“Bom, na verdade ela só ataca se eu mandar”, disse, passando a mão na cabeça de Glimedes com uma espécie de carinho que não dispensava a qualquer pessoa. Os olhos do Viper, e os do próprio animal traziam expressão idêntica, predatória. A pantera ronronava tranquila, quase como um gato. Uma coleira de diamantes estava em torno de seu pescoço, simbolizando a riqueza da Casa dos animos. Hal não havia ouvido qualquer reclamação pela presença do carnívoro no salão, e sabia o motivo disso. “Sinto a fome dela, sabe? No momento está observando esse belo pedaço de carne que é você e implorando pra que eu libere meu controle. Está com medo? Eu ficaria, no seu lugar”.











