solo esta mal pensar diferente, no estar de cuerdo, ser distinto, no pertenecer a la mayoría , no conformarse para aquellos quienes no les conviene, temerosos y reprimidos almas equivocadas de mente cerrada
alguien ordinario
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solo esta mal pensar diferente, no estar de cuerdo, ser distinto, no pertenecer a la mayoría , no conformarse para aquellos quienes no les conviene, temerosos y reprimidos almas equivocadas de mente cerrada
alguien ordinario
#Comunida ZONA GRAN #instantes |🔴 Vecinos atraparon a un LADRÓN, quien intentaba robar una motocicleta en zona de granjas. #Alerta #Vecinal Los vecinos alertaron en el grupo de whatsapp de su barrio, luego los demás vecinos salieron trás el malviviente y pudieron atraparlo antes que se de a la fuga. #Ampliaremos https://www.instagram.com/p/CHCiAwtDqnf/?igshid=1naasmcborxvn
Comunidades nativas de 7 regiones accederán a incentivos económicos para conservar bosques
Comunidades nativas de 7 regiones accederán a incentivos económicos para conservar bosques
Gracias a los convenios que suscribirán con el Ministerio del Ambiente Gracias a los convenios que suscribirán con el Ministerio del Ambiente
Las comunidades nativas de Amazonas, Cusco, Junín, Loreto, Ucayali, Madre de Dios y Pasco accederán a incentivos económicos y asistencia técnica que les permitirá fortalecer sus capacidades de gestión comunal para la conservación de sus bosques y…
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Nem tudo é tragédia na periferia
Viver nas comunidades do país, todo mundo sabe que não é fácil, saneamento básico precário, sem higiene, viver no morro, viver com medo, mas sempre há uma luz no fim do túnel e os projetos sociais são uma delas.
Os projetos sociais podem melhorar e muito as vidas de crianças e adolescentes e até mesmo dos adultos que vivem na periferia, pois eles são mais suscetíveis a entrar no mundo das drogas e da criminalidade. Pensando nisso, em 2001, Cafu, capitão do penta, teve a ideia de criar uma fundação para ajudar o bairro em que nasceu e viveu durante sua infância, o famoso Jardim Irene. A Fundação Cafu, que abriu as portas em 2004, realiza cerca de 11.126 atendimentos por mês, referência em projetos concretos e perspectivas de futuro para as pessoas. Possui uma sala de aula do Instituto Embelleze, onde é oferecido a 100 alunos o curso profissionalizante de cabeleireiro, 160 participantes no grupo de caminhada saudável e 60 mulheres inscritas no curso de artesanato. Além disso, 910 crianças que são beneficiadas através de oficinas esportivas e culturais, como: Canto, Bateria, Violão, Dança, Artes Plásticas, Capoeira, Jiu Jitsu, Informática, Atividades Lúdicas na Brinquedoteca, e o projeto voluntário Brincando de Bola que trabalha com basquete, vôlei e futsal tanto masculino como feminino. Além disso, todas as crianças contam com atendimento psicológico e oftalmológico. Os requisitos para participar da Fundação é morar na região do Jardim Irene ou nas proximidades, ter renda familiar baixa e ter idade entre 7 anos e 17 anos. Uma coisa boa também da Fundação é que funciona no horário inverso ao horário escolar, manhã ou tarde, para não prejudicar o rendimento escolar de quem participa, porque o intuito é incentivar os jovens a estudar e também se divertir, pois tudo na vida tem um lado bom. Cafu nasceu no extremo sul de São Paulo, Jardim Irene, dentro de Capão Redondo, sempre foi um menino humilde, jogava nos campos da periferia, na rua de terra vermelha, descalço, sonhava em ser jogador de futebol, nem imaginava que no futuro poderia ser o capitão do pentacampeonato Mundial do Brasil, na Copa de 2002 e tornar famoso o bairro onde tudo começou. Por isso, a felicidade dele de ter um sonho virando realidade, da ilusão à verdade é mostrar que não podemos desistir dos nossos sonhos, que pode demorar, mas se tem que acontecer, vai acontecer.
Karina Costa
O racismo e a violência nas periferias.
O preconceito, a desigualdade social e a ausência de políticas públicas para a juventude foram apontados como causas de violência contra a população negra periférica.
Segundo dados do Atlas da Violência divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o (Ipea), a cada 100 pessoas assassinadas 71 são negras. O relatório também mostra que o negro tem 23,5% mais possibilidade de ser assassinato do que os demais cidadãos.
Diariamente são divulgados nos meios de comunicação (televisão, rádio, internet e jornais impressos) situações de extrema violência tanto por parte do crime organizado, quanto por parte da polícia.
Os números divulgados retratam essa realidade mortífera a anos. Apesar das medidas dos governos Lula e Dilma Roussef, ocorreram 318 mil mortes violentas de jovens nesta faixa social. Além da dor causas pela perda de vidas, essa violência tem um custo paradoxal equivalente a 1,5% do PIB brasileiro, valor semelhante às medidas de segurança que são adotadas, no total, 3% do PIB.
Neste contexto violento, verifica-se que a vitimização fatal dos jovens negros brasileiros têm sido cada vez maior em regiões economicamente menos desenvolvidas.
Conforme índices de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial 2014, à prevalência de jovens negros serem assassinados do que jovens brancos é uma tendência nacional. É tanto que em 2003 a vitimização da população negra por armas de fogo no país era de 72,5 duplicadas novamente em 2012.
Para se compreender o elevado índice de violência na população jovem negra brasileira, três fatores devem ser considerados: A privatização do aparelho de segurança, as áreas que formam o jogo político eleitoral, e a “naturalização” e a aceitação social da violência.
Nas periferias o maior investimento do Estado está relacionado a segurança; Precisamente, na polícia. Sem ações nas áreas de saúde, educação, cultura, saneamento básico, e transporte. As desigualdades regionais são agravadas com a violência.
Nágila Pires
«Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo»
Mt 16, 21-27