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The Imp is infinitely pleased with his Holiday card from his good friends Podzel, Mickey and Chico. He is obviously important as he got something in the Post, and it has his friends photo on it and everything. All is Bright indeed!
(Thank you, the card is beautiful!)
@ofcarnivora random, but I was at the beach today and there was this little sheltie bouncing around in the waves and I thought of you and Chico.
orbisonblue said: DID RAF CRY???
Short version is: he teared up, but then had to be all, “I can’t say yes if you don’t ask, Mr. Silva.”
And Chico would be mad but he’s too relieved and nervous and happy, so mostly he just huffs out a “Please.”
Then there is smooching. And THEN Raf teases the crap out of him and pouts because he didn’t get on one knee or anything, but it’s when Chico slides the ring on him that he can see how much Chico wants *his* so they have to race home so Raf can get it and kneel down (under the stars) and ask Chico properly.
Opinião – É isso aí, Chico!
Havia música do Chico Buarque nos altifalantes do nosso Sharp. O português entoado com sotaque brasileiro dizia mais do que cabia nas estrofes. O que me marcou mesmo foi “João e Maria”. Eu imaginava Bo Derek nua, a galope num cavalo negro, como no filme. Nua, apenas de cabelos esvoaçantes. A música era como se fosse a banda sonora para Bo. Era a minha imaginação. Chico cantava a melodia de amor, que narra encontros e desencontros. A letra, escrita pelo próprio em 1976, é baseada numa conversa que podia ser de crianças, incluindo princesas e cowboys, canhões e um rei, onde os cenários são construídos na brisa das rimas: “Agora eu era o herói / e o meu cavalo só falava inglês / A noiva do cowboy / Era você além das outras três”. Agora que penso em Chico Buarque, por ter sido há dias agraciado com o Prémio Camões, faço esta viagem no tempo para reencontrá-lo. O encanto com que manobra as palavras e o timbre com que as diz são a expressão do génio e a destreza do talento. Tudo aquilo é arte. Julgo que a sua voz pode ter sido o primeiro tratado político que ouvi, ainda em criança. Eu parava a absorver o “Meu Caro Amigo”, uma carta cantada por Chico para o teatrólogo Augusto Boal, que se encontrava no exílio em Portugal, relatando as notícias de um Brasil ainda oprimido pela ditadura militar: “Aqui na terra estão jogando futebol / Tem muito samba, muito choro e rock’n’roll / Uns dias chove, noutros dias bate sol / Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui está preta”. Essa ditadura militar que contestou não fez caducar a sua voz. Antes pelo contrário. Chico tem sido visado pela sua oposição ideológica ao Presidente Bolsonaro, o populista que chegou ao poder para reativar políticas que estavam adormecidas pela opressão militar. No início da sua carreira Chico cantou “Pedro Pedreiro”, para mostrar a vida dos menos abonados: “Esperando o sol / Esperando o trem / Esperando aumento para o mês que vem (…) / Esperando um filho para esperar também”. E no tema “Construção”, um dos seus maiores êxitos, criado nos anos mais duros de opressão, pela primeira vez gravado em 1971, conta a história de um trabalhador da construção civil que sai de casa pela manhã, enfrenta a aspereza do dia-a-dia e acaba em nada, num destino de morte sem brilho: “Ergueu no patamar quatro paredes flácidas / Sentou pra descansar como se fosse um pássaro / E flutuou no ar como se fosse um príncipe / E se acabou no chão feito um pacote bêbado / Morreu na contramão atrapalhando o sábado”. Chico viu várias das suas canções censuradas. Algumas até por motivos cómicos, como o tema “Trocando em Miúdos”, uma comovedora história de rotura amorosa e divisão de bens, tendo o censor proibido a música por haver referência ao poeta comunista chileno: “Devolva o Neruda que você me tomou e nunca leu”. A censura foi levantada quando Chico Buarque argumentou que, se a rapariga da canção nunca lera o livro, então não havia qualquer perigo. Chico não ganhou o Prémio Camões por cantar. Chico ousou, inovou, fez arte. Músico, dramaturgo e escritor, gravou cerca de oitenta discos e deu ao mundo literário êxitos como “Estorvo”, “Benjamim”, “Budapeste”, “Leite Derramado” e “O Irmão Alemão”. Nesta revisita a Chico Buarque de Hollanda, eis a música incontornável na sua carreira e no panorama popular brasileiro, que dificilmente Chico hoje faria: “A Banda”. Ouvi-a pela primeira vez já um pouco tarde. Na verdade, bem cedo, deviam ser umas cinco da manhã, quando estudava e, numa pausa para deixar a música entrar, ela passou na rádio. Era a voz de Chico e eu estava a ouvi-la estranhamente sem a ter conhecido antes. Trinta anos depois de ele a ter criado. Era uma espécie de crónica de bairro, com enfoque em figuras vulgares do quotidiano. A banda passava entretendo as pessoas, mudando-lhes o estado de espírito: “E cada qual no seu canto / E em cada canto uma dor / Depois da banda passar / Cantando coisas de amor”.
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Opinião – É isso aí, Chico!
Kick off your Friday with Chico's new Dilla Mix!
Legacy-Anything handed down from the past, as from an ancestor or predecessor.
James Dewitt Yancey J Dilla Jay Dee Dilla Dawg Pay Jay Dill Withers McNasty
TURN IT UP!
Deixe em paz meu coração Que ele é um pote até aqui de mágoa E qualquer desatenção, faça não Pode ser a gota d'água... Chico Buarque - Gota D'água