Harold "Coach" Grifter from Extracurricular Activities (Visual Novel)
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Voting ended onDec 13, 2025
Harold is the coach of CrestHaven University's tennis team, as well as an English teacher and published author. He's been struggling with depression since his wife left him due to him being bisexual, and he may come across as aloof and withdrawn, but once he gets comfortable with someone, he's quite dorky and affectionate. He likes eating, cooking, and reading fantasy novels and Shakespeare.
On the tennis court, he takes games very seriously, and can lose his temper when he gets frustrated. But under that serious coach attitude, he deeply cares for his team.
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There is no nuance button, if your answer is some variation of ‘I would if X’ then the answer is yes.
Terminei (a parte até agora lançada) a rota do Coach Grifter em Extracurricular Activities e preciso comentar, então, GRANDES SPOILERS ADIANTE!
Como já disse anteriormente neste post aqui, adorei conhecer melhor o urso, que trouxe muita surpresa boa sobre sua personalidade, mas, algumas coisas devem ser ressaltadas:
Não que eu tenha achado ruim, mas o “Arco da ex” ficou esticado demais para meu gosto; o criador realmente conseguiu fazer eu ter asco à Dianna (ex-mulher de Harold), só que de uma forma um tanto quanto forçada. A vadia não tem uma motivação tão crível assim que justifique todo o drama que ocorre ao redor dessa história.
Além disso, eu até que consigo entender que Harold era extremamente apaixonado nela e tal (visto sua história juntos, como primeiro amor, crescimento junto, etc.), só que algumas coisas são too much. Por exemplo:
1) No primeiro momento em que ela aparece na escola e faz aquela cena toda e ele praticamente toma o lado dela de cara (só troca isso por conta do Spencer posteriormente “desmarcará-la”) - Sendo que isso já é depois de vocês já terem tido aquele papo de que você salvou a vida dele na noite em que ela retorna pela primeira vez (ela o deixa tão mal que quase tenta se matar com os remédios);
2) Apesar de todo o sofrimento que a embuste causa à Harry e você sempre estar lá para consolá-lo e apoiá-lo, diversas outras vezes eu me sentia muito como uma “segunda opção/resto”; como por exemplo quando ele vai ao terapeuta e “decide” (ou, pelo menos diz-se decidido, apesar de demonstrar o contrário >_>) esquecer Dianna e deixá-la para trás e você está ali ao seu lado ajudando a se livrar das coisas que remetem à ela. Nesta parte, ele da outra “desmoronada” dizendo coisas como “Por que é que eu fui me assumir Bi para ela? Se não fosse por isso tudo estaria bem/do mesmo jeito” - Tipo, cara, eu to aqui do teu lado, e você ta dizendo pra MIM que queria estar com ELA??? E o pior disso tudo é que é nessa parte aí que ele nos diz o primeiro “Eu te amo”... Cara, você estava há LITERALMENTE 10 segundos atrás lamentando como queria ainda estar com ela e daí fala que me ama??? A gente ainda fica meio sem opção a não ser corresponder, mas eu fiquei muito me sentindo GADO D+ nessas horas (ainda bobo apaixonado por ele, mas com esse incômodo de estar sendo muito capacho).
Bom, ainda assim, de modo geral, gostei muito da experiência como um todo, ele realmente tem momentos muito fofinhos, carinhosos e atenciosos. E, assim como também disse sobre Morenatsu, apesar do jogo conter cenas de sexo explícito, achei totalmente dispensável (não no sentido ruim, inclusive digo isso como um elogio, significando que a experiência do relacionamento como um todo já é recompensador e dispensa punhetas para tornar a jogatina prazerosa) - por sinal, a cena do sexo é muito bem feita e interessante (melhor que de Morenatsu, que é apenas linear), com uma liberdade bem maior - e eu AMEI o fato de ter sido o ativo, que era algo que eu já estava meio que aceitando que não iria acontecer, mesmo desejando muito.
Agora, acho que vou tentar jogar as demais rotas (sempre acho muito difícil essa parte de ignorar meu mozão e até mesmo “traí-lo” com outro personagem hahahah ;-;).