Sei do preconceito que a grande maioria tem com a saga Crepúsculo. (E alguns leram na época da “modinha” surtaram e hoje falam mal, só observo). Bem, eu gosto. E gosto não se discute. Quando foram lançados, li e gostei e foi uma das primeiras sagas lidas, por isso tenho um certo carinho por ela. Hoje, porém, não releria. Às vezes vejo os filmes, por pura nostalgia.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Bom, ler uma outra versão da mesma história foi algo muito interessante, Stephenie Meyer me surpreendeu ao contar a história da vampira recém-criada capturada pelos Cullen e morta pelos Volturi em Eclipse. A autora ousou sair do seu universo de vampiros bonzinhos e "vegetarianos" e veste a pele dos vampiros de Seattle, sempre sedentos de sangue, rebeldes, incontroláveis, assassinos e caçadores. E me provou apenas, que esse tipo é o melhor. Ela não vai muito fundo na psicologia perturbada e atormentada dos vampiros, mas nos mostra os vampiros mais próximos da "realidade", sem toda a bondade que envolve os Cullen.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Bree é uma personagem que aparece muito brevemente, mas eu particularmente consegui me apegar a ela. Caso você não tenha lido ou assistido o filme, não irá entender muito bem o que vou dizer agora mas, um fato importante do livro, é a manipulação sofrida pelos recém-criados. Eles foram criados para serem peões em um jogo que eles nem conheciam, foram usados e enganados pela Victoria, e todos sofreram as consequências.
⠀
Isso me faz pensar na vida humana. Todos nós somos manipulados para enxergar apenas o que querem que enxerguemos, saber apenas o que convém... A não ser que ousemos colocar a mão no raio de sol, nunca saberemos se vamos queimar ou brilhar.