Escena de la serie "Inuyasha" ;) ;) ;)

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Escena de la serie "Inuyasha" ;) ;) ;)
#Cortázar 🧔 menciona el Quai de la Mégisserie en el #Capítulo16 📚. Mégisserie es curtir la piel de los ovinos 🐑🐏 para hacer cuero, así que podríamos traducirlo como “Muelle de la Curtiduría”. Como lo podrán imaginar 💭 toma su nombre porque hace muchísimos años en esa calle había varios curtidores. Se tienen registros de esta calle desde el año 1369. En el tiempo en el que Cortázar 🧔 vivió en #París 🗼🇫🇷, en esta calle había varias tiendas de mascotas 🐶😺 y viveros🌿💐. Cuando lean el #Capítulo16 tendrá más sentido cuando hablen de los peces 🐟🐠 En el #Capítulo8 📚 , según mi interpretación 🤔, se hace también una referencia indirecta a esta calle, porque ellos están parados el #PontNeuf 🌉 y hablan sobre una tienda 🏪 que se podía ver desde el puente. Yo quiero creer que esa tienda 🏪 de la que hablan estaba sobre el #QuaiDeLaMégisserie. (Mapa adjunto) Al final del video 📽️, del otro lado del río 🚣🏻, se ve la Conserjería que también se menciona en el #Capítulo108 📚, pero ya habrá tiempo de dar más detalles sobre ella. Cuando vengan a perseguir a #Horacio 👨🏻🦰 y a #LaMaga 👱🏻♀️, no olviden venir al Quai de la Mégisserie, está en el mismísimo corazón ❤️ de París 🗼🇫🇷 y desde acá pueden acceder a muchos lugares que se mencionan en el #Rayuela 📚. Incluyendo la Place Dauphine de la cual ya hablamos hace 3 posts. ✳️«Apoyándose en la manta esquimal, mirando las velas verdes a través de la copa de vodka (íbamos a ver los peces al Quai de la Mégisserie)»✳️ #Rayuela #Cortazar #JulioCortázar # Mégisserie #LiteraturaLatinoamericana #BoomLatinoamericano #RayuelaParis (à Quai de la Mégisserie) https://www.instagram.com/p/CN7JkCaFWe6/?igshid=15f4vi3zkl56p
Decimo Sexto Capitulo.
- Imagina, apesar vim ver como David estava e te deixar um pequeno presente – sorri sarcástica e fui até ela.
Fechei os olhos e senti minha mão arder no rosto dela, sei que ultimamente tenho resolvido tudo a tapas, mas é mais forte que eu.
- O que foi isso, maluca? – perguntou ela com a mão no rosto.
- Jurei a mim mesma e a minha filha, que desde que você pisasse aqui eu te respeitaria, mas eu não imaginava que você seria capaz de mentir para me manter longe dele – olhei para David- entenda Olívia, eu não quero mais nada de David, alias quero sim – respirei fundo – quero que ele seja presente na vida de Anna Laura, apenas – a olhei com os olhos cheios de lagrimas –
Sei que ali estaria renunciando a algo que eu queria algo não, alguém, mas agora ele estava casado. Todo perdeu o sentido, onde fui parar por amar demais. David olhava tudo perplexo, o entendo, uma louca grávida adentra a casa dele e bate em sua mulher, não é todo dia que vemos isso, não é?
- E pode ficar tranqüila que vou fazer o que tanto você queria, falar com ele somente o necessário, nada mais, vou resolver sempre com dona Regina, te peço apenas uma coisa, cuide dele, você não sabe o presente de Deus que você tem em suas mãos – sorri deixando algumas lagrimas caírem, trairás –
Pov’s David Luiz
É David Luiz, Já terminou o que iria durar pra sempre, cada palavra que saia da boca dela foi como se estivessem me dando facadas, doía eu queria correr como uma criança pequena e me abrigar nos braços de minha mãe. Por favor, mãe você já pode me acordar e dizer que tudo foi um pesadelo e que te acordei por que estava gritando socorro. Doía-me mais por que sei que não a mereço mais, o que já fiz a ela me impede de ser feliz ao lado dela, mas teria um pedacinho nosso vindo ao mundo daqui a dois meses, eu tentarei o possível e o impossível para conviver com Anna Laura e faze – la entender o quanto importante ela é.
- Chega, por favor, Olivia já entendeu, eu já entendi, Betina você não tinha o direito de vir a minha casa e bater em minha mulher. – falei serio.
- Desculpe, eu estava fora de mim, digo, ainda estou – continuou sem olhar para cima.
Por mais que eu estava louco para ver os lindos os castanhos dela, sei que assim seria melhor, não a encarar me dará forças para querer ficar sem ela.
- Por favor, te peço que saia do meu quarto, eu preciso conversar com Olivia – abri a porta.
TA BOM, não grita comigo, sei que não deveria fazer isso, sei que era pra mim agarrar ela e esquecesse do mundo, mas eu faria o que acabou de pedir, esqueceria tudo ou pelo menos fingiria que esquecer.
- É tudo bem – sorriu fraco- eu – colocou a mão na barriga – eu mando noticias pela sua mãe, desculpe pelo transtorno. – saiu de cabeça baixa.
Pov’s
E saio daqui começando outra vida e mesmo não querendo eu continuo respirando aquele amor que tão me fez bem, o pouco que caminhei até a saída da casa dele pôde fechar um pouco os olhos e lembrar cada momento que deveria e merecia ser lembrado, lembrei-me das nossas brigas e quando descobri da aposta, ele me ganhou tão fácil antes e depois que eu descobri essa aposta, incrível. Balancei a cabeça e disse a mim mesma.
- Vida nova, agora ele faz parte do seu passado, ele descobriu outros braços, esqueceu seus beijos e entregou a outra seu coração e você deixou sua boba – fiz um breve não com a cabeça- você precisa parar de falar sozinha, Betina – disse e entrei no meu carro.
Cheguei a minha casa, desci do carro sem vontade nenhuma de andar, assim que entrei encontrei Kyara jogada em cima de Bernard tentando pegar algo que não consegui identificar, suspirei e entrei tentando não fazer barulho, o que não deu certo, apenas sorri pra eles e fui para meu quarto, me joguei na cama e dono dos meus pensamentos deu as a caras novamente, sorrir por estar pensando nele e logo voltei a mim e fui para o banho, ultimamente minha melhor amiga tem sido a Anna, nem nasceu e já sabe todos os meus segredos. Perdi-me nas horas e sai quando vi os meus dedos ficarem enrugados. Sai do banheiro, já vestida e encontrei Bernard jogado na minha cama.
- Olha quem é vivo sempre aparece, né? – ri e me deitei do lado dele.
- Estava com saudade de você, maninha – disse fazendo carinho na minha barriga.
- Sei e eu nasci ontem, né filho? Fala o que você quer chaveirinho – falei sorrindo.
- Estou pensando em pedir Kyara em casamento, mas sei lá – me olhou confuso e parando de fazer carinho na minha barriga.
- Parou de fazer carinho por que, cara? – rimos e ele continuou- Ber, a Kyara é minha melhor amiga, mais eu acho cedo pro vocês casarem, mas você sabe que eu vou te apoiar, então se você acha que deve, vai em frente, moço – ri.
- Vou pensar mais sobre isso, me conta como foi lá no David, maluca?
- Como você sabe que eu fui lá, homem? – olhei surpresa – David Luiz, claro – rolei os olhos- aquele boca grande, só por que dei um tapinha na mulher dele, ele já fica apavorado, quer ver o dia que eu matar ela – Bernard me olhou com receio e eu ri – ate parece né Bernard Anício.
- Não gosto que me chamem assim, Betina você sabe – me olhou bravo – Ninguém gosta de ver a mulher apanhando, né? – me olhou com uma feição obvia.
- E por que ele não me parou? Ele gostou sim de ver ela apanhando – olhei com cara de convencida.
- Você ainda o ama né?
- EU? Claro que não, Bernard – troquei de assunto- Vamos comer bolo de chocolate? To com desejo – sorri fraco.
- Bolo de chocolate? Alguém disse bolo de chocolate? – ouvi alguém dizer na porta.
♪♫ The broken one, the fallen one ♪♫
Bom gente, aqui está mais um cap para vocês. Leiam a N/A e comentem ta? Fundo preto basta atualizar. Xx V.
Capítulo 16
-Primeiramente - ela falou - quero que saiba que ninguém me enviou. Acredita em conto de fadas?
-Se estamos aqui, é porque eles existem, assim como nós. Exceto Nárnia. - Sorri zombando.
-Sim, exceto Nárnia - ela riu. - Bom, sou bem mais velha do que você, então por isso perguntei se acreditava em contos de fadas, porque o meu passado era um,
-Princesa?
-Sim. Há uns duzentos e poucos anos atrás, - ela sussurrou para que somente eu escutasse - Meu pai e minha mãe devem ter me tido, diziam me proteger até o meu casamento de tudo e todos, era a única herdeira. Pretendiam me guardar, sabe? Mas então contratamos Alex, um jovem mordomo. Tinha vinte e poucos anos, bem jovem mesmo. Minha mãe e meu pai tentavam-me manter-me sem sucesso longe dele, acabei gostando dele.
-Nunca suspeitou de nada?
-Não. Não dava; ele era o homem perfeito. Tempos depois da chegada de Alex ao reino, havia duas mortes por mês de maneira totalmente brutal: os cadáveres eram encontrados sem sangue algum, e logo depois desapareciam do caixão. Ninguém contava que houvesse uma manifestação de vampiros por ali. Pouco tempo depois ele me atraiu até a área de jardinagem, oferecendo-me a oferta da eternidade, e que viveria até o fim do mundo comigo. Boba, aceitei. Então só me dei conta que corria perigo quando seus dentes cresceram. Bem, resumindo a história, tempos depois ele matou meus pais e eu o matei. Já lutava bem melhor que ele.
-Ok, mas, quanto a mim?
-Em 1911, eu vi você e o Trevor. Espiava vocês sempre que podia, queria ter alguém que me tratasse com a mesma sutileza, delicadeza e amor que ele tratava você.
Se pudesse, ruborizava ali mesmo. Dei graças a Deus que não podia mais ficar vermelha. Ela continuou:
-Confesso que fiquei magoada quando você foi embora, e o Trevor caiu em uma depressão. Foi horrível.
-Me sinto mal até hoje.
-Eu sei, e sabia que você fazeria de tudo para vê-lo bem, mas precisava que o destino cumprisse o que viria a seguir.
-O que aconteceu?
-Dois meses depois, a cidade já sabia da sua morte. Quando ele soube, tentou se suicidar. Três tentativas, porém ele não se foi. Um ano depois, enquanto ele trabalhava, foi assaltado, e o canalha tremia muito. Atirou nele, foi fatal. - As lágrimas queriam escapar dos meus olhos, mas as contive; não iria chorar ali. - Quanto a você, bem, logo depois do assassinato de Niall, fui para a Itália, e te vi lá. Desde então, sempre tentei obter notícias suas. E agora você retornou na sua cidade natal! - Ela sorriu docemente.
-Hora de voltar para sala. - Falei - Obrigada, mesmo. Eu precisava saber disso.
-De nada. Tente ajuda-lo, por favor, ver vocês dois separados me dói o coração! - Disse e logo depois fez biquinho.
-Pode deixar. A gente sem vê! - Finalmente paramos de sussurrar.
...
Cheguei silenciosamente em casa, e subi pro meu quarto. O dia mal havia começado e já tinha dois problemas para resolver: primeiramente, seria encontrar uma maneira de trazer Niall de volta a realidade, de quem ele era antes, aquele garoto doce e amável; segundo, tentar fazer com que Zayn fique com bico fechado. Ao adentrar ali, senti o cheiro dele. Provavelmente ainda estava lá. Agi normalmente: deixei minhas coisas na mesinha de estudos, direi os tênis, me joguei na cama e fechei os olhos. Concentrei-me a localizar sua posição exata: na posta do closet, espiando. Suspirei.
-Eu sei que você está aí. - Nada, ele se esquivou para que, caso espiasse, não o visse. - O que faz aqui? - Levantei-me e me dirigi ao closet. Game Over.
-Ahm... O-oi. - gaguejou e corou piedosamente.
-Oi.
-Desculpa, eu só... - "Queria saber de você"
-Sei, sei. Quem mandou você vir aqui?
-Ninguém. - "O Zayn e o Louis!"
-Por que te mandaram aqui?
-E-eu vim por conta própria! - "Caramba! Por que fui ouvir eles? Eles devem ter sonhado, sei lá!"
-Olha Niall - Suspirei - você podia ter simplesmente me esperado chegar, abriria a porta com para você com maior prazer. Isso é invasão de domicílio.
-É que, desde aquele dia, fiquei - ruborizou mais ainda - com medo de você.
-Por que?
-Você não mudou nada desde sua partida.
-Eu sei.
-Como é possível?
-Se você souber, teria que te matar. - Disse derrotada, com um sorriso torto entre os lábios.
-Bom, você pode pelo menos me responder umas perguntas?
-Sim.
Ele sentou na cadeira da escrivaninha e eu na cama, cruzando as pernas em posição de índio.
-Como você correu com tanta velocidade hoje?