Gosto quando você me procura, gosto ainda mais quando me encontra.
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Gosto quando você me procura, gosto ainda mais quando me encontra.
Não saberia nunca definir a que espécie de quebrar interior se sujeitava, mas supunha sempre que alguém que some se encaixa perfeitamente com o outro que sente saudade.
Mas de coisa-que-só-se-vê-em-novelas ou que só-acontece-aos-outros, o amor foi chegando mais perto. E como foi bom...
Diálogo.
“— Talvez seja verdade que o amor acabe assim... — Pois é... Só sei que nós nos amamos muito. (Silêncio) — Por que você usou o verbo no presente? Você ainda me ama? — Não, eu falei no passado! — Que estranho, mesma conjugação... — Tem razão. Quer dizer que nós estamos destinados a amar para sempre? (Silêncio) — E não é o que acontece? Digo, o amor nunca acaba, o que acaba são as relações... — Pensar assim me assusta... — Por que? Você acha isso ruim? — Às vezes. É que nessas coisas de amor eu sempre me dôo demais. — Você usou o verbo ‘doar’ ou ‘doer’? (Silêncio) — Pois é, também dá no mesmo...”
** Aparentemente, fragmentos. Mas, de algum modo, suponho completo.
Quero você, meu bem, para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, nesta saudável vontade insana de viver.
Uma hora ou outra vamos nos encontrar, bater na porta. Obedecendo a saudade, desesperadamente.
Às vezes as pessoas ficam mais dez, quinze minutos... E nem percebem que já estão em nós para sempre.
Dentro do peito, o coração acelera em câmera lenta quando te vê, meu grande amor.