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Filho: Mãe, é possível alguém que ama muito uma pessoa, esquecê-la?
Mãe: Como assim?
Filho: Se você ama uma pessoa, tem como esquecer dela, ou do amor que sente por ela?
Mãe: Não é impossível... Mas sempre fica bem lá no fundo do nosso coração, um pouquinho desse amor. - ela se emociona.
Filho: Então não dá pra esquecer totalmente.
Mãe: Passamos a vida tentando esquecer, em vão. Um pouquinho sempre fica... - algumas lágrimas correm em suas bochechas.
Filho: O que foi mãe?
Mãe: Só o pólen que está irritando os meus olhos, não é nada...
Acordo, provavelmente já passou do meio dia. É primavera e está quente. Viro na cama para enrolar mais um pouco antes de levantar, e vejo o outro lado vazio. Estou vestindo uma das camisas preferidas dele, que por acaso ficou um tanto quanto grande demais em mim. Ouço barulho de copo na cozinha e risadas. Já imagino que ele está tentando fazer o café da manhã. Só eu sei o quanto ele é bom nisso. Fecho os olhos e sorrio, estou vivendo um sonho maravilhoso. Ouço passos vindos do corredor. Passos que vão ficando cada vez mais rapidos, mais rápidos, até que duas lindas crianças pulam em mim. Vozes de anjos dizendo "ACORDA MAMÃE!", e o homem da minha vida parado na porta, com um bebê no colo, que é pequeno demais para andar. Ele sorri com o canto da boca e eu sabia exatamente o que significava: "Tão grandinha e ainda dormindo até tarde". Ah, como eu amava aquilo. Minha vida era perfeita. Então, eu acordei.
(blue-butter)