Ela, dela, cela? Bela?
Eu posso contornar, sonhar. Desenhar em papel, ou no doce mel. Posso tentar descobrir, construir, Mas nada será igual. Não pode ser copiada, ela é única. Ela é bela, sincera. Grande, ou pequena, de um jeito só dela. Tão madura para a idade dela, coitada da mãe dela, não sabe o que lhe espera, uma filha sublime como ela. É formosa, não é cadela. Não é simples, mas é até um pouco na dela. Ela, ela, dela, ela, dela, sou cativo, bandido, preso na cela com ela.













