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Colarêntu Sobre nosso ato,
Oara e Carola vivem em aglomerados de papel e desde sempre a vontade de comer uma manga e aproveitar a semente para tomar banho no ato, foi e é cotidiano de ambas.
Colagem de ações cotidianas, comer e beber, tomar banho, plantar misturado com a angustia do papel e a fissura de tomar banho de beterraba.
Os estudos são em papietagem com movimentos de relaxamento sobre corpo, movimento resultando em “colares jóias” mostradas em feira de vaidade, consequência: a utilização de matérias puras naturais para tingimento.
As matérias naturais para tingimento são a pesquisa de Oara e Carola para aplicação em suas criações, a essência é um destino rodeado tons originais.
Uma panela cozinhando beterrabas colhidas no quintal de carola é o viés do experimento. O suco da beterraba é a fonte de sabedoria, o papel também é a estrutura que nos da movimento e ao mesmo tempo incomoda.
A pilhas de revistas e papéis são triturados em conjunto com o corpo “Triturar os destinos e identidades que vêem das palavras impressas em papel” o outro é meu destino, o outro pode me usar melhor do que já fui.
Sem ordem objetiva, apenas colagens de vontades, as formas finais devem ser oferecidas como mais uma estrutura que devem ser usadas como jóias, e podem ser revividas em feiras de vaidade.










