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Capítulo I - Garotas Misteriosas
Há muitos anos atrás, na Irlanda Medieval, haviam quatro mestres dominadores dos elementos. Eles eram
*Anaquim - 38 anos, nascido com o dom da dominação, descoberto aos 7 anos em uma briga de rua. Seu elemento é o AR
*Aurumque - 52 anos, dom desenvolvido após a morte de seus pais, John e Lanna. Seu elemento é o FOGO.
*Lauro - 25 anos, nascido com o dom, descoberto antes mesmo de seu nascimento, pois sua mãe, quando grávida, conseguia dominar a água. Seu elemento é a ÁGUA.
*Kayle - 17 anos, nascido com o dom, descoberto aos quatro anos de idade. Seu elemento é a TERRA.
Juntos formaram a "Omega Heartz", escola de dominação elemental, cujo somente as crianças que os provassem seu dom, poderiam entrar e aprender a dominá-los com os Mestres.
Cada mestre criou sua classe com um nome.
Ar - apoio - Aer - Air Pár
Água - Defesa - Uisce - Pár Uisce
Fogo - Distração - Dóiteàin - Dóiteàin Pár
Terra - Ataque - Cré - Pár Cré
A escola situava-se em Islandor, Irlanda Medieval, onde apenas algumas pessoas foram dotadas com o dom da dominação, e menos ainda puderam frequentá-la. A escola funciona até hoje, sob a direção destes "Professores" como seus guardiões.
Caterine, uma moça jovial de corpo e mente, ruiva dos olhos verdes, pele branca como a neve, cabelo curto e ondulado, vestimentas simples como de uma adolescente comum e muito adereçada com jóias e brilhantes, buscava um conhecimento jamais visto pela era atual, "Os Pergaminhos de Dobra Elemental", quando encontra, em seu caminho, um grupo de jovens, belas e misteriosas garotas.
Adeline, a mais velha e também a mais bela do grupo, portava lindos cabelos cacheados, brilhantes e radiantes na cor amarelo dourado, combinando um par de olhos mel, que se escondiam atras da beleza de sua pele suavemente bronzeada, tinha também um belo par de lábios carnudos e avermelhados, porém tingidos de rosa bebê, era também a mais sábia do grupo, e obteve em uma de suas jornadas solo, um mapa que mostrava exatamente onde se encontravam os pergaminhos.
Thayná, a garota que parece ser a mais nova, é a segunda mais velha do grupo. Bela como Adeline, porém negra dos olhos verdes, com cabelos cacheados na cor chocolate, com um branco estonteante em seu sorriso, e de seus olhos emanava uma energia sombria e profunda, era a cartomante do grupo, também muito sábia, porém muito tímida.
Luara é a mais nova do grupo, dotada da quiromancia buscava mais conhecimento. Portadora de uma beleza peculiar, obtinha cabelos loiros lisos, olhos negros, alta e magra, com sardas e uma boca rosada, que entravam em conflito com sua pele branca albina.
Caterine: Olá garotas, como vão? O que fazem por esses lados de Islandor? - pergunta admirada com o que vê.
Adeline: Olá moça! Estamos em busca dos antigos pergaminhos de dominação elemental, do conhecimento sagrado. - responde com um belo sorriso desconfiante em seu rosto.
Thayná: Você por um acaso não saberia onde estão eles, não é? - diz sarcástica.
Caterine: Não, também estou nesta jornada. Vocês não saberia onde eles estão?
Luara: Sim, nós sabemos. Possuímos um mapa que mostra a exata localização dos pergaminhos. - Diz num tom arrogante e sarcástico, com um olhar de deboche.
Ao receber um olhar de negatividade de Adeline, Luara se isola e se senta em baixo de uma árvore que ali estava, onde finge ignorá-las.
Adeline, Thayná e Caterine, conversaram cerca de trinta minutos, trocando informações que poderiam ou não ser necessárias, até que Luara grita.
Luara: Chega! dá para as senhoritas conversarem no caminho? Estamos ficando sem tempo!
Mais uma vez, Luara recebe um olhar de reprovação e fica completamente cabisbaixa.
Adeline: OK! Então levante-se e vamos logo. - responde calma, porém firme, com a raiva transparecendo em seu belo rosto.
Luara se levanta e limpa seu shorts e as segue em um passo lento. Thayná vê que Luara parece chateada com algo, diminui os passos para alcançá-la. Ao alcançá-la diz:
Thayná: O que há com você? Sempre alegre e agora sempre cabisbaixa e desconfiada. Não é a Luara que eu conheço.
Luara: Estou bem! Me deixe. - diz Luara irritada.
Acelerando os passos, Luara alcança Adeline e Caterine, que ainda falavam sobre suas "aventuras" e trocavam informações.
"Mas foi assim que eu consegui..."
Luara: Posso ficar e conversar com vocês? - diz cabisbaixa.
Caterine: Claro! - responde sem hesitar.
Luara: Portanto ficarei, - responde - mas antes devo-lhes uma desculpa pelo que houve lá atrás.
Adeline: Aceitamos suas desculpas. Tudo bem, mas me garanta que não acontecerá de novo? - Pergunta com firmeza.
Thayná: Não se repetirá! - afirma, se intrometendo na conversa - Eu espero... - conclui com um olhar de dominação para Luara.
Luara: Não mesmo! - afirma com firmeza na voz - Cansei de ser a "Anti-social" do grupo, me apresente a novata. - diz com arrogância.
Adeline: Como? - pergunta esperando uma conclusão, falando um pouco mais alto que Luara.
Luara: Ah... É... Por favor?! - diz com a voz agúda e completamente contorcida pelo medo.
Adeline: Agora sim! - afirma - Lhe apresentarei.
Today (October 13th), at 16:35 on Nyah! Fanfiction.
Capítulo I
Era uma linda tarde e terça-feira, quando Melissa chegou a casa de sua tia para curtir as férias, ela não queria muito ir para , pois não gostava nem um puco da ideia de ficar longe de sua casa, de suas coisas, seus a migos e principalmente do Breet. O Breet era um garoto da escola que ela tinha um amor platônico por ele, mas ele num dava nem um pouquinho de chance a ela, mas ela o amava mesmo assim.
após chegar a casa da sua tia, Melissa foi diretamente par o seu quarto para e pra nternet para saber das notícias e fofocas que estavão rolando por Savana, sua cidade maravilhosa, e o principal: SABER DO BREET.
O Lago - Capítulo I: Tropeçar
Capítulo I – Tropeçar
Era um caminho de lágrimas. Podiam escutar o terror, a tristeza, a felicidade, a surpresa. Era nítido.
Ali onde deveríamos pisar. Somente ali.
A expectativa que dançava nos vales dos nossos corações, era tamanha, que a respiração já não era natural.
Não conseguem enxergar o lago!
Não dá! Subindo em árvores, olhando com os olhos pequenos de tanto esforço...Olhando para dentro dos próprios corpos. Ela não está lá, não mais.
É hora de abaixar os olhos e fazer do caminho um pouco mais rico.
As novas lágrimas de desespero e solidão caem, se juntando com as veteranas . Elas se acomodam tão bem. As veteranas são tão receptivas, conhecem o sentimento que verte a elas. Elas fazem parte da história agora.
Não ouça, não enxergue, não dependa. Só sinta o gosto salgado que escorre por seus lábios. Ele busca o porquê da desfragmentação do próprio ser.
Ao invés de levantar e continuar no caminho, a revolta por ver que suas lágrimas não podem mais voltar a si, o faz sair da trilha. Não posso pisar em minhas lágrimas.
O gramado é diferente e escuro. Nos faz tropeçar. Na próxima vez que cair, não sei se poderei levantar.
- Não caia!
- Não caia!
Sinto a umidade da terra sob minhas entranhas. Parece tão confortável. Por que forçar novamente meus braços, pra quê? Ninguém pode me levantar novamente!
"Eu realmente gosto desse teu perfume" “Dia perfeito para encontra-la”, pensei, quando abri a janela e senti o frio que estava fazendo. Comecei a preparar as coisas, antes mesmo de comunica-la. Liguei para ela às pressas.. Combinamos tudo, vi todos os detalhes e fui até o bar, na outra rua para busca-la no horário combinado. E ela estava linda, meu estômago embrulhou um pouco, mas passou. — Eu realmente gosto desse teu perfume. — Disse-me ela. — E eu adoro o seu. — Eu a puxei pela cintura, para sentir o cheiro mais de perto e mordi o pescoço, até a orelha, e ela acariciou meus cabelos, bem de leve, me fazendo arrepiar. Então, a levei para minha casa, viemos o caminho todo conversando. Ela me olhou, sentado na mesa da cozinha, com aquela cara de anjo. Eu a olhei e cheguei mais perto, abraçando sua cintura, levantei lentamente sua blusa e comecei a beijar a barriga dela, e fui subindo, até começar a beijar seus seios, quando ela tirou a minha mão e disse: — Deixa de ser safado, Pedro. — Eu sei que você gosta.. — Sorri sarcasticamente, quando me levante e a beijei, forçando-a contra a parede para que ela soubesse como me deixava. Nos beijamos durante longos minutos enquanto eu coloquei a mão bem por dentro da calça dela, foi então que ela parou de me beijar, me olhou séria, e falou: — Não faz isso não, você sabe que não pode. Foi quando puxei de leve o cabelo dela, e falei: — Eu gosto do que é proibido. — E mordi o pescoço dela. Ela reagiu a provocação e mordeu meus lábios, fazendo carícias nas minhas costas e depois, colocou a mão de leve na parte de dentro da minha calça, e logo tirou, me deixando na vontade. Eu a olhei e sorri e ela mordeu os próprios lábios, sabendo como me provocar. — Posso respirar? — Disse. — Se você prometer me deixar tirar seu fôlego novamente, eu deixo. — Idiota. — Linda.
Elaine Almeida.