Makai Ouji ~ Devils and Realist [Pillar 44] (español)
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Makai Ouji ~ Devils and Realist [Pillar 44] (español)
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This chapter has broken my heart.
Futaba has been in love with Kou since the very first chapter. She took it upon herself to make him happy, to be there for him, because she knew how much Kou had suffered, even when he didn’t show it. But she saw right through him and decided to do everything she could to help him.
It didn’t stop her the way he treated her at the beginning, because Kou’s past was difficult and sad and, let’s face it, he acted that way to protect himself. He didn’t want to get attached to anyone because he was afraid of losing someone else. He didn’t want Futaba to get close to him beacuse he wasn’t ready.
However, he made sure nothing bad happened to her. Even if he wanted to push her away, he ended up taking care of her. And after some time, he started to open up. He started to let go of the past (even of Narumi was still there, but that’s another story) and he started to feel something towards her.
And then, Kikuhci appeared.
I have to say that I, personally, don’t like him at all ( I kind of hate him, to be honest). I feel that he took advantage of a confused Futaba and pressed her until he got what he wanted: go out with her.
She has never let go of her feelings for Kou. Even if she is trying to deny them, to bury them in the deepest part of her mind, she still likes him (if not loves him). But because she’s dating Kikuchi, and because she’s not a bitch (since that chpter,I hate that guy that insulted her) she just can’t go and break up with Touma to start dating Kou.
And in this two pages, she kind of realizes that, no matter how hard she tries, Kou means too much for her. If she lets him go, she won’t be happy. It doesn’t matter how much she wants to fall in love with Kikuchi. She’s already in love with Kou. And if she doesn’t face the truth, she will only hurt the three of them.
CAPÍTULO 44
Eu não sabia o que esperar de hoje. Não sei como seria enfrentar um Lucas frio e distante. Eu realmente não queria pensar sobre isso, minha ansiedade estava me matando cada vez mais. Eu precisava respirar, me distrair, mas cidade pequena é uma merda, nunca tem nada de muito interessante pra se fazer.
Melissa já tinha ido embora, e eu tinha voltado a ficar ansiosa, acabei ligando meu computador e revi meus últimos e-mails. Não tinha nada impressionante, o que eu já esperava, fui para o facebook. Fazia um bom tempo que não entrava, redes sociais estavam me cansando ultimamente.
Fiquei aliviada por Breno entender que eu realmente precisava de um tempo pra pensar. Por mais que ele tenha feito tudo aquilo por um motivo, a dor continuava a mesma. Me senti uma idiota esse tempo todo. Acabei me dando conta que Lucas estava apenas agindo como um cara normal, tá que foi precipitado, mas eu não poderia ser tão radical, obviamente ele já deve ter feito sexo, ele esperava isso de mim, por mais que eu esteja magoada pela atitude dele (de querer me forçar) é até compreensível, garotos tem suas necessidades, pode-se assim dizer, e ele não estava em seu estado normal, o que pode justificar algumas coisas.
Comecei a me arrumar, nada de muito especial, apenas um vestido simples, mas o melhor dos que eu tenho,cabelos soltos, com uma tiara de aço para enfeitá-los e um gloss clarinho nos lábios.
Quando termino percebo que tem uma mensagem dele: “Vou me atrasar, se quiser pode ir na frente, já chego.” Ótimo, terei que pegar algum táxi. Disquei para o número de um que minha mãe tinha colado na geladeira. Ele não demorou muito.
—Restaurante Lopes Galvão, por favor.— eu disse para o taxista barbudo.
...
Não lembrava de como esse lugar era bonito, na verdade, a última vez em que estive aqui, foi num jantar, com meus pais, eu devia ter uns onze anos. Agora ele estava todo bege e branco, os garçons todos em uniforme branco e preto, com gravata borboleta, e as luzes davam ao ambiente uma grande sofisticação.
Sentei em uma das mesas, com vista para a janela, e fiquei aguardando a chegada de Lucas. Eu estava decidida a me acertar com ele. Acho que merecíamos mais uma chance.
Olhava para o relógio com apreensão, mas os minutos só passavam mais devagar, e esperá-lo só estava me deixando cansada e cada vez mais nervosa.
De repente, depois de quase meia hora, finalmente me deparei com os olhos castanhos de Lucas, ele tropeçou em uma das cadeiras enquanto atravessava para me encontrar, eu levantei a mão para que ele me visse. Finalmente ele me olhou, o rosto impenetrável. Não sabia o que ele pensava enquanto caminhava até mim com um jeans e pólo preta.
—Oi— disse e sorri, meus lábios tremiam.
Ele se sentou em silêncio, parecia em outro lugar, como se jamais tivesse notado minha presença. Esperei seus olhos se encontrarem com os meus, mas eram vagos, perdidos.
—Oi Jéssica— ele finalmente abriu um pequeno sorriso.
O garçom nos interrompeu, perguntando se queríamos pedir algo agora.
Ele me olhou, esperando que eu respondesse, mas meu estômago parecia estar revirado com a tamanha ansiedade e apreensão.
—Só um suco de laranja— eu disse, e Lucas fez gesto para que o garçom trouxesse mais um.
O silêncio que se prosseguiu foi constrangedor, eu não conseguia olhá-lo. Ele estava diferente, distante. Mas eu tinha que arrumar um jeito de conseguir falar o que eu queria.
Limpei a garganta e comecei: —As coisas ficaram, hum... estranhas ultimamente... Eu não queria te chatear, mas eu sei que você está diferente comigo.
—É, as coisas estão diferentes agora. —ele foi frio. Caramba, isso estava me matando.
—Você acha que ainda dá pra consertar isso? —perguntei.
—Jéssica, eu não sei. Você fez tanto drama por uma coisa, que sinceramente, não sei se foi a coisa certa namorar com você.
Eu fiquei em choque, olhando pra ele, realmente sem acreditar no que acabei de ouvir, esse definitivamente não foi o Lucas que conheci.
—Drama? Lucas, você queria me forçar a fazer sexo com você!
—Por quê a surpresa? Você não queria também? Eu vi o jeito que você me olhava!
—Cara, eu sou virgem, e você tava bêbado, isso pode ser idiotice, mas não é como pretendo me lembrar da minha primeira vez.
—Viu? Drama. Você vai ter que crescer algum dia, Jéssica.
Ele estava sendo um idiota de propósito? Porque sinceramente, tudo o que eu queria era sair correndo dali, apertei meus olhos com força pra não chorar.
—Nossa! Sério? Quando você me pediu pra namorar com você, eu já era assim. E você insistiu até que eu aceitasse. Se eu sou uma criança pra você, deveria ter dito logo, não ter me feito promessas e todas as coisas que você me disse. E à propósito, se você tem só isso pra me dizer, eu já tenho que ir. Eu vim aqui querendo perdoar você, você foi um estúpido comigo, exatamente como está sendo agora. Eu esperava no mínimo que você se desculpasse, mas honestamente, você não é o mesmo cara que conheci.— disse, com a voz difícil, devido ao enorme nó na garganta. Eu não podia chorar, não na frente dele.
—No começo sim, eu queria ser o melhor pra você, eu estava apaixonado. Mas no dia em que eu descobri que você gostava daquele cara, de alguma forma, algo mudou em mim. Por isso ajudei minha irmã a conseguir o que ela queria. Percebi que eu era só uma distração na sua vida, e eu queria mudar isso, queria fazer você esquecer ele.
—Espera. Você fez o que????! Eu não acredito que você ajudou sua irmã nessa coisa doentia!
Ele parecia cansado de falar, não fazia um esforço sequer para demonstrar arrependimento, ele claramente estava cansado de mim.
—Eu ajudava ela sim, mas eu apenas queria ele longe de você.
Eu não conseguia acreditar em uma palavra sequer que saia da boca dele, parecia um pesadelo, estava esperando acordar a qualquer momento.
—Vocês dois se merecem, isso é ridículo!! Mas me diz, porque decidiu me contar? Cansou de mim? Cansou de atuar todo esse tempo?
—Jéssica, eu não atuava. Eu só escondia isso de você. Mas eu gostei de você, até perceber que isso nunca daria certo. Nós dois somos diferentes.
—Se esse é o verdadeiro você, sim, nós somos MUITO diferentes. E o que você ganhou com isso, Lucas? Me diz? Uma piada nova pra contar pros amigos descolados?
—Não ganhei nada, eu desperdicei meu tempo. Eu deveria ter ouvido o Rodrigo desde o começo. Eu não deveria me envolver com ninguém.
—Ah, claro, Rodrigo tinha que estar nisso. Você ainda não percebeu o quanto idiota ele é? E é triste admitir, mas você está ficando igualzinho à ele. E se já terminou, eu vou embora. Não desperdiçarei mais seu precioso tempo, não se preocupe comigo, eu ficarei bem, não procurarei mais você.
Lucas franziu a testa.
—Não, eu não quero que você fique com raiva de mim, me desculpa tá? Eu não sei o que estou fazendo, eu só estou tentando... consertar as coisas.
Meus olhos ardiam, me senti humilhada, o nó na garganta só aumentava. Apenas o olhei com decepção.
—Alô?— ele atendeu o celular. —
—Estou no restaurante — tá— tudo bem—
—Eu preciso ir— disse, sem olhá-lo.
—Estou tentando consertar, Jéssica. Eu sempre estrago as coisas, mas já acostumei.
—Não se preocupe, eu vou ficar bem.
Levantei da mesa, e saí em direção ao portão principal. Tudo o que eu queria era sumir dali.
Caminhei algumas ruas, não consegui parar pra ligar pra um táxi, eu precisava andar por aí. Me deparei com um carro conhecido, como não conseguia lembrar quem poderia ser, andei mais rápido, não queria que me vissem daquele jeito, àquela altura as lágrimas escorriam como uma cachoeira.
—Olha quem eu vejo! Uma voz irônica quebra o silêncio.
Quando olho, Rodrigo está me encarando, encostado em seu carro.
Se leu dá like, me incentiva a continuar.
Desculpem a demora, me contem o que acharam na ask?
Beijos!
Então é nisso em que se transformam as noites mágicas de paixão adolescente e sexo brutal, depois de um tempo? Ficar ouvindo reclamações, barulho de máquina de lavar e som de mijo? Não, muito obrigado. Em termos reais, a verdade é que a ideia de um relacionamento fixo e duradouro me causa alguma repulsa. Por que alguém ia querer uma coisa dessas?
Gabito Nunes, Juliete Nunca Mais.
SS Omega Cap 44 ~ Comentarios (por KanonPhantom)
Yo siempre le mando saludos a la muchachada del Tumblr! xD AJAJA
“Viajes por el Mundo” Capítulo 44, Isla de Flores - Guatemala
Isla de Flores es una isla ubicada en el lago Peten Itzá que administrativamente pertenece al Departamento de Petén, en Guatemala. Antiguamente fue conocida por los nativos como "Tayasal". Los conquistadores españoles destruyeron Tayasal en el siglo XVI, quedando abandonada hasta el siglo XVIII.
Recibio el nombre de Flores en honor de un destacado líder independentista guatemalteco, llamado Cirilo Flores. La Isla se localiza a 127 metros sobre el nivel del mar, y está conectada a tierra por una pequeña calzada construida artificialmente.
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