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Fica Por Aqui - Capítulo 06.
Peguei o trem com a Bia aquele dia, e fomos conversando até a estação em que ela descia. Cheguei em casa, jantei e fui direto pro computador, assim que fiquei online no Facebook, o Alexandre me chamou. Conversamos normalmente, até que ele perguntou:
"Você não tem para pra me dizer, não?"
"Tipo?"
"Tipo você e o Bernardo se beijando hoje."
"Seus amigos não viram ele me beijar. Ele estava me ajudando a levantar. Sim, nos beijamos, mas seus amigos não viram nada."
"Eu não acredito em você."
"Alexandre, pelo amor, eu SEI o que eles viram."
"E eu acredito no que eles dizem."
"Para de ser babaca"
"Espera, vou te ligar."
Meu celular tocou, fui pro quarto e atendi.
– Então, me fala o que aconteceu, mas fala a verdade. – Ele disse, assim que atendi.
– Eu passei o almoço com o Bernardo, ele me beijou, quando ele foi me ajudar a levantar pra irmos embora, seus amigos nos viram.
– Meus amigos disseram que você empurrou ele quando viu eles.
– É claro. Você faria o mesmo se meus amigos chegassem, e vissem você com uma guria que soubessem que você gosta, mas foi por reflexo, não por estarmos fazendo algo de errado, até porque nem estamos juntos.
– Você não vai tentar se defender?
– Me defender do quê? Você mal me deixa falar. E eu sei o que eu fiz, e o que eles viram, você acredita no que você quiser.
– Eu não acredito em você!
– Vai pro inferno então, que saco! – Comecei a chorar, mas não por ele não acreditar em mim, e sim por raiva.
– Amanhã a gente conversa.
– Se você me deixar falar. – Disse, e ele desligou. Fui dormir chorando de ódio, queria que fossem todos aqueles amigos babacas dele pro inferno.
Acordei no outro dia com o rosto inchado de tanto chorar e fui pra escola, sabia que o dia seria uma merda. Assim que cheguei, o Alexandre veio na minha direção.
– Vamos conversar? – Ele perguntou, e eu olhei pra ele, ele também tinha chorado, estava com os olhos tão inchados quanto os meus.
– Vamos. – Sentamos num banco e ele me olhou.
– Eu perdoo você, porque eu pensei, e eu não consigo ficar sem você, Alice. Mas promete que vai ficar comigo, e vai esquecer ele.
– Vai demorar pra isso acontecer, mas vamos tentar. – Nos abraçamos, e ficamos juntos durante a primeira aula.
No almoço fomos pro SESC, onde tudo começou a desandar novamente. Fiquei quieta um tempo, pensando em nada. Só queria ficar quieta.
– Para de pensar no Bernardo. – Alexandre disse, me olhando.
– Vai começar? Eu nem estava pensando nele, mas daí você fala, e eu começo a pensar. Só quero ficar quieta, ok?
– Desculpa.
O almoço passou, e voltamos pra escola. Fui pra sala, e ainda estava brava com o Alexandre.
A semana seguinte passou da merda forma, tentávamos fingir que estávamos bem, mas os amigos dele zoavam ele, nós brigávamos, e eu pensava no Bernardo. Era agora sexta-feira, e o Bernardo veio falar comigo.
– As amigas do seu namorado vieram tirar satisfação comigo. – Ele disse, perceptivelmente irritado.
– O que elas disseram?
– Que sou talarico, e ficaram enchendo o saco.
– Não liga pra elas, não.
– Não ligo, só fiquei meio puto, mas tá tudo bem. – Ele sorriu e saiu andando.