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my favourite lutteo moments (2/?)
Capítulo 54
Capítulo LIV
Um mês depois...
- Ei eu estou estacionado na frente do seu prédio! Tem certeza que não quer que eu suba? Qualquer que seja o nível do seu atraso acredite em mim, eu não ficaria aborrecido.
Foi o que ele disse enquanto Daisy embolava uma moita de roupas e enfiava em sua mala, equilibrando o celular entre seu ombro e orelha.
- Sim, eu tenho certeza. – Afirmou-o. – Apenas me dê cinco minutos.
- Eu sei o que significa cinco minutos na linguagem feminina... Agora, cinco minutos na linguagem Daisy, que tem pontualidade impecável, é que me preocupa.
Voltei a vida , não tinha dormido nada bem as três noites a mais que fiquei , mas finalmente chegou a minha hora de dormir na minha cama … o que eu não fazia muito , mas agora vou fazer . Faltam dois dias para o meu aniversário , hoje é quarta e graças a Deus vai ser numa sexta , até lá já vou poder tirar os pontos . Não vai ter nada mesmo . Pedro que iria me levar pra casa , dormiu comigo esta noite . Na noite em que Lawanne ficou comigo conversamos mais do que dormimos , ela me contou tudo que sentia e eu estava completamente certa , ela só queria que Mateus a confortasse e ele não fez isso , e por conta disso a perdeu , quer dizer … não completamente já que ela ama ele . Ha !
Spoiler , capítulo 54
Capitulo 54 (parte 3)
*Narração Daniel* Elidio começou a me agarrar novamente, mesmo sem conseguir se equilibrar, e dessa vez eu recuei. - Eu acho melhor você dormir, Lico. Amanhã você vai estar hiper mal. - aconselhei-o enquanto tirava-o de cima de mim. - São 5 horas da tarde e você… Você vai beijar você. Quem tá beijando? - Elidio dizia colocando um dedo na minha boca. Peguei ele no colo e fui até o Rafinha para saber onde iriamos dormir. - Me larga, não gosto de “aviãos”, me leva de “zonibus” - Elidio gritava e esperneava. Ignorei-o e continuei a procurar pelo Rafa, até que o vi agarrando o bartender, e do outro lado o Bruno Motta rebolando e dançando com 4 homens que eu não conhecia. - Rafa, vem aqui. - eu disse puxando-o. - Onde eu coloco minha moça pra dormir? - perguntei. - Sobe a escada ali ó - ele dizia apontando pro chão. - Lá no altoooo. - ele prosseguiu. - Eu me viro, você está louco. - respondi me virando. - Me solta, “Doniel” - Elidio continuava esperneando. Subi as escadas que eu havia encontrado, e vi um quarto como Rafa havia descrito, e me fechei com Elidio lá. - Eu vou chupar seu nariz. Vem aqui, gato. - Elidio dizia indo em direção à parede. Segurei-o pela cintura e deitei-o na cama. - Se você beber mais, amanhã você vai passar muito mal, vai dormir. - insisti. - Só se você cantar música. - Elidio pedia. Revirei meus olhos, mas concordei. Tirei o tênis de Elidio, sua camisa e o embrulhei. - Eu vou dormir pelado. - Elidio dizia rindo. - Lico, é sério. Dorme, eu tô aqui te olhando. - insisti. - Só se você cantar. - ele implorava. Me deitei do lado de Elidio e escorei sua cabeça em meu peitoral, comecei a fazer cafuné em seu cabelo, e cantei algum ritmo inventado. Então Elidio me olhou e começou a, literalmente, chupar meus mamilos por cima da blusa. - Elidio! - falei firme. - Não xinga o Elidio, shh. Ele tá “escutano” a gente. - Elidio disse colocando o dedo na boca . Continuei com minhas carícias, e aquela música inventada, até que Elidio dormiu. Ele dormiu às 3:30 e eu esperei mais 20 minutos para me certificar que ele não ia acordar. Quando passou-se o tempo, desci de novo e fui para fora da casa. Fixei meu olhar no chão e então esbarrei em alguém. - Danieeeeeel! Que saudade! - Camila dizia me abraçando. - Oi. - respondi sem abraçá-la. - Você está tão tristinho, isso tudo é porque terminamos? - ela perguntava pegando me meu queixo. - Não estou triste, e não estou nem um pouco triste por termos terminado. - retruquei. - Ainda podemos ser amigos, né? Vamos nos sentar ali, beber um pouco… - ela disse me puxando pela mão. Deixei que me guiasse pois qualquer coisa era melhor que ficar sozinho. Camila me guiou até uma mesa vaga e serviu vinho para nós dois. - Não acredito que depois de tantos anos não fique mal sem mim. - ela dizia colocando sua mão sobre a minha. - Desculpa, mas o último mês que eu tive vai marcar o resto da minha vida. Enquanto anos ao seu lado, não me trará nenhuma boa recordação. - respondi sério tirando minha mão da sua. - Eu… Posso te lembrar de novo. - ela disse se aproximando de mim e chegando nossos rostos perto, tentei recuar, porém ela me puxou e tentou roubar um beijo. Quando ouvi um choro atrás de mim, tirei-a de perto e me virei. Elidio estava ali, parado, estático e as lágrimas caindo sobre seu rosto. Me levantei para ir na direção dele, e ele continuou ali. - Lico, olha pra mim. Não aconteceu nada. - disse chorando juntamente com ele. - Elidio, você sempre nos apoiou, porque agora mudou de opinião? - Camila perguntava. Elidio continuou parado por alguns segundos chorando sem parar, e eu ajoelhado beijava sua mão pedindo para que ele falasse algo. Até que, Elidio foi até a mesa, pegou a garrafa de vinho e jogou toda bebida em Camila. - Fica longe dele, sua “redicula”. Eu ouvi tudo que ele disse, e ele não te ama. - Lico dizia e em seguida empurrou-a. - Você… Acredita em mim? - eu disse abraçando-o e ainda chorando. - Eu ouvi o que vocês conversaram. Eu ia “predir” pra você dormir comigo. Não consigo dormir sozinho. - ele pedia enxugando as lágrimas. - É lógico que eu vou. Me desculpa por ter descido, Lico. Eu te amo muito, não existe ninguém além de você pra mim. - eu repetia enquanto beijava todo seu braço. - Me leva “avoando” de novo? - Lico pedia enquanto esticava os braços pedindo colo. Sorri em meio às lágrimas e o carreguei novamente para o quarto. Coloquei-o na cama, e me deitei junto com ele. - Eu não vou sair daqui. Te juro. - eu dizia beijando sua testa. - Não sai, não sai, não sai… - Elidio repetia chorando. Continuei com minhas carícias e beijos em sua testa, até que Elidio dormiu de novo em meus braços. Tudo que eu e Elidio já vivenciamos como amigos, e como namorados, já me mostrava muita coisa. O que iria ficar de lição pra mim era que: parece que nada nunca dará certo enquanto estivermos longe. É algo fora de nosso controle, e apesar de não acreditar em destino, algo fez com que nascêssemos um para o outro. Literalmente, éramos um só. Após alguns minutos Motta apareceu no quarto, entrando no mesmo e se sentou na ponta da cama. - A “Famila” foi embora. Fiquei sabendo que ela tentou te beijar. - ele dizia puxando assunto. - Camila, Bruno. E sim, estou preocupado, sempre tem alguma coisa que tenta me separar do Elidio. - respondi. - Pelo menos você tem alguém que te “fama” - Motta dizia deitando na cama. - O que quer dizer? - perguntei. - Quando eu te contei sobre eu e o Rafa, eu só queria dizer que estamos nos curtindo. Não é nada sério. Eu sempre acho que vou estacionar meu pocotó e nunca consigo. - Bruno dizia chorando. - Estacionar seu pocotó? Você quis dizer… Achar o cara certo né? Tudo tem seu tempo, Bruno. - respondi. - Acho que ninguém gosta de pessoas pequenas. Eu vou ligar pra minha mãe e xingá-la. - Bruno dizia pegando o celular. - Bruno, você não vai fazer nada. Faz silêncio, Elidio está dormindo. - eu pedia. Sem que eu pudesse fazer nada, Bruno ligou pra ela. - Porque você me fez pequeno? Você é uma mãe “muita” má. Eu não tô “bêbodo” não, não joga a culpa em mim. - Bruno dizia chorando. - Eu não achei meu macho ainda por sua causa. Você não sabe fazer “seço”, mãe. - ele continuava. Estiquei minha perna e joguei o celular do Bruno no chão. Bruno então começou a rir. - Minha mãe caiu no chão. - ele dizia ainda rindo. - Bem feito, sua “fedorzenta.” - ele prosseguia. - Bruno, para! - eu pedi ainda falando baixo. - Quer dormir aqui? Pega aquele colchão ali e dorme, mas faz silêncio. O Elidio precisa descansar. - eu pedia. - Você me pediu pra pegar o colchão porque sabe que eu não alcanço. - ele respomdeu voltando a chorar. - Eu vou ligar pra minha mãe de novo! - ele tentou se abaixar e pegar o celular no chão. - Não precisa! - interrompi-o. - Eu pego. - tirei meu braço de debaixo de Elidio e me estiquei para pegar um colchão que havia em cima do guarda-roupa. - Toma, Bruno! Vai dormir! - eu disse jogando as coisas nele. Voltei para o lado de Elidio e o abracei de novo, sem deixar que ele acordasse. Bruno se deitou encolhido e colocou o dedão da mão na boca, e todos então, dormimos.
Capitulo 54 (parte 2)
*Narração Daniel* Enquanto estávamos esperando, Rafinha se aproximou. - Oh brother, eu já sei que o Elidio bebe muito, então, se quiserem dormir aqui, à vontade. - ele disse dando alguns tapinhas em meu ombro. - Beleza, Rafa. Vamos ficar sim - concordei. Elidio e Bruno continuavam a disputar. - Eu tô com calor, Elisio. - Bruno dizia enquanto tirava sua camisa. Assim que ele a tirou, pulou na piscina. Elidio começou a bater palma e rir. Vi que Lico já estava completamente bêbado, me aproximei dele e o abracei por trás. Encoxei-o com vontade e enxi seu pescoço de mordidinhas. _ "Cê" tá geladinho, ai - Lico dizia se arrepiando. Puxei Lico pra dentro da piscina, de roupa e tudo. - Que... "cê" vai fazer comigo, sapeca? - Lico dizia rindo. - Vou pegar você todo pra mim, Lico. - eu dizia pressionando-o na beira da piscina. Roubei um beijo de Lico, enquanto ele abria meu zíper. - Tem gente nos vendo, Lico. - comentei. - Olha pra frente, e você vai olhar. - Elidio trocava as palavras. - Pra trás né Lico? - corrigi-o. Quando me virei, vi Rafinha ficando com o Bruno, e Giovana e Anderson agarrados. Até o Marcão estava lá agarrado à duas loiras totalmente bêbadas. - DanDan, fica pelado. - Elidio passava a mão pelo meu volume. - Eu... Adoro você bêbado. - respondj ajudando-o a tirar meu ziper da calça. Virei Elidio de costas e subi pelo seu pescoço de beijos. Desci minha mão até sua calça e desabotooei-a e desci-a. Quando apertei a bunda de Lico, ele soltou um grito meio afeminado. - Ai, Dani. - ele gritou. - Nem comecei e você já tá gritando. Imagina quando eu começar. - eu disse com a boca grudada no seu ouvido. Elidio soltou uma risada fraca e terminei de descer sua cueca. Mordi sua orelha e coloquei meu membro dentro dele. Elidio soltou um gemido prolongado e baixo, e começou a movimentar sua bunda, em meu membro. Apertei e estapeei sua bunda e continuei os movimentos. Tirei e enfiei tudo de uma vez, colando nossos corpos sem deixar nenhum espaço entre eles. O corpo.de Elidio geladinho me deixava louco, e eu passava minha boca dando beijos por toda suas costas. Até que, gozei. Virei Elidio de frente e o beijei com vontade. - Acha que alguém nos viu e descobriu sobre nós? - perguntei ao Elidio pausando o beijo. - Todo mundo tá bêbado, igual você - Elidio dizia apontando para o nada. - Lico, eu tô na sua frente e você que está bêbado. - corrigi-o rindo. Colocamos nossa roupa de novo e saimos da piscina. Peguei um copo de bebida pra mim, e Elidio abraçou minha cintura se equilibrando. - Oi meninos - o Marcão apareceu em nossa frente de cueca nos comprimentando. - Quem é, Dani? - Elidio perguntou tentando ver quem era. - É o Marcão. E ai cara, beleza? - respondi aos dois. - Eu tô beleza, tá vendo aquelas loiras ali? Tudo pra mim. - Marcão se gabava. - Elidio, você é o garanhão, porque não tá com nenhuma garota? Elidio então se soltou da minha cintura, e tentou se equilibrar. - E... Eu vou "expricar". - ele dizia tentando subir na mesa. Tapei meu rosto de vergonha e ele então prosseguiu. - Esse cara, eu amo esse cara. E só eu posso amar - Elidio dizia sentado na mesa balançando os pés e apontando pra mim. - Não estou entendendo nada.. - Marcão nos olhava. - Dani, me carrega. - Elidio disse esticando os braços pedindo colo. - Esse cara Marcão... É o único que preocupa comigo de verdade. - Elidio começou a chorar. - Ele está bêbado, depois a gente se fala, cara. - respondi dando um tapa no ombro de Marcão e indo até Elidio. - Não chora, vem aqui. - eu disse abraçando Elidio. - Não estou "chorano" - Lico disse me abraçando forte. - Dá colo? - ele.pediu. Carreguei Elidio e corri até uma sala gigante que tinha, tocando música super alto. E Rafinha estava fazendo strip em cima da mesa de um "bar" que tinha em sua sala. Coloquei Elidio no chão e ele me abraçou e tentou dar alguns passos, tentando dançar. - Quer comer alguma coisa Lico? - perguntei. - E... Eu quero uma "capirina". - ele dizia. - Uma capirinha né, Lico? Vamos ali pegar. - respondi guiando-o até o bartender. - Oh Edgar, dá o especial da noite pra ele! - Rafinha instruia o bartender. Elidio pegou a bebida e virou-a de uma vez. - Tem gosto de maçã, prova, Dani - Lico disse colocando o dedo na bebida e colocando na minha boca. - É bom mesmo, que delicia. - respondi. Pedi um especial pra mim também e brindei com Elidio. - Os copos se beijaram - Elidio disse rindo pro copo dele. *Narração Anderson* Fiquei agarradinho à Giovana na piscina, apenas bebendo e nos beijando. - Agradeço muito por ter te conhecido... Você me traz paz. - Gio disse acariciando meu rosto. - Eu que te agradeço por você existir. Você me fez esquecer uma parte ruim e complicada da minha vida. - respondi beijando sua mão. - Mesmo? Não sei o que você viu em mim, mas fico feliz em ter me escolhido. - Gio respondeu com um sorriso no rosto. - Sua simplicidade, seus olhos, seu jeito.... Tudo. O fato de você estar nesse festão do meu lado, sem beber e ficar louca... Já acho uma qualidade. - elogiei-a. - Pode me achar babaca, mas eu não bebo. - Gio respondeu envergonhada. - Eu bebo, mas só cerveja. - respondi. - Pelo menos você não fica louco e apronta. Pode beber comigo perto. - Gio respondeu apertando meu nariz. Sorri pra ela e beijei-a. *Narração Bruno Motta* Fui até o Rafinha e o vi dançando. Chamei-o para baixo e ele veio. - Fala, Bruninho. - eu disse pegando em seu queixo. - Vem cá me dá um beijo, gatasso. - respondi passando a mão em sua barriga. - Me chama assim não que fico com vontade de te destruir, mulher. - Rafa brincou. Rafa me pegou no colo e me beijou, e deitamos ali no chão nos beijamos. *Narração Daniel* Depois de bebermos mais ainda, eu ainda estava sóbrio, e Elidio mais louco ainda. Então, ele tirou a camisa e deixou jogada no meio do chão. - Você precisa comer algo para não passar mal, Lico. - sussurrei em seu ouvido. - Eu quero mais outra capirica - Elidio continuava a falar errado. - Vamos sentar ali, vem comigo. - falei pegando a mão de Lico indo até o sofá. - Eu quero abraçar você. - Lico disse com voz de choro. Abracei-o dando um beijo em sua testa. Chamei um dos garçons e pedi uma porção de fritas recheadas para dar Elidio. - Não quero comer batata "fritada", Daniel - Lico disse. - Mas vai comer. Você não comeu nada até agora, só bebeu. - retruquei. - Eu quero te beijar. E comer você com roupa e tudo. Você é cheiroso - Elidio dizia passando a mão em minha perna. - Você está tri bêbado. Come batata, toma - eu disse servindo-o. Elidio comeu uma e quase vomitou. - Eu te deixei beber demais. - eu disse me lamentando. - Eu não bebi, me deram bebida... - Elidio continuou a falar. Levei Lico até o lado de fora novamente enquanto eu o alimentava com as batatas. - Eu não quero mais, Dani. - ele dizia segurando em minha cintura. - O que você quer? - perguntei. - Você de novo, você está cheiroso - Lico respondera. Ele então me guiou até uma mesa e me puxou de modo que eu sentasse na mesma. Lico tirou minha blusa e então começou a beijar cada centimetro de meu corpo. (Continua.)
Capitulo 54 (parte 1)
*Narração Daniel* Observei Elidio dormir em meu colo, e fiquei apenas fazendo cafuné nele. Depois de 1 hora, ele me abraçou forte e começou a resmungar algo que não consegui entender, como se tivesse tendo um pesadelo. - Lico, acorda, Lico... - eu disse balançando o corpo de Elidio. - Dani... - Lico acordou esfregando as mãos nos olhos. - Você estava tendo um pesadelo. - eu disse fitando-o. - Preciso de um copo d'água... - Lico disse enquanto tentava se levantar. - Minha cabeça, puta merda, que dor de cabeça. - Elidio disse esfregando a mesma. - Fica ai, eu busco pra você. - respondi deitando-o de novo, e me levantando. - Eu bebi tanto assim, Dani? - Elidio perguntava confuso. - Essas duas garrafas vazias ai no chão, você bebeu 90% delas. Pouca coisa... - disse rindo baixo. - Para de gritar, Dani. Minha cabeça. - Elidio reclamava. - Você é pior que criança, toma sua àgua. - eu disse entregando um copo à ele. - Você bêbado é no mínimo... Sexy. - eu disse fitando seus olhos. - Ah, que vergonha. Não me lembre, nunca tinha feito um strip antes. - ele continuava a se queixar. - Imagino você mais bêbado ainda, ia ser demais. - respondi sorrindo de lado pra ele. - Isso, eu vou ser o bêbado frágil e você o macho controlador? - Elidio perguntou enquanto passava a mão pelo meu ombro. - Eu adoro você frágil, e sem consciência do que está fazendo. - respondi beijando seu braço. Fomos interrompidos pelo telefone que tocava. Corri para atender e era o Bruno. - E ai, Daniel. Ou melhor, DanDan. - Bruno dizia rindo. - Adoro seu nome, seu louco! - ele fazia uma voz de menina. - São 17:00, você já está bêbado, Bruneco? - respondi rindo. - Ninguém está bêbado. Ou talvez esteja. Rafinha, Daniel disse que está bêbado. - ele respondeu numa voz confusa. - O que você quer Bruno? - perguntei. - Rafael vai dar uma festa hoje, às 23:30, ele pediu pra convidar você e o Elisio. - Bruno dizia animado. - Elidio né? - corrigi-o. - Ah, ele também pode vir! - Bruno respondeu. - Talvez não poderemos ir, Elidio bebeu muito e não sei se ele estará passando mal até lá. Qualquer coisa iremos. - respondi. - Venha, venham mesmo! Sabe quem vai vir também? O Rafinha! - ele gritava de animação. - Bruno, a festa é dele. É óbvio, que ele irá. - respondi rindo. - Verdade, cara. Você é inteligente igual o Daniel! Sabe quem também vem? O Anderson e "Jovana", o Edu com a mulher dele, e eu vou também! - Bruno respondeu. - Tudo bem, Bruno. Nos encontramos mais tarde. Tchau. - finalizei desligando. - O que ele queria, Daniel? - Elidio perguntava numa voz baixa. - Rafinha dará uma festa hoje à noite e nos convidou. Se você melhorar a gente vai, o que acha? - respondi me aproximando dele. - Me dá aquele remédio de dor de cabeça, que eu me recupero fácil. Iremos sim. E ainda vou te dar uns pegas em todos os cômodos. - Lico disse rindo. - Estou gostando da disposição. Se fosse só a gente podiamos ir pelados. - respondi rindo. *Narração Anderson* - Andy, tem certeza que preciso ir? Vai estar cheio de gente famosa lá. Tenho vergonha. - Gio me disse. - Gio, para com isso. Você agora é minha namorada, precisa me acompanhar. Você irá se sentir muito confortável, te prometo. O Rafa é bastante humilde. - tentei tranquilizá-la. - Eu não tenho nenhuma roupa, não fui ao salão, não quero ir feia, Andy. Eu deixo você ir sozinho. - Gio insistia. - Não, eu quero ir com você. O problema é o salão? Vista-se, iremos pra lá. - disse me levantando e pegando a chave do carro. - Mas eu vou pagar, pra deixar bem claro! - ela respondera. - Nunca! Eu faço questão de pagar, vamos, meu anjo. - disse pegando em sua mão. Giovana era bem simples, e não queria que se sentisse para baixo, e faria de tudo para ela se sentir a mais linda da festa. Fomos até o salão onde minha irmã, Luana, sempre ia e dizia que era o melhor da região. Chegamos em poucos minutos, e Gio já foi atendida rapidamente. - Olha, Cibele, quero que faça tudo que Giovana quiser. - eu disse para a cabelereira. - O cabelo do jeito que ela quiser, as unhas, depilação, lente de contato, tudo que ela quiser! - finalizei. - Tudo bem, Dy. - Cibele respondeu. - Venha aqui, querida. Você ficará ainda mais linda! - ela complementou animada. - Vou deixar você aqui, e vou comprar o vestido, sapato, jóias, tudo... Os mais lindos que tiver pra você. - eu disse beijando sua testa. - Andy... Não quero que gaste comigo. Por favor. Eu uso aquele vestido vermelho que eu tenho... - Gio dizia. - Eu já disse: faço questão. Não demoro, tá? - finalizei mandando beijos à ela e me dirigindo à porta. Liguei para Luana e perguntei-a qual loja onde ela comprava suas roupas, e ela me indicou um lugar ali perto. Então, entrei no mesmo. - Olá, Senhor. Em que posso ajudar? - uma atendente me atendia carinhosamente. - Olá. Eu quero olhar seus melhores vestidos de festa. - respondi. Ela então me levou à seção, e achei um azul tomara-que-caia lindo, e ela me disse que era um dos mais vendidos. Por via das dúvidas, comprei mais 5 vestidos lindos, paraGio escolher o que queria. Depois, comprei sapatos, e alguns acessórios. - Obrigada pela compra Senhor. - a atendente agradecia. Sai da loja com todas as sacolas, e voltei para o salão. Ainda eram 20:00 porém Gio disse que demoraria mais algumas horas. Corri para o salão, e cheguei rapidamente. - Como está indo, meu amor? - perguntei à Gio. - Olha, Anderson... Ela será uma linda noiva, viu. - Cibele dizia admirando Giovana. - Não vamos nos casar, é só uma festa. - respondi sem graça. Giovana estava fazendo as unhas para finalizar, e então, 22:30 saimos dali. - Desculpa te fazer abrir o salão tempo extra só por minha causa. - me desculpei com Cibele. - É um prazer, Anderson. Ela está linda. - Cibele respondeu. Agradeci à ela e paguei e então fui embora com Giovana. Em poucos minutos já tinhamos chegado. - Estou me sentindo estranha, Andy. - Gio se olhava no espelho. - Está linda. Uma princesa! - elogiei-a. Mostrei a Gio todos os vestidos, sapatos e outras coisas que havia comprado, e depois de 1 hora Gio estava toda arrumada e eu também. - Você está tão lindo. Mais do que já é. - Gio dizia me dando alguns selinhos. - Obrigado, amor. O Elidio melhorou e vai também, Daniel acabou de me mandar mensagem. - comentei. Gio sorriu e então saimos de casa 23:40, chegando à casa de Rafinha às 00:30. - E ai, cara, beleza? - Rafinha me comprimentou. - Que garota linda hein? Florianópolis te fez bem! - Rafinha elogiava Gio. - Obrigada, Rafinha. Nem acredito que esteja te conhecendo. - Gio dizia envergonhada. - Relaxa, Gio. Podem entrar, tem comida, bebida, as 3 piscinas estão livres para serem usadas, tem um salão ali atrás, se quiserem dançar. - Rafinha nos mostrava a casa. - Obrigado, Rafa. - agradeci entrando na casa. Avistei milhares de famosos e alguns desconhecidos, e ouvi alguns gritos, então eu e Gio nos aproximamos. Bruno Motta e Elidio apostavam quem virava mais copos de tequila. - Você tá trapaceando... Daniel xinga ele! - Bruno dizia cambaleando e apontando para Elidio. - Você tá voando, Bruuuuuuno. - Elidio dizia fazendo um avião com a mão. Eu e Gio rimos daquilo, e pegamos champagne pra gente, nos aproximamos da beirada da piscina aquecida, tiramos nossos sapatos, e colocamos os pés ali dentro. Abracei Gio e roubei um beijo quente e longo nela. *Narração Daniel* Elidio e Bruno já disputavam há mais de 20 minutos, e Bruno que já estava bêbado há mais tempo mal se aguentava em pé. - Round 1, Elisio. Eu vou beber esse negócio aqui. - Bruno apontava pra mesa. - Isso é a mesa, Bruno! - eu gritava. - Cala a boca, Rafinha. Você tá doido. - Bruno retrucou enquanto tentava pegar na mesa. - Você é burro mesmo né, Bruno. Isso é a mesa. - Elidio caçoava de Bruno enquanto virava dois copos de uma vez. Pedi à um garçom que trouxesse outra garrafa, pois aquela havia acabado e me aproximei por trás de Elidio. Apertei sua bunda e colei minha boca em seu ouvido: "A hora que você se cansar ai, estou afim de brincar com você." sussurrei no mesmo. Me afastei de novo e Elidio mandava beijos gritando que me amava, enquanto aguardávamos o garçom trazer mais bebida. (Continua.)
54 - Cuecas
-
Eu: Não pai, eu não quero festa de formatura, não quero nada dessas coisas que vocês veem na tv.
Pai: Mas, querida, é o que a sua mãe mais quer.
Meus pais estavam na pilha pra me fazer uma festa de formatura com aquelas coisas de discurso, baile, entrega de anéis e todas aquelas babaquices que a minha mãe passou a vida inteira vendo nos filmes americanos.
Eu: Pois bem, pai, é o que a MAMÃE quer e não eu. Então acabou o assunto, ok?
Pai: Você sabe que ela vai me culpar.
Homem frouxo, sempre obedecendo as ordens da minha mãe.
Eu: Não, ela não vai te culpar. Relaxa, eu falo com ela. Agora vai tomar o seu cappuccino e comer seus biscoitos, beijo, tchau pai.
Empurrei-o pra fora do meu quarto.
Às vezes eu queria entender por que os pais da gente querem moldar uma vida toda do jeito deles, eles realmente acham que a gente vai seguir essa rota? Se bem que existem aqueles filhos superprotegidos que só fazem mesmo o que os pais planejaram pra eles. Deve ser estranho, mas, deixa pra lá.
Mãe: Victoriaaaaa?!
Eu: Mãe eu não quero formatura, eu já disse. Me dá uma viagem e estamos kits.
Mãe: Abre a porta, eu não vim falar de formatura.
Eu: Capaz né.
Mãe: Abra, querida. É a sua amiguinha que está aqui pra te ver.
Eu: Você tá mentindo.
Steph: Quer mesmo que eu derrube tudo?
Imediatamente ao reconhecer a voz, abri a porta pra ver a minha loira preferida.
Eu: STEPH!
Steph: Que foi? Olha, não fui eu, tá? Seja o que for, eu juro que não fui eu.
Eu: HAHAHAHA Entra aí, oxigenada.
Mãe: Oh, menina, desculpe a bagunça no quarto da Vick. Ela deve adorar viver assim, eu já falei mil vezes que…
Eu: Valeu mãe.
Bati a porta outra vez.
Steph: Então, como vai nosso gatão?
Ela falava enquanto puxava toda a persiana da janela lateral.
Eu: O Lucas? Ele tá bem. Hoje nós vamos sair pra comprar uns livros.
Steph: Não, tampinha. Tô falando do Gustavo.
Eu: Não sei dele. Por que eu saberia?
Torci o beiço.
Steph: De certo por que tu é a vizinha dele.
Eu: Nada haver, cara. O Gustavo deve… Estar bem… Com… Aquela guria.
Eu tentava acreditar naquilo desde as últimas semanas.
Steph: NOSSA, ele é realmente um gato hein?
Ela colocou a mão na frente da boca ao estar espiando pela janela. Fui ver também.
De lá dava pra ver o Gustavo em frente a um espelho arrumando cabelo e só de cueca box.
Eu: Ah, ele fica bonito com essa cara de sono.
Brisei por alguns segundo pensando naquele guri.
Meu celular deu sinal que tava descarregando e eu voltei pro mundo. Baixei a cabeça e me afastei.
Steph: Ah.. o que tu tava falando mesmo? Hm... Cara de sono? Que mané vou olhar cara de sono? Olha só esse bumbum durinho… Nossa. Acho que tô babando de verdade.
Eu não podia contestar, o Gustavo tinha uma bunda que, pelo amor.
Eu: O que tu veio fazer aqui?
Steph: PORRA.
Eu: Quê?
Steph: Ele me viu. Abaixa, abaixa!
Ela me puxou como se um fuzil estivesse vindo em nossa direção.
Ficamos acocadas debaixo da janela pra que ele não nos visse, enquanto isso a Steph começou a cochichar algo que devia ser alguns xingamentos mas, que eu não dei muita atenção. Havia algo mais alí.
Como já era de costume eu me foder em tudo, pra minha infeliz surpresa lá estava o Lucas em pé parado na porta observando a cena sem entender nada. Claro que eu já esperava o sermão depois da cara que ele fez e por burrice comecei a falar a frase mais clichê que qualquer pessoa culpada falaria.
Eu: Calma amor, não é o que tu ta pensando!
ucas: E eu tô pensando o quê? De quem vocês estão se escondendo?
Steph: Ih, fodeu.
Eu: Ham, Lu-Lucas, ah é-é que…
Bosta, gaguejei. Ele não vai acreditar em mim.
Logo ele se aproximou da janela e olhou.
Lucas: O que tinha aqui? Do que vocês estavam se escondendo? Me fala!
Eu: Bem amor, ahn… era uma vespa enorme, ela vinha entrando e a a gente tentou fechar a janela….
Steph: U - a - u!
A Steph já estava outra vez debruçada sobre a janela. Não cara, pára Steph, não piora tudo.
Eu: Aí a janela emperrou e depois nos abaixamos pra que ela não chegasse perto da gente e…
O Lucas ja tava outra vez na janela com cara de quem iria me matar a tesouradas se houvesse uma tesoura perto.
OH SHIT.
Eu: Steeeeph!
Lucas: Victoria.
Ele falou vagarosamente entredentes. Apenas abaixei a cabeça pra começar a ouvir a sessão ciúmes: “O que você fazia lá vendo ele? Você não para de mentir pra mim! Ainda estão se falando? Vai lá com ele, vai.” e depois eu ir pedir minhas humildes desculpas. Na verdade, a culpa era toda da Steph que como sempre, já havia escapado de fininho depois de um “Foi mal aí”.
E a ladainha começou.
É claro que o Lucas passou um dia e meio sem falar comigo e nem sequer olhava pra mim e foi isso aí, até a gente trocar duas palavras e depois ele encrencar por ciúmes cada vez que o Gustavo passava pela gente. As aulas eram sempre as mesmas bostas, sem falar que nessa ultima semana eu mais dormia do que qualquer outra coisa. Mas o que eu posso fazer se a aula de geografia é tão chata e me vem um soninho tão bom? Só posso atender o que meu corpo pede né. E já em casa eu tava ficando de saco cheio da minha mãe me empurrando a tal festa de formatura, então andei pensando... Já que ela não vai desistir tão fácil de uma festa formal, eu toparia mas, com a condição de fazer alguma outra coisa bem legal.
Lembrei de consultar minhas amigas do colégio pra saber o que elas achavam e o que sugeriam, e ah, é, eu só tenho a Steph. É isso aí.
Na manhã seguinte, logo que cheguei ao Alexandria fui procurar a loira que com certeza iria me sugerir uma festa com muita tequila e algo bem hard. Primeiro ela me sugeriu pedir um cavalo, por que ela adorava cavalos. Com a minha negativa, ela sugeriu um carro que logo foi descartado pelo fato de que eu não teria idade suficiente. Depois de muita brisa e milhões de idéias absurdas que eu não sei de onde a Steph tirava, até um luau com stripper’s dançando hula-hula com cueca, enfim, ela me deu uma boa idéia: uma viagem.
Não seria legal viajar pra outro estado por que além de tudo eu não conhecia ninguém de outros lugares e se fosse pra irmos a um ponto desconhecido, que fosse pra fora do país. Pensamos em ir pra uma praia na Califórnia mas, logo desisti por que sol, calor e areia não são lá uma boa pedida quando você tenta manter seu bronzeado noiva cadáver o ano inteiro e meia horinha no sol estraga tudo.
Como já morávamos num lugar frio, ficava difícil também ter que ir pra outro local mais frio ainda. Combinamos de ir a uma agência de viagens e turismo olhar as cidades e os preços e logo mais pesquisar os melhores locais pela internet.
Já tínhamos planos para um fim de semana todo que não fosse apenas beber e zoar. Ou talvez sim, só que futuramente.
Lucas não gostou nada da idéia, mas depois de muita conversa e eu ocultar certas partes da história com a ajuda da Steph, ele concordou com a minha 'viagem de intercambio ganhada da bolsa de Arte & Turismo' de uma agência qualquer que achamos pela internet. Eu não gostava de mentir pro Lucas, mas sempre há coisas que devem ser guardadas, por que com certeza é melhor se arrepender de ter feito, do que não ter feito.
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Algumas outras semanas passaram voando e a Steph já tava perdida nas milhões de idéias e nos panfletos de mais uma festa que ela iria organizar. Eu tava ajudando no que podia, mas não era muito boa nisso, contudo, segundo ela seria bom pra meu desenvolvimento social sair divulgando a festa. Bem, ela só tava me usando e eu tava fingindo que não sabia disso. Talvez me ajudasse mesmo, tanto faz.
Lucas tava cada vez mais focado no teste vocacional que ele iria fazer pra prestar faculdade de música, e eu até que achava bonitinho, mas mal sobrava tempo pra mim e nos momentos que eu tinha ele só pra mim, era perfeito. Os carinhos tapavam esses buracos que a saudade deixava.
Já não era tão importante ver o Gustavo, embora a maioria das vezes ele me parecesse bem feliz e com aquele sorriso, eu já tava começando a achar uns míseros defeitos nele e quase nenhuma qualidade na Denise. Nada que umas boas gargalhas fazendo fofoquinha com a Steph contando dos peitos flácidos da Denise não resolvessem.