Vegeta qlo bueno😍😍 cada vez mejor la serie!! #Capitulo63 #DBS (en Villa Bahía Catalina)

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Vegeta qlo bueno😍😍 cada vez mejor la serie!! #Capitulo63 #DBS (en Villa Bahía Catalina)
Capítulo 63
O velório durou algumas horas e eu não sai de perto do caixão em nenhum momento, na hora que o corpo ia ser enterrado eu não estava me sentindo nada bem, eu não estava preparada para dizer adeus a minha melhor amiga. Por que Deus tem sido tão injusto comigo? Por que ultimamente na minha vida só estão acontecendo coisas ruins? Estou com meus dias de vida contados e minha melhor amiga se foi, não sei se sou capaz de suportar tamanha tristeza. No momento do enterro chorei descontroladamente e Lucas teve que me segurar, pois minhas pernas fraquejaram. Depois voltamos para casa, tomei um banho e deitei em minha cma. Eu não acreditava no que tinha acontecido. Sabe quando acontece algo e a ficha não cai? Então, é examente assim que estou me sentindo. Lucas veio até meu quarto e deitou ao meu lado, ficou acariciando meu rosto e dizendo palavras de carinho. Mais uma vez digo que não sei o que seria de mim sem ele, acho que se eu não tivesse ele presente em minha vida eu já teria feito uma loucura a muito tempo. Ao olhar para Lucas a gente tem a impressão de que ele é do tipo pegador e que jamais assumiria um namoro, mas ele é completamente diferente do que a aparência dele mostra. Ele é um homem maravilhoso, que mudou minha vida e que me motiva a continuar lutando, mesmo sem nenhum esperança. Lucas é o meu porto seguro, meu anjo da guarda e a melhor coisa que aconteceu na minha vida. O celular do Lucas tocou e ele atendeu, mas logo passou para mim.
— Quem é? — perguntei falando super baixo.
— A Patricia, ela quer falar com você. — Lucas respondeu.
Peguei o celular e levei até meu ouvido direito.
— Oi. — falei.
— Oi Brenda, liguei pra saber como você está. — Patricia falou.
— Bom, não está sendo nada fácil pra mim, mas estou tentando superar. — falei.
— Espero que você consiga superar o mais breve possível. Quero que saiba que estarei aqui para qualquer coisa que você precisar.
— Obrigada!
— Agora vou desligar, acho que você precisa descansar. Beijos, fica bem.
— Beijos, obrigada! — falei e desliguei a ligação.
Entreguei o celular pro Lucas e voltei a ficar em silêncio. Lucas continuou acariciando meu rosto e eu fiquei perdida em meus pensamentos. Patricia tinha feito um mal enorme a mim e ao Lucas, mas pelo que tudo indica ela está realmente arrependida. Ela está se comportando de uma maneira boa e parece se importar com o meu estado. É, acho que realmente as pessoas mudam com o tempo, mas o que eu não sabia é que nesse caso nada havia mudado.
Capítulo 63
Cheguei em casa, almocei, me arrumei e fui para o consultório. Graças a Deus hoje está correndo tudo bem. O dia passou super rápido e quando o expediente terminou, fui direto para casa. Cheguei lá, tomei um banho, preparei uma macarronada e quando eu ia devorá-la, a campainha tocou. Abri a porta e me deparei com Dani chorando.
– Que foi? – Perguntei a abraçando.
– Não sei o que fazer e isso está acabando comigo, agora mais do que nunca eu tenho que tomar uma decisão. – Dani respondeu entre choro e soluços.
– Por que agora mais do que nunca você tem que tomar uma decisão?
– Porque o garoto com quem eu trai o Rafael disse que só vai ficar comigo novamente quando eu tiver solteira.
– Dani, me fala um pouco sobre esse garoto. Como vocês se conheceram, o que ele sente por você e coisas do tipo.
– Amiga, ano passado teve uma festa aqui em São Paulo que durou seis dias. Nessa festa eu topei com um amigo meu que mora fora e ele me apresentou alguns amigos dele. Conversei com eles um bom tempo e quando eu falei que ia dar umas voltas, um dos amigos dele o chamou em um canto. Aí ele chegou em mim falando que o amigo dele queria ficar comigo, aí a gente foi para um canto para conversar. Conversa vai, conversa vem, acabamos ficando. Ficamos os seis dias da festa, só que não ficamos juntos sabe. Quando a gente se encontrava a gente se beijava e depois ia cada um para um canto. Só que eu sei que da mesma maneira que ele ficava comigo, ele ficava com outras garotas também. Depois que essas festas acabaram, a gente perdeu contato mas eu sempre o via quando eu saía com algumas amigas minhas, só que há alguns meses atrás voltamos a conversar e eu comecei a sentir algo a mais por ele. Ele é o tipo de garoto que adora farra, que pega várias em uma só noite e acho que não tem a mínima chance de ele assumir compromisso com alguém.
– Então você acha que compensa deixar alguém que gosta de você por alguém que só quer saber de divertir com você?
– Compensar não compensa, mas ele mexe muito comigo. E eu não acho certo continuar com o Rafael enquanto eu sentir algo por outro. Por isso estou confusa.
– Olha Dani, se acalma, acabei de fazer uma macarronada daquela bem caprichada, vamos comer e depois a gente continua esse assunto. Dani se acalmou e nós devoramos toda a macarronada que eu havia feito.
– O que você acha que devo fazer? – Dani disse se jogando no sofá.
– Você não deve tomar atitude nenhuma enquanto não tiver certeza do que você realmente quer.
– Mas pelo jeito eu nunca vou decidir o que quero. Olhamos no relógio e já estava super tarde, estranhei Lucas não ter me ligado ainda.
– Amiga do céu, tenho que ir embora, já está mega tarde e minha mãe vai me matar. – Dani disse dando um pulo e indo em direção a porta.
– Ok amiga, vai pra casa e pensa no que será melhor para você. Vou pensar em alguma saída também.
– Tchau amiga, obrigada por tudo. – Dani disse e depois foi embora.
Meu porto seguro – cap 63
Cheguei no hospital e quando dona Marizete viu Renata comigo ela se descontrolou.
Marizete: O que essa assassina esta fazendo aqui? – disse aos nervos.
Meu pai tentou impedi-la de vim ate nós.
Paulo: Calma Marizete, ela não matou ninguém! Calma.
Renata se escondeu atrás de mim.
Luna: Vai ficar tudo bem! – disse para Renata – Tia calma. Ela veio pedir perdão pro Luan.
Marizete: Perdão não vai fazer meu filho ser curado da noite para o dia!
Amarildo: É aí que você se engana meu amor. Fica calma.
Seu Amarildo fez um gesto para mim para que eu a levasse até o quarto de Luan.
Subimos para a ala dos quartos
Luna: Eu entro primeiro para avisá-lo, tudo bem?
Renata afirmou com a cabeça e então entrei no quarto.
Luna: Tem alguém que quer te ver.
Luan: Quem?
Luna: Olha Luan eu vou deixar os dois a sós,tenta tratar ela bem ok? Ela veio te pedir desculpas.
Luan: É quem eu to pensando ?
Luna: Sim, é a Renata.
Luan: Eu já te disse que nunca mais quero ver essa garota na minha frente! Não tem como desculpar ela.
Luna: Olha aqui senhorzinho ignorante você pode não desculpar ela mais vai ouvir tudo o que ela tem pra te dizer! E caladinho!
Luan iria relutar mas fiz um gesto para que ele ficasse calado.
Sai do quarto e Renata tremia de medo.
Luna: Calma, vai ficar tudo bem. Pode ir, ele esta te esperando.
Renata entrou no quarto e Luan olho de cara feia para ela. Do vidro eu vi e disse que eu iria sair dali mas que era para Luan melhorar a cara.
Ele não entendeu a leitura labial e Renata se virou para mim.
Renata: Ela disse que se você não melhorar a cara ela não vai sair dali.
Luan revirou os olhos e então eu sai dali.
Renata: Olha eu sei que você não quer nem me ver pintada de ouro.
Luan: Dá pra pedir desculpas logo? Ai eu finjo que te desculpo pra Luna parar de me encher o saco e a gente acaba com isso logo.
Renata: Olha Luan eu sei que você ta com raiva de mim, sei que se você pudesse você me mataria,mas infelizmente eu não vou dizer só desculpas e sair daqui não. Eu vim aqui te dizer uma coisa muito seria. Eu sei que tudo o que aconteceu a culpa foi minha. Porque se eu não estivesse me envolvido tanto com o Gabriel a Luna não ia tentar me ajudar e você não precisaria dar aquela carona pra ela. Olha Luan eu posso ate não merecer o seu perdão mais saiba que a culpa sempre vai estar sobre mim. Eu fui uma idiota, uma tola,eu estava apaixonada. O amor cega a gente Luan,acho que você melhor do que ninguém sabe disso.
Olha a Luna pediu para que eu viesse ate aqui te pedir desculpas mas na verdade eu vim aqui pra te dizer uma coisa: a Luna é completamente apaixonada por você Luan. Só que ela esta confusa. Ela quer a sua amizade,o seu companheirismo. Mas ela também quer você. Cara eu nunca vi uma menina sofrer tanto igual ela sofreu nesse hospital. Ela chegou a ficar três dias sem dormir só esperando noticias suas. Ela ficou um dia inteiro sem comer,sem tomar água,sem sair daquela sala de espera, só para ter noticias suas. Ela sempre cuidou de você igual uma mãe cuida de um filho. Luan toma cuidado pra não machucá-la. Sei que você gosta dessa Giulia mas vai com calma, com cuidado. A Luna está confusa,não sabe o que fazer da vida. Você é o ponto de paz dela Luan. Você é a bussola dela Luan. Enquanto você esta ai deitado parece que o mundo dela para de girar. Não machuca ela não. Ela merece todo o cuidado do mundo.
Renata deu as costas e quando estava quase saindo do quarto Luan disse:
Luan: Eu te perdoo Renata.
Renata olhou para trás e sorriu.
Luan: Me dá um abraço.
Os dois se abraçaram e Luan disse:
Luan: Eu te perdoo do fundo do meu coração. Agora sim um peso saiu das minhas costas – sorriu.
Renata saiu do quarto e estava me contando o que conversara com ele e de repente ouvimos um som vindo do quarto de Luan.
Cheguei até a porta e Luan estava com seu violão,tocando. Não perfeitamente,mas as dores haviam sumido.
Luan: ‘’ E agora não tem quem arranque você de dentro do meu coração. Você é minha fantasia,meu sonho lindo,minha ilusão’’.
Olhei para Luan com os olhos cheios de água. Fui ate ele e o abracei.
Luan: O perdão pode curar qualquer coisa.
Olhei para Renata que estava encostada na porta chorando.
Renata: Obrigado por ter aceito o meu pedido de desculpas.
Nós três nos abraçamos e Luan continuou tentando tocar com perfeição. E mesmo que ele não estivesse tão afinado,aquilo era o que ele realmente sabia fazer.
Tocar,cantar e encantar.
Capitulo 63 - Dangerous Love
Creí que (tn) iba a hacer un drama por el comentario de su madre, pero no fue así, en realidad yo la veía muy tranquila. Con ella yo había aprendido que hay cosas que los hombres no debemos preguntar y esperar a que ellas quieran tratar del tema, y así fue.
—Me apena que mi madre reaccione de esa manera contigo — reí volteando a verla.
—No tienes porque, a mi me causa gracia.
—A mi no, no me parece justo que piense que puede controlar mi vida. Nicholas pon la vista en el camino.
—Señorita, viene con uno de los mejores conductores de toda la zona.
—Y usted viene con una embarazada, ponga la vista en el camino y no me altere los nervios. — volví a reír tomando su mano y accediendo a su petición.
—Nicholas…
— ¿Si? — quería mirarla pero no lo hice.
— ¿Que hacemos en este sector?
—Es una sorpresa.
—Tus sorpresas no me agradan, siempre son exageradas o malas. — no hubo respuesta de mi parte. —Nicholas ¿Cómo cuanto robabas al año?
—Lo suficiente.
—Dios santo. — cerró los ojos y me detuve.
—Bienvenida a tu nueva casa. — se negó a abrir los ojos.
—No quiero, me niego.
—Mi amor, en esta vida nadie tiene dinero completamente limpio. —abrió los ojos solo para mirarme.
— ¿Estas consciente de que fue la peor respuesta que pudiste darme?
—Totalmente, pero estoy siendo sincero.
— ¿O sínico?
—Tal vez ambas. El punto es que esta casa me costó mucho sudor, sangre y manchas en mi ropa de mesero. — rió negando con la cabeza. —Mírala…— la abracé —Mírala y dime que no quieres vivir aquí y la dejamos y nos vamos a mi departamento. — (tn) volteó a ver la casa por unos segundos y regreso su mirada a mí.
—Me estás arrastrando al infierno. — tomo mis mejillas antes de darme un cálido beso en los labios.
—Perfecto, así estaremos más tiempo juntos. — pase mi brazo por su cintura
—Toda una eternidad. — susurró sobre mis labios provocándome tan mortalmente que no pude evitar besarla apasionadamente y deslizar, digamos, 'ligeramente' mi mano por su trasero.
Ella no lo dudo y con caricias en mi cuello siguió besándome hasta que un par de golpes en el vidrio la hizo sobre saltarse y a mi llevar mi mano a mi cintura preparado para sacar el arma.
Pero al voltear a la ventana no vimos a nadie, no al inicio. Ya que al bajar la mirada pude ver una cabellera rubia y lacia que pertenecía a un pequeño de ojos verdes.
Baje la ventanilla del auto y el rubio se puso de puntas provocando una carcajada en (tn).
—Señor mi pelota se ha quedado bajo su auto ¿Podría ayudarme a sacarla? — era un barrio tranquilo, y sin duda lleno de niños. Cuando yo había comprado el terreno, todo a su alrededor estaba vacío, a lo mucho había un par de casas en el sector.
—Claro, moveré el auto.
— ¡No! — corearon al mismo tiempo (tn) y el pequeño de escasos 3 años de edad.
— ¡¿No qué?!
— ¡Podrías matar mi pelota!
—Exacto, mejor yo lo ayudo.
—Sabes que una pelota no puede morir ¿No? — le dije a (tn) que en un dos por tres ya estaba afuera del auto, baje detrás de ella mientras que estaba preguntándole al pequeño porque lado del auto estaba su pelota.
—Ahí. —- señalo el rubio y antes de que (tn) se agachara la detuve.
—No. — la tome por la cintura. —No hagas esfuerzos. — me agache yo y estire mi brazo para alcanzar la brillante pelota roja.
— ¿Por qué no puedes hacer esfuerzo? — pude escuchar que el pequeño le preguntaba y apenas conseguía decir la última palabra.
—Pues porque... — dudó un poco.
— ¿Vas a tener un bebe? Mi mamá va a tener un bebé y ella siempre le dice a mi papá que no puede hacer esfuerzo y necesita que la ayude... — (tn) carcajeó y no pude evitar reír poniéndome de pie con la pelota en las manos.
—Pues adivinaste, voy a tener un bebé.
— ¿De verdad? — el niño olvido por completo la pelota y se acerco a mi novia poniendo sus manos en su panza. —Va a ser muy bonito, como tú. — provocó que los ojos de (tn) se inundaran.
— ¿De verdad crees?
—Si, ¿Cómo se llamara? ¿Adam? ¿No te gusta ese nombre? Mi hermanito se llamara Jason, podríamos ser amigos los tres.
— ¡Nicholas! — se escucho la voz de una mujer en la enorme casa de enfrente.
—Ups, es mi mamá, mejor corro, Gracias. — me quito la pelota antes de salir corriendo. — ¡Adiós Adam!
*
—Su nombre es Nicholas. — carcajeé y mi Nicholas rió.
—Y ¿Escuchaste? Está de acuerdo conmigo a que será niño. — reí negando con la cabeza.
—Ya ves, acéptalo, te traje a un bonito lugar, no se pueden quejar. — me abrazo apretándome juguetonamente.
—Cállate, de todas maneras me puedo quejar— intente no reír girando para ver nuestra nueva casa.
—Nos vamos a perder en ella— suspiré.
—Estas acostumbrada a estas casas, así que no lo creo, además, ni en sueños te perdería. — me abrazo y las últimas palabras se convirtieron en susurros. —No de nuevo.
—Nicholas…— lo aleje un poco para poder verlo de frente.
—Dime. — sin soltarme se recargo en el auto.
—Si nos vamos a mudar, y vamos a comenzar una vida totalmente juntos... — el me escuchaba atento. —Necesito que me digas que me amas, que de verdad quieres hacer esto, que no...
—Te amo. — me interrumpió y estrujo mis mejillas sosteniendo su mirada con la mía. —Te amo, me vuelves totalmente loco y quiero que estemos juntos, no te quiero lejos y mucho menos con alguien más. Eres mía, y punto. — sonreí más que satisfecha con su respuesta.