Bearnard já estava lá, então não estaria sozinha. Também... Poderia ser divertido conhecer algumas pessoas novas, aprimorar seus conhecimentos e se desenvolver como uma maga de verdade.













